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domingo, 6 de junho de 2010

Brincando no Playground

Nas minhas andanças pelo mundo, acabei morando em um prédio com uma história particular. Algumas senhoras detentoras de informações gerais do prédio me alertaram de certa loira que vez ou outra saciava seus desejos ali, no saguão do prédio. Resolvi ficar mais atento e não sofrer o tal perigo de ser pego por uma loira tarada a qualquer momento no prédio.

Numa bela noite, eu estava retornando depois de um dia longo de trabalho. Terno, gravata já frouxa, pasta. A noite já fazia com que as ruas e o meu prédio ficassem completamente desertos. Resolvi descansar um pouco sentado em um dos bancos que havia no térreo do prédio antes de voltar ao meu apartamento e ter que ajeitar o pouco da baderna que tinha ficado na noite anterior. Sentado no meio daquela penumbra, mal pude perceber o casal que estava se pegando no meio do playground. Deixei minha atenção voltada a eles, e percebi ser a tal loira que as fofoqueiras do prédio citavam, Regina.

O casal estava se beijando loucamente sentado em outro banco. Continuei por ali observando e descansando. O rapaz a tomava nos braços de forma firme, e ela se derretia a cada movimento dele. Os beijos eram completamente sensuais, com dedos passando pela boca, mordidas no pescoço, línguas se encontrando fora das bocas. Admito que assistir àquele casal brincando daquela forma me deixou pra lá de excitado.

Continuei ali, sentado na minha, só de expectador, até que num momento, o rapaz afastou uma das alças da blusa que ela vestia e começou a chupar seus seios fartos. Ela, acariciando a cabeça do rapaz, acabou notando a minha sorrateira presença ali perto, e fixou o olhar em mim, enquanto recebia as carícias de seu companheiro. Regina não é do tipo de mulher de se jogar fora. Loira, seios fartos, bunda gostosa, toda feita para o pecado. Estava em uma blusinha leve, e vestindo uma saia, que me permitia ver-lhe a calcinha clara que usava, ainda mais agora que sabia que estava sendo observada, abria as pernas na minha direção, me mostrando o quanto estava molhada com aquela situação.

Eu estava bem excitado em ver aquilo. Nunca tinha ficado de vouyer, mas só o pouco daquela situação já mostrava o quão bom poderia ser. Continuei na minha ali, e ela se contorcia com a boca do seu companheiro nos seus seios. Ela pareceu comentar algo em seu ouvido, e ele, olhando para trás também me viu, e começaram a deixar as coisas ainda mais quentes. Ele enfiou a mão por baixo da saia e começou a lhe tirar a calcinha. Ela, me olhando fixa, apoiava-se com as mãos no banco e se ajeitava, com seu companheiro se abaixado para chupá-la. Ela continuava me olhando fixamente nos olhos, enquanto seu companheiro se ajoelhava na sua frente. Ela abria bem as pernas, o deixando livre para chupar sua pequena buceta, toda depilada.

Ao primeiro toque dele, Regina simplesmente se derreteu, jogando a cabeça para trás e soltou um gemido que consegui ouvir de onde eu estava. Aquilo me deixou com muita vontade de participar da festa, tanta vontade que comecei a me acariciar por cima da calça. Ela percebendo aquilo, começou a brincar com os próprios dedos, e, os enfiando na boca, simulava um boquete. Ela me olhava direto nos olhos, e engolia os dedos por completo, me mostrando do que ela era capaz.

Cansado daquela brincadeira de longe, decidi me levantar e pouco me importar se o seu companheiro iria precisar de ajuda. Fui caminhando em direção aos dois, e ela animada, sorria, enquanto seu amigo não parava com a cabeça entre suas pernas. Quando cheguei ao lado dela, ela passou a me olhar, com muito mais desejo e vontade. Arfei-lhe os cabelos e lhe beijei a boca. Ela gemia na minha boca se derretendo toda ao perceber ser dominada por dois ao mesmo tempo.

Nossas línguas se uniam com um tesão completamente louco, enquanto seu amigo não parava um só minuto de lhe chupar a bucetinha. Ela gemia, completamente perdida. Sem saber a quem dava atenção. Eu, como um caçador nato, não poderia simplesmente pegar leve com ela só por estar a dividindo, e durante nossos beijos, eu tomei um de seus seios com a mão. Enchi minhas mãos e a massageava, com seus mamilos vez ou outra se perdendo entre meus dedos. Ela não se agüentava com aquele tesão todo, e se segurava no banco como se quisesse tirá-lo de lá.

O lugar, a mulher e a situação me deixava louco. Tirei meu pau de dentro da calça e puxei sua mão para ele, que, com vontade, começou a me bater uma punheta forte. Meu pau pulsava na sua mão, e a cada ação mais intensa do seu amigo, ela me punhetava ainda com mais vontade. Tirei minha boca da dela, e pude ver que eu estava com uma visão privilegiada do seu companheiro lhe chupando. Fiquei a olhando receber aquele oral, e punhetando minha rola, enquanto ela olhava meu pau lambendo os lábios. Notei que ela queria toda minha pica. Cheguei perto e ela me abocanhou, me puxando pela bunda para perto dela, enquanto acariciava as costas do seu companheiro. Sua boca deslizava pela minha rola de forma deliciosa. Ia e voltava, deixando minha rola toda molhada, da cabeça até perto das minhas bolas. Seu amigo se levantou, e me olhando disse:

- Essa vadia chupa bem, não?

- E como, amigo! Chupa muito bem!

- Tô afim de experimentar essa boca no meu cacete também, mas ela parece que não quer largar o seu.

- Que é isso, Rafael! Tem pra todo mundo! Tira esse cacete que te chupo gostoso também! – Disse ela 
tirando meu pau da sua boca.

Ele tirou também seu pau pra fora, e espalhando toda a saliva que deixou na minha rola, me punhetava, enquanto chupava seu amigo Rafael, que, sem problemas, conseguiu engolir o pau dele inteiro. Ela olhava para os dois parecendo criança com seus brinquedos na mão. Revezava os boquetes de forma magistral, sem deixar nenhum deles ficar seco. Ora tentava engolir minha rola toda, ora chupava e mordia o pau do Rafael. Já mal nos preocupávamos com onde estávamos e quem poderia aparecer. Só queríamos mesmo era dar um belo banho de porra naquela vadia.

Ela saiu do banco de onde estava sentada e se abaixou para poder chupar os dois melhor. Batia com o pau dos dois na cara, voltava a chupar um com vontade, punhetava o outro com gosto, ela mostrava que queria leite, e gozava com aquela situação que agora se mostrava completamente deliciosa.

O Rafael sentou no banco e ela entendeu o que deveria ser feito, e, encaixando a rola dele na sua buceta, foi se sentando de costas, segurando meu pau com força, sentindo o pau dele entrando quente. Deu umas duas reboladas no pau dele e voltou com a boca no meu caralho. Ela babava como louca na minha rola, subindo e descendo sendo ajudada pelas mãos do Rafael. Mordia meu pau, cheia de volúpia, não deixava nem o meu saco sem o brilho da sua saliva, lambendo e chupando as minhas bolas.

Os gemidos da Regina eram abafados pela minha rola lhe tomando a boca inteira. Ela chupava o meu pau e passava o dedo no grelo, sentindo a rola do Rafael lhe enchendo a buceta. Aquele boquete estava intenso, mas eu queria também sentir aquela bucetinha. Dei um toque no Rafael pra gente trocar, e ele atendeu prontamente. Deitei-me no banco, e ela feio por cima cavalgar com a buceta no meu pau. Enquanto ela cavalgava, não deixava de dar atenção ao pau do Rafael, que lambia, chupava, mordia. Ela se sentia toda poderosa ao ver que tinha dois machos à sua disposição.
Meu pau enchia a buceta dela completamente. Ela gemia forte sentindo minha rola grossa a invadindo, gemidos esses que passaram a ser abafados pela pica do Rafael. Ela rebolava com vontade. Eu sentia minha pélvis de encontro a dela, enquanto ela não parava um só momento de chupar a rola do Rafael. O tempo estava bem quente ali entre nós três, quando ela resolve sair do meu pau e ficar de quatro em cima do longo banco perguntando:

- Quem vem fuder o meu cuzinho, hein? Tô querendo ser enrabada agora.

Eu olhei para a cara do Rafael e ele sorriu. Dei-lhe a preferência e fui para a boca da Regina, dando minha rola novamente para ela se deliciar boqueteando, enquanto o Rafael socava a sua rola no cuzinho. Ela quase arrancou meu pau com os dentes quando a rola do Rafael entrou no seu rabo. Ela gemia tendo seu cuzinho invadido e sua boca cheia. O Rafael dava tapas firmes na bunda da Regina. Ela gemia mais forte, e me chupava mais, lambia o corpo todo da minha rola, lambia as bolas, me chupava como uma perfeita vadia.

Eu queria naquele momento judiar daquela loirinha gostosa. Deitei de novo no banco, ela entendeu, e, tirando a rola do Rafael do seu cuzinho, sentou na minha pica fazendo-a desaparecer. Rafael, como se estivesse lendo meus devassos pensamentos, se pôs atrás dela e, posicionando novamente a rola no rabo dela, começou a enfiar. A buceta dela passou a ficar mais apertada que o já era antes de eu senti-la pela primeira vez. Ela tremia, desesperada, sentindo uma rola grossa na buceta e outra no rabo. Seus gemidos acabaram se transformando em berros, berros esses que tive que tapar a sua boca para não sermos surpreendidos por algum porteiro querendo saber o que acontecia.

Nossos corpos se mexiam com ela, pequena e deliciosa ao meio, gemendo, indo e voltando, dando conta dos dois, um no seu rabo, outro quente na buceta. Gozando como louca, lágrimas escorriam do seu rosto e caiam no meu pescoço. Tanto eu, como o Rafael metíamos com vontade nela, que, perdida, me apertava os braços a ponto de fincar as unhas na minha carne.

- Rafa! Quero provar desse cuzinho também. Vamos trocar de posição, amigo!

- Opa! Com certeza! Arromba o cuzinho dessa putinha, porque ela merece!

- Calma lá, negão! Vc vai me rasgar no meio com essa rola!

- Quietinha, vadia. Você é nossa, e vai sentir minha rola no teu cuzinho sim.

Ela ouvindo minhas palavras ficou caladinha e foi se ajeitando na rola do Rafael, que deixava-a bem ereta. Ela foi se ajeitando, de olhinhos fechados, sentindo a pica do Rafael entrando toda, e tremendo, me viu caminhando para trás dela. Dei um tapa forte na sua bunda, que foi seguido de um gritinho, e me posicionei. Ajeitei minha rola no seu rabinho agora bem fechado e comecei a forçar. Ela se segurava como podia, enquanto a minha rola entrava mascada naquele rabinho pequeno e apertado.

Quando a minha cabeça conseguiu passar, ela ofegava como louca. De respiração pesada e profunda, tentava relaxar o rabinho, enquanto eu penetrava de pouco em pouco. Depois de um tempo vi minha rola sumindo na sua bunda, o que me fez ter mais e mais vontade de ir e voltar gostoso. Nós três estávamos descontrolados naquele playground. Perdemos a noção do barulho e do perigo, quando começamos a gemer alto. Eu já não estava mais agüentando aquele tesão todo e sentia vontade de esporrar. O Rafael também não dava sinais de que agüentaria muito tempo. Quem já tinha gozado umas cinco vezes era a Regina, que agora já se mexia, querendo mais das nossas rolas.

Eu já estava para gozar quando decidi tirar minha rola de dentro do rabo dela. Ela ofegante me olhava já querendo tomar o seu banho de porra. O Rafael, quase no mesmo momento, a tirou de cima dele e ficou do meu lado. Ela se ajoelhou na nossa frente olhando para a nossa cara com aquela carinha de cadela pedinte, e vez ou outra passava com a língua ou na cabeça da minha rola, ou da rola do Rafael. O Rafael acabou gozando primeiro, e lhe deu um belo banho de porra. A cada jato que ele soltava ela tentava acolher com a boca, mas escorria pelo seu rosto, pingava nos seus seios. Eu estava perto de gozar, e enquanto ela espalhava a porra do Rafael pelo seu corpo, a puxei pela cabeça e coloquei a minha glande inchada dentro da sua boca. Ela, gulosa, foi engolindo meu caralho inteiro. Não demorou muito para que eu me acabasse na sua boca, gozando como um louco, de olhos fechados, com ela me chupando como louca e tirando gota a gota de porra do meu pau.

No final de tudo, olhamos uns aos outros e rimos, nos apresentando, afinal apenas nos conhecíamos de vista, e trocamos, claro, os números dos apartamentos. Fui para meu apartamento bem mais relaxado, e com promessa de quero mais, com a deliciosa Regina.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Presente de aniversário - Parte 3

Cansados, empapados de suor e gozo e ainda cheios de tesão. Essa era a cena que se via entre eu e aquela mulher, que mesmo depois de tudo, tinhamos um pouco de gás para mais uma. Meu amigo não aguentou o pique da garota e acabou caindo no sono. Ela punhetava minha rola ainda melada de porra e saliva me beijando a boca. Eu retribuia, lhe massageando os seios. Difícil não saber o que estava melado de gozo meu, gozo dele, gozo dela, saliva, suor. O sol fora de casa já demonstrava que iria se por, e a gente naquela pegação sem fim. Minha rola não dava sinais de que iria cair, e isso a deixava mais louca.
Continuou me punhetando e lambendo a cabeça do meu pau. Aquela língua quente me deixava realmente louco, querendo comer mais aquela gostosa. Ela ainda tentou acordá-lo, chupando seu pau enquanto ele dormia, mas sem sucesso. A briga estava realmente entre nós dois, já que meu amigo literalmente desmaiou.
Continuamos aquela nossa guerra em tentar fazer o outro cair. Ela, me punhetando e lambendo a cabeça do meu pau, meu saco, meu corpo, e eu a massageando os seios, tentando buscar sua xotinha. Como estávamos morrendo de calor, não só pela nossa situação, mas como também por conta do dia abafado, decidimos ir ao banheiro tomar um banho, prometendo um ao outro uma pequena trégua. Chegando lá, ligamos o chuveiro e começamos a nos banhar. Ela vendo minha rola, ainda dura como pedra, resolveu quebrar nosso tratado de paz:
- Você me deu um presente delicioso! Nunca tinha transado com um negro! Agora toma... Presente pra você!
E se apoiando na pia levantou bem a bunda e abriu as pernas. Eu estava me ensaboando quando vi a cena e ouvi. Larguei o sabonete e fui para cima dela, ensaboado mesmo. Quando comecei a meter, ela me joga o cabelo de lado e diz:
- Gostou do meu cu, né negão? Sabia que adoro me masturbar com frasco de desodorante? Só assim prá sentir um pau do tamanho do seu. Me fode, preto gostoso.
Ouvindo aquilo, me senti na obrigação de fazer aquela linda vadia gritar com a minha rola enfiada até as bolas no seu rabo. Eu só não sabia de onde saia tanta disposição. Aquela mulher sabia trepar bem e muito! Enfiei a cabeça do meu pau no rabo dela e o resto passou fácil. Ela comprimia minha rola dentro do seu cu, e na ponta dos pés gemia.
- É isso que você quer, tesuda? Quer minha rola inteira nesse seu cu arrombado, é?
- Isso filho da puta! É isso que eu quero! Me arromba mais! Quero não aguentar sentar, negão gostoso!
E resolvi atender ao seu desejo, a pegando forte pela cintura com uma das mãos, a outra puxando pelo cabelo e minha rola entrando e saindo daquele rabo. Sua bunda batia na minha pélvis fazendo barulho de palmas. Quanto mais barulho fazia, mais eu queria, e ela também.
Começamos a meter forte. Muito forte. Tão forte que já estávamos quase urrando naquele banheiro. Estávamos berrando tanto, e nossos corpos se batiam tanto que meu amigo acordou. Foi até o banheiro para ver o que estava acontecendo e deu de cara com a cena dela sendo fodida mais uma vez por mim. Ele encostou na porta do banheiro e ficou olhando, enquanto ela mal conseguia falar, e eu, mordendo os lábios, socava sem parar naquele rabo.
Não demorou muito e senti nas minhas pernas o líquido dela escorrendo. Eu via os jatos que ela soltava, e mesmo assim eu não parava. Ela na ponta do pé gemia como louca, rebolava, jogava a bunda pra traz. Não demorou para o meu amigo começar a bater uma vendo a cena. No momento ela só tinha olhos para mim, que olhava para a minha cara, abrindo bem a bunda para que eu olhasse minha pica entrando e saindo do seu rabo. Meu amigo foi ficando um pouco nervoso com isso e a juntou pelos cabelos, a fazendo engolir toda a rola dele numa vez só. Ela engasgou tamanha a violência que ele a pegou. Mas, como boa puta que era, aceitou numa boa a rola dele na garganta e começou a chupar, sendo puxada pelos cabelos por ele. Nem por isso parei de socar minha pica toda no seu rabo. Naquela hora, ela estava realmente sendo possuída por 2 homens. Ela não tinha ação. Tinha se transformado em uma bonequinha de luxo.
Minha rola grossa não parava naquele rabo por nenhum instante. Eu queria encher aquele cu de porra. Meu amigo a puxava a cabeça com força e vontade. Não parava. Ela gemia completamente engasgada com a rola dele. Ela tentava tirar a cabeça, ou me empurrar e não tinha como. Mordia o pau do meu amigo e ele respondia com um tapa forte na cara, tentava tirar o cu do meu pau e tomava um outro tapa na bunda. Em pouco tempo, mais uma vez ela já estava molhando o chão de novo, gozando mais uma vez com aquela surra que estava tomando. Tirei minha rola um pouco do seu rabo e meti na sua buceta. Ela estava tão sensível que na hora que coloquei, ela deu um pulo. Enfiei minha rola por completo na sua buceta, e ela tentava gemer, mas era abafada pelo pau do meu amigo, que ele, sem perdão, usava a boca dela para bater uma punheta.
Meti mais um pouco naquela buceta quente e super encharcada. Nesse momento já nem lembrávamos mais o que era chuveiro. Metendo do mesmo jeitinho que eu enchia o seu cu, soquei sem perdão minha rola naquela xota. Olhei no banheiro e vi o meu desodorante e pensei em fazer uma sacanagem. Peguei o vidro e comecei a forçar no seu rabo, que foi aceitando numa boa receber a minha rola e o objeto roliço da mesma grossura do meu pau. Ela entrou em êxtase. Seus 3 buracos completamente preenchidos. Ela rebolava no meu pau devagar. Sentia dor, mas queria tudo. Sua buceta daquele jeito ficou muito apertada. Eu delirava com aquilo. Meu amigo passou a receber um boquete tão forte que já nem usava as mãos, e ela tremia.
Ficamos naquela durante um tempo, até que ela, tirando o pau do meu amigo da boca, falou:
- Se..seus filhos da pu...pu...puta... Vou gozar!!
E nisso me veio um outro jato tão forte que me banhou completamente as pernas. Depois dessa gozada tão intensa ela bambeou. Tirei o desodorante do cu dela, tirei meu pau e ela ajoelhou na nossa frente. Ficamos batendo uma na frente dela, e ela, querendo retribuir, mas sem forças alguma depois daquela gozada chupava um pouco um, depois o outro, tentava nos ajudar na punheta, até que nós dois começamos a gozar. Vários jatos de porra voaram em direção a ela, que tentava pegá-los com a boca, com as mãos, com o corpo.
Depois disso, tomamos um banho e fomos nos vestir. Aquela tarde realmente foi alucinante! Será que ela vai me chamar como presente de aniversário de novo?

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A festa do Marcos

Eu estava preparando mais um texto para publicar quando recebo um telefonema. Não é incomum eu receber ligações, ainda mais num sábado, mas essa era realmente bem tentadora, que me fez largar a tudo e aceitar o convite. Meu amigo Marcos estava me chamando a uma festa, dizendo que iria fechar um bar só para ele e os amigos. Não titubeei, afinal, Marcos era homossexual e uma das perguntas que fiz foi:
- Suas amigas hétero estarão lá?
- Claro, né, bobinho! Por que acha que estou te chamando? Inclusive, convidei aquela que adora os teus textos!
Larguei tudo na hora, tomei um bom banho e fui. Afinal, uma viagem à praia realmente pode ser demorado. Cheguei ao lugar da festa e ela já tinha começado. Um brutamonte na portaria pedia o nome de todos que tentavam passar. Apenas disse o meu, e ele, cordialmente, saiu do meu caminho. Quando entrei senti o clima sexy no ar. Como a festa era exclusivamente homossexual, elas não se preocupavam com posições, nem tampouco vestimenta. Todas estavam deliciosamente bem vestidas. Um garçom de sunga e gravata borboleta me serviu um drink logo na entrada e me fitou de cima abaixo. Agradeci, e em dois passos que dei, fui avistado pelo Marcos, que fez uma enorme festa quando me viu:
- DIDI! – Disse ele aos berros. Com isso, todos olharam para a minha cara, e eu, sem vergonha como sempre, nem me preocupei com o circo.
- Fala Marcão!!! Trouxe isso para você.
- Danadinho. Não precisava de presente não! Venha! Tenho um lugar especial para você aqui!
- Opa! Você sempre bastante prestativo! Até mesmo quando está dando a festa!
- Sou prestativo quando dou qualquer coisa, meu bem. E aquele bofe amigo seu que você disse que iria me passar o telefone?
- Xiii! Ele está viajando agora. Disse que ia à Grécia resolver uns pepinos por lá. Mas não vai demorar muito a voltar.
Nosso papo ainda continuou por mais alguns minutos, e percebi que nesse meio tempo algumas moças ficaram bem desanimadas, e alguns rapazes abriram um sorriso. Falei ao Marcos que iria ao banheiro e que já voltava. Chegando lá, notei que o clima da festa estava como o diabo gosta. Dois caras estavam se beixando e trocando carícias por cima da calça. Fui ao mictório ao lado deles e comecei a mijar. Os dois olharam para o meu pau e o mais descarado me disse:
- Não quer participar da festa, gatinho?
Eu, com um sorriso simpático na cara disse:
- Obrigado. Dessa festa eu não faço parte. Mas divirtam-se!
Sou hétero, mas não sou idiota. Se existe algo que gays conhecem mais do que homem é mulher. Qual mulher gostosa e fogosa não tem um amigo gay? E então porque não ser amigo de um cara gay? Uma grande parte das amigas de Marcos estava por lá. Quando retornei, pude notar os olhares femininos, que antes eram de puro descontentamento, me fitando de cima a baixo. Marcos estava no meio do salão dançando freneticamente com seus amigos. E eu com um tesão enorme vendo aquelas mulheres deliciosas, com decotes que mostravam a falta de soutien e saias tão curtas que mesmo com o mais apertado cruzar de pernas, deixavam aparecer a calcinha, isso sim, as que estavam usando uma. M sentei à mesa e ouvi uma voz feminina dizendo:
- Então você é o Tifudyas?
- Esperava alguém mais alto?
- Não... Você está na medida... Ana, muito prazer...
- Essa parte do prazer podemos deixar para mais tarde, não acha?
- Depende. Quer ter um bom tema para poder escrever?
Sorri, e bebi mais um gole daquela batida doce, mas podia notar que era extremamente alcoólica. Me aproximei dela, e aquele perfume delicioso me tomou por completo. Continuamos aquela conversa mais ao pé do ouvido, com algumas mulheres encarando a Ana, outras me encarando, outras encarando os dois. Não pude negar que aquilo começou a me excitar e muito. O fato de ser o único pau utilizável para mulheres me deixou realmente louco.
Resolvemos ir dançar. Larguei meu copo, e, seguindo a Ana, fomos à pista. Impossível eu manter meu pau sossegado com aquela mulher. Ela estava num vestido vermelho de seda super curto, que deixava as poupas da sua bunda à mostra, e um belo decote até próximo ao umbigo. Ela sim, estava para o pecado. Ficamos dançando com ela passando a bunda no meu pau, se esfregando gostoso, e eu retribuía, passeando com as mãos pelo se corpo por cima daquele tecido leve. A dança foi seguindo realmente quente. Minhas mãos subiam de suas coxas até próximo seus seios. Sua bunda roçava o meu pau, e a cada movimento, seu vestido subia um pouco mais. Sua dança ia me deixando completamente alucinado quando uma segunda mulher me puxou. Não sei se para fazer ciúmes para a Ana, começou a dançar de forma ainda mais quente, juntando sua cabeça com a minha. Eu a puxei e deixei sua buceta bem pressionada contra o meu pau. A Ana me veio por trás, não querendo perder o parceiro de dança, e começou a passar os peitos nas minhas costas. A briga estava realmente maravilhosa, e eu me divertindo com aquelas duas, até que num momento, sinto uma mão próxima ao meu pau, e vejo a moça à minha frente dando um gemido leve. Quando percebo, uma terceira moça, também super excitada com aquela nossa dança, começou a “dançar” com a mulher à minha frente lhe passando os dedos na buceta. Aquilo me deixou com muita vontade, e puxei a mão da Ana para o meu pau. Ela, dançando, segurou com força, e me bateu uma punheta por cima da calça. A festa estava realmente quente. Já se via casais se acariciando por cima da roupa em todos os lugares, e eu, sempre eu, decidi que aquela festa precisava de mais calor.
Com a mão da Ana no meu pau, peguei a moça que estava à minha frente e a puxei com vontade. Agora ela tinha suas mãos lhe acariciando. Fazendo um sanduíche nela, puxei a terceira e lhe dei um beijo. Um beijo quente, molhado, com as nossas línguas se tocando no ar. Isso fez com que ela também buscasse o meu pau. Eu não contente, na moça da frente, comecei a lhe massagear os seios. Ela gemia gostoso na minha orelha sendo acariciada pelos três. Mas como eu disse, queria esquentar de verdade a festa.
Pouco me preocupando com o pessoal da festa, abri minha calça e tirei meu pau pra fora. Ali, no meio do salão. As três olharam para mim, e logo depois para o meu pau, com uma cara de medo e de tesão ao mesmo tempo. A Ana disse ao meu ouvido:
- Guarda isso! Daqui a pouco vamos todos ser expulsos da festa!
- Você acha? Vamos testar.
E me virei para ela e comecei a roçar meu pau pelo seu vestido. Ela delirava de prazer sentindo meu membro duro e grosso no seu corpo. As meninas que estavam atrás de mim começaram a se beijar e dançar juntas. A Ana agarrou o meu pau e começou a me bater uma ali. A cada piscada de luz, dava para ver sua mão subindo e descendo no meu pau. A música, o clima, as mulheres. Tudo aquilo me deixava louco, e cada vez mais excitado. A Ana já estava louca. E a cada abaixada que ela dava enquanto dançava, subia me lambendo das bolas a cabeça. Uma das duas deve ter percebido, porque enquanto eu dançava com a Ana, senti um par de seios nas minhas costas, e uma mão me punhetando. Aquilo estava gostoso, mas eu não queria só aquilo. E a Ana, como leitora dos meus contos, também sabia disso. Até que uma hora ela abaixou e não voltou mais. Abocanhou meu pau ali na pista de dança.A menina que estava me batendo uma punheta percebeu a Ana me chupando e não pensou duas vezes. Abaixou-se e também começou a lamber meu pau. As duas me lambendo, a pista de dança piscando, a música completamente apropriada, noite perfeita. O Marcos viu a cena das duas lambendo o meu pau e com olhar de aprovação, pediu ao DJ que aumentasse só um pouquinho a luz. Ficamos nós três ali no meio da pista, com uma boa platéia nos assistindo.
Elas me lambiam inteiro. Das bolas à cabeça. Outros casais vendo a cena também começaram a brincar na pista, enquanto aquela terceira mulher me veio por trás acariciando meu peito e me beijando o pescoço e mordendo a orelha. Os que assistiam, se percebia os olhares de vontade e tesão. Como percebi que aquilo tinha virado um show, puxei a Ana e comecei a lhe beijar a boca. A que estava atrás de mim se abaixou para também chupar o meu pau. As duas ficavam se degladiando com a língua no meu caralho, enquanto eu beijava a Ana, com a mão na sua já encharcada calcinha. Ela delirava ali com as minhas carícias, e as pouco hétero que tinham na festa, passavam com as mãos em seus seios. Dava para perceber os mamilos da maioria duros como pedra. Algumas procuravam lugar para sentar, e sentadas vendo a cena, se masturbavam. Estava uma delícia ver o meu pau como objeto de desejo de tantas mulheres. Ana, que não rejeitava chupar um pau, se juntou às três. Três bocas em um pau só. Enquanto a Ana se concentrava sugando a cabeça da minha rola, as outras duas, uma lambia o corpo do meu pau e a outra dava um jeitinho de me lamber e chupar as bolas. Naquele momento pude perceber que a festa toda estava na pista de dança, nos observando. Alguns atentamente, outros nem tanto, lambendo suas parceiras, ou chupando seus parceiros. Mas os que nos observava, pareciam estar em uma peça de teatro. E já que aquilo era uma demonstração, resolvi continuar o show. Triei meu pau da boca das três e me deitei no chão, tirando a minha roupa. As três se entre olharam, e deixaram a de vestido dourado, completamente aberto nas costas, a honra de sentar na minha boca, enquanto a Ana e a outra garota, num conjunto vermelho, foram chupar o meu pau. Mesmo sendo um quarteto de um hétero e 3 bissexuais, as pessoas nos olhavam com um enorme tesão. Até mesmo as lésbicas convictas estavam se esfregando em outras mulheres. A mulher de dourado sentou na minha cara. Aquela buceta estava muito cheirosa, depilada. Minha língua passava sem menores dificuldades, lhe lambendo o grelo. Ela rebolava, sabia o que queria, e queria gozar ali na pista de dança. Aos poucos o DJ abaixava a música, e o que se ouvia naquela pista eram gemidos e mais gemidos. E não só os nossos, como também de outras pessoas na festa. A moça de dourado resolveu tirar o vestido, comigo ali lhe chupando. E as outras duas também decidiram fazer o mesmo. Pude notar corpos bronzeados, mas sem nenhuma marca de biquíni. A Ana, que desde as primeiras palavras pude perceber querer meu pau a invadindo, tomou a iniciativa, e, de costas, depois de tirar a calcinha, foi sentando no meu pau. A outra moça, vamos chamar de Olívia, realmente não me lembro o nome, começou a lamber o meu saco, enquanto a Ana pulava no meu pau. Eu adoraria ver a bunda daquela mulher subindo e descendo na minha rola, mas estava impossível com aquela buceta da Claudia, assim a chamaremos, na minha boca. A Claudia sabia rebolar gostoso. Aliás, as três me pareciam um time perfeito. A Olívia me lambia as bolas e percebia que lambia a bucetinha da Ana. A buceta da Ana, super apertada, subia e descia no meu pau. Eu não tinha nem como gemer no meio daquelas três. Depois de um tempo decidiram mudar um pouco, e eu, como um consolo de carne continuei no meio, agora com a buceta da Olívia na minha boca, a buceta da Cláudia no meu pau e a Ana lambendo as minhas bolas. Não consigo descrever a sensação que eu estava tendo naquele momento. Só posso dizer realmente que a hora que eu gozasse, iria gozar e muito.
Mas eu não queria ser somente uma espécie de consolo. Eu queria participar da festa, e queria participar do meu jeito. Sai daquela posição, e fui pra cima da Claudia. A juntei pelos cabelos e a coloquei de quatro. Com berros de “Põe no cu dela!” e “Fode essa vagabunda”, comecei a fuder a sua buceta. A cada fincada eu ouvia todos da festa num coro de “Vai! Vai!” que nem me deixavam ouvir os gemidos dela. A puxei pelos cabelos e continuei metendo. Ela de bunda arrebitada e cabeça para o alto, ficafa de olhos fechados, sentindo minha rola entrando e saindo da buceta dela. A Ana, que realmente queria uma sacanagem, se colocou embaixo da Cláudia com a buceta na cara dela, e começou a chupar-lhe a buceta, que meu pau, duro e quente, continuava a ir e voltar. Soltei os cabelos da Claudia que automaticamente caíram a buceta da Ana. A Olívia ainda deu um jeitinho e conseguiu ainda colocar a buceta na minha boca. E a nossa platéia ia ao delírio com as cenas que, se tinham visto, só viram em filmes pornô.
A Cláudia não demorou muito a gozar. Prendeu meu pau na sua buceta e quase que caiu em cima da Ana, que não parava por maldade de chupar a sua buceta. Estasiada de tesão, a Cláudia ficou de lado assistindo. A Olívia eu resolvi pegar de frango assado no chão, e fazia questão de mostrar à todos meu pau entrando e saindo daquela buceta também peladinha. Conforme eu metia, animava o público, com as mãos para o alto, chamando cada vez mais os gritos de “Vai”. O êxtase estava tremendo naquela pista de danças. Até o DJ tinha abandonado seu posto para assistir. Esquecemos até o fato que já não tinha mais música tocando. Minha rola entrava e saia da buceta da Olívia, ela me agarrava os braços e tentava rasga-los com as unhas. Ana, que ainda queria putaria, começou a passar a mão no grelo todo exposto da Olívia, a fazendo simplesmente delirar de tesão. Ela gemia, me agarrava, me arranhava, e a Ana, safada de tudo, lambia a buceta dela, com meu pau entrado e saindo. Poucas pessoas tiveram coragem de nos acompanhar naquela foda. Eu via alguns casais gays que só se chupavam, um casal hétero se comendo, mas escondidos. Apenas nós três naquele momento éramos as estrelas da noite.
A Olívia não agüentou muito tempo também e gozou na minha boca e no meu pau. Sobrou a Ana. E de longe, a Ana era a mais gostosa e quente das três. O show estava apenas para começar. Quando a Olívia gozou, eu me levantei. E eu, completamente empolgado, comecei a beijar muitas ali na boca. Algumas se abaixavam para lamber o meu pau, outras só queriam tocar. Me sentia em uma festa de despedida de solteira. Ana, completamente nua, me puxou. Beijou a minha boca e depois virou de costas, com a minha rola no rego da sua bunda. E num movimento rápido, se abaixou, deixando sua buceta completamente livre para eu enfiar a rola. A puxei e comecei a meter gostoso. Ela, apoiada em seus próprios joelhos, me olhava, com uma cara de desejo e vontade. Como eu estava próximo à algumas mulheres, enquanto eu metia, beijava algumas, acariciava os seios de outras, sentia a bucetinha molhada de mais algumas. E a Ana jogando a bunda contra o meu pau. Eu a peguei pela cintura e continuei enfiando sem pena. Minha rola grossa trazia e emburrava os lábios da sua buceta em cada estocada. A galera ia ao delírio à cada tapa que eu dava na bunda dela. A nossa transa ia continuando quando ouvi de longe alguém o coro “Põe no cu”. Esse coro se estendeu até se tornar um pedido unificado. Notei que fosse algum tipo de brincadeira. Poucas aceitam meu pau no rabo. Mas Ana sorriu e com uma piscada me deu permissão. Tirei meu pau da buceta dela e ela se pôs de quatro. Que mulherão. Adorei a hora que ela se colocou de quatro e jogou todo aquele cabelo nas costas.
- É no cu que vocês querem? – Gritei para todos
- É!!!
- Mete no cu!!!
- Arregaça!!
- Coitada da menina...
- Gente, será que ela agüenta?
Depois de ouvir aquelas coisas, coloquei a cabeça naquele cuzinho escurinho. No começo foi difícil, mas depois que entrou, eu ouvi todos berrando em êxtase. Comecei o vai e vem com todos ali fazendo novamente o coro do “Vai”. Aquele coro nos deixava completamente excitado, e ela vinha com a bunda de encontro ao meu pau, e eu estocando cada vez mais forte. O que era um coro de “Vai” se transformou em um coro de “Goza” a medida que o tempo passava. Estava nítido que nós dois estávamos num jogo de quem goza primeiro. Eu me segurava como podia, e ela gemia como uma condenada. Olívia e Claudia resolveram entrar novamente no jogo, afinal, Ana as tinha tirado depois de chupa-las. As duas foram voraz na buceta da Ana, se beijando e lambendo. Ana berrava com a minha rola no cu e sua buceta sendo chupada daquela forma. O tesão pra ela foi tão grande que não agüentou. Gozou de esguichar nas duas, que tomaram um banho com a gozada dela. Mas ainda tinha a minha. Tirei meu pau do rabo da Ana e comecei a bater uma. As três se colocaram na minha frente e o coro aumentou o volume. A Olívia ainda dava uma ou outra lambida no meu pau. A Cláudia vinha e me lambia as bolas. As três peladas na minha frente, todo mundo na expectativa e saiu o primeiro jato de porra. Elas se punham para receber no corpo toda a minha porra, que vinha quente, viscosa. Nesse momento ouvi as palmas e assobios. A platéia estava saciada, e os atores também.
Depois que vesti a roupa, Marcos me chamou para dar os parabéns pela performance, e que era aquilo que ele mais sonhava para o aniversário dele. Eu sorri, e falei que aquilo iria virar um conto do meu blog.
E ele me cobrou um conto gay. Quem sabe, Marcos?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Presente de Aniversário - Parte 2

Nós dois estávamos completamente molhados de suor e gozo. A cama mais parecia uma praça de guerra, com lençóis jogados ao longe, o colchão ensopado e nós dois jogados, pelados, tentando recuperar o fôlego perdido durante tantas ondas de orgasmos. Mesmo depois de tanto gozar e meter, meu pau continuava lá em posição de sentido. Ereto como um mastro de bandeira. Ela, vendo a cena, queria aproveitar todo minuto ao qual estávamos lá, e se pôs a novamente chupar o minha rola. Ela mamava com extrema vontade, querendo mais porra quente na sua boca. Eu não poderia ficar de fora e acariciava sua bucetinha e seu cuzinho enquanto me chupava. Ela retribuia as minhas carícias com mordidas e lambidas na cabeça da minha rola. Delícia aquela chupeta tão bem feita.
Mas ela aquele dia realmente queria mais, e queria tudo. Se levantou e fomos para a sala. Meu amigo estava lá, mexendo em um pc, e ela se sentou ao lado dele, em um daqueles almofadões do tipo puff e começou a chupá-lo. De leve, foi ficando de ladinho, e com uma voz meiga e delicada disse:
- Vem cá, negão. Não gostou de comer meu cu?
Como resistir a um pedido daqueles? Me coloquei atrás dela e comecei a meter naquele rabo que já estava laceado pela minha rola. Ela rebolava enquanto enchia a boca com a rola do meu amigo. Meu pau pulsava gostoso naquele rabo, ela gemia gostoso, e aqueles gemidos abafados dela me davam mais e mais vontade de meter fundo. Ela falava para o meu amigo:
- Nossa! Que pica enorme tem esse seu amigo!! Que presente delicioso de aniversário esse que você está me dando!
Ele olhou para a minha cara rindo, e eu mandei bala, a pegando forte pela cintura e metendo cada vez mais forte naquele cuzinho maravilhoso. Ela gemia abafado com o pau do meu amigo na garganta. Estremecia sendo possuída por dois novamente. E, como toda boa safadinha, queria tudo o que tinha direito. Se lambuzava chupando a rola do meu amigo, lambia, chupava, engolia, e com extrema experiência, rebolava com o rabo meu pau. Não deixou nenhum dos dois à ver navios. Como uma verdadeira dama da noite satisfazia aos dois, e se satisfazia junto. Mas ela queria mais, e como queria. Se levantou e puxou nós dois de volta ao quarto, e resolveu comandar a festa:
- Agora, eu vou comandar a festinha, rapazes... Quero do jeito que eu mandar!
Olhamos um para a cara do outro e rimos vendo ela nua na nossa frente, empostando a voz. Eu disse:
- Tá bom, delícia... O que você propõe?
- Xiiiuu. Eu falo aqui... Você, negão, quero com esse bocão na minha xota agora. Você, branquelo, quero seu pau na minha boca já!
Ao ouvir a ordem, me pus a atendê-la prontamente. Deitei na cama e ela se sentou na minha boca, enquanto meu amigo de pé recebia a boca dela no seu pau. Enchi a boca naquela buceta inundada, e ela, como boa chupeteira, lambia e chupava cada vez mais forte o pau do dele. Conforme eu ia aumentando a velocidade, mais e mais ela chupava. Meu amigo ia a loucura com aquele boquete, e eu ia a loucura com aquele grelo pulsando na minha boca. Minha chupada foi realmente para deixar aquela mulher louca. Enfiava dois dedos no seu cuzinho, enquanto minha lingua chicoteava aquele clítores duro. Ela continuava gemendo gostoso, engolindo o caralho do meu amigo, e me abrindo a buceta para minha língua passear mais fácil na carne lisa. Ela tremia com a minha língua áspera, ora acariciando, ora invadindo aquela carne molhada de saliva e mel de buceta.
Não demorou muito para que ela jorrasse na minha boca. Modéstia parte, as que nunca gozaram na minha boca, foi porque nunca deixou com que eu encostasse com a minha boca lá. Carnuda, língua áspera, gulosa, grande. Aquela boca que envolve uma buceta por completo, deixando qualquer mulher à mercê dos desejos mais impuros. Ela gozava como louca, gemendo, urrando. Enquanto gozava, praticamente afogando no teu gozo, ela apertava o pau do meu amigo, que também urrava como louco, realmente não sei se de prazer, ou dor, pela gozada tão intensa daquela deliciosa mulher.
Mas como uma boa e safada mulher, queria mais. Queria dessa vez era afogar meu amigo com seu gozo:
- Vem você agora. Quero ver se é melhor me chupando que o negão aí. Você, negão, merece uma bela de uma homenagem. Vem cá e coloca toda essa rola na minha boca, põe?
Me levantei e me pus na posição do meu amigo. Ele, por sua vez se posicionou onde eu estava, e continuou a chupá-la. E quando ela disse em homenagem, realmente quis dizer a HOMENAGEM. Ela veio ávida no meu pau, chupando, passando no rosto, tentava engolir. Ela realmente queria retribuir ao orgasmo colossal que a fiz ter na minha boca.
A língua do meu amigo parecia não fazer a mínima diferença a ela, que lambia, chupava, passava com meu pau na sua cara, lambia minhas bolas. Ela queria realmente me fazer gozar de novo com aquele boquete. Eu a massageava os seios, puxava seus cabelos, sentia aquele boquete delicioso delirando. Ela sorvia o meu pau, engolia com verdadeira experiência e precisão. Mas para que eu gozasse, ela tinha que se esforçar bem mais. E como precisava.
- Eu vou te fazer gozar como me fez, negão! Nem que eu tenha que virar a noite aqui trepando com você! Vem, me enraba, mas me enraba gostoso!
Ela saiu da boca do meu amigo. Virou questão de honra que eu gozasse gostoso. Se colocou de 4 em cima do meu amigo, colocando o pau dele na buceta dela, e abriu o rabo, esperando meu pau para uma nova dupla penetração.
Cheguei por trás e meu pau passou como faca na manteiga. Ela estremecia daquele jeitinho. Gostou da idéia de ter seus dois buracos invadidos, um por uma rola branca normal, sem muitos atributos e o outro pela minha rola, negra, grossa e grande.
Eu enfiava minha rola, e meu amigo, já nervoso por ter sido deixado meio de lado, metia forte na buceta dela. Mesmo sendo difícil se mover numa DP, eu não deixava barato e também me mexia, enchendo aquele rabo com a minha rola. Os buracos apertados, ela gemendo como louca, chegando a berrar, meu amigo socando forte na buceta e eu enfiando sem dó no seu rabo. Essa era a cena deliciosa que acontecia naquele momento. Meu amigo novamente não aguentou e anunciou que ia gozar. Eu sai e deitei de lado. Ela, sentou na minha rola sem colocar os joelhos na cama e esperou por mais porra na boca dela. Sentando com força, usando meu pau para preencher seu cú, ela chupava a rola do meu amigo, punhetando até que novamente ele novamente encheu a boca dela de porra. Dessa vez, escorria pelo canto da sua boca, mas mesmo com ele gozando, não deixava de continuar quicando no meu pau, enfiando e tirando minha rola.
Quando meu amigo acabou de gozar, ela se apoiou no meu joelho e continuou a pular na minha rola.
- Vai negão..Goza, negão.. Me dá sua porra na minha boca de presente, vai?
Ela pulava, jogava os cabelos para traz, eu via meu pau entrando e saindo daquele rabo apertado, e meu amigo, já sem forças por gozar 2 vezes. Eu já começava a me contorcer para não gozar no seu rabo, e ela sem dó, rebolava, sentava mais devagar, mais rápido, tirava e sentava de novo, mostrava todo o poder que uma mulher consegue ter sobre um homem quando bem quer.
Minha rola pulsava no mesmo ritmo que o seu cuzinho piscava. Ela queria realmente me fazer gozar e muito. Eu já não mais aguentava segurar, e ela percebia isso, pulando cada vez mais forte. Quando anunciei que ia gozar, ela saiu com o rabo do meu pau e me puxou. Me punhetando, passava com a rola nos peitos, batia forte aquela punheta, e meu pau pulsando nas suas mãos. Eu segurava forte para dar de presente um belo banho de porra naquela deliciosa aniversariante. Ela não se aguentou e foi ajudar as mãos usando a boca, me chupando forte, chegando a deformar as bochechas de tão forte que chupava minha rola. Eu gemia forte, tentando segurar, e ela indignada continuava sem perdão engolindo minha rola, me acariciando as bolas, quando já não mais aguentei continuar a segurar. Simplesmente gozei enchendo a boca dela do meu leite quente e viscoso. Minha rola pulsava jorrando, e ela com uma boca bem treinada não deixava uma gota sequer ficar perdida. Mas meu pau não caiu mesmo assim, e muito menos a vontade dela diminuiu.

Continua...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Presente de aniversário - Parte 1

Era uma tarde quente aquela de quarta feira. Estava no meu quarto terminando alguns trabalhos. Naquela época eu morava com um amigo. Dividíamos o aluguel e as contas só para morar na Capital. O dia do meu aniversário estava chegando e eu estava afoito para poder ter o meu final de semana livre e poder curtir no barzinho com os amigos.
Estava completamente de boa em frente ao pc, quando ouço uma voz feminina chamando pelo meu amigo do lado de fora. Ouvi um pouco de agitação, mas mesmo assim fiquei por lá, curtindo um som e escrevendo as páginas do trabalho a ser entregue na sexta feira.
Vi meu amigo passar para a cozinha, pegou 2 copos e me fez uma cara de que iria aprontar algo. Fiquei na minha, afinal tínhamos o pacto de cada um com sua mulher, seu pc e sua bebida.
Não demorou muito e comecei a ouvir os gemidos da garota na sala. Tapas, ela pedindo mais, e mais, e esse meu amigo a chamando de vadia, puta... Eu já estava mais que acostumado com aquilo em casa. Volta de balada era sempre a mesma coisa quando saíamos "à caça".
Continuei por lá, fumando meu cigarro e fazendo o meu trabalho, quando ele pelado entra no meu quarto segurando uma corda:
- Aê, brother, presente pra você.
Fiquei meio atônito na hora. Porra! O cara larga de comer aquela mulher e vem pra cima de mim pelado? Quando olho melhor, lá está ela, de 4 como uma cadela, toda nua vestindo apenas uma coleira. E ela me olhava com uma cara de cadela pedindo realmente para ser possuída por nós dois. Eu ainda olhava a cena estranhando um pouco, mas depois pensei na célebre frase "Quem está na chuva é pra se molhar".
Abri o zipper da minha calça e ela veio pra cima. Afoita, foi tirando meu pau da cueca e me chupando, sem nem ao menos me dar chances de tirar a calça por completo. Enquanto ela me pagava aquele boquete, meu amigo foi por traz. A pegou pela cintura e começou a fuder a buceta dela. Eu continuava lá, com meu pau na sua boca. Ela só tirava para falar: "Meu deus, que pau enorme" "Fode minha buceta, cachorro" "Que delicia uma rola na buceta e outra na boca!"
Eu olhava para a minha rola na boca daquela mulher, e via todas as veias bem definidas, a cabeça muito inchada, vermelha, a língua dela passando e saboreando cada centímetro enquanto ela gemia recebendo a rola do meu amigo.
Ele não demorou a gozar. Tirou sua rola dela e jorrou nas suas costas, e ela me apertava a pica como se estivesse tendo um orgasmo. Meu amigo pediu 5 minutos para descansar, mas ela queria era sentir algo preenchendo a sua buceta. Se levantou e foi para a sala, onde se apoiou em um sofá e empinou aquela bunda redondinha e disse:
- Vem negão! Vem meter esse pau enorme na minha buceta, vem?
Atendi prontamente, e posicionei minha pica. Ela ia se ajeitando cada vez mais até que minha rola entrou com tudo, e começamos aquela deliciosa dança. Meu amigo ficou de lado, esperando que o pau dele acordasse, e eu sem pestanejar, metendo bronca naquela buceta deliciosa.
Em um dado momento, resolvemos ir ao quarto dele, onde tinha uma cama de casal. A peguei de frango assado, e enquanto eu fodia aquela buceta ela chamava meu amigo para ver o que eu estava fazendo com ela. Ele se excitou na hora e veio participar da brincadeira, colocando o pau dele na boca dela e ela voltou a ser possuida por 2, mas a vadia queria mais. Ela sabia como trepar, e como trepar gostoso.
Meu amigo pediu para comer o rabo dela, e ela prontamente aceitou, saindo do meu pau e se sentando no caralho dele, mas nem por isso deixou de dar atenção ao meu pau, que chupava, lambia, apertava. Aquela gulosa estava tão intensa enquanto ela era enrabada que não aguentei o tesão e acabei jorrando toda minha porra na sua boca.
- Limpa toda a porra do meu pau, porque quero comer a sua buceta de novo.
- Hmmmm. Eu quero!!
E ela, obediente, continuou chupando meu pau, que continuava muito duro até deixá-lo apenas babado de saliva. Me deitei na cama, e ela veio pra mim, tirando o rabo do pau do meu amigo, e foi enfiando toda minha pica na sua xota. Depois que estava bem acomodada, chamou meu amigo:
- Vem, tem buraco pra mais um aqui!
Ele se posicionou atrás dela e começou a meter no rabo. Começamos uma deliciosa dupla penetração, com ela me beijando e berrando "Vocês estão realizando meu sonho!!!Que delicia!!!"
Nós 3 continuamos aquela deliciosa coreografia durante um tempo. Sentia sua buceta muito apertada. Nós 3 naquele momento já estávamos empapados em suor e urrando como animais. Até que ela pediu;
- Agora eu quero é esse negão gigante me arrombando.
Trocamos de posição. Meu amigo se colocou embaixo dela, e eu foi por trás, abrindo aquele rabo, piscando pedindo pela minha rola. Não fiquei de corpo mole e enfiei inteiro. Confesso que não é fácil para uma mulher aceitar fazer sexo anal comigo. Aquela realmente mereceu o meu respeito. Eu via a minha rola sumindo completamente naquele cuzinho, centimetro a centimetro. E ela gemendo, querendo tudo.
Resolvi judiar, e a prendi com as mãos e comecei a realmente meter forte, sem perdão àquele cuzinho delicioso. Meu amigo novamente não aguentou e anunciou que ia gozar de novo. Saiu de baixo dela e começou a bater uma para gozar na boca dela. Ela atendeu, e olhando para ele, abriu a boca e ficou esperando mais jatos de porra quente, que ela deixava escorrer pelo canto da boca. Eu continuava lá, com ela presa pela cintura e fodendo aquele rabo maravilhoso.
Mudamos de posição. Eu queria era sentir minhas bolas batendo na entrada daquele cu. Coloquei ela de novo de frango assado, mas metendo no cuzinho. Ela berrava "Vem ver esse negão comendo meu cu, vem?"
De vê-la feliz e falando levando meu pau no rabo me atiçava cada vez mais para deixá-la sem controle, e comecei a meter com muita vontade. Nossos corpos se batendo ecoava alto, e ela já mal conseguia falar. Se bem que eu idem. A única coisa que ela conseguiu falar foi "Vou gozar.." E simplesmente me deu um incrível banho. Ela jorrou em mim, como eu estava jorrando nela, logo depois de tomar esse banho de porra feminina. Depois de darmos um banho de porra um no outro, ainda queríamos mais. Estávamos os dois loucos de tesão, enquanto meu amigo, coitado, acabou ficando meio de lado.

Continua...