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sábado, 17 de julho de 2010

A enfermeira


Conto publicado no blog Mulher de 40

Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase um mês. Estava ansioso, em menos de doze horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.


A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.

Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.

Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.

Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.

- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.

- Não, não! Você que me desculpe... Eu não percebi você entrando!

- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e...

A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?

- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.

Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.

- Posso perder meu emprego, senhor.

- Esse é o único problema?

E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.

- Senhor. Pode entrar alguém - Disse ela gemendo baixinho.

Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.

Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.

Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:

- Eu que devo cuidar de você.

Deitou-me e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.

Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:

- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.

- Aé, doutora vadia? O que?

Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não agüentei e anunciei o gozo.

Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.

Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse:

- Próxima checagem daqui à uma hora, senhor.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Intervenção Policial


Eu já estava estressado aquela noite. Até meu parceiro tinha sido liberado para curtir a festa no quartel e eu lá, fazendo ronda. A madrugada gelada, eu não podendo subir o vidro da viatura, as ruas completamente desertas e um silêncio apenas perturbado pelos latidos dos cães solitários. Eu agradecia meus companheiros de corporação mentalmente enquanto dirigia a viatura fumando um cigarro. Os malditos não me avisaram que o capitão era vingativo em relação a se ganhar no poker.
Continuei dirigindo a viatura para lá e para cá naquele bairro de mansões e extremamente calmo, quando avisto uma garota caminhando, fazendo um alto barulho com os seus sapatos de salto alto. De vestido e apressada, andando pela rua, acabou tomando um belo susto quando toquei a sirene e a pedi para parar. Apesar de estar nervoso, não queria que nada acontecesse naquela região. Desci do carro e ela, assustada, começou a despejar:

- Ai moço! Estou voltando para casa! Bebi um pouco além! Não me prende, senhor!

Percebi que ela estava um pouco alta, mas mesmo assim, continuei a abordagem. Eu sabia que só uma policial mulher poderia dar prosseguimento, mas como todos da minha região estavam na confraternização, segui com todo o protocolo. Pedi a ela a identidade e chequei com a central. Até então tudo estava tudo nos conformes, mas eu queria algo para fazer, e então pedi a ela que abrisse a bolsa e me mostrasse o que havia lá dentro. Ela, meio sem jeito, me abriu a bolsa e foi me mostrando o que havia dentro. O que me chamou a atenção foi uma cápsula de metal pequena, com um botão de borracha. Ela, tímida e avermelhando o rosto, tentava me dizer que aquilo não era nada. Pressionei o botão e o objeto começou a vibrar de forma intensa na minha mão. Ela, completamente sem jeito, me dizia que aquilo ela tinha ganhado em uma festa, e que tinham brincado com ela. Como eu não estava muito para festas e nem de saber sobre elas, disse:

- Por favor, senhora...

- É senhorita, senhor, e pode me chamar de Bia.

- Certo, Bia – bufei – Poderia encostar na parede, por favor?

Ela, alta, ria. Não sei se por nervoso, ou medo, mas dava algumas gargalhadas leves. Encostou-se à parede e afastou as pernas, como manda o protocolo. Comecei a lhe passar a mão pela cintura e pelas coxas para ver se não tinha nada escondido. Ela parecia estar gostando da “brincadeira” e rebolava enquanto minhas mãos passavam pela sua coxa. Eu tentava me concentrar em tentar descobrir se teria algo a mais com aquela moça, e ela mexendo as pernas lentamente me deixava realmente armado, por assim dizer.

Parei ali a revista, e ela, já mordendo os lábios por sentir minha mão pelo seu corpo, me disse que ainda havia coisas a mais para revistar.  Eu olhei aquilo e quis manter o profissionalismo e a liberei. Ela se sentiu indignada e começou a despejar:

- Por isso que acontecem assaltos! As pessoas não são mais revistadas como devem! Estou aqui à disposição, esperando ser revistada e não trazer problemas a ninguém... Me revista direito, guardinha!

Eu me senti ofendido ali com aquela displicência, o sangue subiu na hora. Eu já me via estressado com aquilo tudo, peguei a arma e quis enfiar na cabeça dela. Ela se manteve ali, parada, com as mãos na parede, e olhando para trás, tentava me ver. Eu ainda me controlava como louco para não despejar a minha raiva em cima dela, quando ela me intima:

- Guardinha de bosta você é. Nem para revistar alguém direito. Eu vou é embora...

Ela quando falou aquilo acabou puxando o gatilho da minha raiva. Deixei a arma no coldre e fui para cima dela com as algemas. Puxei suas mãos para trás com violência, e com gemidos de “Ai”, com um sorriso na cara, aceitava ser algemada.

- Vai me revistar agora, senhor policial? Me revista, vai!

- Cala a boca! Você está presa por desacato a autoridade. Vai para a cadeia, vadia!

- Ai!!!Me chama assim de novo, chama?

Quando ela me disse aquilo, minha raiva mudou para excitação. A vagabunda gostou de ser parada por mim. Ela algemada parecia dançar, mordendo os lábios e sorrindo. Virou-se para mim e ficou com a boca muito próxima a minha, enquanto eu ainda tentava me manter profissional, mas com o pau duro por baixo da farda. De forma extremamente sensual, com a voz num volume baixo e bem pausadamente disse:

- Chama de vadia de novo, oficial, chama?

Eu já bem puto por ter sido humilhado por aquela mulher e pelo resto da corporação, resolvi agir. A rua estava completamente deserta, apenas alguns latidos de cães perdidos, nenhum carro na rua, nenhuma alma viva. O meu tesão aumentando, ela olhando nos meus olhos, sorrindo e mordendo os lábios. Não me agüentei e a puxei, beijando sua bica com voracidade. Ela algemada correspondia com a mesma intensidade, se jogando na minha boca e se mexendo algemada na minha frente. Fiquei louco com aquilo, confesso, e segui a beijando com muita vontade e tentando abrir a calça.

Com a minha calça já aberta, e minha rola toda pra fora, eu me punhetava enquanto a beijava e a outra mão passeava pelo vestido leve sobre o s seus seios. A luz do giroflex a deixava com os seios cada vez mais apetitosos. Abaixei a alça do seu vestido e deixei um deles à mostra para sentir melhor aquela pele macia e seu mamilo que escapava entre meus dedos.

Acabei por interromper aquela brincadeira gostosa e a coloquei de joelhos ainda algemada. Deixando-a com o rosto pro meu pau, juntei-a pelos cabelos e comecei a puxá-la. Ela ficou com a cabeça bem próxima à minha arma, indo e voltando de boca aberta e me chupando com muita vontade. Suas bochechas até se deformavam tamanha vontade com a qual me sugava, e minha s mãos não paravam em seus cabelos que puxavam indo e vindo, fazendo-a engolir meu pau grosso e grande até as bolas. Ela engasgava, babava, tentava tirar a cabeça, e eu, querendo fazer com que ela sentisse a cabeça do meu pau na sua garganta. Com isso, eu falava:

- Era isso que você queria, vadia? Agora toma, puta! Engole minha pica! E engole bem, vagabunda! Vou te mostrar quem é o guardinha agora, puta.

Ela afastando a cabeça com força, com lágrimas escorrendo, boca toda molhada, e com um fiozinho de saliva saindo da minha rola até a sua boca, me olhando nos olhos disse:

- Guardinha! Guardinha! Guardinha! Você ainda não passa de um Guardinh...

Eu mal esperei que ela terminasse a frase e a calei com a minha rola novamente. Soquei até a garganta, sentindo seu nariz batendo na minha barriga e seu queixo em minhas bolas. Ela se movia algemada, de olhos fechados e boca bem aberta para receber toda a minha rola. Ela lambia, chupava meu pau, quando dava, lambia a cabeça, e eu delirando com aquilo.

Doido de tesão, a levantei, com ela me chamando de guardinha, e eu a chamando de puta e vadia. Joguei-a com violência no vidro do carro e a deixei sentindo o frio do metal e do vidro em seus seios, enquanto eu a revistava de verdade. Comecei pelas suas pernas, e sem nenhuma delicadeza, apertava-lhe as pernas, as coxas por baixo do vestido, até chegar à virilha. Rasguei sua calcinha como se ela fosse feita de papel, e com os dedos a penetrava com força. Ela se remexia, gemia com meus dedos se mexendo dentro da sua buceta encharcada de desejo. Eu levantava seu vestido enquanto encapsulava meus dedos naquela buceta quente e apertada. Ela gemia e rebolava ajudando o vestido passar da sua enorme bunda e parando na cintura. 
Resolvi agir com maldade, e a deixei algemada enquanto pincelava seu rego com a minha rola dura. Ela se remexia, gemia baixo, mordia os lábios, rebolava. Queria minha pica dura a penetrando. Mas eu, já mais safado que ofendido, comecei a falar em seu ouvido:

- E agora, vadia? Será que agüenta pica?

- Acha que não vo agüentar essa piquinha, guard...

Sem deixar com que ela terminasse suas provocações, peguei na sua cintura e comecei a socar sem pena na sua buceta. Já de cara enfiei minha pica com força, que entrou rasgando na sua quente xota. Ela berrou, e seu berro ecoou pelas ruas. O barulho dos nossos corpos também causavam o mesmo efeito. Os cães na rua uivavam, se fazendo confundir pelos gemidos que soltávamos. Aquela buceta quente me deixava louco. Ela me apertava gostoso, enquanto eu metia sem dó, com o ferro frio da minha arma batendo na sua bunda. Olhando aquela bunda escondendo meu pau indo e voltando, me dava um tesão enorme de fuder aquele cuzinho e a deixá-la realmente perdida na minha rola.

- É vadia. Vai tomar no seu cu agora. Vou meter com vontade! Vai continuar com o papo de guardinha, é?

Ela gemendo, ainda tentando mostrar superioridade, mas com cara que já tinha gozado uma vez com a minha pica entrando e saindo sem parar na sua buceta deliciosa falou:

- Vai... Guardinha... Fode meu cuzinho... Fode...

- Vou te mostrar quem é guardinha, vadia.

E a seco, enfiei minha rola no seu rabo. Ela ainda tentava se segurar, mas algemada com as mãos para trás, o máximo que fazia era se contorcer, enquanto eu a dominava puxando pelas algemas. Minha rola entrava fácil, enquanto ela mordia os lábios quase que os sangrando de tanta força. Eu não tinha perdão, socava meu pau até as bolas encostarem em sua bunda deliciosa e grande. Bia, uma vadia nata, rebolava e pedia mais no rabo. Eu já querendo mais era gozar e pouco me preocupando se alguém aparecesse, metia fundo, gostoso, sentia aquele cuzinho apertado mascando meu caralho, eu a mordia a nuca, e voltava a puxá-la pelas algemas, que há essas horas já estava lhe deixava marcas vermelhas nos pulsos.

Aquela deliciosa bunda indo e voltando do meu pau só me fazia sentir mais e mais vontade de gozar. Minha porra vinha gostosa, devagarinho, mas fazia minha pica pulsar forte dentro do seu rabo. Ela gemia e gozava com aquela posição sem poder fazer qualquer coisa. No meio da rua, como dois animais, gozamos, e berramos como loucos, fazendo com que algumas luzes se acendessem. Guardei rapidamente meu pau e a soltei as algemas. Ela foi delicadamente abaixando o vestido, que agora estava todo amassado e molhado de suor. Como ela morava não muito perto dali, decidi dar-lhe uma carona, com ela se desculpando de me chamar de guardinha, e me dizendo que tinha sentido um enorme tesão por mim logo quando foi parada. Coloquei-a no banco da frente da viatura e comecei a dirigir. E ela ainda um pouco envergonhada por ter feito aquilo e ter me ofendido tanto. Chegou uma hora que eu disse:

- Está tão preocupada, vadia? Porque não me chupa até gozar?

Aquilo funcionou como um gatilho. Ela respirou fundo, mordeu os lábios, e foi para a minha calça. Decidi fazer uma ronda pela vizinhança enquanto ela me boqueteava. Delicia de boquete. Sua boca subia e descia enquanto eu dirigia. As luzes vermelhas eram a única coisa que tomava a viatura enquanto ela chupava com vontade. Não demorou muito tempo para eu dar uma bela gozada enchendo a sua boca de porra. Ela chupava, mamava, engolia, passava na cara, nos seios. Ela deixou minha farda completamente suja de porra, mas posso dizer uma coisa. Ter levado aquele poker me valeu a ronda.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Uma tarde no museu

O trânsito estava horrível aquele dia, um calor insuportável, meu carro com o ar condicionado quebrado e ela insistindo para ver aquela maldita exposição de rambrão, rambran, ram qualquer coisa na Pinacoteca do Estado. Eu doido para ver a estréia de Kill Bill e ela me inventando essas coisas. Estava pra lá de nervoso, mas fazer o que? Quando se quer algo, certas coisas devem ser feitas, mesmo contra vontade. Ela estava completamente animada em ver os quadros pintados há não sei quanto tempo por um velho que talvez não visse sexo há décadas. Eu fazendo cara de feliz, apesar dos pesares, e escondendo a minha irritação por trás de um gigante par de óculos escuros.

Chegamos por lá e comecei a ver o lugar. Local estranho, com cara de lugar abandonado, como aquelas fábricas velhas que abrigam mendigos e drogados. Olhei para a cara dela e ela completamente feliz. Vestindo uma blusinha, mini-saia e uma rasteirinha no pé. Completamente normal para aquele dia de quase 40 graus em São Paulo.

Entramos e começamos a ver o lugar. Eu só pensava em uma coisa. “Lugar chato pra caralho”. Ela soltava algumas interjeições que toda mulher adora quando vê algo “fofo” ou bonito. Eu procurava por todos os cantos uma rota de fuga segura e que ainda pudesse colocar essa mulher na minha cama Mas realmente a melhor saída era me manter de cabeça erguida e agüentar aquela tortura visual e mental.

Ela me chamava a cada quadro que ela achava bonito, e eu, com uma educação quase que britânica a atendia e admirava o tal quadro. Ou ao menos tentava mostrar bastante animação ao ver aquelas mulheres gordas ou aqueles caras fantasiados de colonizadores.

Depois de passado o primeiro choque e já me acostumando a mentir os meus “Nossa! Que bonito isso”, comecei a reparar no local. Poucas câmeras, poucos seguranças, pouca gente. Onde estávamos tinha eu, ela e uns quatro ou cinco quadros. Comecei a ter pensamentos muito malévolos na hora, me imaginando transando com ela na sala da exposição. Vez ou outra aparecia alguém por ali, procurando por outra pessoa, e a minha garota admirando cada quadro. Às vezes realmente enche o saco mulher inteligente demais. Eu comecei a ficar excitado imaginando a cena de jogar ela em cima de um quadro daquele e possuí-la ali, dentro da sala. Ela tentando ver o quadro melhor se empinava, quase deixando ver a calcinha.

Eu já estava ficando louco imaginando aquela mulher no chão com a minha boca na sua buceta e ela me retribuindo com um boquete, que mal prestava atenção no que ela me dizia. Só olhava para o seu decote também muito generoso. Apenas fui perceber que ela estava falando comigo quando ela deu um berro:

- Ei! Está me ouvindo?

- Desculpa! Estava com a mente longe. Acho que o calor está me fazendo mal. Que tal irmos pegar algo para beber?

- Boa idéia! Também estou morrendo de sede!

Ela veio na minha direção, e a dei um selinho. Ela na hora esbarrou com seus seios em mim. Motivo mais que necessário para me deixar com o pau quase estourando a minha cueca. Tentei ficar na minha, com a visível protuberância na minha bermuda e a segui, enquanto ela caminhava para a cafeteria. Passamos à frente de uma porta fechada, mas percebi que estava apenas entreaberta. A puxei na hora e a beijei. Aquele beijo quente e molhado, cheio de línguas e mãos pelas costas. Ela suspirou e retribuiu na mesma moeda, mesmo sem entender o que se passava. Comecei a puxa-la em direção à porta, e ela, assustada me pergunta quase que sussurrando e tentando evitar:

- O que está fazendo seu louco?

- Só vem cá. Quero ver o resto da exposição!

- Mas aí é o auditório! E não tem nada, está vazio.

Nesse momento ela percebeu as minhas vontades, e sem falar nada voltou a me beijar. Um beijo ainda mais quente que aquele que estávamos dando. Ela foi me empurrando para o auditório completamente vazio, e o melhor, sem câmeras. Já dentro do auditório, tentei tirar a sua blusinha, ma ela me parou:

- Quero trepar ali, ó! – Apontando para o palco.

Eu fiquei com muito mais tesão, a peguei pela mão e a puxei, correndo para o palco. Paramos no meio e começamos a nos beijar loucamente. Minhas mãos passavam com fúria e volúpia pelo corpo dela, enquanto ela desesperada tentava tirar a minha camiseta. Ela me beijava a boca, pescoço, peito. Louca e cheia de tesão pelo lugar completamente perigoso e a mercê de qualquer expectador. Eu comecei a lhe tirar a blusinha, que, com ajuda dela saiu rapidamente, e comecei a lhe chupar os seios. Enchi a boca naquela pele macia, com ela me acariciando a cabeça. Chupava seus seios com vontade, mordendo-lhe os mamilos, e ela, gemendo gostoso no meu ouvido, aproveitava.

Enquanto eu me deliciava nos seus seios, busquei passar com a mão por baixo da sua sainha para sentir aquela carne molhada e quente por cima da sua calcinha. Quando encostei com os dedos, ela puxou o ar daquela forma deliciosa e cravou com as unhas na minha cabeça. Eu, cheio de tesão comecei a lhe bater uma siririca por cima da calcinha. Cada gemido que ela soltava era mais um motivo para ir cada vez mais gostoso. Ela gemia a cada vez que sentia o tecido da fina calcinha sendo empurrado contra o seu grelo. Extasiada, levantou a sainha e começou a abaixar a calcinha. Eu sem tirar a boca dos seus seios, aguardei até que sua calcinha chegasse aos seus pés, e voltei a dedilhar seu grelo, agora sem proteção alguma. Ela se contorcia, sentindo meus dedos passando pela sua pele molhada. Enfiei dois dedos, e ela, querendo muito, afastou as pernas. Comecei a foder a sua buceta ali, com os dedos indo e voltando e se mexendo dentro dela. Ela começava a gemer alto com aquilo, me chamando de cachorro, puto, safado.

Eu estava adorando aquilo. Adoro quando uma mulher se perde na minha boca e nos meus dedos. Sempre sou retribuído com um boquete bem devasso. E naquele caso não foi diferente. Empurrando minha cabeça, me beijou a boca novamente e foi se agachando na minha frente. Os dedos que antes estavam na sua buceta estavam completamente melados, e aquele melado todo ela fez questão de substituir com saliva, lambendo e chupando-os com vontade. Depois de dar um trato nos meus dedos, se voltou para o meu pau sob a bermuda, que beijava , mordia, passava o rosto. Aos poucos foi abrindo minha bermuda, e passou a beijar meu pau, completamente duro por cima da cueca. Aquilo estava muito bom. Ver aquela mulher, agachada na minha frente, passando com a língua pelo meu pau inteiro sob a cueca e olhando para os meus olhos me deixava completamente louco. Depois daquela seção de enlouquecimento, ela abaixou minha cueca e minha bermuda, os deixando na altura dos meus joelhos e começou a passar com o rosto pela minha pica quente, dura, e toda enveiada.

Começou a lamber, da base até a cabeça, e começou a chupar. Chupou forte minha rola, me fazendo delirar. Com meu pau na sua boca lambia a cabeça, me punhetava, acariciava as minhas bolas, me deixava completamente louco de tesão. Aquele boquete só me dava vontade de uma coisa. Retribuir. Fui empurrando-a para o chão do palco do auditório, e, com ela deitada no chão, tirei a sua sainha e cai de boca. Senti todo aquele mel delicioso na minha boca. Eu chupava, lambia, mordia os lábios da sua buceta, enquanto ela se contorcia, mamando o meu pau como se quisesse todo o leite ali. Ficamos naquela brincadeira deliciosa de troca de chupadas por um bom tempo, até que a senti tremendo na minha boca. Eu, muito sacana, enfiei-lhe os dedos e continuei chupando. Ela tirou meu pau da boca dela na hora e começou a gemer gostoso, aproveitando aquele múltiplo orgasmo. Depois que gozou tanto, me empurrou para o chão do palco e subiu no meu colo, encaixando gostoso a sua buceta no meu pau. Eu de pernas esticadas, apenas me apoiei nas suas coxas, e ela, subindo e descendo sentada com as costas retas delirava, jogando os cabelos e passando a mão nos pelos do meu peito. Resolvi fazer melhor que só assistir, e comecei a passar um dedo bem safado no seu grelo. Ela delirava com aquilo. De olhos fechados, subindo e descendo, se via imaginava com o auditório lotado assistindo a sua exibição deliciosa.

Vez ou outra ela abria os olhos olhando para as cadeiras. E toda vez que fazia isso se soltava cada vez mais, pulando, rebolando no meu pau. Eu a pegava pela bunda e a fazia subir e descer mais. Ela atendia à minha mão e continuava fazendo aqueles deliciosos movimentos. Depois de um tempo ela mesma saiu do meu pau e se pôs de quatro, de frente para onde estaria a sua platéia imaginária. Deu um tapa na sua própria bunda e chamou:

- Vem safado! Me come! E me come direito!

Como recusar àquele pedido? Posicionei-me atrás dela e, ela com os cotovelos no chão, esperava pela minha pica. Comecei a enfiar e ela puxou o ar, respirando fundo sentindo minha pica entrando na sua buceta toda empinada. Resolvi simplesmente monta-la, e, na ponta do pé, enfiava a minha pica com gosto na buceta dela. Ela gemia gostoso, apertando meu pau na sua buceta e se segurando como podia com a minha rola entrando e saindo da sua xota. Delirávamos ali naquele palco. Comecei também a imaginar uma platéia nos assistindo, e comecei a lhe dar alguns tapas na bunda. Com o tempo, esses tapas foram crescendo, a vontade ia crescendo, e eu já metia forte e sem dó daquela xotinha deliciosa. Não demorou muito para que minha pica pulsasse, me avisando que a minha porra ia jorrar forte. Tirei minha rola da buceta dela, e ela entendendo direitinho, se pos de boca aberta na minha frente.

Comecei a punhetar, ajudado pela sua sua língua, que serpenteava pela cabeça lisa e inchada do meu pau. Ela enquanto me lambia passava com as mãos pelos seios, fazendo uma verdadeira demonstração para nossa platéia imaginária. Quando minha rola começou a jorrar, ela deixou a deixou afastada. Longe o bastante para mostrar a porra voando para sua boca, mas perto para não deixar uma gota de fora. Ela tomou controle do meu pau, e me punhetando rápido ia me extraindo todo o gozo. Ela, completamente safada e tomada pela emoção, deixou a porra um tempo na boca, para me mostrar e depois engoliu, não deixando nada. Lambeu meu pau até deixar ele bem limpinho, se levantou e me beijou. Pegamos nossas roupas e quando estávamos começando a nos vestir, notamos uma movimentação na porta. Corremos para a coxia e nos vestimos rapidamente. Quando saímos, outro casal estava se beijando como louco entrando pro auditório. A moça que estava com o rapaz se assustou com a nossa presença, e minha garota disse:

- Calma. Agora o show é de vocês.

E saímos rindo. Realmente preciso visitar mais alguns museus. Eles podem ser bem divertidos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Os 7 maiores pecados - Evangélicos

Um dia estava passando por uma dessas igrejas gigantes de crente, quando recebi um convite para entrar. Bairro nobre da cidade, várias mulheres maravilhosas entrando na igreja, eu sem nada para fazer, procurando uma nova presa e algo bem diferente a se fazer. Pensei um pouco e resolvi entrar.
Já na entrada fui recebido por várias pessoas. Elas me viam como libertado de todos os pecados por ter escolhido o caminha da luz e da fé. Tolos. Mal sabem eles que eu estava lá para comer mulher.
Após ouvir por várias vezes o cumprimento deles, o famoso "paz do senhor", me sentei a um banco e o culto começou. Já começou errado, pois o cara berrava e levava outras pessoas a berrar também. Eu não vejo problema nas pessoas berrarem desde que estejam em uma orgia. Pois bem, fiquei lá no banco, quando o cara lá na frente disse:
- Quem chegou hoje, por favor, venha à frente! Com o poder de cristo senhor vou lhes tirar todos os pecados.
Quase comecei a rir com aquilo. Quantos cristos eles vão trazer para me livrar dos meus pecados? Fiquei na minha, e uma multidão começou a me puxar e levar pra lá. Nisso acabei esbarrando em uma moça, que estava com uma cara que não queria estar lá. Rebelde de tudo, piercings e tatuagens, era empurrada por uma senhora aflita que a queria levar lá pra frente à todo custo.
Chegamos lá no "palanque" e o cara que estava berrando começou a pegar um por um pela cabeça. Como a fila estava "apertada" fiquei muito perto daquela moça, e algumas vezes até a encoxava de leve. Várias pessoas caiam à nossa frente, como se tivessem desmaiado. As pessoas dentro da igreja pulavam de felicidade. O alvoroço foi tamanho que várias pessoas começaram a ir para a nossa direção. Tanto ela, quanto eu nos assustamos com aquilo tudo, e eu, a salvei daquele alvoroço a puxando pelo braço. Ninguém notou quando nós dois correndo saímos da fila e entramos em uma pequena porta ao lado do palanque. Aquilo parecia um pequeno depósito, e ninguém aparentemente entrava lá, ainda mais num momento como aquele.
- Cara! Muito obrigada em me tirar desse circo. Minha avó é louca de me fazer vir pra cá.
Eu ri, e disse: - Não está buscando a redenção aos seus pecados?
- Porra! Se aquele cara passar a mão na minha cabeça eu tenho um ataque epiléptico e morro de ataque do coração!
- Hmmmm... Então tem bastante?
E o papo foi prosseguindo até cairmos no delicioso assunto. Sexo. Ela realmente era uma pecadora de mão cheia, me contando que até já tinha participado de um gang bang, onde ela sozinha deu conta de sete caras. Também contei as minhas, e com tantas afinidades tanto pessoais quanto sexuais, fomos nos abrindo cada vez mais. Até que ela mandou a seguinte frase:
- Eu morro de vontade de transar numa igreja.
Pensei comigo mesmo "Pois é. Deus ta me ouvindo.". Eu sorri, cheguei perto da sua boca e lhe disse:
- Acredita que eu também?
A puxando pela cintura a beijei. Bem no exato momento que ouvia os "Aleluia" proferidos pelo povo dentro da igreja. Um beijo safado, quente, melhorado pelo fato de estarmos em "solo sagrado" e em perigo. Ouvíamos vozes sempre bem próximas de onde estávamos, mas não por isso desgrudamos nossas bocas e línguas que não paravam um minuto. Eu, já muito excitado, buscava seus seios e os apertava, enquanto ela me puxava e beijava. Seus seios macios contratavam com seus mamilos tensos e pontiagudos. Minha mão sempre procurando sentir a pele lisa e quente. A mão dela já buscava pelo meu pau, duro na calça, com a cabeça quase fora da calça. As vozes do lado de fora nos deixava ainda mais excitados. Ela, pouco se preocupando se alguém pudesse aparecer ou não, tirou sua blusinha. Eu em contra partida lhe tirei o soutien e fiquei com aqueles dois seios maravilhosos à minha mercê. Comecei a chupá-los, sentindo as carícias dela , que abraçava minha cabeça.
A minha língua viajava naqueles seios. Seus mamilos enrijecidos me davam a vontade de meter os dentes, e o fazia, com gemidos deliciosos dela ao meu ouvido. Ela já buscava o meu pau, mas não conseguia se abaixar para alcançá-lo. Eu, por minha vez, buscava sua buceta por baixo da saia, e quando passei um dedo por cima da calcinha, ela se estremeceu por completo e gemeu alto. Mas esses gemidos nem se comparavam aos berros que o pessoal da igreja soltava. Eu me abaixei na frente dela e coloquei uma de suas pernas no meu ombro. Ela se apoiou com as costas na parede e ia me passando a mão na cabeça. Comecei a lhe beijar a buceta por cima da calcinha e ela delirava, me acariciando a cabeça. Fiquei lhe chupando por um tempo por cima da calcinha até que ela quis minha língua por completo na sua bucetinha. Afastou um pouco por lado aquele fino pedaço de pano e minha língua bateu direto no seu grelo completamente molhado. Ela gemia, gritava, parecia estar mordendo os lábios pelos gemidos que dava. Eu não parava um só instante. Ela tinha espasmos de prazer, subia e descia, rebolava, ajeitava o cabelo, e vez ou outra eu a olhava nos olhos, no meio da penumbra, como uma luz leve e fraca.
Ela gozou rápido com aquela situação. Gritou alto, com a minha língua lhe chupando toda. Nos assustamos, imaginamos que alguém poderia ter ouvido, mas ninguém apareceu. Motivo de sobra para ela, desesperada, abrir a minha calça e abocanhar o meu pau. Ajoelhada, me chupava forte, como se quisesse retribuir a gozada intensa que deu. Ela engolia minha rola toda e me acariciava as bolas com a língua. Sim. Ela sabia como efetuar um pecado bem feito. Ela foi completamente gulosa com meu pau. Chupava, mordia, lambia, apertava, batia na cara, passava no corpo. Aquilo me deixou com um tesão tremendo que a puxei pro alto, e na mesma força a peguei pelas pernas, empurrei contra a parede e deixei sua buceta bem de frente para o meu pau. Ela trançou as pernas na minha cintura e eu afastei-lhe a calcinha novamente e comecei a socar meu pau fundo e com força. Ela me arranhava, chegando a rasgar minha pele, e eu com aquilo, metia cada vez mais forte. A jogava contra a parede, beijando-lhe a boca. Ela em êxtase com aquilo, me apertava e arranhava cada vez mais, me beijando como uma louca.
O culto ia crescendo conforme o nosso tesão. Em meio a gritos de "aleluia" e "fé em Deus" eu ouvia ela gemendo "Mete, filho da puta", "Me fode cachorro", "Soca tudo que você vai gozar na minha boca, gostoso". Minhas mãos a pegavam firme na bunda, a fazendo tremer e gozar mais uma vez no meu pau, me abraçando forte e balbuciando qualquer coisa que eu não entendia, e fiz a mínima questão de entender.
Meu pau já pulsava muito quando ela se recobrou da gozada e voltou a gemer me pedindo para beber minha porra. A buceta dela me apertava de uma forma tal que me deixava perdido. Nós já gemíamos alto, pouco se fodendo com o que iriam pensar. Só queríamos gozar, e gozar muito! Até que, depois de muito foder aquela xota, a tirei do meu pau e ela entendeu direitinho, voltando a se ajoelhar e me pagar aquele boquete. Chupando meu pau com força e vontade, me fez jorrar muita porra na boca dela, e ela, cheia de vontade, engolia tudo sem deixar uma gota passar.
Nos ajeitamos, procuramos não esquecer nada, e saímos da salinha. Todos estavam orando, com as mãos para o alto de olhos fechados agradecendo o alívio pelos pecados absolvidos. E nós dois rindo, aliviados por mais um pecado muito bem executado!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Luz, câmera e ação

Cerveja, boa música e mulheres lindas. Começou assim minha noite naquele barzinho da Zona Sul do Rio de Janeiro. A luz amarelada tanto do bar, quanto da rua dava aquele tom nostálgico dos anos 30. Pessoas bonitas conversavam e eu me mantive por lá, sossegado tomando meu chopp, e um casal me olhava e vez ou outra cochichavam entre si. Fiquei na minha, pois outras mulheres me fitavam no bar, talvez esperando por uma iniciativa minha. Mas naquela noite que queria mesmo era ficar um pouco sossegado.
O tempo passava, e eu com os meus chopps, olhando para a TV sem som e escutando Jorge Aragão. Notei que o casal da frente se beijava de um jeito carinhoso, mas muito quente. Vez ou outra meus olhos acabavam escapando da TV e recaía sobre o casal. Bem juntos, não deixavam que outros espectadores olhassem suas línguas se cruzando no ar. A mulher deixou sua mão cair sobre o colo do rapaz, mas a toalha da mesa impossibilitava de ver onde ela foi parar. Mas pelos movimentos, era perceptível que aquele movimento teve um alvo em potencial. Como eu não estava muito afim de ficar de fiscal de foda, acabei meu chopp e me levantei para pagar a conta.
Caminhei até o caixa e saquei o cartão. Olhei para a mesa do casal mais uma vez, e eles também se preparavam para sair. Achei que fosse algo comigo, mas, besteira. Talvez fosse apenas mania de perseguição. Paguei minha conta e sai, caminhando pelas calçadas de Ipanema. Geralmente prefiro as ruas com pouco movimento quando quero pensar. Virei na primeira esquina e continuei andando, fumando um cigarro, quando um carro veio lentamente na minha direção.
- Oi! Quer carona, moço?
Me perguntou a mulher que estava acompanhada no bar pelo seu namorado, ou marido, ou sei lá. Olhei para dentro do carro e ele estava lá, olhando ansioso pela minha resposta. Pensei um pouco e falei "Por que não". Entrei no carro pela porta de trás. A garota na hora se virou para mim, ajoelhando no banco e me bombardeando de perguntas. Perguntou meu nome, onde eu morava, quantos anos. Se apresentaram como Silas e Carla. Eu me mantive lá, respondendo a tudo paciente como um verdadeiro lorde inglês. O Silas era bem mais calado que a Carla, mas fazia perguntas bem mais incisivas:
- Qual a coisa mais doida que você fez para levar uma grana fácil, broder?
- Olha... Até agora não fiz muitas coisas malucas não, viu...
- Você é casado? Esse anel na sua mão é uma aliança? - Me perguntou a Carla.
- Não. Realmente não. Eu fujo de casamentos.
Conversamos sobre música, arte, até mesmo arquitetura. Até que uma hora a Carla se jogou no banco de trás do carro, ficando do meu lado. Quase batemos quando ela resolveu fazer isso, mas Silas se mostrou um bom motorista e conseguiu manter o carro. Carla, empolgada com o fato do novo amigo, tagarelava e tagarelava. Silas, mais prático, interrompeu:
- Você já pensou em fazer sexo por dinheiro, broder?
Eu o olhei na hora e estranhei. Olhei para a cara dela, e ela sorridente, me fazendo uma cara de "aceita". Eu, como sou do jeito que sou, resolvi saber um pouco mais:
- Qual a proposta?
- Quero que você trepe com a minha esposa.
- Só isso?
- Só.
- E mais nada?
- Ela gosta desses tipos de aventura. Eu só vou ficar assistindo.
A esposa dele era muito gostosa. Loira queimada do sol, com marcas deliciosas de biquini. A marca da cintura saia por fora da sua baixa e apertada calça. Depois que o Silas falou sobre a intenção, a Carla passou a mão no meu pau por cima da calça, e mordendo os lábios virou para o marido e disse:
- Hmmmmmm Esse é muito gostoso! Prepara a carteira porque esse vou pagar bem.
Silas calado me parecia totalmente submisso à sua esposa. Apenas balançou a cabeça e continuou dirigindo, como um bom chofer. Carla começou a me beijar e apertar meu pau dentro do carro mesmo. Ela me mordia o pescoço e apertava meu pau. Eu também agia. Não pela grana, mas também porque aquela mulher era muito gostosa. Tirei seus peitos para fora da sua blusinha e os chupava, enquanto ela pegava meu pau e alisava inteiro por cima da calça. Até que qdo chegamos à uma parte da rua deserta, ela pediu para parar o carro. Ele automaticamente parou. Ali, no meio da rua. Ela saiu do carro e me puxou. Seu marido também saiu, com uma câmera de video e começou a filmar. Ela sentou de volta no carro e me puxou, tirando o meu cinto, abrindo a minha calça, e beijando meu pau por cima da cueca. O marido dela, registrava tudo, chegava com a câmera perto, ela olhava para a câmera com cara de tarada, ele se afastava para mostrar a cena toda. E ele começou a dirigir a cena:
- Vai amor. Tira o pau dele pra fora. Chupa esse negão. Mostra pra mim, mostra? Mostra essa carinha de puta.
Ela chupava gostoso. Colocava na boca e tirava inteiro, pressionando minha rola com os lábios e olhando para o marido filmando a cena. Num certo momento ela se levantou, e foi tirar o seu pequeno short, e num movimento bem de atriz porno, tirou o short junto com a calcinha, de um jeito para mostrar sua inchada buceta para o marido. Voltou a sentar no banco do carro e me chupar. Agora de pernas abertas para o marido, que registrava aquele boquete no video enquanto ela enfiava com os dedos na buceta. Seu marido vez ou outra chegava perto e também brincava um pouco com os dedos na sua xota molhada.
Aquele boquete estava maravilhoso, mas, se queríamos um bom filme, que era o que eu estava entendendo no momento, precisaríamos de uma cena de ação. Abaixei totalmente minha calça e a levantei. Me sentei no lugar dela e a chamei para sentar na minha rola. Ela veio de frente, ajeitando seus joelhos à minha volta e foi sentando. Cavalgou gostoso minha rola dentro do carro, e seu marido às vezes brincava enfiando um dedo no seu cuzinho apertado. Ela arrebitava aquele rabo de vez em quanto, para seu marido registrar direitinho sua buceta engolindo meu pau inteiro até sumir. Ela gemia, rebolava e eu também não me aguentava de tesão.
Ela tirou meu pau da sua buceta, saiu, e pediu para que eu continuasse sentado. Atendi o pedido e ela veio de costas cavalgando no meu pau, de frente para seu marido, que já batia uma frenética punheta vendo a cena. Vez ou outra ele colocava o seu pau na boca dela. E ela, chupava pulando e rebolando no meu pau. Seu marido estava tão excitado com a situação que não demorou para gozar na boquinha dela. Ela deixava escorrer. A porra pingava do seu queixo nos seus seios. Depois que ele gozou, continuou a registrar, e ela espalhava a sua porra pelo corpo. Não demorou muito para que a minha pica começasse a pulsar também. Me levantei para não gozar dentro e ela entendeu, voltando a sentar no carro e me chupar. Caiu de boca na minha rola e chupando muito forte, foi ordenhando o meu caralho. Seu marido, atento e animado, filmava aquele momento. Quando gozei, minha rola estava do lado do rosto dela. Esporrei nos seus cabelos, na sua cara, nos seus peitos. No final ela ficou toda suja com a minha porra. Encostei no carro depois daquela gozada e acendi um cigarro, enquanto ela juntava a porra toda do corpo e lambia os dedos. Seu marido me cumprimentava, agradecendo aquela brincadeira. Ela sorria, olhando para minha cara. Até hoje guardo um DVD daquela aventura, e vez ou outra ainda nos encontramos naquele barzinho, à procura de outros bons lugares para filmar.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A festa do Marcos

Eu estava preparando mais um texto para publicar quando recebo um telefonema. Não é incomum eu receber ligações, ainda mais num sábado, mas essa era realmente bem tentadora, que me fez largar a tudo e aceitar o convite. Meu amigo Marcos estava me chamando a uma festa, dizendo que iria fechar um bar só para ele e os amigos. Não titubeei, afinal, Marcos era homossexual e uma das perguntas que fiz foi:
- Suas amigas hétero estarão lá?
- Claro, né, bobinho! Por que acha que estou te chamando? Inclusive, convidei aquela que adora os teus textos!
Larguei tudo na hora, tomei um bom banho e fui. Afinal, uma viagem à praia realmente pode ser demorado. Cheguei ao lugar da festa e ela já tinha começado. Um brutamonte na portaria pedia o nome de todos que tentavam passar. Apenas disse o meu, e ele, cordialmente, saiu do meu caminho. Quando entrei senti o clima sexy no ar. Como a festa era exclusivamente homossexual, elas não se preocupavam com posições, nem tampouco vestimenta. Todas estavam deliciosamente bem vestidas. Um garçom de sunga e gravata borboleta me serviu um drink logo na entrada e me fitou de cima abaixo. Agradeci, e em dois passos que dei, fui avistado pelo Marcos, que fez uma enorme festa quando me viu:
- DIDI! – Disse ele aos berros. Com isso, todos olharam para a minha cara, e eu, sem vergonha como sempre, nem me preocupei com o circo.
- Fala Marcão!!! Trouxe isso para você.
- Danadinho. Não precisava de presente não! Venha! Tenho um lugar especial para você aqui!
- Opa! Você sempre bastante prestativo! Até mesmo quando está dando a festa!
- Sou prestativo quando dou qualquer coisa, meu bem. E aquele bofe amigo seu que você disse que iria me passar o telefone?
- Xiii! Ele está viajando agora. Disse que ia à Grécia resolver uns pepinos por lá. Mas não vai demorar muito a voltar.
Nosso papo ainda continuou por mais alguns minutos, e percebi que nesse meio tempo algumas moças ficaram bem desanimadas, e alguns rapazes abriram um sorriso. Falei ao Marcos que iria ao banheiro e que já voltava. Chegando lá, notei que o clima da festa estava como o diabo gosta. Dois caras estavam se beixando e trocando carícias por cima da calça. Fui ao mictório ao lado deles e comecei a mijar. Os dois olharam para o meu pau e o mais descarado me disse:
- Não quer participar da festa, gatinho?
Eu, com um sorriso simpático na cara disse:
- Obrigado. Dessa festa eu não faço parte. Mas divirtam-se!
Sou hétero, mas não sou idiota. Se existe algo que gays conhecem mais do que homem é mulher. Qual mulher gostosa e fogosa não tem um amigo gay? E então porque não ser amigo de um cara gay? Uma grande parte das amigas de Marcos estava por lá. Quando retornei, pude notar os olhares femininos, que antes eram de puro descontentamento, me fitando de cima a baixo. Marcos estava no meio do salão dançando freneticamente com seus amigos. E eu com um tesão enorme vendo aquelas mulheres deliciosas, com decotes que mostravam a falta de soutien e saias tão curtas que mesmo com o mais apertado cruzar de pernas, deixavam aparecer a calcinha, isso sim, as que estavam usando uma. M sentei à mesa e ouvi uma voz feminina dizendo:
- Então você é o Tifudyas?
- Esperava alguém mais alto?
- Não... Você está na medida... Ana, muito prazer...
- Essa parte do prazer podemos deixar para mais tarde, não acha?
- Depende. Quer ter um bom tema para poder escrever?
Sorri, e bebi mais um gole daquela batida doce, mas podia notar que era extremamente alcoólica. Me aproximei dela, e aquele perfume delicioso me tomou por completo. Continuamos aquela conversa mais ao pé do ouvido, com algumas mulheres encarando a Ana, outras me encarando, outras encarando os dois. Não pude negar que aquilo começou a me excitar e muito. O fato de ser o único pau utilizável para mulheres me deixou realmente louco.
Resolvemos ir dançar. Larguei meu copo, e, seguindo a Ana, fomos à pista. Impossível eu manter meu pau sossegado com aquela mulher. Ela estava num vestido vermelho de seda super curto, que deixava as poupas da sua bunda à mostra, e um belo decote até próximo ao umbigo. Ela sim, estava para o pecado. Ficamos dançando com ela passando a bunda no meu pau, se esfregando gostoso, e eu retribuía, passeando com as mãos pelo se corpo por cima daquele tecido leve. A dança foi seguindo realmente quente. Minhas mãos subiam de suas coxas até próximo seus seios. Sua bunda roçava o meu pau, e a cada movimento, seu vestido subia um pouco mais. Sua dança ia me deixando completamente alucinado quando uma segunda mulher me puxou. Não sei se para fazer ciúmes para a Ana, começou a dançar de forma ainda mais quente, juntando sua cabeça com a minha. Eu a puxei e deixei sua buceta bem pressionada contra o meu pau. A Ana me veio por trás, não querendo perder o parceiro de dança, e começou a passar os peitos nas minhas costas. A briga estava realmente maravilhosa, e eu me divertindo com aquelas duas, até que num momento, sinto uma mão próxima ao meu pau, e vejo a moça à minha frente dando um gemido leve. Quando percebo, uma terceira moça, também super excitada com aquela nossa dança, começou a “dançar” com a mulher à minha frente lhe passando os dedos na buceta. Aquilo me deixou com muita vontade, e puxei a mão da Ana para o meu pau. Ela, dançando, segurou com força, e me bateu uma punheta por cima da calça. A festa estava realmente quente. Já se via casais se acariciando por cima da roupa em todos os lugares, e eu, sempre eu, decidi que aquela festa precisava de mais calor.
Com a mão da Ana no meu pau, peguei a moça que estava à minha frente e a puxei com vontade. Agora ela tinha suas mãos lhe acariciando. Fazendo um sanduíche nela, puxei a terceira e lhe dei um beijo. Um beijo quente, molhado, com as nossas línguas se tocando no ar. Isso fez com que ela também buscasse o meu pau. Eu não contente, na moça da frente, comecei a lhe massagear os seios. Ela gemia gostoso na minha orelha sendo acariciada pelos três. Mas como eu disse, queria esquentar de verdade a festa.
Pouco me preocupando com o pessoal da festa, abri minha calça e tirei meu pau pra fora. Ali, no meio do salão. As três olharam para mim, e logo depois para o meu pau, com uma cara de medo e de tesão ao mesmo tempo. A Ana disse ao meu ouvido:
- Guarda isso! Daqui a pouco vamos todos ser expulsos da festa!
- Você acha? Vamos testar.
E me virei para ela e comecei a roçar meu pau pelo seu vestido. Ela delirava de prazer sentindo meu membro duro e grosso no seu corpo. As meninas que estavam atrás de mim começaram a se beijar e dançar juntas. A Ana agarrou o meu pau e começou a me bater uma ali. A cada piscada de luz, dava para ver sua mão subindo e descendo no meu pau. A música, o clima, as mulheres. Tudo aquilo me deixava louco, e cada vez mais excitado. A Ana já estava louca. E a cada abaixada que ela dava enquanto dançava, subia me lambendo das bolas a cabeça. Uma das duas deve ter percebido, porque enquanto eu dançava com a Ana, senti um par de seios nas minhas costas, e uma mão me punhetando. Aquilo estava gostoso, mas eu não queria só aquilo. E a Ana, como leitora dos meus contos, também sabia disso. Até que uma hora ela abaixou e não voltou mais. Abocanhou meu pau ali na pista de dança.A menina que estava me batendo uma punheta percebeu a Ana me chupando e não pensou duas vezes. Abaixou-se e também começou a lamber meu pau. As duas me lambendo, a pista de dança piscando, a música completamente apropriada, noite perfeita. O Marcos viu a cena das duas lambendo o meu pau e com olhar de aprovação, pediu ao DJ que aumentasse só um pouquinho a luz. Ficamos nós três ali no meio da pista, com uma boa platéia nos assistindo.
Elas me lambiam inteiro. Das bolas à cabeça. Outros casais vendo a cena também começaram a brincar na pista, enquanto aquela terceira mulher me veio por trás acariciando meu peito e me beijando o pescoço e mordendo a orelha. Os que assistiam, se percebia os olhares de vontade e tesão. Como percebi que aquilo tinha virado um show, puxei a Ana e comecei a lhe beijar a boca. A que estava atrás de mim se abaixou para também chupar o meu pau. As duas ficavam se degladiando com a língua no meu caralho, enquanto eu beijava a Ana, com a mão na sua já encharcada calcinha. Ela delirava ali com as minhas carícias, e as pouco hétero que tinham na festa, passavam com as mãos em seus seios. Dava para perceber os mamilos da maioria duros como pedra. Algumas procuravam lugar para sentar, e sentadas vendo a cena, se masturbavam. Estava uma delícia ver o meu pau como objeto de desejo de tantas mulheres. Ana, que não rejeitava chupar um pau, se juntou às três. Três bocas em um pau só. Enquanto a Ana se concentrava sugando a cabeça da minha rola, as outras duas, uma lambia o corpo do meu pau e a outra dava um jeitinho de me lamber e chupar as bolas. Naquele momento pude perceber que a festa toda estava na pista de dança, nos observando. Alguns atentamente, outros nem tanto, lambendo suas parceiras, ou chupando seus parceiros. Mas os que nos observava, pareciam estar em uma peça de teatro. E já que aquilo era uma demonstração, resolvi continuar o show. Triei meu pau da boca das três e me deitei no chão, tirando a minha roupa. As três se entre olharam, e deixaram a de vestido dourado, completamente aberto nas costas, a honra de sentar na minha boca, enquanto a Ana e a outra garota, num conjunto vermelho, foram chupar o meu pau. Mesmo sendo um quarteto de um hétero e 3 bissexuais, as pessoas nos olhavam com um enorme tesão. Até mesmo as lésbicas convictas estavam se esfregando em outras mulheres. A mulher de dourado sentou na minha cara. Aquela buceta estava muito cheirosa, depilada. Minha língua passava sem menores dificuldades, lhe lambendo o grelo. Ela rebolava, sabia o que queria, e queria gozar ali na pista de dança. Aos poucos o DJ abaixava a música, e o que se ouvia naquela pista eram gemidos e mais gemidos. E não só os nossos, como também de outras pessoas na festa. A moça de dourado resolveu tirar o vestido, comigo ali lhe chupando. E as outras duas também decidiram fazer o mesmo. Pude notar corpos bronzeados, mas sem nenhuma marca de biquíni. A Ana, que desde as primeiras palavras pude perceber querer meu pau a invadindo, tomou a iniciativa, e, de costas, depois de tirar a calcinha, foi sentando no meu pau. A outra moça, vamos chamar de Olívia, realmente não me lembro o nome, começou a lamber o meu saco, enquanto a Ana pulava no meu pau. Eu adoraria ver a bunda daquela mulher subindo e descendo na minha rola, mas estava impossível com aquela buceta da Claudia, assim a chamaremos, na minha boca. A Claudia sabia rebolar gostoso. Aliás, as três me pareciam um time perfeito. A Olívia me lambia as bolas e percebia que lambia a bucetinha da Ana. A buceta da Ana, super apertada, subia e descia no meu pau. Eu não tinha nem como gemer no meio daquelas três. Depois de um tempo decidiram mudar um pouco, e eu, como um consolo de carne continuei no meio, agora com a buceta da Olívia na minha boca, a buceta da Cláudia no meu pau e a Ana lambendo as minhas bolas. Não consigo descrever a sensação que eu estava tendo naquele momento. Só posso dizer realmente que a hora que eu gozasse, iria gozar e muito.
Mas eu não queria ser somente uma espécie de consolo. Eu queria participar da festa, e queria participar do meu jeito. Sai daquela posição, e fui pra cima da Claudia. A juntei pelos cabelos e a coloquei de quatro. Com berros de “Põe no cu dela!” e “Fode essa vagabunda”, comecei a fuder a sua buceta. A cada fincada eu ouvia todos da festa num coro de “Vai! Vai!” que nem me deixavam ouvir os gemidos dela. A puxei pelos cabelos e continuei metendo. Ela de bunda arrebitada e cabeça para o alto, ficafa de olhos fechados, sentindo minha rola entrando e saindo da buceta dela. A Ana, que realmente queria uma sacanagem, se colocou embaixo da Cláudia com a buceta na cara dela, e começou a chupar-lhe a buceta, que meu pau, duro e quente, continuava a ir e voltar. Soltei os cabelos da Claudia que automaticamente caíram a buceta da Ana. A Olívia ainda deu um jeitinho e conseguiu ainda colocar a buceta na minha boca. E a nossa platéia ia ao delírio com as cenas que, se tinham visto, só viram em filmes pornô.
A Cláudia não demorou muito a gozar. Prendeu meu pau na sua buceta e quase que caiu em cima da Ana, que não parava por maldade de chupar a sua buceta. Estasiada de tesão, a Cláudia ficou de lado assistindo. A Olívia eu resolvi pegar de frango assado no chão, e fazia questão de mostrar à todos meu pau entrando e saindo daquela buceta também peladinha. Conforme eu metia, animava o público, com as mãos para o alto, chamando cada vez mais os gritos de “Vai”. O êxtase estava tremendo naquela pista de danças. Até o DJ tinha abandonado seu posto para assistir. Esquecemos até o fato que já não tinha mais música tocando. Minha rola entrava e saia da buceta da Olívia, ela me agarrava os braços e tentava rasga-los com as unhas. Ana, que ainda queria putaria, começou a passar a mão no grelo todo exposto da Olívia, a fazendo simplesmente delirar de tesão. Ela gemia, me agarrava, me arranhava, e a Ana, safada de tudo, lambia a buceta dela, com meu pau entrado e saindo. Poucas pessoas tiveram coragem de nos acompanhar naquela foda. Eu via alguns casais gays que só se chupavam, um casal hétero se comendo, mas escondidos. Apenas nós três naquele momento éramos as estrelas da noite.
A Olívia não agüentou muito tempo também e gozou na minha boca e no meu pau. Sobrou a Ana. E de longe, a Ana era a mais gostosa e quente das três. O show estava apenas para começar. Quando a Olívia gozou, eu me levantei. E eu, completamente empolgado, comecei a beijar muitas ali na boca. Algumas se abaixavam para lamber o meu pau, outras só queriam tocar. Me sentia em uma festa de despedida de solteira. Ana, completamente nua, me puxou. Beijou a minha boca e depois virou de costas, com a minha rola no rego da sua bunda. E num movimento rápido, se abaixou, deixando sua buceta completamente livre para eu enfiar a rola. A puxei e comecei a meter gostoso. Ela, apoiada em seus próprios joelhos, me olhava, com uma cara de desejo e vontade. Como eu estava próximo à algumas mulheres, enquanto eu metia, beijava algumas, acariciava os seios de outras, sentia a bucetinha molhada de mais algumas. E a Ana jogando a bunda contra o meu pau. Eu a peguei pela cintura e continuei enfiando sem pena. Minha rola grossa trazia e emburrava os lábios da sua buceta em cada estocada. A galera ia ao delírio à cada tapa que eu dava na bunda dela. A nossa transa ia continuando quando ouvi de longe alguém o coro “Põe no cu”. Esse coro se estendeu até se tornar um pedido unificado. Notei que fosse algum tipo de brincadeira. Poucas aceitam meu pau no rabo. Mas Ana sorriu e com uma piscada me deu permissão. Tirei meu pau da buceta dela e ela se pôs de quatro. Que mulherão. Adorei a hora que ela se colocou de quatro e jogou todo aquele cabelo nas costas.
- É no cu que vocês querem? – Gritei para todos
- É!!!
- Mete no cu!!!
- Arregaça!!
- Coitada da menina...
- Gente, será que ela agüenta?
Depois de ouvir aquelas coisas, coloquei a cabeça naquele cuzinho escurinho. No começo foi difícil, mas depois que entrou, eu ouvi todos berrando em êxtase. Comecei o vai e vem com todos ali fazendo novamente o coro do “Vai”. Aquele coro nos deixava completamente excitado, e ela vinha com a bunda de encontro ao meu pau, e eu estocando cada vez mais forte. O que era um coro de “Vai” se transformou em um coro de “Goza” a medida que o tempo passava. Estava nítido que nós dois estávamos num jogo de quem goza primeiro. Eu me segurava como podia, e ela gemia como uma condenada. Olívia e Claudia resolveram entrar novamente no jogo, afinal, Ana as tinha tirado depois de chupa-las. As duas foram voraz na buceta da Ana, se beijando e lambendo. Ana berrava com a minha rola no cu e sua buceta sendo chupada daquela forma. O tesão pra ela foi tão grande que não agüentou. Gozou de esguichar nas duas, que tomaram um banho com a gozada dela. Mas ainda tinha a minha. Tirei meu pau do rabo da Ana e comecei a bater uma. As três se colocaram na minha frente e o coro aumentou o volume. A Olívia ainda dava uma ou outra lambida no meu pau. A Cláudia vinha e me lambia as bolas. As três peladas na minha frente, todo mundo na expectativa e saiu o primeiro jato de porra. Elas se punham para receber no corpo toda a minha porra, que vinha quente, viscosa. Nesse momento ouvi as palmas e assobios. A platéia estava saciada, e os atores também.
Depois que vesti a roupa, Marcos me chamou para dar os parabéns pela performance, e que era aquilo que ele mais sonhava para o aniversário dele. Eu sorri, e falei que aquilo iria virar um conto do meu blog.
E ele me cobrou um conto gay. Quem sabe, Marcos?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ilustre desconhecido - Parte 1

- Qual bebida eu poderia lhe oferecer?
- Você não me parece ser o garçom.
- E realmente não sou. Qual bebida você prefere?
- Vinda de você? Nenhuma. Muito obrigada.
- Barman, um whisky! E para você?
- Já lhe disse. De você não quero nenhuma bebida! Estou no aguardo do meu namorado!
Assim começou o diálogo entre nós dois naquele barzinho com poucas pessoas, mas aconchegante. Visual de pub londrino, com alguns ventiladores rodando lentamente, um blues tocando na jukebox, alguns casais em algumas mesas, um grupo de amigos papeando mesas mais à frente e na televisão passando algum clipe musical. Estava eu lá, jaqueta, calça jeans, barba por fazer, e ela vestida em uma blusa agarrada ao corpo e saia. Corpo escultural, pedindo para ser possuído. Sim, notei a sua grande aliança dourada em sua mão esquerda. Mas quem seria eu se não partisse para o ataque?
- Pelo visto teu marido está bem atrasado, não?
- Eu disse quero papo com você?
- Ora ora... Essa felina pelo visto morde! Qual o problema em se ter uma conversa? Também estou aqui à espera de alguém. Aceite minha bebida! Podemos nos entreter enquanto esperamos.
- Tá... Estou esperando meu marido, mas não quero nenhuma bebida.
- Hmmm... Complicado marcar um horário e a outra pessoa se atrasar, não?
- Já estou acostumada com isso. Meu marido as vezes precisa trabalhar até mais tarde. Já me mandou um torpedo dizendo que...
Neste momento o celular dela a interrompeu. Outra mensagem do marido.
- Nossa... Ele me disse que ainda vai demorar um tempo. Só um momento, vou responder. Acho que vou voltar para casa. Hoje acho que não vai ter como ele vir para cá.
- Não! Espera! Agora você tem companhia, esqueceu? Um bom momento para se pedir uma bebida e esperá-lo um pouco mais.
- Verdade. Barman, um martini.
E assim começou minha noite naquele barzinho. Começamos a conversar sobre tudo, e o marido dela mandando mensagens dizendo que iria se atrasar. Ela respondia que ainda iria ficar no barzinho lhe esperando. Nossa conversa ia longe, enquanto meu copo de whisky e a taça dela de martini iam acabando e sendo reabastecidas. Os olhos se cruzavam, sorrisos da parte dela com a taça dela próximo à boca, carícias no rosto tirando cabelos que insistiam em lhe cobrir o rosto da minha parte, mensagens de celular continuando a avisar o atraso.
Nossa conversa ia ficando cada vez mais íntima, à medida que nossa bebida era sempre reabastecida. As cabeças já muito próximas, mãos nas pernas, momentos de silêncio quebrados com suspiros. Num dado momento ela disse:
- Preciso ir ao banheiro. Você está me deixando de pilequinho. - E ela sorria muito feliz falando - Pode deixar que eu vou sozinha. Talvez eu não precise de ajuda.
E rindo com aquilo, respondi:
- Ok. Se você demorar mais que 3 minutos vou lá te salvar.
- Nem um minuto antes, ouviu?
O nosso papo tinha pendido para algo mais quente. Eu estava pra lá de alto e excitado. Eu a via andando em direção ao banheiro e aquele rebolado fazia com que meu pau implorasse para sair da calça. Não pensei duas vezes, e antes mesmo de chegar esses 3 minutos fui para o banheiro. Entrei na caruda dentro do banheiro feminino e ela estava lá lavando as mãos. Ela tomou um belo susto com a minha entrada:
- Seu louco! Falei que não precisava vir. - Rindo, alta com os martinis
- Só vim verificar se tudo estava ok.
E fui caminhando em direção à ela. Ela voltou a lavar as mãos, ficando quase que de 4 na pia. Eu vendo aquilo caminhei até atrás dela. A visão no espelho dava a impressão de eu estar a pegando por trás. Vendo aquilo, fiquei mais excitado ainda e fui em direção à ela. Por trás, encoxando gostoso, ajeitei sua franja, fazendo questão de mostrar para ela que eu estava realmente com vontade de trepar com ela, e trepar ali. Ela deu uma leve rebolada no meu pau, como se tivesse sentido e gostado do que sentiu. Resolvi agir como um real cafajeste e com a mesma mão que usei para tirar o cabelo do seu rosto, desci passando-a em seus seios. Senti seus mamilos duros por baixo da blusa e um suspiro forte dela. Aquele doce perfume dela se condensava ao meu almiscarado. Minhas mãos a possuíam por trás. O barulho da torneira aberta tomava o banheiro. Ela se vira e busca a minha boca, a mordendo de leve, enquanto minhas mãos percorrem toda a extensão das suas costas. Um beijo quente, línguas se cruzando, se batendo, se acariciando. Respirações ofegantes com tom de tesão e medo de alguém aparecer. Passei minha mão por baixo da sua saia e enchi minha mão com a sua bunda. Ela me mordia um pouco mais forte a boca, quase que me arrancando sangue. A coloco sentada sobre a pia do banheiro, que era daquelas de mármore e dava um belo apoio. Sua buceta ficou na altura do meu pau. Ela me beijava me acariciando o rosto tentando me engolir. Eu, de rola mais que dura, retribuia os beijos e tentava me desvencilhar do cinto. Ela ajudava abrindo a minha calça. Aquele desejo todo e o perigo me excitava, e a ela também. Quando consegui me desvencilhar do meu cinto, a minha calça que já estava aberta foi parar nos meus joelhos. Sem parar de me beijar, ela começou a me bater uma freneticamente. Me masturbava como se quisesse que eu acabasse na sua mão. Não perdi tempo e afastei a sua calcinha inundada de enfiei meus dedos. Buceta gostosa. Toda molhada à espera do meu pau. Nesse momento já estávamos pouco preocupados com o fato de poder aparecer alguém. Tirei meus dedos e posicionei meu pau, enfiando até as bolas. Nossa excitação aumentava conforme ouvíamos as vozes fora do banheiro. Eu metendo forte, e ela se segurando nas torneiras, ou as vezes me abraçando forte me deixava louco.
Ela me olhava nos olhos, rebolando com meu pau inteiro dentro da buceta, e eu não me fazia de santo, apertando-lhe os peitos, mordendo-lhe a boca. Delícia de mulher. Invejo o marido dela por comer essa delícia todo dia. Ela gemia gostoso no meu pau. Quando tirei de dentro ela fez uma carinha de que não gostou. A puxei e a coloquei naquela mesma posição que a encontrei. Ela arqueou a bunda na minha direção, e fui gostoso naquela buceta, enfiando tudo novamente. Ela se agarrava na pia e eu me agarrava na cintura dela. Cena maravilhosa, que acabou sendo vista por duas moças que entravam no banheiro naquele momento. Assustadas acabaram voltando correndo e dando risada. Continuamos como se nada tivesse acontecido, e ela rebolando e gemendo daquela forma fazia com que o meu pau pulsasse e que meu gozo chegasse logo.
Em poucas bombadas minha porra já parecia querer estourar a cabeça do meu pau. Tirei minha rola da buceta dela e ela entendeu imediatamente o que era para ser feito. Começou a me chupar como louca até o primeiro jato de porra. Como uma boa putinha, não me deixou gozar na boca dela, mas com bastante cuidado , me lambia o corpo da minha rola, enquanto eu jorrava no banheiro. Como já tínhamos sido vistos, nos arrumamos rápido. Ela apanhou a bolsa e saiu. Eu sai logo em seguida, quase um minuto depois. Cheguei no balcão onde estávamos e ela já não mais estava lá. Pedi mais um whisky para celebrar aquela gozada da noite, e enquanto eu estava bebendo, recebo dois números de celulares. Quando olho pelo bar, as duas que apareceram no banheiro me olhavam e sorriam. Percebi a partir dali que a noite iria ser longa.

Continua...

sábado, 17 de abril de 2010

Trabalho duro

E lá estava eu para mais um dia de trabalho.Terno, gravata, cabelo amarrado e pastinha na mão para ir atender a outro cliente que precisava dos meus serviços. Bom. Ainda bem que é uma mulher dessa vez. Discutir programação com homem é muito chato.
Fiquei lá na recepção sentado e olhando os peixes do aquário, quando o telefone da recepcionista toca, e ela me diz que posso entrar. Cordialmente agradeci e me dirigi à sala da Janis.
Quando entrei na sala, tomei um susto, porque o cabelo parecia com o de uma ex minha, também chamada Janis, mas não poderia ser a mesma. Foi quando ela levantou a cabeça tirando os olhos dos papéis e olhando para mim que a reação foi imediata:
- Janis???
- Você é o tal do Dyas??? - perguntou ela com um tom assustado...
- Sou eu mesmo... Então quer dizer que vou trabalhar pra você???
- Bom...Se não quiser, pode sair por aquela porta que eu chamo outro agora...
- Ora ora...Resolveu agora me destratar é?? - Falei num tom irônico...
- Eu não, mas não tenho tempo pra brincadeiras, ou vamos trabalhar sério, ou não vamos...
- Ha ha - em um tom de deboche - se já começamos assim, melhor nem continuar...Janis foi um prazer te reencontrar, mas vou indo!!! - já num tom de aspereza
- Eu faço questão de te abrir a porta, e de preferência lembra dela, que é pra quando você passar pela frente dela, você nunca mais entrar... - Indo em direção à porta...
- Farei isso!!!
E no meio do caminho, ela tropeçou e caiu em cima de mim. Os dois foram pro chão, e ficamos deitados um olhando pra cara do outro, quando ela:
- Você não é homem nem pra poder evitar a minha queda...
- E você é tão graciosa quanto uma garça bêbada...
Nisso os dois já estavam com cara de furiosos, mas ela continuou em cima de mim
- Grosso!!
- Estúpida!!
- Cavalo!!
- Cadela!!
- Seu...Seu...Cachorro...
- Sua...Sua....Sua...
Quando nesse momento, simplesmente ao mesmo tempo, começamos a nos beijar no chão da sala, feito dois animais cheios de desejo. A pegava pelos cabelos e mordia sua boca. Minhas mãos percorriam seu corpo todo. Sentia o calor do corpo dela sobre mim. Passava a mão na bunda dela, e podia ouvir os gemidos no meu ouvido.
Foi quando ela levantou de repente e se dirigiu ao telefone, e falou a recepcionista:
- Não estou pra ninguém, e desmarque a minha agenda de hoje...E desligou, ficando quase de 4 em cima da mesa...E naquela sainha, acabou despertando realmente um tesão incrível dentro de mim. Quando ela mal desligou o telefone, eu já estava de pé, com as mãos nos seios dela, a encoxando com força por traz e mordendo a sua nuca. Pude ouvir um gemido longo nessa hora, e a senti rebolando pra poder sentir a minha pica.
- Sempre vadia como sempre, né, Janis?? - perguntei a ela bem no ouvido
Foi quando ela me jogou pra traz, e me puxando pela gravata sem falar nada, me levou até um sofá da sala e me jogou. Ela me beijou a boca, o rosto, o pescoço. E foi tirando minha gravata e minha camisa. Enquanto eu me desvencilhava do terno.
Quando ela tirou minha camisa, que quis massagear os peitos dela, mas foi quando ela levantou e falou:
- Você continua sentado, seu cachorro...
- Quem vai me impedir de levantar e te fuder como uma verdadeira puta?
- Eu!
E enfiou o salto agulha no meu peito, me obrigando a ficar quietinho sentado. Com aquele movimento, pude ver a calcinha e a generosa buceta q aquele pedaço de pano escondia. Aquilo me deixou com um tesão enorme. A minha calça já estava até apertada de tanto tesão.
Ela tirou o pé do meu peito e pegou minha gravata:
- Levanta, safado...Dessa vez quem vai mandar sou eu!!!
- Tudo bem... - Falei dando um sorrisinho...
Ela foi para as minhas costas e amarrou minhas mãos com a gravata. Mas amarrou de uma forma que eu realmente nem tinha como me desvencilhar. Ela me empurrou de volta pro sofá, e lá eu estava. De pau duro e de calça, amarrado no sofá.
- Hoje vou te mostrar o que uma mulher de verdade faz, seu pivete...Vai sofrer na minha mão...
Continuei calado, e ela começou a me beijar o peito. Desceu pra minha barriga. Começou a beijar meu pau por cima da calça. E eu só fiquei gemendo.
Ela abriu minha calça com os dentes. Foi beijando minha pica por cima da cueca.
Se levantou e beijou minha boca, e com as mãos massageava o meu caralho. Meu pau preenchia a mão dela. Estava muito gostoso sentir a mão dela nele.
- Não sabe fazer nada além disso, vadia?? - perguntei
- Eu mandei você falar??
Pegou um lenço que estava perto do sofá e o amarrou na minha boca. Não podia me mexer e nem falar. Só a observava com uma cara de mal...
Ela puxou minha cueca e começou a lamber o meu pau. Lambia como uma gatinha bebendo leite. Lambia como se fosse seu pirulito. E eu observava e gemia gostoso. Quando ela começou a colocar na boca. Começou a me chupar, e foi me chupando.
Eu sentia aquela língua no meu caralho. Ahh q delícia!!! Continuava sendo a mesma putinha chupeteira que era há anos atrás...
E mesmo delirando com aquele boquete, eu tentava me livrar da gravata.
Ela me chupava muito forte. Mamava meu pau como uma louca, até que chegou uma hora q ela falou:
- Olha prá mim, vagabundo...Olha, desgraçado...
E começou a engolir centímetro por centímetro da minha pica...
Quando ela fez isso, comecei a me debater com a gravata, até q consegui livrar uma das mãos. Tirei o lenço da minha boca, e a peguei pela nuca, ainda enquanto ela estava com a minha pica enterrada até as bolas na boca dela...
- Gosta, né, vagabunda???Gosta do sabor da minha pica, né???Agora que vc quis dar uma de dominadora, vai ver o q o pivete sabe fazer...
Tirei a boca dela do meu pau, e ficou aquele fiozinho de baba entre a boca dela e a minha pica...
- Chupa esse fiozinho, cadela...Lambe a cabeça do meu pau, vagabunda!!!Sei que você adora isso, vadia...
E ela chupou o fiozinho até chegar na cabeça do meu pau. A levantei e a joguei no sofá. Arranquei sua calcinha e enfiei minha cabeça entre as pernas dela, e comecei a chupar sua buceta. Lambi o clítores, mordi aquele grelinho gostoso. Enfiei dois dedos naquela buceta molhada e falei: - Gosta, né, vadia???Gosta da minha boca na sua buceta...Ainda tem mais, cadela!!!
Voltei a chupar muito aquela bucetinha maravilhosa, quando ela se levantou e foi pra mesa..Sentou ali em cima e abriu as pernas, me convidando a chupar mais um pouco aquela maravilha. Voltei a chupar muito ouvindo ela gemendo e pedindo mais.
Mordia aquele grelo com força, arrancando gritinhos dela. Delícia. Vagabunda...Nunca chupei buceta igual...
Me levantei, e a beijei...
- Gosta de sentir seu gosto na minha boca, né, vadia??Gostosa... Piranha... Agora vai levar pica nessa xota...
Pincelei a minha pica naquela buceta e comecei a meter bem devagar. Fui metando até que as bolas chegaram na entrada daquela xota maravilhosa.
Comecei a bombar com força. Com vontade. E ela olhando minha pica entrando e saindo da sua buceta e gemendo muito. Meu tesão ia aumentendo conforme ela gemia, e eu não parava de bombar.
Fui tirando a parte de cima da roupa dela, e deixei aqueles peitos maravilhosos à mostra. Comecei a chupá-los, morder os biquinhos. E ela gemendo muito. Tremendo de tesão com a minha pica.
Aí ela me empurrou com força. Quase caí. Ficou de 4 na mesa e falou:
- Me enraba, seu filho da puta...
Não pensei duas vezes. Dei uma cuspida naquele rabo e comecei a enfiar. Fui enfiando devagar, e a vagabunda ia jogando aquela bunda maravilhosa pra trás. Era pra entrar tudo.
Até que meu pau entrou por completo. Sumiu naquele buraquinho apertado e maravilhoso.
Comecei a bombar com força. Sem dó. Ela jogava os papéis da mesa longe e eu não parava de bombar. Comi aquele cuzinho com gosto.
Virei ela em cima da mesa, e a deixei com os peitos pra cima. Voltei a fuder a sua bucetinha. Ah q tesão! Quanto mais eu metia, mais apertadinho ficava.
Bombava com força e cada vez mais rápido, e ela gemia gostoso, me chamando de safado, de cafajeste, de vagabundo. Eu sentia meu gozo cavalgando na minha pica.
- Vou gozar dentro do seu cuzinho, putinha...
Tirei meu pau daquela xotinha e enfiei no rabo. Passou como se fosse faca na manteiga. Bombei com muita força, e minha porra chegando. Comi aquele rabo com gosto. Se comi. Fudi ele todinho, quando não consegui segurar mais meu gozo.
- Vou gozar, vadia!!!
- Goza desgraçado!!!Enche meu cú de porra!!!!
- AHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!
Dei um gemido alto e enchi aquele rabo com a minha porra quente.
Dei mais algumas bombadas naquele rabo. Sentia minha porra escorrendo pelo meu saco. Tirei minha rola daquele cuzinho e ia me preparando para colocar as calças quando ela me para, limpa todo o meu pau com alguns lenços que ela tinha e me fala:
- E porra na minha boca??Quero mais, cachorro!!!!
Se ajoelhou na minha frente e me boqueteou denovo. Me chupou muito rápido. Gemia, babava na minha rola, quando veio outro jato de porra que não pude controlar. Enchi a boca dela de tal forma que ela não conseguiu engolir tudo e deixou escorrer. Dei uma batida com meu pau na cara dela, e perguntei:
- Quando vai ser a próxima reunião, minha patroa putinha???

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Almoço comercial

Já de longa data tinha notado os olhares "mal intencionados" que aquela mulher me dava. Não importava onde eu andava pelo escritório, ela me fitava com os olhos, como que se quisesse algo. Depois de um tempo, trocamos msn e começamos a conversar enquanto "tentávamos" trabalhar.
Naquela manhã ela estava simplesmente de matar. Vestido curto por conta do calor, sandália rasteira e cabelos soltos. Veio até mim com um perfume delicioso, e por tráz, roçando os peitos sem soutien na minha nuca veio me dar bom dia, com um leve beijo no rosto. Meu pau subiu na hora, e a cada rebolada que ela dava até chegar na sua mesa, sentia uma pulsada forte da minha rola. Mas sempre parti do princípio que "Onde se ganha o pão, não se come a carne".

Ela entrou no msn e me deu bom dia de novo, mas mandando um daqueles emoticons animados de uma garota fazendo um generoso boquete. Eu olhei para ela por trás do meu monitor e ela sorrindo continuou digitando. Fui olhar na tela e ela me pedia desculpas, e que não tinha sido a intenção, que seu dedo tinha escorregado.

Eu comecei a rir na hora, e me levantei para beber água, e de propósito levantei parte da minha camisa, mostrando minha calça com um volume na região da cintura.
Quando retornei, li no meu msn:
- Ah!!Eu quero halls, me dá?
- haha Não é halls
- Mesmo assim eu quero esse que está no seu bolso...

Eu olhei de novo para ela, e ela dessa vez sorrindo, mas mordendo os lábios, continuava a digitar:
- Se não é halls é o que?
- Se eu te contar acaba todo o segredo.
- Danadinho você, hein? Vai me deixar curiosa?
- É o troco por aquele emoticom que me enviou. rs
- Qual esse?
E ela me manda outro emoticom, mas dessa vez, mandou um de um casal se pegando de 4. Nessa hora, meu pau já estava realmente quase para estourar. Tentei trabalhar por um tempo e quando reparei o relógio, já estava perto da hora do almoço. Quando vi que teria 1 hora pela frente sem nada pra fazer, decidi levantar e chamá-la para almoçar.
Cheguei na mesa dela, e ela estava lá, sentada, pernas cruzadas, vestido subindo pouca coisa por conta da posição, um decote generosíssimo quase fazendo com que seus seios saltassem para fora. Vendo aquela cena, fiquei muito mais excitado aquela hora. Coloquei minhas mãos nos seus ombros e falei:
- Vamos almoçar, moça?
- Hmmmm... Pedindo assim com essa massagem eu vou pra onde vc quiser.
E se encostou em mim. As suas costas roçaram o meu pau, e a visão dos seus peitos dali realmente ficou maravilhosa. Ela sentindo meu caralho duro, se levantou, pegou a bolsa e fomos.
Apertei o botão do elevador, e como já era de se esperar naquele momento, o elevador começou a demorar muito para chegar. Até que ela:
- Que tal irmos de escada?
- Tá louca? 9 andares!?
- Vamos, vai.. Fazer um pouco de exercício... - E me olhou com uma cara de tarada que foi realmente impraticavel dizer não.
Fomos para a escada e descemos 2 lances. Qdo chegamos numa área entre andares, ela me pediu halls de novo.
- Não tenho halls, quer ver?
- Ah!!Tenho certeza que vc tem. Seu bolso está muito cheio! Vou te revistar!
E como uma louca veio para cima de mim, desabotoando minha calça. E pra que fugir daquele assédio? Começamos a nos beijar loucamente na escada enquanto ela me baixava a calça e a cueca e começava a me masturbar. Resolvi sentir a calcinha daquela deliciosa mulher na minha mão, e para minha surpresa, ela estava sem calcinha. Já pronta para o pecado. Me abaixei na frente dela e a coloquei contra uma parede e comecei a chupá-la. Lambi aquela buceta gostoso, sentindo seu liquido na minha boca e suas mãos na minha cabeça, querendo que eu chupasse mais. Joguei uma das suas pernas no meu ombro para poder chupar inteira aquela buceta. Que grelinho gostoso daquela mulher. Ela gemia baixo, mas fazia questão que eu ouvisse que estava adorando aquela safadeza no prédio.
Depois de um tempo ela tirou sua perna do meu ombro, me puxou pra cima e me deu um beijo, voltando a pegar no meu pau. Foi me beijando, descendo pelo meu pescoço, pelo meu peito, minha barriga, até encher a boca no meu pau, que chupava maravilhosamente. Eu via a cabeça do meu pau lustrosa e brilhando de saliva, enquanto ela me punhetava e lambia meu saco. Ela me chupou deliciosamante bem, deixando meu pau todo molhado de saliva. Depois daquele boquete muito bem feito, ela se levantou e apoiou com as mãos numa parede e falou:
- Vem, gostoso... Me fode...
Eu já tinha entendido o recado antes mesmo dela falar qualquer coisa. Levantei o vestido e deixei aquela bunda redondinha desnuda. Pincelei o rego da sua bunda e desci com a minha rola até encaixar naquela buceta quente e apertada. Fui metendo gostoso, enquanto ela tocava uma siririca. Segurei aquela cintura com força e socava gostoso. Sentia seus dedos batendo no meu pau. Aquilo me excitava e muito. E ela parecia adorar aquele gosto de sexo. Passava os dedos na buceta, e vinha com eles na minha boca, para que nós dois pudessemos lamber e sentir aquele gosto delicioso.
Aquele vai e vem delicioso só estava me fazendo ter uma vontade. Jorrar toda minha porra no corpo todo daquela mulher deliciosa. Ela anunciou gozo logo, e rebolando no meu pau, tremia e me apertava a rola com a buceta. Eu, por minha vez, me segurava, para ter aquele mulherão tendo aquele belo orgasmo no meu cacete. Ela mal conseguia falar, e eu socava com vontade minha pica, enquanto ela tinha um orgasmo atrás do outro.
Depois de ter aquela onda toda de orgasmos, ela se virou, tirando meu pau da sua buceta e se ajoelhou de novo no meu pau, e voltou a me chupar. Mas me chupou muito mais forte que no começo. Ela punhetava, chupava a cabeça, massageava minhas bolas. em um dado momento fechei meu olho e já nem sabia onde eu estava. Quando percebi, ela estava com o nariz batendo na minha barriga. Engoliu com vontade o meu pau e eu não conseguia falar mais nada... Apenas gemia, balbuceava, sentia minhas pernas bambas, até que não aguentei e gozei. Jato atrás de jato, eu ia jorrando na boca daquela delícia, enquanto ela, como se mostrando uma boa vadia treinada, foi engolindo gole a gole. Até mesmo aquela gotinha que acabou escorrendo pelo canto da boca, ela fez questão de beber, usando meu pau para limpar.
Nos vestimos, depois daquela onda de tesão violenta pela qual passamos, nos beijando e prometendo um replay de tudo isso. E cada repetição realmente foi cada vez mais e mais gostosa.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Realizando sonhos

Certa vez li em um desses fóruns eróticos um desejo de uma conhecida que eu tinha há um tempo que a vontade dela era de ser abordada durante o sono por um misterioso visitante. Achei super interessante essa fantasia dela e um dia resolvi colocar em prática. Como morávamos em uma cidade pequena do interior, não havia o mínimo problema em se deixar as janelas abertas durante as noites quentes de verão.
Aquela noite estava realmente propícia. Lua cheia num céu forrado de estrelas e um tempo bem ameno. Durante à tarde eu já tinha me preparado, e comprei um chapéu, uma capa e uma máscara bem no estilo Zorro. E à noite fui ser o "desconhecido" fazer aquela visita.

Pulei o muro baixo da casa, com todo cuidado para não fazer barulho e cheguei até a janela. Ela estava lá, dormindo, vestindo uma camisola semi-transparente vermelha, como se já estivesse esperando essa inusitada visita. Pulei a janela e entrei no quarto. Ela se mexia lentamente, como se já estivesse tendo deliciosos sonhos. Me sentei ao lado da cama e comecei a passar a mão pelas suas panturrilhas... Subindo para as coxas... E ela soltava leves gemidos, como se o sonho dela se encaixasse perfeitamente àquela situação.

Com todo cuidado para que ela não acordasse, comecei a passar a mão de leve na sua buceta, e percebi que realmente os sonhos que ela estava tendo eram realmente muito deliciosos. Sentia a sua calcinha molhada nos meus dedos, e sentia que ela ia se entregando aos poucos sentindo as minhas carícias. Ela deitada de bruços, rebolava de leve, sentindo na real aquilo que estava sonhando. Quando em um momento, ela se virou. Pensei que tivesse acordado, mas continuou dormindo e com um belo sorriso no rosto. Tirei o chapéu e deixei ele de lado na cama, e comecei a beijar sua buceta por cima da calcinha, já completamente encharcada. Aos poucos o que eram beijos, foram se transformando em lambidas, e o que antes estava entre minha boca e seu grelo durinho agora já estava de lado, deixando aquela buceta toda raspada à mostra.

Continuei lhe chupando, e ela gemia, cada vez mais, quando num certo momento, senti a sua mão na minha cabeça. Olhei para ela, e ela estava abrindo os olhos. Semi dormindo, semi acordada me perguntou gemendo com a minha boca lhe possuindo:
- O que você está fazendo aqui!?
Me levantei e fui com a minha boca bem perto dela, e lhe beijando o canto da boca disse:
- Você me trouxe aqui. Faço parte do seu sonho.
E lhe beijei a boca sendo retribuído com muita vontade. Enquanto lhe beijava, dominei sua buceta com meus dedos, que enfiava devagar e com o polegar acariciava seu grelo.
Em pouco tempo só estava de máscara, e ela toda nua. Beijei aquele corpo corpo nú por completo, e ela se remexia na cama, adorando cada vez que a minha boca tocava seu corpo quente.

Voltei-me a chupar aquela buceta encharcada deitado ao lado dela, quando sinto a boca quente e úmida dela me engolindo. Ela chupava meu pau de um jeito todo especial, me fazendo sentir a sua saliva quente por toda a cabeça já super inchada.

Ficamos naquele delicioso 69 até que senti ela se estremecendo inteira e apertando meu pau com as mãos e com a boca. Sentia ela gozando e muito na minha boca. Mas mesmo assim, não largava do meu pau, que chupava e sugava com incrível vontade à cada onda de orgasmo que tinha. Tirei meu pau daquela boca maravilhosa e me deitei ao lado dela, onde a peguei de ladinho. Rocei meu pau na sua bunda, e ela me chupava os dedos, como se fosse o meu pau. Até que posicionei e enfiei minha rola que já estava brilhando de tão dura. Ela gemeu forte, e empinou ainda mais aquela bunda, para que meu pau entrasse por completo. Enfiava com gosto meu pau naquela buceta, e ela apertava minhas mãos contra seus seios, tentando me beijar de lado. Nossas línguas se cruzavam como espadas se degladiando, enquanto nossos corpos iam de encontro um ao outro.

Aos poucos fui me deitando sobre o corpo dela, e com ela de bruços continuei aquele delicioso movimento, mas agora podendo enfiar tudo o que eu tinha direito. Ela jogava aquela bunda maravilhosa contra o meu pau, querendo tudo. E eu correspondia, enfiando tudo o que ela merecia. Eu olhava para o meu pau e ele estava bem molhado com aquele liquido delicioso da sua buceta.

A puxei, e sem tirar de dentro a coloquei de 4. Puxando pela cintura, eu metia cada vez mais forte, e ela rebolava gostoso na minha pica. Cada estocada que eu dava, sentia ela mais e mais apertando os lençóis da cama, que a essa hora já estava praticamente como nós dois. Desnuda e completamente molhada de suor e sexo.

Não demorou muito para que começasse a sentir o meu gozo chegando aos poucos. Cavalgando pela minha rola para jorrar gostoso naquela buceta. A peguei forte pela cintura e comecei a enfiar com muito mais vontade. Ela correspondia jogando sua bunda contra o meu corpo também com vontade de sentir toda minha porra a possuindo por dentro. E sentia que ela também estava próximo a mais um orgasmo.

Poucas estocadas depois, senti que não mais conseguiria segurar, e gozei tudo o que eu tinha direito naquela buceta. Ela estremecia, gemia, rebolava, se contorcia, até que cansada com aquele orgasmo tão intenso se desfaleceu, e caiu num sono profundo. O mesmo sono que a encontrei.

No dia seguinte, visitei aquele mesmo fórum, e ela estava comentando sobre seu "sonho" e mandou um aviso ao seu visitante misterioso:
- Sei que você faz parte dos meus sonhos, mas esqueceu seu chapéu aqui. E hoje vou dormir cedo, viu?