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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Do virtual para o real

Quando Danizinha entrou online no msn eu já senti meu pau endurecer. Há tempos trocávamos idéias cada vez mais quentes e deliciosas. Os papos que antes eram apenas por mensagens curtas já tinham se tornado sessões deliciosas via webcam e telefonemas no meio da noite para gozarmos um ouvindo a voz do outro. Naquele dia eu estava disposto a acabar com aquela história. Ela mal me deu oi e eu já despejei:

- Não quero saber se você tem que enrolar teu marido ou arrumar desculpa no serviço. Quero você hoje, senão nossos papos acabam aqui.

- Calma, querido. Acha que eu também não quero te conhecer?

- Eu sei que você quer, mas já não agüento mais a vontade de te pegar bem gostoso.

- Olha. Acho que posso arrumar algo pra amanhã, pode ser?

- Sendo no final você gozando na minha rola, pode tudo.

Depois de conversarmos bastante sobre isso, acabamos por definir um lugar para nos encontrarmos. Sai cedo de casa, passando a desculpa que iria resolver alguns assuntos médicos no serviço e fui para onde combinamos. Fiquei por lá esperando um tempo, olhando o movimento. Quando ela chegou foi impossível segurar o sorriso de satisfação. A beijei nos lábios como dois namorados, e quando terminamos esse beijo longo e delicioso falei no seu ouvido:

- Nossa... Você é igualzinha como eu te via na cam.

Gargalhamos com aquilo e depois lhe perguntei se ela queria mesmo fazer aquilo. Seria a primeira vez que ela iria trair seu marido, e ela me olhando nos olhos disse que sim. Não pensei duas vezes, a puxei pela mão e fomos para outro lugar. Como estávamos em uma estação de metrô, pensei em levá-la para um motel que eu conhecia perto de uma outra estação. Dentro do metrô eu brincava com ela, a encoxando deliciosamente enquanto lhe dava leves beijos no pescoço. Meu pau estava quente, duro, pulsando. Ela me olhava com cara de desejo, também não conseguindo se segurar muito. Depois de muito eu sentir aquela bunda maravilhosa no meu pau, chegamos à estação que eu queria. Descemos e fomos caminhando em passos rápidos comigo liderando o caminho. Ela não tirava os olhos de mim, e eu só queria chegar o mais depressa possível num lugar reservado e tirar toda a roupa daquela deliciosa vadia e fazê-la gozar feito louca.

Ainda perguntei uma segunda vez se ela queria mesmo isso, e ela me retrucou que se não quisesse, nem teria vindo. Percebi que tínhamos parado em frente a um outro hotel, fuleiro, como daqueles onde caminhoneiros param para descansar. Não pensei duas vezes e disse:

- Entra!

Ela topou e depois de todas as formalidades fomos ao quarto. Nada me interessava lá dentro a não ser ela. Quando entramos no quarto a toquei o rosto e a beijei loucamente. Muito mais intenso que nosso primeiro beijo. Enquanto eu a beijava, passeava com as mãos pelas suas costas, num abraço apertado e delicioso. Não demorou para que minhas mãos abaixassem e tomassem a sua bunda por completo. Ela gemeu baixo sentindo minhas mãos firmes a segurando, mas não parava de me beijar. Minhas mãos da sua bunda foram direto a sua buceta. Não agüentava mais esperar para sentir aquela vadia estremecendo na minha rola e na minha boca. Depois que comecei a masturbá-la por cima da roupa, ela decidiu retribuir, e segurou firme o meu pau.

Aquele beijo durou com as nossas trocas de carícia. Ela suspirava deliciosamente no meu ouvido, enquanto eu buscava lhe beijar da boca ao pescoço. Passeava com a língua pelo seu decote com seus seios grandes deliciosamente apertados. Meu pau estava como pedra dentro da minha calça. Eu estava doido para sentir a boca daquela deliciosa mulher na minha rola. Parei de beijá-la, e sério disse:

- Chupa!

Ela na hora soltou meu pau, se ajoelhou, ajeitou os cabelos, abriu minha calça, abaixou minha cueca, segurou firme no meu pau e começou a passar a língua bem devagar pela cabeça da minha rola. Ela me lambia gostoso, mas eu queria mais. Queria ver se aquela vadia conseguiria fazer o que disse que faria com meu pau. Engolir inteiro. Segurei com as duas mãos a sua cabeça e puxava com força. Ela engasgava, babava, eu via lágrimas nos seus olhos, mas mesmo assim eu não parei enquanto não senti minhas bolas batendo na sua boca.

- Você não falava que engolia tudo, vadia? Agora engole! Quero ver, vadia safada! Engole minha pica, vadia! Hoje você é minha puta! Chupa, cadela! Me engole!

E que chupeta deliciosa daquela vadia. Ela não se afastou um momento do meu caralho. Continuava sem parar um minuto a me sugar, passar a língua, massageava minhas bolas com a língua e minha rola na garganta. Eu não queria acabar ali, na boca daquela deliciosa puta e a puxei pelo braço e disse:

- Tira a roupa e fica de quatro. Na beirada da cama. Agora, vadia!

Ela acatou na hora as minhas ordens, e em questão de segundos estava nua, de quatro, curvada me olhando, enquanto eu batia uma punheta devagarinho decidindo o que eu iria fazer com aquela deliciosa puta. Eu olhei por alguns instantes aquele cuzinho apertado e semi-virgem e disse:

- Eu quero esse rabo.

Ela ficou muda, se ajeitou na cama e abriu bem aquele cuzinho pra mim. Coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e fui forçando. Ela estava tão excitada que até o seu cuzinho estava lubrificado. Minha vara escorregava fácil dentro daquele rabinho apertado. Gemíamos como dois loucos entregues àquelas sensações deliciosas. Eu não me agüentei e a peguei pelos cabelos e comecei a meter muito forte naquele rabinho. Ela tocava seu grelo enquanto eu fudia com vontade. Estava uma delicia sentir aqueles dedos que vez ou outra acabavam encontrando a minha rola. Em pouco tempo senti meu gozo chegando a galope. Tirei minha rola de dentro daquele rabo delicioso e disse:

- Me chupa, puta! Quero encher a sua boca de porra, vadia!

Ela mais uma vez atendeu na hora, saiu da cama e se ajoelhou na minha frente mais uma vez, segurou firme no meu pau e abocanhou com tanta vontade que pensei que fosse arrancá-lo. Aquela chupada foi tão intensa, que não precisou de muito para que a minha porra jorrasse direto na sua garganta. Eu a sentia estremecendo, gozando junto comigo, a cada jato de porra quente que saia do meu pau. Dani, safada e deliciosa, encheu a boca com o meu gozo, e me olhando com aqueles olhos azuis lindos, brincava com a porra na boca, me mostrando logo depois que engolira tudo sem deixar uma gota dentro da boca.

- Mas você é uma vadia mesmo, hein, Dani. Que delicia!

- Você que me deixa desse jeito, seu puto! Ainda me pergunta se eu queria desistir?

- Não mesmo, minha vadia. Agora vem cá, deita aqui na cama comigo.

Ela sem pestanejar veio e deitou ao meu lado. Lá ficamos nos beijando completamente nus. Um beijo suave, delicioso. Nem eu, nem ela tínhamos vontade de parar. Ela foi deslizando com uma mão pelo meu corpo, e encontrou minha rola, ainda meio mole por ter acabado de gozar, e ficou a acariciando de leve. Aquela mão quente na minha rola começou a revivê-la, e aos poucos começava a enrijecer novamente. Ela deitou por cima de mim, e começou a roçar com o corpo por cima do meu.

Minha rola endureceu por completo sentindo o calor daquele corpo em cima do meu. Ela sentindo que novamente meu tesão estava aceso, encaixou meu pau na sua bucetinha e começou a rebolar deliciosamente. Com ela cavalgando de leve no meu pau, me beijava loucamente. Nossas línguas se encontravam de forma deliciosa e intensa. Minha rola entrava e saia quente daquela gruta completamente molhada e tesuda. Eu não sentia a mínima vontade que ela parasse com aquela dança deliciosa, e ela não tinha também a mínima vontade de diminuir o ritmo.

Depois de um tempo, com aquela tesuda rebolando na minha rola, não agüentei e disse que iria gozar. Ela sorriu me olhando firme nos olhos, e rebolou ainda mais forte, pulando no meu caralho, querendo minha porra toda na sua buceta. Me segurava como louco, enquanto ela pulava e jogava seus cabelos para os lados, pedindo minha porra na sua xota. Não demorou muito com aquela deliciosa cavalgada, e minha porra jorrou quente e viscosa dentro daquela buceta apertada e deliciosa. Minhas pernas bambearam, enquanto ela rebolava e extraia gota a gota da minha porra. Eu gozei tanto que sentia minha porra escorrendo da buceta dela para as minhas pernas.

Depois de tanto gozar, nos deitamos. Ela colocou a cabeça no meu braço e ficou olhando para o teto. Estávamos acabados, mortos de cansaço. Não saia da minha cabeça tudo o que fizemos. Aquela tarde deliciosa, aquela mulher deliciosa, aquela foda fantástica. Depois de um bom tempo ali descansando sem dizer nada um ao outro, nos levantamos, nos vestimos, demos um último, delicioso e demorado beijo e fomos embora. Ainda na saída do motel, ela me perguntou se eu iria ligar, eu sorri, e balancei a cabeça dizendo que não, me virei e fui. Mas é lógico que liguei para ela depois, para podermos repetir aquela deliciosa transa, mas isso fica para outra história.

sábado, 10 de julho de 2010

Bons Sonhos

Já era tarde da noite e eu não estava com a mínima vontade de sair. Resolvi ficar no meu apartamento, acertando algumas coisas no meu PC, ouvindo Miles Davis e tomando um whisky, como sempre. O relógio marcava onze horas e vinte e sete minutos quando a campainha tocou. Achei estranho, pois ninguém resolve me procurar a essa hora. Meio a contra gosto resolvi atender.

Abri a fresta que a corrente da porta permitia, e dei de cara com uma vizinha minha. Eu a conhecia como Di, nunca perguntei seu nome por completo, mas o nome mesmo era algo que pouco me importava. O que me importava mesmo era o quão deliciosa ela era. Pele levemente escura, como se estivesse sempre bronzeada, boca carnuda, cabelos encaracolados, coxas grossas. Fiquei me perguntando sobre o que a tão respeitável e fiel esposa do Jorge estaria fazendo à minha porta àquela hora da noite. Antes que eu fizesse a pergunta ela me diz:

- Oi Dyas, desculpa de te perturbar tão tarde. É que o Jorge acabou me deixando trancada para fora, liguei no hospital, mas me disseram que ele está fazendo uma cirurgia que pode durar a noite toda, se importaria se eu ficasse por aqui? Se eu não puder, sem problemas, vou para outro lugar. É que aqui é em frente ao meu...

- Calma, Di. Entre e fique a vontade. Mi casa es su casa.

Eu fiquei sem entender nada, mal nos falávamos, apesar de morarmos no mesmo andar. Apenas por algumas vezes trocamos açúcar, café, um oi ou outro, uma troca de informação metereológica enquanto pegávamos o mesmo elevador. Abri a porta e ela entrou. Estava num conjunto estilo secretária, um terninho, uma blusinha por baixo, saia, sapato de salto alto e usando uma pasta. Nem entrei em muitos detalhes. Disse a ela que se quisesse tomar um banho e vestir alguma coisa minha, não teria problemas. Ela agradeceu, mas preferiu continuar com a sua roupa e tentar ligar para o marido depois.

Começamos a conversar descompromissadamente. Ela me contando sobre fatos do dia e eu me fazendo de bom ouvinte. Num dado momento ofereci uma bebida. Ela a principio recusou, mas depois de algumas palavrinhas ela acabou aceitando. Peguei um Merlot que tinha guardado há um tempo e abri. Deixei um jazz tocando e voltamos a conversar. Com o tempo a conversa foi se tornando solta devido aos goles de bebida. Ela soltou os cabelos, ficou mais a vontade. Trocávamos sorrisos a cada descoberta de afinidade. Não demorou muito para que o papo começasse a esquentar e ficasse extremamente picante, com confissões sexuais e amorosas.

- Eu vejo, Dyas! Você é muito safado! Todo dia traz uma mulher diferente pra cá!

- Ah não! Até você vai pegar no meu pé por isso! São só amigas!

- Sei. Amigas. Eu escuto às vezes do meu apartamento o quanto amigas são. Não vou negar que me dá uma vontade quando ouço...

- Vontade de... ?

- Ah Dyas. Não me faça falar, vai. É esse vinho que as deixa desse jeito, é?

Eu comecei a rir, e ela rindo continuava a me perguntar sem parar se era esse mesmo. Respondi que era um parecido, e continuamos a conversar. Com mais um pouco de vinho ela me confessa:

- Morro de curiosidade pra saber como você é na cama e o que faz para fazer essas mulheres berrarem tanto.

- Não vai tentar ligar para o Jorge? Talvez ele tenha saído da cirurgia e...

- Hmmm... Adoro essa música. Aumenta um pouquinho?

Eu não iria insistir novamente para que ela tivesse um comportamento um pouco mais apropriado. Diz a regra que não se deve abusar de mulheres indefesas. Eu digo que regras foram feitas para serem quebradas. Aumentei o som e ela se levantou do sofá e começou a dançar leve e sorridente. Eu continuei bebendo o vinho e a observando com olhos felinos preparados para abater a caça.

Ela começou a fazer um strip tease extremamente sensual. O baixo em compassos arrastados da música fazia com que o clima ficasse cada vez mais quente e despudorado. Aos poucos ela ia abrindo o blazer, jogando os cabelos de lado, me olhando fixamente. Eu, calado, assistia como um bom espectador. Com movimentos leves e delicados ela se virou de costas e deixou com que o blazer caísse no chão, e me olhando por cima dos ombros, sorria, e eu, retribuindo o sorriso, aprovava o pequeno show.

De costas ainda, passava com a mão pelo seu corpo. Aquilo me deixava completamente excitado, e minha calça já apresentava o grande volume que meu pau acaba deixando em situações dessas. Continuando a sua dança, ela foi com as mãos no fecho da saia, abrindo devagar e sempre rebolando no ritmo da música. Depois de aberto o fecho, ela foi abaixando a saia, e se abaixando junto, me dando uma visão deliciosa da sua buceta ainda protegida pela sua pequena calcinha fio dental. Aquela visão me fez acariciar meu pau, já quente e pulsante, por cima da calça. Ela, pegando em seus tornozelos, me olhava, e eu, apenas com meu olhar, a chamava. Percebendo meu olhar, voltou a ficar de pé, e se virou novamente para mim. Passando a mão pelos seus seios médios, me olhava, agora com uma cara depravada e deliciosa.

Ela subia com as mãos, passava os dedos entre os lábios, os lambia, descia com os dedos pelo corpo até sua calcinha, voltava com as mãos para os seus seios e eu, sentado, continuava apenas assistindo, e passando a mão de cima a baixo no meu pau por cima da calça. Ela, de calcinha e uma blusinha de alças branca veio na minha direção e me deu um beijo no canto da boca um pouco mais demorado que um selinho, e passando a mão pelo meu corpo foi descendo até as minhas coxas. Tirou a minha mão do meu pau e a colocou sobre o sofá, e continuando a se abaixar, ficou de frente ao volume da minha calça, e dançando ajoelhada na minha frente simulou um início de oral, lambendo de baixo a cima meu pau por cima da cueca.

Depois de me deixar completamente sem fôlego com aquela ação, voltou a se levantar, e, apoiada nas minhas coxas, me deu um longo beijo na boca, finalizado com a frase:

- Me mostra, Dyas, o que você faz para deixar todas essas mulheres loucas.

Antes que eu conseguisse respirar fundo, ela se sentou de costas no meu colo e começou a rebolar. Eu enchi minhas mãos com seus seios e no mesmo compasso da música começamos a fazer uma dança deliciosamente sensual. Ela ditava o ritmo com as suas mãos por cima das minhas e brincava com seus cabelos pra lá e pra cá enquanto passava com a bunda pelo meu pau. Depois de muito sentir aqueles seios macios por cima da sua blusinha, ela puxou minha mão até seus lábios, e chupou meus dedos. Minha respiração se tornou mais que descompassada, minha excitação estava enorme. Ela se levantou e continuou a dançar na minha frente. Mantive o controle e não a ataquei. Queria saber até onde ela iria. Ela continuou dançando e se insinuando para mim. Ela tirou a sua blusinha, deixando seus seios durinhos a mostra e a jogou na minha cara. Mantive minha expressão de lobo pronto para atacar, e ela, tocando seus seios veio a minha direção, se sentando novamente no meu colo, mas de frente, me dando os seus deliciosos seios na boca. A abraçando com as mãos em suas costas me deliciava a chupando, enquanto ela me abraçava pela cabeça e rebolava no meu colo deliciosamente.

Já não nos preocupávamos sobre quem era de quem. Ela, seminua no meu colo, continuava a dançar e me deixar completamente louco e entregue. Beijávamos-nos de forma sensual e deliciosa, sentindo a todo instante a vontade um do outro. Com aquela deliciosa mulher ainda no meu colo, comecei a tirar a minha camiseta, ajudado por ela. Pude sentir seus seios deliciosos na minha pele, quentes e macios. Meu pau queria escapar da minha calça. Já sentia minha cueca molhada, não sei se por ela, ou pela baba que meu pau já estaria expulsando. Ela deliciosamente foi escorregando pelo meu corpo, até voltar ao chão, e ajoelhada na minha frente, começou a abrir a minha calça, me olhando nos olhos. Comecei a lhe acariciar o rosto, apenas curtindo o momento. Depois que ela abriu minhas calças, me acariciou por cima da cueca, e se insinuando ainda mais, começou a lamber minha rola por cima da cueca. Acariciei-lhe os cabelos aprovando cerrando os olhos aquelas carícias deliciosas. Ela me olhava com cara de vampira, me mostrando o jeito delicioso como subia com a língua até a cabeça da minha rola.

Depois de me deixar completamente louco, resolveu com os dentes baixar a minha cueca. Minha pica saltou direto em sua cara. Ela lambia meu pau por inteiro, me olhando nos olhos e apoiando com uma das mãos. Meu pau molhado por sua saliva pulsava, ela abria bem a boca para que a cabeça inchada do meu caralho conseguisse entrar em sua boca. De olhos fechados, ia e voltava com a cabeça, me sugando deliciosamente como se buscasse já todo o meu gozo. Suas mãos subiam e desciam no meu cacete como se estivesse me punhetando. Aquilo me fazia virar os olhos de tanto prazer.

Tentei levantar para poder colocá-la deitada no sofá e retribuir as suas carícias orais, mas ela me deteve com as mãos, e se levantando novamente volta a dançar voluptuosamente insinuando tirar a calcinha. Eu olhava para ela batendo uma punheta bem devagar, mostrando a ela o quanto eu queria lhe fuder inteira. Sem os sapatos, ela foi com um de seus pés no meu pau, e, como se estivesse complementando os movimentos, acariciava a cabeça da minha rola bem devagar. Eu quis pegá-la, mas mais uma vez fui interrompido. Ela foi baixando a calcinha devagar, deixando passar pelas suas grossas coxas, e antes que caísse, quis ficar novamente de costas, e novamente se abaixando até os tornozelos foi abaixando sua pequena calcinha até os pés. Eu tinha uma visão privilegiada da sua buceta, com os lábios à mostra. Não consegui me conter e me levantei. Ela se manteve com as mãos nos tornozelos, praticamente de quatro na minha frente, e me olhando fixamente. Dei um tapa forte em sua bunda, e me abaixando, cai de boca naquela buceta deliciosa e molhada que esperava pela minha língua quente e sagaz.

Ela gemia alto a cada passeio da minha língua em sua xota. Eu lambia do seu cuzinho à sua buceta, sem deixar um só lugar sem a minha saliva quente. Aos poucos ela ia tentando se levantar, sentindo suas pernas bambeando de prazer, enquanto eu não tirava minha boca de lá por nenhum minuto. Quando ficou de pé, afastou bem as pernas, para que eu continuasse aquele banho de língua, agora ajudado pelos meus dedos, que a penetravam fundo e com vontade.

Depois de muito me deliciar com aquele mel incrível, a coloquei sentada de pernas abertas no sofá, e lá continuei a chupá-la. Ela se contorcia chupando os dedos, acariciando os seios, gemendo, rebolando, me puxando pela cabeça. Senti que depois de bastante minha língua chicotear seu grelo duro e inchado, ela gozava. Um gozo intenso, forte, que a fez se desmanchar no sofá e tirando minha cabeça desesperadamente do meio das suas pernas. Quando conseguiu tirar minha boca da sua xota, me jogou no chão violentamente. Acabei deitando no chão, e ela veio por cima, me chupando com muita vontade, me babando o cacete da cabeça as bolas. Eu sentia sua saliva quente escorrendo, sua língua feroz passando pela cabeça do meu pau, pelo corpo, pelas bolas. Ela parecia uma puta faminta por porra.

Depois de muito me chupar, se deitou por cima de mim e prendeu minha rola entre as pernas, praticamente me batendo uma punheta com as coxas:

- Então é isso, negão? É isso que deixa a mulherada louca? É essa boca enorme, ou essa pica maravilhosa que você tem, hein?

- Por que não prova, vadia? Senta no meu caralho, puta. Sente o que dou para as minhas vadias deliciosas.

Ela se ajeitou com os joelhos no chão, e com a mão foi ajeitando minha rola na entrada daquela buceta quente e molhada. Sem muito esforço minha pica sumiu dentro daquela gruta apertada, a fazendo berrar e cravar com as unhas no meu peito. Eu gemia alto, sentindo aquela buceta me apertando deliciosamente. Ela rebolava, sentava enterrando até as bolas, me beijava, me mordia. Eu sentia aquela mulher completamente doida em cima do meu pau.

- Seu safado, vagabundo! Que delicia de pica você tem! Se eu soubesse disso antes, teria dado pra você mais cedo, seu puto!

- Aé, vadia? Rebola, puta. Rebola no meu cacete. Sente a rola que teu marido não tem. Vai, vadia!

Ela me ouvindo falar pulava com mais vontade, rebolava com mais força, me mordia com mais gosto. Minha pica pulsava quente dentro dela, seguindo as pulsações daquela buceta deliciosa. Ela resolveu se ajeitar tirando os joelhos do chão, e pulando com mais vontade, observava meu pau entrando e saindo brilhando da sua buceta. Os gemidos de prazer já eram urros, e o cheiro de sexo já tomava o apartamento por completo. Seus cabelos já estavam completamente molhados de suor, o suor escorria por entre seus seios, pingava no meu corpo.

Eu sentia meu gozo vindo devagar, mas não queria perder aquele momento delicioso. A tirei de cima de mim, e, a deitando no chão, voltei a encher minha boca com a sua buceta encharcada. Ela se contorcia ainda mais, gemia ainda mais, e eu, maldoso, mordia o grelo e enfiava um dedo safado no seu cuzinho. Ela rebolava querendo meu dedo inteiro, e eu ia enfiando devagarinho, sentindo aquele rabo mascando pouco a pouco aquele que não tinha nem um pouco a espessura da minha rola. Quase gozando novamente na minha boca, ela me empurra, e ficando de quatro me chama, querendo mais da minha rola na sua buceta.

Fiquei atrás dela, e sem colocar os joelhos no chão, a montei como uma égua. Já que queria ser a minha vadia, seria minha vadia por completo. A puxando pelos cabelos e metendo forte, a fazia berrar como louca, perdendo até por vezes o equilíbrio, mas se recuperando e sempre rebolando na minha pica que entrava e saia forte acompanhando seus pedidos de mais e mais. Não demorou muito para acabar gozando pela segunda vez, desta vez na minha pica. Ela urrava, tentava beliscar o chão, me olhava com uma cara de puta não satisfeita, me desafiando, pedindo mais, pedindo pela minha porra.

Não tirei minha pica da sua buceta mesmo com ela gozando tão forte. Na verdade, eu judiava, enfiando dois dedos no seu rabo apertado enquanto fudia com vontade sua xota. Ela se contorcia, rebolava, berrava, me chamava de puto, cachorro, e eu não ficava atrás a chamando de vagabunda e vadia. Resolvi fuder aquela mulher deliciosa como toda puta merece. Tirei minha rola da sua buceta e comecei a enfiar no seu rabo. Ela rebolava, sentindo dor, mas querendo sentir meu caralho todo. Depois de um bom esforço, minha pica entrou por completo naquele cuzinho apertado e comecei a fazer um vai e vem sentindo aquele buraco me apertar cada vez mais. Seus berros tomavam todo o apartamento, ela berrava mais que qualquer outra que eu já tivesse pegado. Com o tempo aumentei ainda mais a pressão, e fazia com que as minhas bolas batessem mais forte no seu corpo. Ela agüentava firme enquanto eu me segurava tentando não gozar naquele rabo. Aquela vadia merecia era porra na boca.

Batendo forte na sua bunda, e com ela se masturbando enquanto eu fudia deliciosamente aquele rabo, ela gozou novamente, e dessa vez acabou praticamente capotando no chão. Tirei minha rola do seu rabo e comecei a bater uma punheta. Ela se virou e olhando pra mim juntava os seios. Resolvi testar e ver se ela conseguiria prender meu pau entre eles, e acabou dando certo. Comecei a fazer aquela espanhola deliciosa, com ela lambendo a cabeça do meu pau como louca. Eu ia e voltava rápido com a minha rola, com ela deliciosamente me ajudando até que minha porra começou a jorrar do meu pau. Minha porra jorrou pelos seus cabelos, pela sua boca, por entre seus seios. Eu me acabei com aquela gozada. Ela limpava o canto da boca e os seios com os dedos e os lambia, satisfeita pela surra de pica que tinha levado. Ela se levantou e se vestiu, tão deliciosamente quanto se despiu. Me deu um beijo quente e longo, pegou sua bolsa, tirou a chave do apartamento de dentro dela e me disse:

- Boa noite, Dyas! Durma bem!

domingo, 20 de junho de 2010

Um Tango em Paris

A lua estava linda em Paris aquela noite. Tinha ido a negócios, mas acabei ficando para um baile de máscaras, convite do meu cliente pelos meus fiéis serviços. De smoking, cheguei a sua mansão em um dos seus Rolls-royce, que do qual ele fez questão de ceder com motorista para a minha chegada. Não neguei, afinal, é sempre bom chegar bem a uma festa. Quando entrei na mansão uma mulher lindíssima vestindo uma máscara vermelha me entrega uma máscara simples, preta, que me escondia o rosto do nariz à testa. Coloquei-a e fui caminhando pela humilde casa.

Obras de arte forravam as paredes e vasos Ming ornavam toda a ante-sala do lugar. Com alguns passos cheguei a um salão enorme, com no máximo umas quarenta pessoas, todas muito bem trajadas e com máscaras uma mais diferente da outra. Um pequeno quarteto tocava um som bem agradável, algumas pessoas dançavam, outras conversavam, outras apenas bebiam. Resolvi entrar no grupo das pessoas que bebiam e me dirigi a um pequeno barzinho. Pedi um scotch com duas pedras de gelo e fiquei observando o lugar. Notei que o número de mulheres era maior que o de homens no salão. Reparei até que o quarteto era formado apenas por mulheres. Elas estavam vestindo como se fosse um fraque, mas sem as calças e máscaras com penas de pavão.

Apesar de a festa ser tranqüila, algo diferente emanava. Permaneci com meu uísque perto do barzinho e fui reparando além. O salão estava num clima quente, com alguns casais se beijando de forma extremamente quente, algumas mulheres beijavam outras mulheres, alguns até formavam trios. Percebi que aquela festa era coisa para poucos, e sorri maliciosamente pensando “esse é o meu tipo de noite”.

Continuei reparando a festa em si, e nem ao menos prestei atenção a uma moça que passou pelo meu lado e também parou no bar. Em um francês polido pediu uma bebida ao garçom e ficou por lá. A voz dela não me era estranha, mas não me dei o trabalho de conferir, afinal, dificilmente ela estaria ali. Seria muita coincidência meu cliente conhecer a nós dois. Prossegui com meu uísque e observar as danças das pessoas, que ao som de tango, pareciam ter preliminares olhando uns nos olhos dos outros. Eu estava para puxar a moça ao meu lado para dançar também quando uma voz conhecida me chama em um português de Portugal e um sotaque francês carregado:

- Dyas, meu querido Dyas! Como estás tu? Chegastes bem à minha humilde morada?

- Jean! Tudo bom, amigo? Cheguei sim! Muito obrigado pela carona!

- Ora pois! Não tens do que agradecer! Não estou a fazer mais que minha obrigação! E vais gostar da festa! Qualquer mulher é tua, Dyas!

- Cuidado com isso, Jean! Posso sujar o seu salão – E disparei uma gargalhada.

- Oras! E por que achas que escolhi a dedo meus convidados?

Falando isso, Jean bateu palmas, fazendo com que a música parasse e todos voltassem às atenções a nós dois. Estávamos praticamente no meio do salão, depois de andar conversando. Ele disse, em francês, que eu era um convidado especial, de onde eu vinha e que era para tomarem conta de mim. Eu sorri, como que se não precisasse de muitos cuidados. Algumas mulheres me olhavam, outras voltavam aos seus beijos com seus parceiros, mas uma em potencial me chamou a atenção. A mesma que tinha parado ao meu lado. Nossos olhares permaneceram se cruzando, enquanto duas mulheres me vinham por trás acariciavam meu peito. Eu conhecia aqueles olhos. Conhecia aquela boca pintada de vermelho, conhecia aquela pele clara, aqueles cabelos, aquele corpo naquele vestido curto. Mas não era possível. Amélie?
Desvencilhei-me das duas e fui até a mulher em questão. Se fosse Amélie, ela teria que engolir a seco o fora que me deu. E isso seria ao meu estilo, do meu jeito. Quando cheguei perto, num francês arranhado, disse:

- Bonne nuit... Puis-je avoir le plaisir de danser?

- Boa noite, Dyas! E a resposta é não! Já se esqueceu do que fez comigo no Brasil?

- Amélie... Está diferente... Parece estar um pouco mais arrumada! – E arqueei uma sobrancelha num tom de sarcasmo, combinado ao sorriso de deboche.

- Dyas! Não quero papo com você, nem aqui em Paris, nem no Brasil, nem na China, nem na puta que o pariu!

Falando isso ela, pisando firme ia passando por mim, quando a puxei por um braço a fazendo girar e parar com a boca muito próxima a minha:

- Calma lá, tigresa... Temos muito o que conversar...

E quando eu iria começar a falar, o quarteto anunciou tocar “por una cabeza” de Carlos Gardel. Meu tom de deboche mudou para um sorriso malicioso e pouco antes do primeiro acorde, a deixei ir, e ela ia passando por mim novamente quando a puxei com força e a coloquei em posição de dança. Ela arregalou os olhos, me olhando no olho, e tentava escapar como louca das minhas mãos, mas eu com firmeza a levava, como uma pequena marionete.

Suas mãos tentavam escapar das minhas, e quanto mais ela tentava escapar com o corpo, mais eu a trazia. Enquanto dançávamos:

- Ora Méli... Continuará com essa cara de brava ainda mais pra mim?

- Seu louco! Me faz chorar e acha que agora me fazendo essa cara de cachorro vou te perdoar fácil?

- E quem disse que estou em busca do seu perdão?

- Então o que você quer, seu puto?

- Olha! Puto não. Você já me tratou com mais carinho.

E num movimento joguei sua cabeça para trás e parei com a minha bem em seu decote volumoso:

- Você continua uma delícia...

- E você continua um safado!

Puxei-a novamente e ficamos boca a boca um ao outro:

- Você ainda me quer, Méli.

- Para! Estou com o Jean hoje! Ele é meu dono essa noite, seu louco!

- Ele nem está se preocupando com quem a sua posse está dançando.

- Eu não te quero Dyas!

E num empurrão forte, ela se desvencilhou de mim, foi em direção ao Jean e lhe deu um longo beijo na boca. Depois do beijo, me olhou nos olhos, como se me perguntasse se eu tinha visto o que ela tinha feito e saiu do salão. Eu avaliei aquilo como um desafio, e fui atrás dela. Passei pelo Jean com ele me perguntando se a sua nova namoradinha dançava bem, e eu respondi de forma cortês que sim, e sorrateiramente fui atrás dela.

Atravessei a grande porta do salão que dava para uma outra sala um pouco menor, com lareira e várias cabeças de animais empalhadas. Ouvi os passos de Amélie ecoando por outra porta. Continuei seguindo os passos e eles me levaram até uma grande escada com degraus de marfim e corrimão feito de ébano. Segui por um corredor enorme com quadros emoldurados e esculturas. Cheguei à frente de uma porta apenas com uma fresta aberta deixado vazar a meia luz que emanava. Empurrei de leve a porta, que fez um leve som de rangido e me deparei com Amélie, de costas, deixando cair seu vestido de seda que levemente chegou ao chão a deixando apenas em um corpete, uma cinta-liga e meias sete-oitavos. Sem falar nada cheguei por trás dela, pegando seus seios e lhe beijando a nuca. Ela, gemendo, disse:

- Hum Jean! Sabia que entenderia o meu chamado, seu safa... Hey! Você não é o Jean!

Girei Amélie para que ficasse de frente para mim, e com um dedo em sua boca a calei, dizendo em uma voz tenra e ao mesmo tempo ameaçadora:

- Não é o Jean que você quer, mon chèr.

A respiração dela se tornou pesada, cheia. Notava o batimento cardíaco dela alterado, sua boca seca, suas pupilas dilatadas. Quando tirei o dedo da sua boca, ela automaticamente me beijou. Um beijo forte, cheio de vontade e tesão. Retribui na mesma moeda. Estava excitado desde o nosso tango no salão. Ela demonstrava o mesmo, me puxando pela nuca enquanto minhas mãos passeavam leves pelas suas costas, lhe puxando cada vez mais perto de mim.

Quanto mais nos beijávamos, mais forte eu a abraçava, fazendo-a sentir o quanto eu estava excitado, duro, quente. Ela se mexia de leve, sentindo meu corpo a tomando por completo, enquanto nossas línguas se acariciavam. Minhas mãos a pegavam com firmeza pela bunda, fazendo-a suspirar e me sugar a língua com vontade como se estivesse sugando a minha rola. Num momento, separei minha boca da dela e sussurrando perguntei:

- É esse o quarto do seu namoradinho?

- Dyas... Você é terrível! É aqui mesmo!

Ouvindo aquilo a joguei na cama com tanta força que ela quicou no colchão enorme encapado por um lençol vinho de seda.

- Pois então é aqui mesmo que eu vou te fuder, Amélie. Vai ser pra você aprender a nunca mais me dar um fora.

- Seu louco! Aqui não!

Ela ia se levantando quando deitei por cima dela, e a mantendo deitada, comecei a beijar-lhe as partes internas das coxas ignorando as suas advertências e suas tentativas de tirar a minha cabeça de lá. Minha boca passeava pelo pouco da sua pele nua até a sua virilha, o que a fazia gemer enquanto ainda advertia. Suas advertências pararam quando minha boca pousou na sua buceta por cima da sua pequena calcinha. Meus dentes acariciam sua pele apenas protegida pelo pequeno pano, e ela se desmanchava na cama como se estivesse gozando com aquelas primeiras carícias.

Não sei se minha boca, ou se seu próprio mel molhou-lhe a lingerie, mas a percebia completamente umedecida. Meu pau dentro da calça babava e parecia que iria estourar de tão duro. As pulsadas eram constantes, e sentia a cabeça inchada, quente. Minha boca continuava pela lingerie de Amélie a fazendo agarrar o lençol e gemer gostoso. Ela, querendo sentir minha boca, afastou a calcinha com seus dedos, que lambi enquanto ela me dava total acesso àquela cheirosa e deliciosa buceta.

Aquele cheiro, aquela pele lisa, aquela bucetinha toda depilada. Minha língua a invadia deliciosamente, enquanto ela me acariciava, gemia, mordia os dedos, e eu, sem parar um momento, lhe lambia o grelo. Minha língua circulava sua pele intumescida e pulsante, sempre seguida de gemidos e pedidos. Sua calcinha estava me atrapalhando, então a tirei ávido. Ela ajudou com o corpo, e voltei com a boca em sua buceta, agora com dois dedos mexendo gostoso lá no fundo. Ela praticamente berrava gostoso com aquele meu oral, mas eu queria mais. Queria aquela mulher me desejando como nunca tinha desejado.

A virei de bruços e ela aceitou. Beijei sua bunda a acariciando, apertando forte, dando tapas. Separei suas nádegas e comecei a lhe linguar o rego. Minha língua ia e voltava, com ela rebolando na minha cara e se segurando no lençol. Quando minha língua tocou o seu cuzinho ela estremeceu toda, e ali fiquei, lambendo seu rabo enquanto ela gemia e tremia. Depois que deixei aquele cuzinho bem melado de saliva, comecei a passear com um dedo por ele, com ela rebolando e gemendo baixinho. Comecei a enfiar bem devagar, e notei que ela se segurou toda, mordendo os lençóis. Meu dedo já tinha passado quase metade quando ela pediu pra tirar. Subi na cama e, bem perto de seu ouvido, disse:

- Não vai ser só o meu dedo que você vai sentir nele, vadia.

Ela mordeu forte os lábios, e continuei a enfiar o meu dedo, falando bem perto do seu ouvido o quanto ela era safada, tesuda, gostosa. Minha mão já alcançava a sua bunda, quando notei que ela tinha voltado a rebolar com meu dedo indo e voltando no seu rabo. A beijei novamente, e ela, ofegante, retribuiu. Senti na sua respiração que estava gozando novamente com meu dedo inteiro enfiado no seu rabo.

Aquilo estava delicioso, sentir aquele rabo quente e delicioso no meu dedo, mas eu queria mais. Tirei meu sapato e a meia e me deitei na cama. Ela veio por cima, com seu rabo na minha cara e me deu novamente sua buceta para chupar enquanto me desvencilhava das minhas calças e da minha cueca. Segurou firme a minha rola e começou a chupá-la com vontade, a mesma vontade com a qual chupava minha língua em seus beijos.

Minha boca permanecia cheia com a sua buceta deliciosa. Enquanto eu chupava, enfiava meus dedos em nela e em seu cuzinho apertado. Ela, apertando o meu cacete, gozava mais uma vez, gemendo forte e voltando a me chupar rápido e com tesão. Sua boca ia e voltava, ora me engolindo inteiro, ora deixando só lambendo a cabeça. Um boquete digno de Amélie. Minha língua não parava em seu grelinho latejante e delicioso, arrancando gemidos abafados e deliciosos.

Ela não agüentou em somente sentir a minha língua e meus dedos na sua buceta e, se virando, sentou fundo no meu pau, gemendo gostoso, enquanto eu me despia totalmente. Enquanto ela pulava, tirava seu corpete com fechos na frente, deixando seus seios desnudos, pulando no mesmo ritmo delicioso daquela cavalgada. Levantei-me e os chupei, enquanto sentia aquela buceta apertada molhando minha rola até as bolas.

Depois de muito sentir aquela buceta quente, a tirei de cima de mim. Ela deitou na cama, e fui por cima dela, colocando meu pau entre seus seios. Ela os apertava, só deixando a cabeça inchada do meu pau pra fora, que lambia a cada vez que meu pau chegava perto da sua boca. Às vezes me olhava nos olhos com uma cara de caçadora tarada. Que tesão de mulher. Ela sabe como satisfazer um homem totalmente.

Aquela espanhola deliciosa me fazia delirar, e a ela também. Tirei minha rola quente do meio de seus seios deliciosos depois de um tempo e, segurando suas pernas na altura dos meus ombros, pincelei do seu cuzinho a sua buceta, como se estivesse decidindo em qual daqueles buracos deliciosos eu iria meter. Comecei na sua buceta. Enfiei devagar até minha rola sumir por completo naquela gruta apertada, molhada e deliciosa. Ela gemia alto, se segurando nos lençóis. Eu não perdoava, e ia fundo, sentindo minhas bolas encostarem em seu corpo e vendo minha rola brilhante e molhada do seu mel indo e voltando exibindo suas veias bem definidas.

Ela me apertava os braços, me arranhava com as suas unas vermelho sangue deixando a mostra os vergões fortes a cada passada de unha. A vadia por um momento não deixou teus olhos longe dos meus. Fixos, cheios de desejo, me desafiava a fazer com que ela tenha mais um delicioso orgasmo. Segurei-a com força e meti ainda mais forte. Ela fechou os olhos e apertou mais meu braço. Senti suas unhas praticamente entrando nos músculos dos meus braços.

Ela gemendo de olhos fechados e aquelas unhas no meu braço me deram a enorme vontade de ir além. Tirei minha rola da sua buceta quente e pulsante e a coloquei para deslisar no seu cuzinho. Deixei a cabeça inchada dela na entrada daquele rabo apertado e comecei a forçar de leve, deixando com que a cabeça do meu pau entrasse sozinha naquele buraquinho fechado. Ela mordia os lábios, me apertava, tentava me tirar, mas ao mesmo tempo deixava transparecer que queria minha rola a invadindo em todos os buracos. Com o tempo meu pau ganhava espaço e aquele rabo se rendia aos meus desejos, deixando de estar tão apertado e ficando mais receptivo ao meu caralho duro e grosso.

Minha rola já entrava e saia sem dificuldade daquele rabo gostoso. Eu fazia questão de enfiar meu pau até o fim e voltar até quase a cabeça. Com os dedos, eu lhe masturbava rápido e intenso, querendo tirar mais e mais gozadas daquela mulher. Ela se contorcia, gemia, mordia os dedos. Estava completamente à minha mercê naquele momento, quando eu disse:

- Fica de quatro, puta! Agora, que é o teu macho de verdade quem ta mandando.

- Sim! Agora, delícia!

Ela se colocou de quatro na cama, com o rabo para o alto, rebolando, me olhando com cara de desejo e gemendo como louca me querendo. Fui atrás daquela cadela deliciosa, e com um tapa forte lhe agradeci aquela deliciosa posição. Ela gemeu alto e rebolou mais um pouco, querendo sentir ainda mais minha pica. Eu sentia minha rola como aço. Dura, tesa. As veias pulsavam forte. Posicionei-me atrás dela e pincelei do seu rabo até a sua buceta, segurando forte meu pau. Ela gemia gostoso, me pedindo inteiro, e eu, a chamando de vadia, puta, piranha, mandava-a calar a boca, pois quem mandava era eu, e seria eu quem escolheria onde iria meter.

Comecei na sua xota, meti fundo, com vontade, até as bolas, e ela gemia, se segurando nos lençóis. O encaixe era perfeito. Minha pica passava sem dificuldades até as bolas dentro daquela deliciosa buceta. Ela gemia gostoso, as vezes chegando a berrar, mas logo se lembrava de onde estava e se controlava um pouco, voltando aos seu gostosos gemidos. Eu sentia minha pica chegando perto do gozo, mas me segurava bem. Não queria acabar ali, daquele jeito.

Segurando em seu cabelo a montei como uma égua indomável, tirei meus joelhos da cama e continuei fudendo aquela buceta quente. Ela gemia alto, tentava se controlar e não conseguia, se abaixou por completo, empinando ainda mais aquele rabo e começou a morder os lençóis, úmidos de suor, saliva e fluidos. Meu gozo vinha a galope. Cada vez mais rápido eu bombava e sentia meu gozo chegando quente e viscoso. Foi quando interrompi, tirei minha rola da sua buceta, me levantei na cama e a puxei pelos cabelos:

- Vem, vadia! Vem que você vai beijar teu namoradinho com o gosto da minha porra na sua boca.

- Safado! Cachorro! Não consigo negar isso pra você, seu puto!

E me chupando forte, com vontade, foi me arrancando jorradas e mais jorradas de porra do meu pau quente e duro. Sentia minhas pernas bambeando com aquele boquete. Minha porra não escorria nem um pouco da sua boca, o que escorria, ela, carinhosamente com os dedos, colocava pra dentro, não desperdiçando nada.

Depois daquela deliciosa festa particular que tivemos na cama do Jean, nos vestimos. Eu desci primeiro para o salão, uns quinze minutos depois ela apareceu, e, abraçando o Jean, lhe deu um longo beijo, que terminou com ela olhando para mim, sorrindo e o abraçando. Retribui o sorriso e me encaminhei para a saída. Pra mim, aquele tango teve o seu desfecho mais que especial para a noite.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O último romântico

Estava realmente difícil escolher as flores certas para poder surpreender minha namorada aquele dia. Não havia nada demais nele. Apenas queria levá-la de surpresa para um jantar romântico, e quem sabe até pedi-la em noivado. As alianças estavam no bolso, só me faltava mesmo era a coragem.
Fui à casa da minha namorada e abri a porta. Como já éramos bem afiliados, eu tinha as chaves da casa dela e vice e versa. Entrei sem fazer barulho, e fui me dirigindo ao quarto. Notei na sala que ela estava tomando vinho, mas acreditava ser com uma amiga. Caminhei até o quarto e ouvi alguns barulhos, eu não acreditava que era a cama dela. Ou melhor, não queria acreditar. Abri a porta com cuidado e ela estava lá. Galopando em um desconhecido, completamente nua. Ela estava gostando visivelmente. Cabelos soltos, de costas, com o cara a pegando pela cintura.
Respirei fundo aquela hora, baixei minha cabeça e me convenci do fato que ela não sentia realmente muito tesão por mim. Entristecido por ter perdido uma briga que nem ao menos teve teu início. Aquela cena me machucou o coração. Sem muitas reações, apenas voltei à porta, deixando o almíscar do meu perfume perdido no ar da casa dela.
Peguei um taxi logo quando sai. O cara me perguntou "Pra onde, patrão?", apenas pedi que dirigisse e fiquei observando as luzes da cidade. Meu celular tocou e olhei na tela para ver quem era. Uma antiga amiga de colégio. Resolvi atendê-la. Me perguntou se eu estava bem, o que eu tinha feito, e contei à ela o que tinha ocorrido.
Ela se mostrou muito chateada, me falando para levantar a cabeça, e que as coisas poderiam melhorar. Melhorar como? Tinha acabado de ver minha namorada transando com outro, como iria melhorar? Ela me prometeu ajudar, e me indicou um barzinho. Como eu estava próximo, apenas indiquei ao taxista onde ir e fui até lá.
Quando ela chegou eu já estava no final do meu whisky duplo. Ela estava num vestido comportado, porém provocante. Me deu um beijo no rosto bem de leve e me perguntou se eu estava bem. Contei à ela a história do que tinha ocorrido e ficamos bebendo. À uma certa altura, já estávamos altos, e eu já sorria com uma ou outra coisa que ela me dizia.
O que era tristeza já tinha se transformado em leves sorrisos. O que era uma atualidade, se transformou em lembranças longínquas, e a cada copo, uma verdade era dita. Até que ela me manda no ouvido "Eu sempre fui apaixonada por você desde o colégio". Aquilo me estremeceu de cima a baixo. As bebidas iam nos deixando cada vez mais soltos, e nos encarávamos cada vez mais.
Já estávamos tão soltos à uma certa hora que já não existiam mais problemas. O que existia era eu, ela, uma mesa, e o pé dela massageando minha virilha. Eu já estava bem excitado com aquilo, e ela estava realmente determinada a me fazer esquecer o que àquele momento com as carícias, já nem me lembrava.
Decidimos sair dali e ir para um lugar aconchegante. Fomos ao meu apartamento. Lá, começamos a nos beijar. Um beijo quente, demorado. com as minhas mãos por dentro do seu decote, e ela abrindo minha calça.ia buscando meu pau por dentro da cueca. Nos pegávamos como se não fizéssemos sexo a milênios.
Abaixei uma das alças do vestido dela e comecei a lhe lamber o mamilo do seu seio que ficou à mostra. Ela suspirava e gemia com seus peito na minha boca. Sua mão acariciava o meu pau levemente, Gemiamos de olhos fechados, bêbados e curtindo o momento. Ela me punhetava enquanto eu enchia a boca com seu peito. Quando abaixei a segunda alça do vestido, ele simplesmente caiu, ficando aos pés dela. Continuei a lhe chupar os seios enquanto ela me acariciava a cabeça, ali, de pé na minha sala. Meu pau já estava latejando enquanto eu mergulhava de boca naqueles seios deliciosos.
Ela gemia, e eu lhe tomava o corpo com a boca e os braços. A abraçava, beijava. Queria sentir aquele corpo todo junto ao meu. Ela era totalmente recíproca, me acariciando e me pedindo mais. Não aguantei aquela onda toda de tesão e lhe tirei a calcinha. Me abaixei, e ajoelhado sobre sua calcinha e seu vestido amassado ao chão, comecei a lamber aquela bucetinha toda cheirosa. Minha língua passava de baixo pra cima, devagar, sentindo os pelos ralos que ela tinha na minha boca. Ela gemia muito mais que quando eu engolia seus seios. Minha boca tomava aquela buceta quentinha, molhada, excitada. O sentia aquele grelo duro na minha boca e ficava cada vez mais excitado com aquilo.
Ela carinhosamente foi me empurrando até que eu deitasse no chão. Comigo deitado, continuou com a sua buceta na minha boca, e de quatro se colocou com a boca frente ao meu pau. Foi tirando o que me restava de calça e começou a me chupar. Um boquete realmente divino. completamente fora de série. Eu a sentia chupar com vontade, mas ao mesmo tempo me acariciava com jeitinho as minhas bolas. Enquanto eu não perdia nenhum centímetro daquela carne molhada e deliciosa. Queria lamber tudo. Desde a sua virílha até seu grelo duro e delicioso. Brincava com os lábios e com os dentes. E a cada tremida de tesão que ela dava, apertava mais o meu pau. Estávamos pegando fogo na sala, quando sai debaixo dela, a juntei no meu colo e a levei para o meu quarto.
Chegando lá, a joguei na minha cama e deitei por cima dela, beijando todo o corpo, lambendo mais um pouco aquela bucetinha linda. Comecei a lhe beijar a boca e fui colocando meu pau bem devagar naquela xota. Não consigo descrever a sensação de penetrá-la, mas posso dizer que eu estava perto do céu. Sentia aquela buceta quente envolvendo minha rola, enquanto gemia-mos gostoso. Sem nos preocupar com nada. Meu corpo sobre o dela, os dois suados, se querendo. O cheiro de almiscar combinado ao doce perfume dela. Meu pau entrava e saia gostoso. Sentia aquela bucetinha cada vez melhor, cada vez mais quente.
Ela pediu que eu deitasse, atendi. Com meu pau para o alto, ela de costas foi sentando, até meu pau sumir por completo. Ela ia se levantando e sentando, se empinando, fazendo questão com que eu visse meu pau brilhando saindo da buceta deliciosa dela. Ela rebolava, gemia, gozava. E eu olhando e dando tapas naquela bunda deliciosa.
Num dado momento ela se virou para mim. E me beijando a boca, me cavalgava. Aquela buceta parecia estar me fazendo um boquete. Me apertado, chupando. Delícia de mulher. Delícia de transa. me fez esquecer tudo melhor que uma garrafa de bebida. Ela me dizia:
- Vai amor... Me preenche... Goza em mim... Hoje sou tua!
- Quer minha porra, safada? Delícia! Gostosa!
- Quero! Dá pra mim, tarado! Me faz gozar sentindo teu leite dentro de mim, faz?
Eu ouvindo aquilo sentia mais e mais vontade de gozar. E ela rebolando muito! Se sentava com o corpo reto, pra sentir meu pau inteiro dentro, ajeitava os cabelos para que eu tivesse visão dos seus peitos. Vez ou outra se abaixava pra que eu pudesse chupá-los. E já não mais aguentando segurar, gozamos. Juntos. Nossos gemidos se uniram, o que era voracidade se transformava em calmaria. O que era tensão se transformava em pura calma. O que era tempestade se transformou em brisa. E, comigo latejando depois de gozar muito, ela se deitou sobre mim, e adormecemos.