Nas minhas andanças pelo mundo, acabei morando em um prédio com uma história particular. Algumas senhoras detentoras de informações gerais do prédio me alertaram de certa loira que vez ou outra saciava seus desejos ali, no saguão do prédio. Resolvi ficar mais atento e não sofrer o tal perigo de ser pego por uma loira tarada a qualquer momento no prédio.domingo, 6 de junho de 2010
Brincando no Playground
Nas minhas andanças pelo mundo, acabei morando em um prédio com uma história particular. Algumas senhoras detentoras de informações gerais do prédio me alertaram de certa loira que vez ou outra saciava seus desejos ali, no saguão do prédio. Resolvi ficar mais atento e não sofrer o tal perigo de ser pego por uma loira tarada a qualquer momento no prédio.segunda-feira, 31 de maio de 2010
Na praia com Mikaela
domingo, 30 de maio de 2010
Me livrando da KGB
Totalmente séria ela entrou caminhando fazendo barulho com seus sapatos de salto alto, de seus cabelos bem amarrados, óculos na ponta do nariz, vestindo saia e blazer e sem olhar para a minha cara. Eu estava sentado, com uma cara de preocupado com aquilo. Arrumou os papéis, me deu um cigarro que eu coloquei na boca com as mãos algemadas e ela o acendeu para mim, se abaixando de uma forma que eu tinha uma visão privilegiada do seu decote que mostrava parte dos seus seios grandes e lindos. Eu estava na sala de interrogatório da KGB, onde aquela russa deu um jeito de me enfiar, e aquela era Bárbara, minha advogada. Ela ainda de pé, depois de me acender o cigarro, ajeitava os documentos e eu ficava a observando sem dizer uma só palavra. A silhueta dela naquela roupa, por pior que fosse aquela situação, sempre me deixava com vontades pra lá de quentes. Bunda grande, seios grandes, pele escura. Eu tinha escolhido muito bem a minha advogada. Mas pelo visto, aquele não era um bom momento para brincadeiras. Ela, sentando-se, começou a falar:domingo, 23 de maio de 2010
A groupie

A noite estava bombando no barzinho, mas desta vez eu não estava lá para assistir, e sim para fazê-la. Já há algum tempo, estava tocando em uma banda de blues com alguns conhecidos da faculdade e tínhamos sido chamados para tocar numa renomada casa da cidade. Sou do tipo de músico que praticamente transa com o instrumento. Eu o sinto por completo. Cada nota faz parte de uma dança voluptuosa e luxuriosa. Naquela noite não era diferente. Minhas mãos subiam e desciam como se eu estivesse me masturbando, e meus dedos apertando as cordas da guitarra como se estivesse acariciando um clitóris.
Não conseguia notar muita coisa das pessoas que assistiam ao nosso show aquela noite. Uma luz forte me tomava os olhos, me dando apenas visão da fila da frente, onde tinha uma mulher, que diferente das pessoas que dançavam com seus olhos fechados, dançava olhando para mim. Notei que a dança dela não era do tipo que simplesmente queria dançar com a música. Com as mãos ela passava pelo corpo todo, conforme as minhas passavam no instrumento. Lambia os dedos, passeava com as mãos pelos seios e as levantava para o alto, buscava de todas as formas, transformar cada música que tocávamos em algo muito mais quente que aparentava.
Eu, como nem gosto de uma safadeza, comecei a tocar como se estivesse tocando apenas para ela, e ela percebendo, mostrou ainda mais que dançava só pra mim. Meus solos começaram a sair cada vez mais quentes e insinuantes. Ela delirava a cada nota mais longa, a cada puxada de corda, a cada sequencia mais rápida. Eu a vi se apoiando no palco, jogando os cabelos, me olhando fixamente mordendo os lábios pintados de vermelho sangue, rebolava passeando com as mãos pelos quadris, seios, cabeça. Sem dúvidas estava transando comigo por pensamento. Eu olhava aquilo e me excitava como louco. Comecei a tocar voltado a ela, e apenas a ela. Ela correspondia com olhares e carícias completamente libidinosas.
Senti que o clima rolava ali naquelas trocas de olhares. Resolvi solar ajoelhado perto dela, e ela me passou a mão minhas coxas. Enquanto eu solava de olhos fechados, curtia suas carícias por cima da minha calça de couro. Ela passeava com as mãos pelas minhas coxas, me olhando sempre nos olhos. Acariciava-as por completo, até que subiu bem e começou a me acariciar a virilha de forma totalmente sexual. Suas mãos passavam pela minha coxa, enquanto seus polegares me acariciavam o saco levemente. Meu solo passou a ser mais rápido, minha testa foi tomada de suor, e meus olhos cerravam cada vez mais forte.
Eu estava sim à idéia louca de chamar aquela mulher para o palco, mas o bom senso acabou batendo mais forte e permaneci com a profissão em mente. Levantei, recompondo-me e continuei a noite com o repertório. Ela continuava com os olhos fixos em mim, e não parava de me olhar um só minuto. Eu admito que olhava para o púbico e de vez em outra, meu olhar se perdia no dela enquanto tocava, e confesso que algumas notas foram perdidas pelo fato dela vez ou outra acabar brincando com as mãos nos seios, ou passando seus dedos na sua boca.
Tocamos nossa última música e antes de irmos para o camarim, joguei a ela minha toalha. Ela a segurou e, colocando junto ao nariz e fechando os olhos, sentiu meu perfume almiscarado que tomava a toalha. Sem olhar para ela, fui ao camarim. Lá chegando, o pessoal todo afoito queria sair, beber e aproveitar a noite, noite essa que para mim foi extremamente cansativa. Fiquei estirado em uma poltrona e disse que se quisessem ir, que fossem, pois eu queria ficar sossegado. Fiquei por lá, jogado, bebendo uma boa dose de whisky. Percebi só que a porta tinha se fechado. Acendi um cigarro e baforava bem a cada gole que eu dava no copo.
Escutei a porta se abrindo novamente pouco tempo depois. Não me preocupei, pois poderia ser alguém que tivesse esquecido alguma coisa. Como a porta estava às costas da poltrona, nem vi quem tinha entrado e começado a me massagear os ombros. Como senti que a mão era feminina, poderia ser alguma das moças do mini fã clube que tínhamos ali me apertando. Nem me preocupei, fechei meus olhos e curti a massagem. Senti aquelas mãos pegando firme no meu ombro, me relaxando. Passavam pelo meu pescoço, desciam ao meu tórax, voltavam ao meu ombro, vez ou outra despretensiosamente com as unhas acabava me arranhando de leve. Desmanchei-me na poltrona com o copo de whisky em uma mão e o cigarro na outra. Com a nuca apoiada no encosto da poltrona, acabei por um momento abrindo os olhos e notei que era aquela mulher, a mesma do palco, que me providenciava aquela deliciosa massagem.
Simplesmente me rendi ao momento e deixei-me levar pelas carícias. Ela, agora já ciente que eu sabia da sua presença, foi se tornando bem mais ousada, e passeava com a mão pelo meu corpo, chegando a minha coxa, e voltava com as unhas. Eu continuava com o meu cigarro e minha bebida, como se ela não estivesse lá, mas excitado por lembrar que aquelas mãos estiveram acariciando minhas bolas minutos antes de estarmos ali sozinhos.
Ela não parava, e não dava sinais de parar. As mesmas mãos que passavam pelo meu corpo, agora já não mais saiam da minha calça, iam e voltavam com as unhas pelas minhas coxas, virilha, até chegar ao meu já completamente duro, pau. Ela me massageou por um tempo por cima da calça, me fazendo simplesmente delirar e largar o cigarro ainda pela metade no chão e o copo em uma mesa próxima. Ela continuava, enchendo a mão no meu pau duro e apertado por conta da calça, mas ela deu um jeito rápido de deixá-lo à vontade, abrindo minha calça.
A hora que ela abriu minha calça, meu pau praticamente saltou, ignorando completamente minha cueca, saltou para fora, batendo na minha barriga. Ela, carinhosa, segurou o meu pau e começou a me bater uma punheta leve, mas gostosa. Eu fechei os olhos e busquei seus seios, que estavam bem convidativos naquele decote. Ela continuou com a mão na minha rola e os peitos bem perto da minha cabeça, eu gemia baixo, gostoso, sentindo aquela mão no meu pau. Tentei em vão buscar sua buceta por baixo da sua micro saia, pois meus braços não a alcançavam. Ela, notando toda a minha vontade, resolveu me castigar, afastava mais suas pernas de mim.
Num momento ela saiu de trás de mim passando suas mãos no meu peito e veio para a minha frente. Olhando direto nos meus olhos se abaixou entre minhas pernas, e, segurando firme o meu pau, começou a lambê-lo. Eu simplesmente me deixei levar por aquela língua leve e gostosa. Ela passeava com a língua pelas minhas bolas, pela cabeça do meu pau, me olhava e chupava como um picolé. Ela mamava a cabeça da minha rola com vontade, segurando meu pau perto das bolas, me deixando louco. Conforme sugava, me batia uma punheta leve, com a ponta dos dedos.
Aquilo me fazia gemer baixinho. Tomei todo o whisky que estava no copo e resolvi brincar também. A peguei pelos cabelos, ainda jogado na poltrona, e a trouxe para a minha boca. Ainda com minhas mãos perdidas nos seus cabelos, eu a beijava intensamente, enquanto ela me masturbava devagar, subindo e descendo a mão usando apenas as pontas dos dedos. Eu sentia minhas veias inchadas a cada movimentação que ela fazia, enquanto sua língua degladiava com a minha entre nossas bocas.
Aquela brincadeira deliciosa durou, com direito a blusas sendo jogadas longe, bocas passeando pelos corpos, minha língua rápida envolvia seus mamilos, sentia seu cabelo arrastando em meus braços que lhe envolvia as costas. Seus lábios passavam lentamente nos meus enquanto minha rola, agora encostada na sua coxa, pulsava deliciosamente a cada carícia. Seu olhar trombava com o meu enquanto minhas mãos cheias em seus seios os massageavam de forma deliciosa.
Minha mente já viajava e eu estava pouco me preocupando com quem poderia aparecer por lá naquele momento. Tirei-a do meu colo e a levantei. Levantei-me junto e voltei a beijá-la. Ela não tirava a mão do meu pau, me batendo ainda uma punheta muito gostosa, enquanto meus dentes dominavam seu pescoço. Seus gemidos e suspiros me deixavam cada vez mais louco, me fazendo passar a mão por baixo da sua micro saia e buscar a sua buceta por baixo da calcinha. Com meus dedos enfiados até sentir a palma da minha mão encostar-se à sua carne quente e deliciosa, sentia suas pernas se mexendo, rebolando deliciosamente para que meus dedos entrassem e saíssem gostoso.
Aquela deliciosa brincadeira fez com que eu e aquela deliciosa invasora de camarins delirássemos ainda mais. Por um momento tirei meus dedos da sua buceta, e ela, deliciosamente, os trouxe para a sua boca e me beijou, com meus dedos com teu gosto entre nossas línguas ávidas de desejo. Aquilo me deixou com vontade de sentir aquele gosto direto da fonte, então a peguei pela bunda e a levei até a bancada onde estavam latas de cerveja vazia e copos, jogando tudo no chão. Ela se mantinha com a boca entre aberta de desejo querendo sentir meu desejo inteiro. Ela se colocou de pernas abertas lá, massageando os seios agora completamente nus e chupando os dedos, como se fosse a minha rola e se encostou na parede. Com as mãos retirei sua pequena calcinha, com ela me ajudando aos poucos. Quando a tirei, me abaixei e enchi minha boca. Ela gemia alto com a minha língua passando pra cima e pra baixo na sua carne lisa, toda depilada. Minha vontade era de realmente tentar arrancar aquele grelinho com a língua. De forma intensa a lambia e chupava, enquanto ela se contorcia na bancada e me acariciava querendo mais.
Nossa brincadeira durou, até que eu quis mais. Levantei-me, e olhando nos seus olhos, posicionei meu pau na sua buceta, que entrou como faca em manteiga. Aquela buceta quente me apertava, enquanto ela se apoiava com uma mão em volta da minha nuca e a outra na bancada. Ela estava lá, de olhos fechados e cabelos jogados na cara, pouco se preocupando com quem apareceria. Apenas queria gozar na rola do guitarrista que a fez se encher de desejo.
Meu pau quente ia e voltava completamente molhado por aquela buceta apertada. Pensei até que ela me faria gozar fácil, mas ainda dava tempo para senti-la em uma nova e boa posição. Tirando-a de cima da bancada, mandei que se apoiasse de costas para mim. Fui prontamente atendido da melhor forma o possível. Ela empinou a bunda e jogou a saia para a cintura, me deixando à mostra sua buceta inchada e completamente encharcada. A peguei pela cintura com vontade e comecei a meter fundo. Ela gemeu forte, praticamente gozando na minha rola. Segurava forte a bancada e tentava me olhar enquanto eu, despreocupado, a puxava e empurrava cada vez mais forte.
Estávamos completamente loucos ali, tão loucos que mal reparamos a entrada do baterista da banda, que não sabia se ficava no camarim, ou saia. Olhamos para a cara dele, e como se ele não estivesse ali, continuamos nossa dança deliciosa e quente. Reparei que ele não iria sair de lá, mas como eu estava ali, sendo servido por uma fã especial, resolvi ser egoísta, e continuei a fodê-la forte e com vontade, não dando chances para ele participar da brincadeira. Ele olhava e massageava o pau por cima da calça, como se quisesse também brincar. Ela, malvada e de forma safada, disse a ele:
- Por que não bate uma? Só quero esse negão tesudo aqui. Mas deixo você assistir. Senta e olha como teu guitarrista me come gostoso!
Ele me olhou e fiz uma cara de conformado com a situação. Ele se sentou e tirou o pau pra fora, e assistindo a cena se masturbava intensamente. Ela olhava para mim e para o baterista. Rebolava no meu cacete, ia e voltava devagar para mostrar meu pau todo melado entrando e saindo, jogava os cabelos dando um show particular naquele camarim quente. Ele queria pegá-la junto comigo. Tentou se aproximar para participar da brincadeira, e ela, energicamente, o mandou ficar sentado. Ser o único desejado da sala me fez ficar com mais vontade de vê-la gozando. A peguei forte e comecei a ir e voltar com mais vontade, fazendo nossos corpos se baterem e produzirem um som delicioso. Isso fez com que o baterista da minha banda se masturbasse mais intensamente. Ela gritava com meu pau entrando e saindo tão rápido e forte, massageava os próprios seios, chupava os dedos, queria gozar intensamente.
Não demorou para que eu sentisse seu corpo todo tremer e logo após suas pernas bambear mostrando que tinha gozado forte tanto pela minha rola, quanto pelo nosso vouyer assistindo e lhe prestando uma homenagem. Ela tirou meu pau de dentro da sua buceta e se ajoelhou na minha frente, e decidiu ser um pouco benevolente com o pobre rapaz que suava sentado na poltrona assistindo a cena e o chamou. Chupando-me intensamente resolveu aliviar as suas mãos, batendo uma forte e com vontade, para fazê-lo gozar gostoso, assim como estava tentando fazer comigo. Ela, como uma boa vadia, nos olhava nos olhos enquanto chupava minha rola e punhetava o baterista. Não demorou até que eu sentisse minha porra chegando gostosa. Ela, sentindo que minha pica pulsava mais forte na sua boca, me chupava mais forte, com mais vontade, e parecia que a porra do meu baterista também estava perto de chegar, pois ela também o punhetava mais rápido. Antes que eu gozasse, ele anunciou que iria jorrar, e ela, tirando por um pouco a minha rola da sua boca, voltou-se à dele, e o punhetando com a boca aberta, recebeu todos os seus jatos quentes. Depois de dar esse pouquinho de atenção a ele, voltou-se a mim e continuou forte e com vontade, querendo seu prato principal.
Não demorou nada para que eu jorrasse forte e com vontade. Não avisei nada, nem deu tempo. Ela, uma vadia deliciosa, recolhia todos os meus jatos usando da sua experiência e vontade. Não deixando uma gota sequer para fora da sua boca. Eu de olhos fechados apenas curtia sua boca me proporcionando aquele boquete delicioso pós gozada. Quando abri os olhos, para minha surpresa, o resto da banda estava lá, assistindo e querendo também aproveitar da minha fã especial. Ela simplesmente se levantou, se arrumou, olhou a todos e se despediu apenas de mim. Os caras da banda ficaram com inveja, me xingando enquanto eu me ajeitava e ela saia pela porta rindo malvadamente. Mas fazer o que se sou eu quem desperta um tesão incontrolável em nossas
terça-feira, 4 de maio de 2010
Ah! O verão!

Aquele dia estava realmente quente. O verão estava realmente fazendo jus ao nome e fritando com a cabeça de todos na cidade. Eu estava trabalhando naquela sexta quando recebi um e-mail da turma que sempre saia junto chamando para ir à praia. Ficaríamos na casa da avó do Júlio, um amigo nosso. Todos tinham confirmado presença, até mesmo a Marcela, uma mulher que estava doido para poder pegar, e o único que faltava era ninguém mais, ninguém menos que eu.
Confirmei a minha ida por e-mail, e como já estava chegando a hora de ir embora, juntei minhas tralhas e fui correndo para casa arrumar as malas. Após alguns telefonemas de confirmação, o pessoal chegou na Doblô do Rafael. Loucos, como sempre, fazendo barulho e buzinando, me apressavam. Fechei as coisas e fui.
Já na chegada do carro começou a sacanagem. Eu tentando passar por todo mundo e tendo a minha bunda apertada por todos no carro. A galera sempre foi bem animada. Todos já se viram até nus, e tem casos de transas entre um e outro.
A viagem foi bem animada, com todos cantando e fazendo bagunça dentro do carro. Brincamos de verdade ou desafio enquanto viajávamos. No final das contas, acabei beijando a Heloisa e a Rebeca. E eu doido para pegar a Marcelinha, que já veio pronta para chegar ao litoral e cair no mar. De saia curtinha, biquine por baixo de uma blusinha, óculos escuros e cabelo preso deixando ver o pescoço. Eu a olhava dentro do carro e minha vontade crescia cada vez mais de pega-la.
Antes que a brincadeira seguisse para eu conseguir beijar aquela boca, acabamos chegando ao litoral. Eu olhava aquelas ondas me lamentando um pouco, mas toquei o foda-se. Tínhamos o final de semana inteiro pela frente e eu poderia comer qualquer uma das duas outras, que tinham uma enorme vontade de me sentir de novo. Todos resolveram dar uma relaxada na praia enquanto eu, sempre muito adiantado, resolvi ficar no carro. Sempre carrego uma trouxinha de erva jah no bolso, ainda mais numa vinda para a praia realmente não poderia faltar. Ainda mais sabendo que a Marcela adorava queimar daquele mato.
Bolei dois pequenos baseados e os deixei guardados para mais tarde e fiquei olhando o mar. Eu olhava as três brincando no mar. O Julio também por perto aproveitando a brincadeira e o Rafa meio longe também olhando o mar. Eu olhava para a Marcela com muito desejo. Com um biquine cortininha em cima, embaixo, todo o pão de trás enfiado no rego da sua maravilhosa bunda. De longe aquela cena já me deixava excitado, quando retornou então, eu tive que me manter sentado e não levantar. Eu podia ver cada gotícula de água no corpo dela, nas partes que até então não tinham sido secas. Ostentava uma tatuagem de cereja no ombro que dava vontade de morder. Tentei e acalmar enquanto discutíamos o porquê de se ir para a casa da avó do Julio. Ela era uma pessoa legal, mas teríamos que ficar os homens em um quarto, e as mulheres no outro. Como não tínhamos alugado nada, e a casa da avó do Julio era de frente para a praia, acabou ganhando lá. Quando chegamos, ela, sempre atenciosa com seu netinho e com os amigos, nos recebeu super bem, com direito à cookies e leite. Antes de comermos, as meninas foram ao banho. Uma a uma entravam no banheiro, e eu, com vontade só de me refrescar, fiquei esperando pela Heloisa sair do banheiro. Ela estava saindo quando a Marcela estava chegando. Eu a olhei e dei a preferência a ela. Ela, sempre brincalhona e feliz, me agradeceu. Como o corredor era estreito para nós dois, quando foi passar por mim, acabou passando com aquela bunda bem devagar pelo meu pau. Eu não consegui esconder a excitação por sentir aquilo. Ela sorriu e disse:
- Menino! Vai com calma aê! Não quero ficar grávida numa encoxada não!
- Viu como você me deixa? Pena que não posso tomar esse banho com você.
- E quem disse que eu quero, Dyas? Acalma o Dyasinho aí, vai!
E saiu rindo pro banheiro. Os pensamentos mais insanos passaram na minha cabeça àquela hora. Realmente eu não poderia sair de lá sem trepar com aquela mulher. Ela saiu de lá vestida em outra roupa. Uma saia leve, uma blusinha bem colada no corpo. Na hora que saiu, resolveu passar por mim de novo, e outra encoxada demorada acabou acontecendo. Eu, muito sacana, fiz que iria a pegar pela cintura, e acabei enchendo a mão na sua bunda, por baixo da saia, sentindo sua pele macia. Ela na hora deu um salto, um tapa na minha mão e disse:
- Para menino! Me respeita! Acha que é assim? Chegou, pegou, levou?
Ainda com a bunda no meu pau, tentando passar por mim e eu a segurando disse perto do seu ouvido baixinho:
- Relaxa. É lógico que vou te chamar pra algo a mais, sabe aquele lance que você curte?
- Lance que eu curto?
- To com dois bem apertados no meu bolso.
Ela gelou ouvindo aquilo. Não era acostumada, mas se chamasse ela ia, com certeza. Gostava do mal feito. Depois de todos banhados e trocados, fomos aos cookies. Parecíamos crianças realmente na sala comendo e tomando leite. Mal sabia a avó do Julio que ele destruiu o ventilador da minha casa pegando a Rebeca. O Rafael então? Juntou comigo para traçar a Heloisa. No final não tinha nenhum santo. Nem mesmo a Marcela, que já foi pega pagando um boquete para um cara no banheiro da minha casa.
Depois daquele lanche gostoso de avó, decidimos sair. Fomos ao centro da cidade e ficamos bebendo e zanzando por lá, vendo os artesanatos que as pessoas faziam. A noite passava e todo mundo trocando idéia. Por mais que fôssemos loucos, éramos unidos. E se saíssemos para pegar alguém, que esse alguém entre na nossa galera, e não nossa galera se dissipar. Enfim. Ficamos bastante tempo caminhando e conversando. As horas passaram, começamos a nos cansar e decidimos voltar. Peguei a Marcela pela cintura e falei no seu ouvido:
- Vai querer deitar tão já?
- Quem disse que eu vou? Que tal a gente fumar esse bagulhinho que você trouxe antes de entrarmos?
- Eu acho ótimo!
Ficamos conversando juntos por todo o trajeto, e o pessoal já estava entendendo que tinha rolado um clima. Quando chegamos a casa, o Julio me disse onde estaria a chave, e pediu para não fazer barulho quando entrássemos. Sentamos a uma pedra ali na praia e acendemos o primeiro baseado. Ficamos lá, fumando sossegados e conversando numa boa. Papos do dia a dia, sem sacanagens ou afins, mas falávamos juntinhos, um de ombro colado ao outro, olhando as ondas quebrando na praia. Aquela boca me chamava, ainda mais pelo fato da minha boca estar completamente seca. Acabamos o primeiro e acabamos fumando o segundo baseado. Já estávamos em uma brisa louca, não falando nada com nada, dando risada como dois bobos. Quando acabamos o segundo, ficamos pensando se iríamos entrar na casa, ou se ficaríamos ali na praia. Como passamos o dia todo na loucura da cidade, decidimos ir descansar um pouco. Não me pergunte por que não a ataquei ali. Nem eu sei como responder a isso. Só sei que entramos na casa, e foi cada um para um quarto.
Eu me deitei em uma cama próxima à janela, e imaginando aquela delícia da Marcela me chupando, lambendo as minhas bolas, mordendo a cabeça da minha pica. Como todos estavam dormindo, enfiei a mão por baixo da bermuda e comecei a alisar o meu pau imaginando tudo aquilo. Meu tesão ia aumentando cada vez mais, e de forma descomunal, incontrolável. Me vinha à mente aquela imagem dela roçando com aquela bunda enorme no meu pau, a imagem dela naquele biquine, a imagem da sua boca. Sem pensar direito, resolvi levantar e ir para o quarto delas. Entrei de mansinho e ela estava na cama do meio, já dormindo, de pernas abertas, mostrando aquela pequena calcinha vermelha semitransparente da qual dava pra ver seus pelos bem aparados. Aquilo me encheu a boca d’água, e, ainda louco de maconha, fui em direção à cama dela. Sentei-me, e ela não esboçou muita reação. Comecei a passar a mão na sua coxa, e ela nada. Fui levantando sua sainha e deixei àquela calcinha toda a mostra. Meu pau mal cabia na cueca vendo aquela buceta gordinha de poucos pelos mal escondida. Resolvi dar um beijo naquela xotinha, e ela só se mexia um pouquinho. Olhei para os lados e a Helo e a Rebeca estavam num sono completamente profundo. Mandei tudo pro alto, afastei a calcinha dela e cai de boca. Comecei a molhá-la com a minha saliva, e ela ia se contorcendo de leve em cima da cama. Aos poucos ia notando que ela ia ficando molhada naturalmente, derrubando seu mel delicioso na minha boca, e gemendo bem baixinho, como se estivesse sonhando com aquilo. Continuei com a minha boca na sua buceta, me deitando na cama junto com ela, numa posição quase como um 69. Eu a lambia e passava meus dedos por toda a sua buceta. Aquela bucetinha ia ficando cada vez mais quente e molhada conforme minha língua a explorava. Ela começou a se contorcer mais forte, a apertar o colchão da cama, eu a olhava vez ou outra e ela mordia os lábios de desejo. Seus mamilos já estavam quase rasgando sua blusinha apertada tamanha a excitação. Eu estava enfiando dois dedos na sua buceta e a olhando curtindo aquilo nos sonhos quando a vi abrindo os olhos. Ela me olhou e sorriu, mordendo os lábios e passando a mão no meu pau por cima da calça. Eu também sorri, e voltei a chupá-la. Ela, agora consciente, abriu a minha bermuda e tirou meu pau, que estava duro, quente e grosso, de dentro da cueca. Fazendo aquilo, começou a chupar a cabeça do meu pau como se estivesse mamando uma mamadeira. Minha língua não parava naquele grelo, sentindo a língua dela girando na cabeça do meu pau. Meus dedos entravam e saindo, a deixando bem aberta e cada vez mais molhada, e minha língua no grelo dela arrancava apertões no meu pau de forma deliciosa. Tudo o que eu sonhava daquela buceta eu estava realizando. E realizando deliciosamente bem. Bucetinha apertada, cheirosa, bem cuidada. Os poucos pelos que sentia na minha língua ia me excitando cada vez mais, e ela, gulosa, chupava meu pau bem gostoso. Não tirava da boca um só segundo.
Resolvi tirar sua calcinha, e ela, junto comigo, foi tirando minha bermuda junto com a minha cueca. Depois de retiradas às peças que nos atrapalhavam, ela veio para cima de mim, e com a buceta na minha boca, rebolava gostoso enquanto chupava minha rola me punhetando. Aquelas carícias estavam deliciosas, tanto pela mulher, que chupava e rebolava gostoso, quanto pelo perigo delas acordarem e se assustarem com a cena.
Eu resolvi sair da boca dela. Eu já tinha sentido a sua buceta quente, a sua boca no meu pau, mas não tinha sentido a sua boca na minha boca. Deitei-me sobre ela, com meu pau na entrada da sua buceta e comecei a beijá-la. Ela me beijava e, afoita, ia pegando o meu pau e colocava na entrada da sua xota. Quando ela encaixou, prendeu com as pernas na minha cintura e foi me puxando, enquanto eu a beijava a boca, mordia seus lábios, lambia sua boca. Meu pau a invadia quente, mas devagar. Ela me cravou as unhas nas costas e jogou a cabeça para trás, me servindo aquele pescoço delicioso. Eu mordia, beijava, lambia, e ela gemia baixinho, curtindo meu pau indo e voltando, todo babado com o mel da sua buceta. Ela me chamava de tesudo, gostoso, vagabundo ao pé do ouvido. Aquilo me excitava cada vez mais. Vez ou outra a cama fazia barulho, o que nos excitava mais por aquele perigo gostoso. Tirei um de seus seios pra fora e fui massageando, enquanto socava meu pau nela sem parar de beijá-la. Nossos corpos se mexendo, um indo de encontro ao outro, buscando chegar logo ao delicioso gozo que a brisa da maconha, e a situação perigosa estavam para nos proporcionar.
A coloquei de lado, passando meu pau melado pelo seu corpo. Ela gemia, me beijava a boca enquanto se punha de ladinho. Empinou a bunda e me pegou pela cintura. Posicionei a minha rola e comecei a enfiar bem gostoso. Quando a coloquei de lado, olhei por cima da sua cabeça e vi a Helo, quietinha, na dela, observando a cena e com uma mão por baixo da calcinha se masturbando. Aquilo me deixou louco. Levantei uma das pernas da Marcela só para a Helo observar meu pau entrando e saindo. Ela se deitou de lado, e olhando pra nossa transa, passeava com a mão na xota, enfiava os dedos, os lambia. Eu louco comecei a fuder mais forte a buceta dela. Ela me mordia a mão tentando não acordar a casa. Ela estava doida para berrar ali. A Helo não parava de se masturbar nos olhando. A Marcela, mesmo não gostando de mulher, gostava da platéia da amiga, e mantinha sua perna bem aberta para mostrar como estava sendo fodida.
Ela me deu um empurrãozinho e saiu da minha pica, se levantando e parando do lado da Helo. Chamou-me e me fez sentar na cama. Sentei e ela veio sentando em cima, de pernas bem abertas, mostrando que possuía aquele pau que já pertenceu à Helo. Subia e descia gostoso. Eu enchia minha mão com seus seios, ela jogava a cabeça pra trás no meu ombro. Eu via a Helo gozando, olhinhos fechados, tremendo, e sentia a Marcela gozando junto, apertando meu pau com gosto dentro da buceta, fazendo o ir e voltar ficar cada vez mais excitante. Aquela pressão chamava muito mais rápido a minha porra, e eu me controlando para não gozar. Ela rebolava, pulava, parava e me beijava, e a Helo na minha frente não parava com aqueles dedos safados.
A minha porra vinha com gosto. A Marcela rebolava judiando mesmo da minha pica, até que uma hora notei que não suportaria mais aquele rebolar dela e a tirei do meu pau. Ela se ajoelhou no chão, e tirando a blusinha me deu os peitos para que eu gozasse. Comecei a bater uma e a Helo resolveu ajudar. Com a mão que estava na buceta começou a me bater uma. A Marcela, excitadíssima, esperava, com os mamilos duros seu banho de porra que a amiga iria lhe fornecer. A Helo queria sentir o meu pau, batia devagar, e depois foi aumentando a velocidade. Eu só aproveitava aquela punheta deliciosa. Se tinha algo que a Helo era mestra era nisso. Batia gostoso, toda cheia de técnicas. Não demorou muito para o primeiro jato de porra voar em direção à Marcela. A Helo, bem treinada com a mão, ia direcionando bem cada jato, pra realmente dar um belo banho na Marcela.
Depois daquela gozada tão deliciosa, a Marcela foi tomar um banho e a Helo me chamou para fazer o serviço para ela. Olhei para a cara dela, dei um sorriso e falei:
- Não posso, tesuda. Tu é do Julio. É ele que te quer!
- Ah Dyas! Não faz isso! Você me deixou num tesão filho da puta!
- Não posso mesmo. Vai ser sacanagem com ele. Mas, se eu estiver dormindo e você me atacar...
Dei um sorriso e fui para o meu quarto, dormir depois daquela gozada deliciosa. Teve muito mais naquela viagem à praia, mas quem sabe depois eu conto tudo.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Luz, câmera e ação
Cerveja, boa música e mulheres lindas. Começou assim minha noite naquele barzinho da Zona Sul do Rio de Janeiro. A luz amarelada tanto do bar, quanto da rua dava aquele tom nostálgico dos anos 30. Pessoas bonitas conversavam e eu me mantive por lá, sossegado tomando meu chopp, e um casal me olhava e vez ou outra cochichavam entre si. Fiquei na minha, pois outras mulheres me fitavam no bar, talvez esperando por uma iniciativa minha. Mas naquela noite que queria mesmo era ficar um pouco sossegado.O tempo passava, e eu com os meus chopps, olhando para a TV sem som e escutando Jorge Aragão. Notei que o casal da frente se beijava de um jeito carinhoso, mas muito quente. Vez ou outra meus olhos acabavam escapando da TV e recaía sobre o casal. Bem juntos, não deixavam que outros espectadores olhassem suas línguas se cruzando no ar. A mulher deixou sua mão cair sobre o colo do rapaz, mas a toalha da mesa impossibilitava de ver onde ela foi parar. Mas pelos movimentos, era perceptível que aquele movimento teve um alvo em potencial. Como eu não estava muito afim de ficar de fiscal de foda, acabei meu chopp e me levantei para pagar a conta.
Caminhei até o caixa e saquei o cartão. Olhei para a mesa do casal mais uma vez, e eles também se preparavam para sair. Achei que fosse algo comigo, mas, besteira. Talvez fosse apenas mania de perseguição. Paguei minha conta e sai, caminhando pelas calçadas de Ipanema. Geralmente prefiro as ruas com pouco movimento quando quero pensar. Virei na primeira esquina e continuei andando, fumando um cigarro, quando um carro veio lentamente na minha direção.
- Oi! Quer carona, moço?
Me perguntou a mulher que estava acompanhada no bar pelo seu namorado, ou marido, ou sei lá. Olhei para dentro do carro e ele estava lá, olhando ansioso pela minha resposta. Pensei um pouco e falei "Por que não". Entrei no carro pela porta de trás. A garota na hora se virou para mim, ajoelhando no banco e me bombardeando de perguntas. Perguntou meu nome, onde eu morava, quantos anos. Se apresentaram como Silas e Carla. Eu me mantive lá, respondendo a tudo paciente como um verdadeiro lorde inglês. O Silas era bem mais calado que a Carla, mas fazia perguntas bem mais incisivas:
- Qual a coisa mais doida que você fez para levar uma grana fácil, broder?
- Olha... Até agora não fiz muitas coisas malucas não, viu...
- Você é casado? Esse anel na sua mão é uma aliança? - Me perguntou a Carla.
- Não. Realmente não. Eu fujo de casamentos.
Conversamos sobre música, arte, até mesmo arquitetura. Até que uma hora a Carla se jogou no banco de trás do carro, ficando do meu lado. Quase batemos quando ela resolveu fazer isso, mas Silas se mostrou um bom motorista e conseguiu manter o carro. Carla, empolgada com o fato do novo amigo, tagarelava e tagarelava. Silas, mais prático, interrompeu:
- Você já pensou em fazer sexo por dinheiro, broder?
Eu o olhei na hora e estranhei. Olhei para a cara dela, e ela sorridente, me fazendo uma cara de "aceita". Eu, como sou do jeito que sou, resolvi saber um pouco mais:
- Qual a proposta?
- Quero que você trepe com a minha esposa.
- Só isso?
- Só.
- E mais nada?
- Ela gosta desses tipos de aventura. Eu só vou ficar assistindo.
A esposa dele era muito gostosa. Loira queimada do sol, com marcas deliciosas de biquini. A marca da cintura saia por fora da sua baixa e apertada calça. Depois que o Silas falou sobre a intenção, a Carla passou a mão no meu pau por cima da calça, e mordendo os lábios virou para o marido e disse:
- Hmmmmmm Esse é muito gostoso! Prepara a carteira porque esse vou pagar bem.
Silas calado me parecia totalmente submisso à sua esposa. Apenas balançou a cabeça e continuou dirigindo, como um bom chofer. Carla começou a me beijar e apertar meu pau dentro do carro mesmo. Ela me mordia o pescoço e apertava meu pau. Eu também agia. Não pela grana, mas também porque aquela mulher era muito gostosa. Tirei seus peitos para fora da sua blusinha e os chupava, enquanto ela pegava meu pau e alisava inteiro por cima da calça. Até que qdo chegamos à uma parte da rua deserta, ela pediu para parar o carro. Ele automaticamente parou. Ali, no meio da rua. Ela saiu do carro e me puxou. Seu marido também saiu, com uma câmera de video e começou a filmar. Ela sentou de volta no carro e me puxou, tirando o meu cinto, abrindo a minha calça, e beijando meu pau por cima da cueca. O marido dela, registrava tudo, chegava com a câmera perto, ela olhava para a câmera com cara de tarada, ele se afastava para mostrar a cena toda. E ele começou a dirigir a cena:
- Vai amor. Tira o pau dele pra fora. Chupa esse negão. Mostra pra mim, mostra? Mostra essa carinha de puta.
Ela chupava gostoso. Colocava na boca e tirava inteiro, pressionando minha rola com os lábios e olhando para o marido filmando a cena. Num certo momento ela se levantou, e foi tirar o seu pequeno short, e num movimento bem de atriz porno, tirou o short junto com a calcinha, de um jeito para mostrar sua inchada buceta para o marido. Voltou a sentar no banco do carro e me chupar. Agora de pernas abertas para o marido, que registrava aquele boquete no video enquanto ela enfiava com os dedos na buceta. Seu marido vez ou outra chegava perto e também brincava um pouco com os dedos na sua xota molhada.
Aquele boquete estava maravilhoso, mas, se queríamos um bom filme, que era o que eu estava entendendo no momento, precisaríamos de uma cena de ação. Abaixei totalmente minha calça e a levantei. Me sentei no lugar dela e a chamei para sentar na minha rola. Ela veio de frente, ajeitando seus joelhos à minha volta e foi sentando. Cavalgou gostoso minha rola dentro do carro, e seu marido às vezes brincava enfiando um dedo no seu cuzinho apertado. Ela arrebitava aquele rabo de vez em quanto, para seu marido registrar direitinho sua buceta engolindo meu pau inteiro até sumir. Ela gemia, rebolava e eu também não me aguentava de tesão.
Ela tirou meu pau da sua buceta, saiu, e pediu para que eu continuasse sentado. Atendi o pedido e ela veio de costas cavalgando no meu pau, de frente para seu marido, que já batia uma frenética punheta vendo a cena. Vez ou outra ele colocava o seu pau na boca dela. E ela, chupava pulando e rebolando no meu pau. Seu marido estava tão excitado com a situação que não demorou para gozar na boquinha dela. Ela deixava escorrer. A porra pingava do seu queixo nos seus seios. Depois que ele gozou, continuou a registrar, e ela espalhava a sua porra pelo corpo. Não demorou muito para que a minha pica começasse a pulsar também. Me levantei para não gozar dentro e ela entendeu, voltando a sentar no carro e me chupar. Caiu de boca na minha rola e chupando muito forte, foi ordenhando o meu caralho. Seu marido, atento e animado, filmava aquele momento. Quando gozei, minha rola estava do lado do rosto dela. Esporrei nos seus cabelos, na sua cara, nos seus peitos. No final ela ficou toda suja com a minha porra. Encostei no carro depois daquela gozada e acendi um cigarro, enquanto ela juntava a porra toda do corpo e lambia os dedos. Seu marido me cumprimentava, agradecendo aquela brincadeira. Ela sorria, olhando para minha cara. Até hoje guardo um DVD daquela aventura, e vez ou outra ainda nos encontramos naquele barzinho, à procura de outros bons lugares para filmar.
Despedida de solteira
Domingo chato em casa, resolvi sair para assistir um filme no cinema. Na época, Efeito Borboleta ainda estava em cartaz, mas quase para sair, então era o filme que do qual teria menos pessoas. Escolhi esse mesmo e fui para a sala. Sentado sozinho, olhando para a tela sem nada e pensando na vida, nem me dei conta de que três mulheres se sentaram atrás de mim. Muito festivas, davam risada de tudo. Imaginei que todas estavam drogadas. Não dei muita bola e continuei na minha.Quando as luzes se apagaram, mesmo com as poucas pessoas que entraram na sala, não subiam até onde estavam nós quatro. Elas continuavam a sua festa, e eu começava a ficar irritado pelo fato. O filme começou e nem assim elas paravam. Como eu estava tentando prestar atenção no filme, não entendi muito o início do papo. Só ouvia o seguinte:- Vai lá! Você prometeu que faria isso! Agora a gente quer ver.
- Para! Eu estava brincando! Não vou fazer isso aqui!
- Ah menina! É seu último dia de solteira! Você tem que aproveitar! Vai ser a última aventura que vamos aprontar juntas, vai!
- Gente, para! Ele deve estar ouvindo! E não, não vou fazer isso!
- Se você não fizer, conto pro teu noivo do Gustavo, hein?
A moça que estava sendo colocada contra a parede pelas duas parou e pensou. Eu, naquele momento, já estava entendendo alguma coisa, mas me fiz de desentendido.
- Ta bom... Eu faço... Mas se não der certo, não me culpem depois! E aliás, morre aqui, viu!?
- Lógico! Segredo de amigas! Agora vai e realiza tua fantasia!
Eu não entendia nada do que ocorria. Continuei quieto, olhando para a tela, quando a garota apareceu do meu lado, falando no meu ouvido:
- Oi. Desculpa chegar assim, estou morrendo de vergonha, mas qual teu nome?
- Dyas... E o... – Nesse momento uma das moças que estavam logo atrás me interrompeu.
- Moço. Vou falar a verdade! Ela está envergonhada, mas viemos aqui para que a nossa amiga pegasse um cara no cinema. E meus parabéns, você foi o escolhido. Pronto, sua boba, agora é só contigo.
Eu olhei para a cara dela, e ela abaixou o rosto. Pude notar seu rosto completamente corado. Olhei para suas amigas e vi o olhar de aprovação das duas. Voltei àquela moça, e levantei o rosto dela com um dos dedos e a beijei. O beijo dela começou tímido, pequeno, e em menos de dois minutos começou a me beijar de verdade. As duas esqueceram do filme, e ficaram assistindo. A moça que estava comigo perguntou à elas:
- Gente! Vocês vão ficar assistindo, é?
- Lógico! Esse filme a gente já viu. Acho que vai ser mais interessante o que vai acontecer aqui, não é amigo?
- Olha. Se depender de mim, pode ficar interessante para nós todos.
- Não se empolga, vai! É a nossa amiga que está casando.
Eu ri, junto com elas. A única que ainda se encontrava um pouco séria, e com cara de preocupada era a moça que estava comigo. Voltei a beijá-la, ela tímida ia correspondendo devagar. A língua lisa e macia dela acariciava a minha. Suas mãos envolviam minha nuca, e as minhas se perdiam em meio aos seus cabelos lisos. Os beijos tímidos dela já começavam a ser mais entregues, e suas amigas esquentavam mais o clima.
- Ah moço! A gente quer ver ela fazendo tudo! Coloca a mão aqui, ó!
E pegando a minha mão, a levou para os seios da moça. Sem parar de me beijar, ela respirava mais fundo ao sentir minhas mãos um pouco ásperas e pesadas nos seus macios seios. A outra amiga dela complementava:
- Cíntia! Coloca a mão no lugar certo!
E debruçando sobre a cadeira, pegou a mão dela e pressionou sobre o meu pau. Notei a respiração dela mais ofegante ainda. Notando aquilo, resolvi seguir do meu jeito, e desabotoando a sua blusa e afastando seu soutien, enchi minha mão em um de seus seios. Ela suspirou alto, apertou mais um pouco meu pau, agora com a sua mão completamente livre e seguindo sob suas próprias ordens. A minha mão suavemente apertava aqueles seios, e ela por cima da minha calça, acariciava minha rola. Os beijos tímidos se tornaram beijos completamente pecaminosos. Suas amigas já nada mais falavam. Só assistiam, debruçadas sobre nossas cadeiras.
Resolvi libertar meu pau de dentro da cueca. Abri minha calça, tirei meu pau da cueca e voltei com as minhas mãos para os seios dela. Ela agarrou o meu pau e começou a me punhetar ao som do “Nossa” das duas olhando as mãos dela no meu pau.
Aquela mãozinha leve e macia subia e descia devagar na minha rola. As vezes parava um pouco com a mão, para se concentrar no beijo, mas percebia e voltava com a mão.
- Menina! Acabamos acertando, hein? Que inveja de você!
- Cai de boca, menina! É a última que você vai ter sem ser do teu marido! Aproveita!
- É, menina! Abocanha esse pirocudo!
Ouvindo aquilo o tesão subiu à cabeça, tanto em mim, quanto nela, que começou a me beijar o pescoço, o peito, a barriga, e praticamente deitada no meu colo começou a me chupar. Ela tinha um jeitinho todo meigo de me chupar. Com a cabeça encostada na minha barriga, subia e descia sua boca aveludada na minha rola. As duas meninas cochichavam entre si, e eu aproveitando daquela deliciosa gulosa, com os braços esparramados na poltrona do cinema. A Cíntia segurava meu pau com firmeza, mas de forma deliciosa, e sugava a cabeça do meu pau. As duas olhavam orgulhosas da sua amiga, mas não escondiam o tesão do que estava ocorrendo. Aquela língua. Aquela boca. Aquela sensação de perigo do lanterninha acabar aparecendo. Tudo aquilo formava o cenário do filme ao vivo que as duas assistiam. A Cíntia, me chupando, ficava cada vez mais louca, e parecia querer minha porra na sua boca. Eu gemia baixo, ainda mais para não chamar a atenção das outras pessoas e estragar aquela brincadeira deliciosa. Eu não queria ficar atrás, e como estava sendo o presente de casamento dela, comecei a buscar a sua bucetinha sob a sua mini-saia, que pela posição dela, já me deixava ver, apesar da pouca luz, sua calcinha vermelha transparente.
Safadamente comecei a usar um dedo na sua xota. Ela apertava ainda mais o meu pau e chupava com muito mais vontade. Continuei acariciando aquele grelo completamente molhado, deixando sua calcinha de lado. Suas amigas já não mais falavam nada. Só prestavam atenção aos movimentos dos meus dedos, e ao movimento da cabeça dela, sugando a minha rola e me massageando as bolas. Aquela posição se tornava cada vez mais incômoda, e eu naquele momento queria e muito foder aquela buceta. Cochichei no ouvido dela:
- Que tal sentar no meu colo? Não vejo um presente completo se você só chupar a minha rola.
Ela não pensou duas vezes, levantou, e suas amigas ficaram sem entender muita coisa. A Cíntia afastou sua calcinha de lado, segurou o meu pau e sentou. Uma das amigas dela, a mais safadinha, resolveu mudar de lugar, e veio sentar de frente para a gente. A outra demorou um pouco, mas se posicionou também à nossa frente. Resolveram realmente esquecer do filme e assistir à sua amiga. Ela rebolava e pulava apoiada nos meus joelhos. Os olhos das suas amigas brilhavam vendo meu pau aparecer e sumir da buceta dela. E a Cíntia realmente era uma mulher que sabia de sexo, apesar de tímida. Ela rebolava, se jogava contra o meu corpo, puxava minhas mãos para os seus seios, e sob proteção das amigas, não se preocupava com nada. Só queria gozar no meu pau. O suor, apesar do ar condicionado era visível e aparente. Minhas costas já estavam molhadas, os cabelos dela, úmidos como sua buceta. O calor tomava conta inclusive das duas. Pude até notar uma delas passando a mão nos seios enquanto sua amiga levava rola. Eu, já descontrolado, a empurrei de uma forma que ela se apoiasse na cadeira delas, e de pé, comecei a meter por trás dela. As amigas perguntavam:
- Ta gostoso Ci? Como é que ta seu presente?
- Vai Ci... Goza o teu presente!
Eu não acreditava naquele trio, e enquanto eu fodia a buceta da Cíntia, imaginava por onde elas tinham passado. O que já tinham aprontado. A mais safadinha ainda levantou e veio para o meu lado. Ela gostava de ver uma pica entrando e saindo de uma buceta, mas na hora a Cíntia deu o que seria um chute, e gemendo baixinho dizia:
- O pre...presente é só...sóóó.. meu.....
E assim, senti sua buceta trancando, suas pernas bambeando, sua respiração pesando ainda mais e aumentando de velocidade. Me empurrando de volta para a cadeira voltou a me chupar, e me chupava realmente forte. Queria o seu líquido viscoso na boca de presente. Eu não queria gozar aquela hora, mas aquela boca me chupando tão rápido, suas mãos trabalhando nas minhas bolas e me batendo uma punheta e a as cara de felina vagabunda faziam minha porra chegar mais rápido e impossível de se controlar. Aquele boquete já durava quase cinco minutos quando saiu o primeiro jato, que ela, muito bem treinada, engolia com avidez, e sem diminuir a velocidade da punheta e das carícias nas minhas bolas, ia engolindo jato a jato de porra, sem deixar escorrer nenhum pouquinho para o canto da boca. Depois daquela gozada maravilhosa, pedi licença às três e fui ao banheiro. Elas sentaram e começaram a rir baixinho entre elas, enquanto a Cíntia se ajeitava. Quando eu estava saindo do banheiro, as três saiam da sala. Passaram por mim como se eu fosse um desconhecido. Achei estranho, mas como elas só queriam alguém para realizar a fantasia dela, tive aquela sensação de dever cumprido. Quando cheguei na minha cadeira, para minha surpresa, um bilhete:
- Você deixou cair seu celular. Me liga daqui há pouco para vir buscar. Tenho mais algumas fantasias à realizar. Beijos, Cíntia.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A festa do Marcos
Eu estava preparando mais um texto para publicar quando recebo um telefonema. Não é incomum eu receber ligações, ainda mais num sábado, mas essa era realmente bem tentadora, que me fez largar a tudo e aceitar o convite. Meu amigo Marcos estava me chamando a uma festa, dizendo que iria fechar um bar só para ele e os amigos. Não titubeei, afinal, Marcos era homossexual e uma das perguntas que fiz foi:- Suas amigas hétero estarão lá?
- Claro, né, bobinho! Por que acha que estou te chamando? Inclusive, convidei aquela que adora os teus textos!
Larguei tudo na hora, tomei um bom banho e fui. Afinal, uma viagem à praia realmente pode ser demorado. Cheguei ao lugar da festa e ela já tinha começado. Um brutamonte na portaria pedia o nome de todos que tentavam passar. Apenas disse o meu, e ele, cordialmente, saiu do meu caminho. Quando entrei senti o clima sexy no ar. Como a festa era exclusivamente homossexual, elas não se preocupavam com posições, nem tampouco vestimenta. Todas estavam deliciosamente bem vestidas. Um garçom de sunga e gravata borboleta me serviu um drink logo na entrada e me fitou de cima abaixo. Agradeci, e em dois passos que dei, fui avistado pelo Marcos, que fez uma enorme festa quando me viu:
- DIDI! – Disse ele aos berros. Com isso, todos olharam para a minha cara, e eu, sem vergonha como sempre, nem me preocupei com o circo.
- Fala Marcão!!! Trouxe isso para você.
- Danadinho. Não precisava de presente não! Venha! Tenho um lugar especial para você aqui!
- Opa! Você sempre bastante prestativo! Até mesmo quando está dando a festa!
- Sou prestativo quando dou qualquer coisa, meu bem. E aquele bofe amigo seu que você disse que iria me passar o telefone?
- Xiii! Ele está viajando agora. Disse que ia à Grécia resolver uns pepinos por lá. Mas não vai demorar muito a voltar.
Nosso papo ainda continuou por mais alguns minutos, e percebi que nesse meio tempo algumas moças ficaram bem desanimadas, e alguns rapazes abriram um sorriso. Falei ao Marcos que iria ao banheiro e que já voltava. Chegando lá, notei que o clima da festa estava como o diabo gosta. Dois caras estavam se beixando e trocando carícias por cima da calça. Fui ao mictório ao lado deles e comecei a mijar. Os dois olharam para o meu pau e o mais descarado me disse:
- Não quer participar da festa, gatinho?
Eu, com um sorriso simpático na cara disse:
- Obrigado. Dessa festa eu não faço parte. Mas divirtam-se!
Sou hétero, mas não sou idiota. Se existe algo que gays conhecem mais do que homem é mulher. Qual mulher gostosa e fogosa não tem um amigo gay? E então porque não ser amigo de um cara gay? Uma grande parte das amigas de Marcos estava por lá. Quando retornei, pude notar os olhares femininos, que antes eram de puro descontentamento, me fitando de cima a baixo. Marcos estava no meio do salão dançando freneticamente com seus amigos. E eu com um tesão enorme vendo aquelas mulheres deliciosas, com decotes que mostravam a falta de soutien e saias tão curtas que mesmo com o mais apertado cruzar de pernas, deixavam aparecer a calcinha, isso sim, as que estavam usando uma. M sentei à mesa e ouvi uma voz feminina dizendo:
- Então você é o Tifudyas?
- Esperava alguém mais alto?
- Não... Você está na medida... Ana, muito prazer...
- Essa parte do prazer podemos deixar para mais tarde, não acha?
- Depende. Quer ter um bom tema para poder escrever?
Sorri, e bebi mais um gole daquela batida doce, mas podia notar que era extremamente alcoólica. Me aproximei dela, e aquele perfume delicioso me tomou por completo. Continuamos aquela conversa mais ao pé do ouvido, com algumas mulheres encarando a Ana, outras me encarando, outras encarando os dois. Não pude negar que aquilo começou a me excitar e muito. O fato de ser o único pau utilizável para mulheres me deixou realmente louco.
Resolvemos ir dançar. Larguei meu copo, e, seguindo a Ana, fomos à pista. Impossível eu manter meu pau sossegado com aquela mulher. Ela estava num vestido vermelho de seda super curto, que deixava as poupas da sua bunda à mostra, e um belo decote até próximo ao umbigo. Ela sim, estava para o pecado. Ficamos dançando com ela passando a bunda no meu pau, se esfregando gostoso, e eu retribuía, passeando com as mãos pelo se corpo por cima daquele tecido leve. A dança foi seguindo realmente quente. Minhas mãos subiam de suas coxas até próximo seus seios. Sua bunda roçava o meu pau, e a cada movimento, seu vestido subia um pouco mais. Sua dança ia me deixando completamente alucinado quando uma segunda mulher me puxou. Não sei se para fazer ciúmes para a Ana, começou a dançar de forma ainda mais quente, juntando sua cabeça com a minha. Eu a puxei e deixei sua buceta bem pressionada contra o meu pau. A Ana me veio por trás, não querendo perder o parceiro de dança, e começou a passar os peitos nas minhas costas. A briga estava realmente maravilhosa, e eu me divertindo com aquelas duas, até que num momento, sinto uma mão próxima ao meu pau, e vejo a moça à minha frente dando um gemido leve. Quando percebo, uma terceira moça, também super excitada com aquela nossa dança, começou a “dançar” com a mulher à minha frente lhe passando os dedos na buceta. Aquilo me deixou com muita vontade, e puxei a mão da Ana para o meu pau. Ela, dançando, segurou com força, e me bateu uma punheta por cima da calça. A festa estava realmente quente. Já se via casais se acariciando por cima da roupa em todos os lugares, e eu, sempre eu, decidi que aquela festa precisava de mais calor.
Com a mão da Ana no meu pau, peguei a moça que estava à minha frente e a puxei com vontade. Agora ela tinha suas mãos lhe acariciando. Fazendo um sanduíche nela, puxei a terceira e lhe dei um beijo. Um beijo quente, molhado, com as nossas línguas se tocando no ar. Isso fez com que ela também buscasse o meu pau. Eu não contente, na moça da frente, comecei a lhe massagear os seios. Ela gemia gostoso na minha orelha sendo acariciada pelos três. Mas como eu disse, queria esquentar de verdade a festa.
Pouco me preocupando com o pessoal da festa, abri minha calça e tirei meu pau pra fora. Ali, no meio do salão. As três olharam para mim, e logo depois para o meu pau, com uma cara de medo e de tesão ao mesmo tempo. A Ana disse ao meu ouvido:
- Guarda isso! Daqui a pouco vamos todos ser expulsos da festa!
- Você acha? Vamos testar.
E me virei para ela e comecei a roçar meu pau pelo seu vestido. Ela delirava de prazer sentindo meu membro duro e grosso no seu corpo. As meninas que estavam atrás de mim começaram a se beijar e dançar juntas. A Ana agarrou o meu pau e começou a me bater uma ali. A cada piscada de luz, dava para ver sua mão subindo e descendo no meu pau. A música, o clima, as mulheres. Tudo aquilo me deixava louco, e cada vez mais excitado. A Ana já estava louca. E a cada abaixada que ela dava enquanto dançava, subia me lambendo das bolas a cabeça. Uma das duas deve ter percebido, porque enquanto eu dançava com a Ana, senti um par de seios nas minhas costas, e uma mão me punhetando. Aquilo estava gostoso, mas eu não queria só aquilo. E a Ana, como leitora dos meus contos, também sabia disso. Até que uma hora ela abaixou e não voltou mais. Abocanhou meu pau ali na pista de dança.A menina que estava me batendo uma punheta percebeu a Ana me chupando e não pensou duas vezes. Abaixou-se e também começou a lamber meu pau. As duas me lambendo, a pista de dança piscando, a música completamente apropriada, noite perfeita. O Marcos viu a cena das duas lambendo o meu pau e com olhar de aprovação, pediu ao DJ que aumentasse só um pouquinho a luz. Ficamos nós três ali no meio da pista, com uma boa platéia nos assistindo.
Elas me lambiam inteiro. Das bolas à cabeça. Outros casais vendo a cena também começaram a brincar na pista, enquanto aquela terceira mulher me veio por trás acariciando meu peito e me beijando o pescoço e mordendo a orelha. Os que assistiam, se percebia os olhares de vontade e tesão. Como percebi que aquilo tinha virado um show, puxei a Ana e comecei a lhe beijar a boca. A que estava atrás de mim se abaixou para também chupar o meu pau. As duas ficavam se degladiando com a língua no meu caralho, enquanto eu beijava a Ana, com a mão na sua já encharcada calcinha. Ela delirava ali com as minhas carícias, e as pouco hétero que tinham na festa, passavam com as mãos em seus seios. Dava para perceber os mamilos da maioria duros como pedra. Algumas procuravam lugar para sentar, e sentadas vendo a cena, se masturbavam. Estava uma delícia ver o meu pau como objeto de desejo de tantas mulheres. Ana, que não rejeitava chupar um pau, se juntou às três. Três bocas em um pau só. Enquanto a Ana se concentrava sugando a cabeça da minha rola, as outras duas, uma lambia o corpo do meu pau e a outra dava um jeitinho de me lamber e chupar as bolas. Naquele momento pude perceber que a festa toda estava na pista de dança, nos observando. Alguns atentamente, outros nem tanto, lambendo suas parceiras, ou chupando seus parceiros. Mas os que nos observava, pareciam estar em uma peça de teatro. E já que aquilo era uma demonstração, resolvi continuar o show. Triei meu pau da boca das três e me deitei no chão, tirando a minha roupa. As três se entre olharam, e deixaram a de vestido dourado, completamente aberto nas costas, a honra de sentar na minha boca, enquanto a Ana e a outra garota, num conjunto vermelho, foram chupar o meu pau. Mesmo sendo um quarteto de um hétero e 3 bissexuais, as pessoas nos olhavam com um enorme tesão. Até mesmo as lésbicas convictas estavam se esfregando em outras mulheres. A mulher de dourado sentou na minha cara. Aquela buceta estava muito cheirosa, depilada. Minha língua passava sem menores dificuldades, lhe lambendo o grelo. Ela rebolava, sabia o que queria, e queria gozar ali na pista de dança. Aos poucos o DJ abaixava a música, e o que se ouvia naquela pista eram gemidos e mais gemidos. E não só os nossos, como também de outras pessoas na festa. A moça de dourado resolveu tirar o vestido, comigo ali lhe chupando. E as outras duas também decidiram fazer o mesmo. Pude notar corpos bronzeados, mas sem nenhuma marca de biquíni. A Ana, que desde as primeiras palavras pude perceber querer meu pau a invadindo, tomou a iniciativa, e, de costas, depois de tirar a calcinha, foi sentando no meu pau. A outra moça, vamos chamar de Olívia, realmente não me lembro o nome, começou a lamber o meu saco, enquanto a Ana pulava no meu pau. Eu adoraria ver a bunda daquela mulher subindo e descendo na minha rola, mas estava impossível com aquela buceta da Claudia, assim a chamaremos, na minha boca. A Claudia sabia rebolar gostoso. Aliás, as três me pareciam um time perfeito. A Olívia me lambia as bolas e percebia que lambia a bucetinha da Ana. A buceta da Ana, super apertada, subia e descia no meu pau. Eu não tinha nem como gemer no meio daquelas três. Depois de um tempo decidiram mudar um pouco, e eu, como um consolo de carne continuei no meio, agora com a buceta da Olívia na minha boca, a buceta da Cláudia no meu pau e a Ana lambendo as minhas bolas. Não consigo descrever a sensação que eu estava tendo naquele momento. Só posso dizer realmente que a hora que eu gozasse, iria gozar e muito.
Mas eu não queria ser somente uma espécie de consolo. Eu queria participar da festa, e queria participar do meu jeito. Sai daquela posição, e fui pra cima da Claudia. A juntei pelos cabelos e a coloquei de quatro. Com berros de “Põe no cu dela!” e “Fode essa vagabunda”, comecei a fuder a sua buceta. A cada fincada eu ouvia todos da festa num coro de “Vai! Vai!” que nem me deixavam ouvir os gemidos dela. A puxei pelos cabelos e continuei metendo. Ela de bunda arrebitada e cabeça para o alto, ficafa de olhos fechados, sentindo minha rola entrando e saindo da buceta dela. A Ana, que realmente queria uma sacanagem, se colocou embaixo da Cláudia com a buceta na cara dela, e começou a chupar-lhe a buceta, que meu pau, duro e quente, continuava a ir e voltar. Soltei os cabelos da Claudia que automaticamente caíram a buceta da Ana. A Olívia ainda deu um jeitinho e conseguiu ainda colocar a buceta na minha boca. E a nossa platéia ia ao delírio com as cenas que, se tinham visto, só viram em filmes pornô.
A Cláudia não demorou muito a gozar. Prendeu meu pau na sua buceta e quase que caiu em cima da Ana, que não parava por maldade de chupar a sua buceta. Estasiada de tesão, a Cláudia ficou de lado assistindo. A Olívia eu resolvi pegar de frango assado no chão, e fazia questão de mostrar à todos meu pau entrando e saindo daquela buceta também peladinha. Conforme eu metia, animava o público, com as mãos para o alto, chamando cada vez mais os gritos de “Vai”. O êxtase estava tremendo naquela pista de danças. Até o DJ tinha abandonado seu posto para assistir. Esquecemos até o fato que já não tinha mais música tocando. Minha rola entrava e saia da buceta da Olívia, ela me agarrava os braços e tentava rasga-los com as unhas. Ana, que ainda queria putaria, começou a passar a mão no grelo todo exposto da Olívia, a fazendo simplesmente delirar de tesão. Ela gemia, me agarrava, me arranhava, e a Ana, safada de tudo, lambia a buceta dela, com meu pau entrado e saindo. Poucas pessoas tiveram coragem de nos acompanhar naquela foda. Eu via alguns casais gays que só se chupavam, um casal hétero se comendo, mas escondidos. Apenas nós três naquele momento éramos as estrelas da noite.
A Olívia não agüentou muito tempo também e gozou na minha boca e no meu pau. Sobrou a Ana. E de longe, a Ana era a mais gostosa e quente das três. O show estava apenas para começar. Quando a Olívia gozou, eu me levantei. E eu, completamente empolgado, comecei a beijar muitas ali na boca. Algumas se abaixavam para lamber o meu pau, outras só queriam tocar. Me sentia em uma festa de despedida de solteira. Ana, completamente nua, me puxou. Beijou a minha boca e depois virou de costas, com a minha rola no rego da sua bunda. E num movimento rápido, se abaixou, deixando sua buceta completamente livre para eu enfiar a rola. A puxei e comecei a meter gostoso. Ela, apoiada em seus próprios joelhos, me olhava, com uma cara de desejo e vontade. Como eu estava próximo à algumas mulheres, enquanto eu metia, beijava algumas, acariciava os seios de outras, sentia a bucetinha molhada de mais algumas. E a Ana jogando a bunda contra o meu pau. Eu a peguei pela cintura e continuei enfiando sem pena. Minha rola grossa trazia e emburrava os lábios da sua buceta em cada estocada. A galera ia ao delírio à cada tapa que eu dava na bunda dela. A nossa transa ia continuando quando ouvi de longe alguém o coro “Põe no cu”. Esse coro se estendeu até se tornar um pedido unificado. Notei que fosse algum tipo de brincadeira. Poucas aceitam meu pau no rabo. Mas Ana sorriu e com uma piscada me deu permissão. Tirei meu pau da buceta dela e ela se pôs de quatro. Que mulherão. Adorei a hora que ela se colocou de quatro e jogou todo aquele cabelo nas costas.
- É no cu que vocês querem? – Gritei para todos
- É!!!
- Mete no cu!!!
- Arregaça!!
- Coitada da menina...
- Gente, será que ela agüenta?
Depois de ouvir aquelas coisas, coloquei a cabeça naquele cuzinho escurinho. No começo foi difícil, mas depois que entrou, eu ouvi todos berrando em êxtase. Comecei o vai e vem com todos ali fazendo novamente o coro do “Vai”. Aquele coro nos deixava completamente excitado, e ela vinha com a bunda de encontro ao meu pau, e eu estocando cada vez mais forte. O que era um coro de “Vai” se transformou em um coro de “Goza” a medida que o tempo passava. Estava nítido que nós dois estávamos num jogo de quem goza primeiro. Eu me segurava como podia, e ela gemia como uma condenada. Olívia e Claudia resolveram entrar novamente no jogo, afinal, Ana as tinha tirado depois de chupa-las. As duas foram voraz na buceta da Ana, se beijando e lambendo. Ana berrava com a minha rola no cu e sua buceta sendo chupada daquela forma. O tesão pra ela foi tão grande que não agüentou. Gozou de esguichar nas duas, que tomaram um banho com a gozada dela. Mas ainda tinha a minha. Tirei meu pau do rabo da Ana e comecei a bater uma. As três se colocaram na minha frente e o coro aumentou o volume. A Olívia ainda dava uma ou outra lambida no meu pau. A Cláudia vinha e me lambia as bolas. As três peladas na minha frente, todo mundo na expectativa e saiu o primeiro jato de porra. Elas se punham para receber no corpo toda a minha porra, que vinha quente, viscosa. Nesse momento ouvi as palmas e assobios. A platéia estava saciada, e os atores também.
Depois que vesti a roupa, Marcos me chamou para dar os parabéns pela performance, e que era aquilo que ele mais sonhava para o aniversário dele. Eu sorri, e falei que aquilo iria virar um conto do meu blog.
E ele me cobrou um conto gay. Quem sabe, Marcos?
