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sábado, 17 de julho de 2010

A enfermeira


Conto publicado no blog Mulher de 40

Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase um mês. Estava ansioso, em menos de doze horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.


A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.

Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.

Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.

Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.

- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.

- Não, não! Você que me desculpe... Eu não percebi você entrando!

- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e...

A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?

- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.

Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.

- Posso perder meu emprego, senhor.

- Esse é o único problema?

E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.

- Senhor. Pode entrar alguém - Disse ela gemendo baixinho.

Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.

Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.

Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:

- Eu que devo cuidar de você.

Deitou-me e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.

Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:

- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.

- Aé, doutora vadia? O que?

Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não agüentei e anunciei o gozo.

Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.

Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse:

- Próxima checagem daqui à uma hora, senhor.

domingo, 20 de junho de 2010

Um Tango em Paris

A lua estava linda em Paris aquela noite. Tinha ido a negócios, mas acabei ficando para um baile de máscaras, convite do meu cliente pelos meus fiéis serviços. De smoking, cheguei a sua mansão em um dos seus Rolls-royce, que do qual ele fez questão de ceder com motorista para a minha chegada. Não neguei, afinal, é sempre bom chegar bem a uma festa. Quando entrei na mansão uma mulher lindíssima vestindo uma máscara vermelha me entrega uma máscara simples, preta, que me escondia o rosto do nariz à testa. Coloquei-a e fui caminhando pela humilde casa.

Obras de arte forravam as paredes e vasos Ming ornavam toda a ante-sala do lugar. Com alguns passos cheguei a um salão enorme, com no máximo umas quarenta pessoas, todas muito bem trajadas e com máscaras uma mais diferente da outra. Um pequeno quarteto tocava um som bem agradável, algumas pessoas dançavam, outras conversavam, outras apenas bebiam. Resolvi entrar no grupo das pessoas que bebiam e me dirigi a um pequeno barzinho. Pedi um scotch com duas pedras de gelo e fiquei observando o lugar. Notei que o número de mulheres era maior que o de homens no salão. Reparei até que o quarteto era formado apenas por mulheres. Elas estavam vestindo como se fosse um fraque, mas sem as calças e máscaras com penas de pavão.

Apesar de a festa ser tranqüila, algo diferente emanava. Permaneci com meu uísque perto do barzinho e fui reparando além. O salão estava num clima quente, com alguns casais se beijando de forma extremamente quente, algumas mulheres beijavam outras mulheres, alguns até formavam trios. Percebi que aquela festa era coisa para poucos, e sorri maliciosamente pensando “esse é o meu tipo de noite”.

Continuei reparando a festa em si, e nem ao menos prestei atenção a uma moça que passou pelo meu lado e também parou no bar. Em um francês polido pediu uma bebida ao garçom e ficou por lá. A voz dela não me era estranha, mas não me dei o trabalho de conferir, afinal, dificilmente ela estaria ali. Seria muita coincidência meu cliente conhecer a nós dois. Prossegui com meu uísque e observar as danças das pessoas, que ao som de tango, pareciam ter preliminares olhando uns nos olhos dos outros. Eu estava para puxar a moça ao meu lado para dançar também quando uma voz conhecida me chama em um português de Portugal e um sotaque francês carregado:

- Dyas, meu querido Dyas! Como estás tu? Chegastes bem à minha humilde morada?

- Jean! Tudo bom, amigo? Cheguei sim! Muito obrigado pela carona!

- Ora pois! Não tens do que agradecer! Não estou a fazer mais que minha obrigação! E vais gostar da festa! Qualquer mulher é tua, Dyas!

- Cuidado com isso, Jean! Posso sujar o seu salão – E disparei uma gargalhada.

- Oras! E por que achas que escolhi a dedo meus convidados?

Falando isso, Jean bateu palmas, fazendo com que a música parasse e todos voltassem às atenções a nós dois. Estávamos praticamente no meio do salão, depois de andar conversando. Ele disse, em francês, que eu era um convidado especial, de onde eu vinha e que era para tomarem conta de mim. Eu sorri, como que se não precisasse de muitos cuidados. Algumas mulheres me olhavam, outras voltavam aos seus beijos com seus parceiros, mas uma em potencial me chamou a atenção. A mesma que tinha parado ao meu lado. Nossos olhares permaneceram se cruzando, enquanto duas mulheres me vinham por trás acariciavam meu peito. Eu conhecia aqueles olhos. Conhecia aquela boca pintada de vermelho, conhecia aquela pele clara, aqueles cabelos, aquele corpo naquele vestido curto. Mas não era possível. Amélie?
Desvencilhei-me das duas e fui até a mulher em questão. Se fosse Amélie, ela teria que engolir a seco o fora que me deu. E isso seria ao meu estilo, do meu jeito. Quando cheguei perto, num francês arranhado, disse:

- Bonne nuit... Puis-je avoir le plaisir de danser?

- Boa noite, Dyas! E a resposta é não! Já se esqueceu do que fez comigo no Brasil?

- Amélie... Está diferente... Parece estar um pouco mais arrumada! – E arqueei uma sobrancelha num tom de sarcasmo, combinado ao sorriso de deboche.

- Dyas! Não quero papo com você, nem aqui em Paris, nem no Brasil, nem na China, nem na puta que o pariu!

Falando isso ela, pisando firme ia passando por mim, quando a puxei por um braço a fazendo girar e parar com a boca muito próxima a minha:

- Calma lá, tigresa... Temos muito o que conversar...

E quando eu iria começar a falar, o quarteto anunciou tocar “por una cabeza” de Carlos Gardel. Meu tom de deboche mudou para um sorriso malicioso e pouco antes do primeiro acorde, a deixei ir, e ela ia passando por mim novamente quando a puxei com força e a coloquei em posição de dança. Ela arregalou os olhos, me olhando no olho, e tentava escapar como louca das minhas mãos, mas eu com firmeza a levava, como uma pequena marionete.

Suas mãos tentavam escapar das minhas, e quanto mais ela tentava escapar com o corpo, mais eu a trazia. Enquanto dançávamos:

- Ora Méli... Continuará com essa cara de brava ainda mais pra mim?

- Seu louco! Me faz chorar e acha que agora me fazendo essa cara de cachorro vou te perdoar fácil?

- E quem disse que estou em busca do seu perdão?

- Então o que você quer, seu puto?

- Olha! Puto não. Você já me tratou com mais carinho.

E num movimento joguei sua cabeça para trás e parei com a minha bem em seu decote volumoso:

- Você continua uma delícia...

- E você continua um safado!

Puxei-a novamente e ficamos boca a boca um ao outro:

- Você ainda me quer, Méli.

- Para! Estou com o Jean hoje! Ele é meu dono essa noite, seu louco!

- Ele nem está se preocupando com quem a sua posse está dançando.

- Eu não te quero Dyas!

E num empurrão forte, ela se desvencilhou de mim, foi em direção ao Jean e lhe deu um longo beijo na boca. Depois do beijo, me olhou nos olhos, como se me perguntasse se eu tinha visto o que ela tinha feito e saiu do salão. Eu avaliei aquilo como um desafio, e fui atrás dela. Passei pelo Jean com ele me perguntando se a sua nova namoradinha dançava bem, e eu respondi de forma cortês que sim, e sorrateiramente fui atrás dela.

Atravessei a grande porta do salão que dava para uma outra sala um pouco menor, com lareira e várias cabeças de animais empalhadas. Ouvi os passos de Amélie ecoando por outra porta. Continuei seguindo os passos e eles me levaram até uma grande escada com degraus de marfim e corrimão feito de ébano. Segui por um corredor enorme com quadros emoldurados e esculturas. Cheguei à frente de uma porta apenas com uma fresta aberta deixado vazar a meia luz que emanava. Empurrei de leve a porta, que fez um leve som de rangido e me deparei com Amélie, de costas, deixando cair seu vestido de seda que levemente chegou ao chão a deixando apenas em um corpete, uma cinta-liga e meias sete-oitavos. Sem falar nada cheguei por trás dela, pegando seus seios e lhe beijando a nuca. Ela, gemendo, disse:

- Hum Jean! Sabia que entenderia o meu chamado, seu safa... Hey! Você não é o Jean!

Girei Amélie para que ficasse de frente para mim, e com um dedo em sua boca a calei, dizendo em uma voz tenra e ao mesmo tempo ameaçadora:

- Não é o Jean que você quer, mon chèr.

A respiração dela se tornou pesada, cheia. Notava o batimento cardíaco dela alterado, sua boca seca, suas pupilas dilatadas. Quando tirei o dedo da sua boca, ela automaticamente me beijou. Um beijo forte, cheio de vontade e tesão. Retribui na mesma moeda. Estava excitado desde o nosso tango no salão. Ela demonstrava o mesmo, me puxando pela nuca enquanto minhas mãos passeavam leves pelas suas costas, lhe puxando cada vez mais perto de mim.

Quanto mais nos beijávamos, mais forte eu a abraçava, fazendo-a sentir o quanto eu estava excitado, duro, quente. Ela se mexia de leve, sentindo meu corpo a tomando por completo, enquanto nossas línguas se acariciavam. Minhas mãos a pegavam com firmeza pela bunda, fazendo-a suspirar e me sugar a língua com vontade como se estivesse sugando a minha rola. Num momento, separei minha boca da dela e sussurrando perguntei:

- É esse o quarto do seu namoradinho?

- Dyas... Você é terrível! É aqui mesmo!

Ouvindo aquilo a joguei na cama com tanta força que ela quicou no colchão enorme encapado por um lençol vinho de seda.

- Pois então é aqui mesmo que eu vou te fuder, Amélie. Vai ser pra você aprender a nunca mais me dar um fora.

- Seu louco! Aqui não!

Ela ia se levantando quando deitei por cima dela, e a mantendo deitada, comecei a beijar-lhe as partes internas das coxas ignorando as suas advertências e suas tentativas de tirar a minha cabeça de lá. Minha boca passeava pelo pouco da sua pele nua até a sua virilha, o que a fazia gemer enquanto ainda advertia. Suas advertências pararam quando minha boca pousou na sua buceta por cima da sua pequena calcinha. Meus dentes acariciam sua pele apenas protegida pelo pequeno pano, e ela se desmanchava na cama como se estivesse gozando com aquelas primeiras carícias.

Não sei se minha boca, ou se seu próprio mel molhou-lhe a lingerie, mas a percebia completamente umedecida. Meu pau dentro da calça babava e parecia que iria estourar de tão duro. As pulsadas eram constantes, e sentia a cabeça inchada, quente. Minha boca continuava pela lingerie de Amélie a fazendo agarrar o lençol e gemer gostoso. Ela, querendo sentir minha boca, afastou a calcinha com seus dedos, que lambi enquanto ela me dava total acesso àquela cheirosa e deliciosa buceta.

Aquele cheiro, aquela pele lisa, aquela bucetinha toda depilada. Minha língua a invadia deliciosamente, enquanto ela me acariciava, gemia, mordia os dedos, e eu, sem parar um momento, lhe lambia o grelo. Minha língua circulava sua pele intumescida e pulsante, sempre seguida de gemidos e pedidos. Sua calcinha estava me atrapalhando, então a tirei ávido. Ela ajudou com o corpo, e voltei com a boca em sua buceta, agora com dois dedos mexendo gostoso lá no fundo. Ela praticamente berrava gostoso com aquele meu oral, mas eu queria mais. Queria aquela mulher me desejando como nunca tinha desejado.

A virei de bruços e ela aceitou. Beijei sua bunda a acariciando, apertando forte, dando tapas. Separei suas nádegas e comecei a lhe linguar o rego. Minha língua ia e voltava, com ela rebolando na minha cara e se segurando no lençol. Quando minha língua tocou o seu cuzinho ela estremeceu toda, e ali fiquei, lambendo seu rabo enquanto ela gemia e tremia. Depois que deixei aquele cuzinho bem melado de saliva, comecei a passear com um dedo por ele, com ela rebolando e gemendo baixinho. Comecei a enfiar bem devagar, e notei que ela se segurou toda, mordendo os lençóis. Meu dedo já tinha passado quase metade quando ela pediu pra tirar. Subi na cama e, bem perto de seu ouvido, disse:

- Não vai ser só o meu dedo que você vai sentir nele, vadia.

Ela mordeu forte os lábios, e continuei a enfiar o meu dedo, falando bem perto do seu ouvido o quanto ela era safada, tesuda, gostosa. Minha mão já alcançava a sua bunda, quando notei que ela tinha voltado a rebolar com meu dedo indo e voltando no seu rabo. A beijei novamente, e ela, ofegante, retribuiu. Senti na sua respiração que estava gozando novamente com meu dedo inteiro enfiado no seu rabo.

Aquilo estava delicioso, sentir aquele rabo quente e delicioso no meu dedo, mas eu queria mais. Tirei meu sapato e a meia e me deitei na cama. Ela veio por cima, com seu rabo na minha cara e me deu novamente sua buceta para chupar enquanto me desvencilhava das minhas calças e da minha cueca. Segurou firme a minha rola e começou a chupá-la com vontade, a mesma vontade com a qual chupava minha língua em seus beijos.

Minha boca permanecia cheia com a sua buceta deliciosa. Enquanto eu chupava, enfiava meus dedos em nela e em seu cuzinho apertado. Ela, apertando o meu cacete, gozava mais uma vez, gemendo forte e voltando a me chupar rápido e com tesão. Sua boca ia e voltava, ora me engolindo inteiro, ora deixando só lambendo a cabeça. Um boquete digno de Amélie. Minha língua não parava em seu grelinho latejante e delicioso, arrancando gemidos abafados e deliciosos.

Ela não agüentou em somente sentir a minha língua e meus dedos na sua buceta e, se virando, sentou fundo no meu pau, gemendo gostoso, enquanto eu me despia totalmente. Enquanto ela pulava, tirava seu corpete com fechos na frente, deixando seus seios desnudos, pulando no mesmo ritmo delicioso daquela cavalgada. Levantei-me e os chupei, enquanto sentia aquela buceta apertada molhando minha rola até as bolas.

Depois de muito sentir aquela buceta quente, a tirei de cima de mim. Ela deitou na cama, e fui por cima dela, colocando meu pau entre seus seios. Ela os apertava, só deixando a cabeça inchada do meu pau pra fora, que lambia a cada vez que meu pau chegava perto da sua boca. Às vezes me olhava nos olhos com uma cara de caçadora tarada. Que tesão de mulher. Ela sabe como satisfazer um homem totalmente.

Aquela espanhola deliciosa me fazia delirar, e a ela também. Tirei minha rola quente do meio de seus seios deliciosos depois de um tempo e, segurando suas pernas na altura dos meus ombros, pincelei do seu cuzinho a sua buceta, como se estivesse decidindo em qual daqueles buracos deliciosos eu iria meter. Comecei na sua buceta. Enfiei devagar até minha rola sumir por completo naquela gruta apertada, molhada e deliciosa. Ela gemia alto, se segurando nos lençóis. Eu não perdoava, e ia fundo, sentindo minhas bolas encostarem em seu corpo e vendo minha rola brilhante e molhada do seu mel indo e voltando exibindo suas veias bem definidas.

Ela me apertava os braços, me arranhava com as suas unas vermelho sangue deixando a mostra os vergões fortes a cada passada de unha. A vadia por um momento não deixou teus olhos longe dos meus. Fixos, cheios de desejo, me desafiava a fazer com que ela tenha mais um delicioso orgasmo. Segurei-a com força e meti ainda mais forte. Ela fechou os olhos e apertou mais meu braço. Senti suas unhas praticamente entrando nos músculos dos meus braços.

Ela gemendo de olhos fechados e aquelas unhas no meu braço me deram a enorme vontade de ir além. Tirei minha rola da sua buceta quente e pulsante e a coloquei para deslisar no seu cuzinho. Deixei a cabeça inchada dela na entrada daquele rabo apertado e comecei a forçar de leve, deixando com que a cabeça do meu pau entrasse sozinha naquele buraquinho fechado. Ela mordia os lábios, me apertava, tentava me tirar, mas ao mesmo tempo deixava transparecer que queria minha rola a invadindo em todos os buracos. Com o tempo meu pau ganhava espaço e aquele rabo se rendia aos meus desejos, deixando de estar tão apertado e ficando mais receptivo ao meu caralho duro e grosso.

Minha rola já entrava e saia sem dificuldade daquele rabo gostoso. Eu fazia questão de enfiar meu pau até o fim e voltar até quase a cabeça. Com os dedos, eu lhe masturbava rápido e intenso, querendo tirar mais e mais gozadas daquela mulher. Ela se contorcia, gemia, mordia os dedos. Estava completamente à minha mercê naquele momento, quando eu disse:

- Fica de quatro, puta! Agora, que é o teu macho de verdade quem ta mandando.

- Sim! Agora, delícia!

Ela se colocou de quatro na cama, com o rabo para o alto, rebolando, me olhando com cara de desejo e gemendo como louca me querendo. Fui atrás daquela cadela deliciosa, e com um tapa forte lhe agradeci aquela deliciosa posição. Ela gemeu alto e rebolou mais um pouco, querendo sentir ainda mais minha pica. Eu sentia minha rola como aço. Dura, tesa. As veias pulsavam forte. Posicionei-me atrás dela e pincelei do seu rabo até a sua buceta, segurando forte meu pau. Ela gemia gostoso, me pedindo inteiro, e eu, a chamando de vadia, puta, piranha, mandava-a calar a boca, pois quem mandava era eu, e seria eu quem escolheria onde iria meter.

Comecei na sua xota, meti fundo, com vontade, até as bolas, e ela gemia, se segurando nos lençóis. O encaixe era perfeito. Minha pica passava sem dificuldades até as bolas dentro daquela deliciosa buceta. Ela gemia gostoso, as vezes chegando a berrar, mas logo se lembrava de onde estava e se controlava um pouco, voltando aos seu gostosos gemidos. Eu sentia minha pica chegando perto do gozo, mas me segurava bem. Não queria acabar ali, daquele jeito.

Segurando em seu cabelo a montei como uma égua indomável, tirei meus joelhos da cama e continuei fudendo aquela buceta quente. Ela gemia alto, tentava se controlar e não conseguia, se abaixou por completo, empinando ainda mais aquele rabo e começou a morder os lençóis, úmidos de suor, saliva e fluidos. Meu gozo vinha a galope. Cada vez mais rápido eu bombava e sentia meu gozo chegando quente e viscoso. Foi quando interrompi, tirei minha rola da sua buceta, me levantei na cama e a puxei pelos cabelos:

- Vem, vadia! Vem que você vai beijar teu namoradinho com o gosto da minha porra na sua boca.

- Safado! Cachorro! Não consigo negar isso pra você, seu puto!

E me chupando forte, com vontade, foi me arrancando jorradas e mais jorradas de porra do meu pau quente e duro. Sentia minhas pernas bambeando com aquele boquete. Minha porra não escorria nem um pouco da sua boca, o que escorria, ela, carinhosamente com os dedos, colocava pra dentro, não desperdiçando nada.

Depois daquela deliciosa festa particular que tivemos na cama do Jean, nos vestimos. Eu desci primeiro para o salão, uns quinze minutos depois ela apareceu, e, abraçando o Jean, lhe deu um longo beijo, que terminou com ela olhando para mim, sorrindo e o abraçando. Retribui o sorriso e me encaminhei para a saída. Pra mim, aquele tango teve o seu desfecho mais que especial para a noite.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Caindo em boas armadilhas

Trabalhar em suporte técnico de computadores por muitas vezes te obriga a ir para a casa do cliente para resolver o problema lá. O local onde eu trabalhava exigia sempre uma boa vestimenta. Terno, gravata, ferramentas e notebook na maleta. Tudo extremamente voltado a quem queria e tinha como pagar um ótimo atendimento personalizado.

Meu dia estava completamente sossegado. Já tinha feito um atendimento pela manhã e realmente não estava com vontade de sair para atender mais. Foi quando o telefone tocou me chamando para resolver o problema do servidor de um banco. Fiquei puto da vida, pois queria ficar sossegado naquela tarde, mas, como era uma emergência, me encaminhei para lá.

Quando cheguei fui logo barrado na porta. Também pudera, com o enorme número de materiais contendo metal na minha maleta não era de se esperar nada diferente. Foi quando eu tentava dar um jeito de passar pela porta que minha amiga já de longa data apareceu e me tirou daquela enrascada:

- Pode deixar passar! Esse é o técnico que eu chamei!

- Juliana!?

- Dyas! Quanto tempo, hein? Venha! O servidor parou e precisamos de uma ajuda!

- Ta trabalhando aqui? Toda bonita, hein?

- Ah Dyas! Você sempre galante! Comecei esses dias. Ainda bem que guardei o teu cartão. Estou cuidando da área tecnológica. Agora venha! Precisamos dar um jeito nisso, senão minha cabeça vai pelos ares!

Seguimos por dentro do banco de forma rápida. Ela foi à minha frente toda imponente. Blazer, saia, salto alto, e eu garboso no terno preto com meu rosto parcialmente escondido pelos óculos com lentes escurecidas pela luz que encontrei antes de entrar no recinto. A sala do servidor era bem refrigerada, com um pequeno rack portando todos os gabinetes e um monitor que do qual se tinha controle de tudo. Por medidas de segurança, a Juliana tinha que se manter comigo lá dentro, e a porta fechada por dentro para que nenhum possível intruso conseguisse ter acesso.

Comecei a fazer a manutenção e começamos a falar da vida. Namoros, separações, mágoas, família, amigos, bebedeiras. O papo ia rolando enquanto eu abria um dos servidores para analisar. Não demorei muito para descobrir o problema e comecei a consertar. Enquanto batíamos papo acabamos entrando em um assunto delicado que foi a deixando cada vez mais triste. Eu percebi aquilo e tentei mudar de assunto, mas ela ignorava o fato e continuava falando. Sentada em uma cadeira continuava despejando seus problemas. E eu, tentando ser apenas amigo e manter a profissão acima de tudo, tentei acalentá-la.

Terminei meu serviço até que rápido, dado o fator do problema e continuamos a conversar, com ela sentada na cadeira e eu encostado à mesa onde estava o monitor. Eu tentava de todas as formas acalmá-la e ela parecia irredutível nisso. Despejava mais e mais, até que começou a chorar. Não tive outra opção a não ser ir em direção à ela e abraçá-la. Segui em direção à ela e ela automaticamente me abraçou como se fosse uma criança, com a cabeça na minha barriga. O assunto? Seu ex-namorado.

Eu não podia negar que sentia tesão naquela mulher. Logo quando a vi na entrada do banco vestida daquela forma foi como se um vento frio passasse por toda a minha espinha e me arrepiasse por completo. E com ela me abraçando ali, daquela forma, sentia que meu pau dentro da minha cueca reagia contra a minha vontade. Eu tentava sair, arrumar um jeito que ela não percebesse a minha excitação, mas ela chorava e me abraçava mais e mais. Arfei-lhe os cabelos, e ela chorando me abraçava mais forte, como que se não quisesse que eu me movesse um sentido.

Por um momento ela me olhou. Ficamos nos fitando por alguns instantes quando me abaixei e lhe dei um breve selinho, que do qual ela retribuiu me puxando pela nuca e me beijando. Senti o gosto da sua saliva misturado às lágrimas. Sua língua quente e trêmula passava pela a minha de forma leve, me acariciando, como se ela estivesse beijando seu ex-parceiro. Por um momento, seus beijos doces passaram a beijos voluptuosos, envolventes. O sentimento de carinho ia se perdendo a cada minuto e se tornando uma luxúria completamente ardente.

Eu sentia realmente meu pau já tomar a minha calça e avolumá-la. A minha cueca não conseguia mais manter a cabeça dele guardada, me fazendo sentir a cabeça inchada e macia roçar pela minha calça áspera. Eu queria libertá-lo, e ela parecia já que queria o mesmo, me arranhando a nuca e passando a mão pelo meu rosto. Por um momento sai daquela posição um pouco incômoda e me levantei um pouco. Isso a deixou com a minha calça bem de frente a ela. Juliana, já envolvida com os nossos beijos, possivelmente até mais que eu, começou a me massagear as pernas, olhando fixamente para a braguilha da minha calça. Aquilo me disse tudo, e me mantive de pé ao lado dela lhe acariciando os cabelos.

Ela me olhou nos olhos, já com um olhar diferente daquele triste e fundo, e começou a me massagear o pau por cima da calça. Eu fechei meus olhos e curti as carícias feitas por ela, que já com uma cara de safada, mordia os lábios à cada apertada que dava no meu pau.

- Desculpa Dyas por ter te enchido o saco com as minhas neuras. Agora preciso te recompensar de alguma forma.

- Aé? Me recompensar? Como?

- De um jeito que eu estou doida há muito tempo. Mas você não me dá chance.

Ela sensualmente abriu a braguilha da minha calça e foi liberando meu pau com carinho de dentro da fina calça. Só o toque leve dos dedos dela já me fez soltar um gemido de tesão. Ela me olhou com meu pau entre seus dedos e começou a passá-los por ele inteiro, brincando com o corpo e a cabeça. Eu continuava com a minha mão em seus cabelos apenas a olhando com meu pau grosso em sua posse.

- Sabia que você de terno me deixou com tesão?

- Você estava chorando até agora pouco, Ju!

- Só assim pra fazer você se aproximar de mim e fazer isso.

E deu uma lambida demorada desde perto das minhas bolas até a cabeça, me olhando direto nos olhos, passando com meu pau pela ponta do nariz. Eu olhava a cena e tentava entender a qual ponto ela chegou para estar com meu pau na sua boca. Bastava ter me falado? As perguntas e faltas de entendimento passaram no momento que ela segurou forte o meu cacete, e com dois dedos levantados começou a mamar o meu pau. Sugava com força, indo e voltando com a cabeça, de olhos fechados, passando com a língua pela cabeça, circulando, me fazendo perder o chão de tão bom aquele boquete.

Perdido em sua boca, me apoiava onde podia, e ela, sem parar um momento de me arrancar gemidos, ia e voltava com a sua cabeça, tentando me engolir todo. Sua boca aveludada me tomava o pau por completo, me enchendo de saliva e vontade. Aos poucos ela ia abrindo seu blazer e tirando da sua blusinha seus seios deliciosos e com mamilos já pontiagudos. Quando menos percebi, ela estava passeando com seus seios no meu pau. Com a boca o molhava, com os seios o secava.

Ela estava realmente me recompensando muito bem. Arrancava suspiros e gemidos fortes de mim. A sala ajudava com que pudéssemos ficar bem à vontade. Eu abri minha camisa e tirei minha gravata. Ela não largava o meu cacete em nenhum momento, o chupando, lambendo, beijando. Ela me deixou completamente louco de tesão com aquela chupada. Chupava gostoso, não deixava um centímetro do meu pau seco. Eu, já louco de vontade, a levantei e a empurrei para a mesa. Ela, obediente e tesuda, empinou bem a bunda me esperando. Dei uns tapas gostosos, sentindo sua bunda macia por baixo da saia social.

Ela rebolando olhava para trás, como se me chamasse para poder senti-la também. Comecei a subir sua saia, e ela foi me ajudando com as pernas. Acabou me revelando uma calcinha clara e pequena. Um fio dental me mostrando aquela buceta inchada e deliciosa toda molhada de vontade. Abaixei-me e afastei o fino pedaço de pano e comecei a chupar aquela deliciosa xota. Ela gemia com a minha cara na sua bunda enquanto rebolava gostoso com a minha língua a penetrando. Eu, como já não me importava mais com nada, resolvi dar umas lambidas no seu rabo, que foram muito bem recebidas, com gemidos, pedidos de mais e afirmações de assim. Minha língua, arisca, a preenchia, enquanto meus dedos, algozes, preenchiam a sua buceta. Que tesão de trabalho aquele!

Seu rebolado me fazia vontade de sentir mais, sentir tudo. Levantei-me e passei meu pau do seu rabo até a sua buceta. Ela tremeu ao sentir a cabeça grande do meu pau passar tão perto assim de seu apertadinho botão. Coloquei meu pau na entrada da sua xota e fui empurrando aos poucos. Depois de molhado meu caralho inteiro, ele passou fácil dentro daquela quente gruta. A peguei pela cintura, e ela colocou uma de suas mãos sobre a minha. Começamos a brincar devagar, indo e voltando, sentindo um ao outro a cada leve estocada. Minha pica pulsava na mesma sincronia da sua buceta pulsando. Aquilo estava muito gostoso, mas eu queria mais. Socando meu pau todo naquela buceta, resolvi pincelar seu cuzinho com um dedo. Ela rebolava ainda mais com meu dedo ali perto, e empurrava sua bunda para trás, me chamando. Como me chamava, não podia recusar. Comecei a enfiar a ponta de um dedo no seu rabo, que foi entrando devagarinho, fazendo-a morder os lábios de desejo.

Os dezessete graus da sala já não pareciam mais surtir efeito. Seminus, possuindo um ao outro, gemíamos dentro da sala, com aquela troca de sensações voluptuosas. E já com dois dedos dentro do seu cu a possuía pela frente e por trás. Ela gemia, xingava, cerrava os dentes. Queria mais e muito mais do que eu poderia oferecer. Ela mesma tirou meu pau da sua buceta e o colocou no rabo. Meu pau, todo empapado com teu mel, começou a passar fácil por seu buraco já previamente laciado pelos meus dedos. Seus gemidos me deixavam louco, me fazendo gemer ainda mais, perdido naquele cuzinho tão apertado e quente.

Ela se debruçava sobre a mesa, sentindo meu caralho entrando e saindo quente, com as minhas bolas batendo na entrada da sua xota. Éramos só gemidos dentro daquela gelada sala. Ela deixou seus seios sobre a mesa, totalmente entregue às sensações que meu pau dentro do seu rabo lhe proporcionava. Cuzinho apertado e quente, que piscava na minha pica a cada forte fincada. Cansados daquela posição, me sentei na cadeira e ela veio por cima, sentando como se já tivéssemos treinado aquilo antes. De costas, colocou sua buceta de volta no meu pau e engoli meu pau inteiro. Eu gemia, a pegava pelos seios, apertava sua bunda, batia, a fazia subir e descer mais.

Aquele vai e vem delicioso me fazia chegar cada vez mais próximo de jorrar minha porra quente. Apenas avisei que poderia gozar, e ela, safada, rebolava no meu cacete, sentava mais forte, apertava meus joelhos, gemia me pedindo porra na boca. Eu me segurava na cadeira. Prendia minha porra com uma força descomunal, enquanto aquela vadia pulava com gosto no meu cacete, totalmente entregue as delícias que aquela situação nos privilegiava.

Eu não agüentei àquela tensão toda e anunciei que gozaria dentro dela. Ela, rápida, saiu do meu cacete, e sem dobrar os joelhos, caiu de boca de novo no meu cacete. Aquele boquete me deixou louco. Ela subia e descia com a boca na mesma velocidade que sentava no meu caralho. Sua boca, tão quente quanto sua buceta, me sugava, me apertava, me lambia. Pouco demorei até o primeiro jato sair, e ela, diminuindo o ritmo, ia engolindo cada jato, sem deixar nenhuma gota escorrer. Depois que notou que conseguiu esvaziar toda minha porra, se levantou, jogando os cabelos, limpando a boca e se vestindo. Eu também me pus a vestir, e ela, seguindo os rituais da profissão, me perguntou se tudo estava nos conformes e se eles poderiam voltar a trabalhar.

Voltei ao escritório com meu pau doendo, mas uma dor de dever cumprido. E muito bem cumprido.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Uma tarde no museu

O trânsito estava horrível aquele dia, um calor insuportável, meu carro com o ar condicionado quebrado e ela insistindo para ver aquela maldita exposição de rambrão, rambran, ram qualquer coisa na Pinacoteca do Estado. Eu doido para ver a estréia de Kill Bill e ela me inventando essas coisas. Estava pra lá de nervoso, mas fazer o que? Quando se quer algo, certas coisas devem ser feitas, mesmo contra vontade. Ela estava completamente animada em ver os quadros pintados há não sei quanto tempo por um velho que talvez não visse sexo há décadas. Eu fazendo cara de feliz, apesar dos pesares, e escondendo a minha irritação por trás de um gigante par de óculos escuros.

Chegamos por lá e comecei a ver o lugar. Local estranho, com cara de lugar abandonado, como aquelas fábricas velhas que abrigam mendigos e drogados. Olhei para a cara dela e ela completamente feliz. Vestindo uma blusinha, mini-saia e uma rasteirinha no pé. Completamente normal para aquele dia de quase 40 graus em São Paulo.

Entramos e começamos a ver o lugar. Eu só pensava em uma coisa. “Lugar chato pra caralho”. Ela soltava algumas interjeições que toda mulher adora quando vê algo “fofo” ou bonito. Eu procurava por todos os cantos uma rota de fuga segura e que ainda pudesse colocar essa mulher na minha cama Mas realmente a melhor saída era me manter de cabeça erguida e agüentar aquela tortura visual e mental.

Ela me chamava a cada quadro que ela achava bonito, e eu, com uma educação quase que britânica a atendia e admirava o tal quadro. Ou ao menos tentava mostrar bastante animação ao ver aquelas mulheres gordas ou aqueles caras fantasiados de colonizadores.

Depois de passado o primeiro choque e já me acostumando a mentir os meus “Nossa! Que bonito isso”, comecei a reparar no local. Poucas câmeras, poucos seguranças, pouca gente. Onde estávamos tinha eu, ela e uns quatro ou cinco quadros. Comecei a ter pensamentos muito malévolos na hora, me imaginando transando com ela na sala da exposição. Vez ou outra aparecia alguém por ali, procurando por outra pessoa, e a minha garota admirando cada quadro. Às vezes realmente enche o saco mulher inteligente demais. Eu comecei a ficar excitado imaginando a cena de jogar ela em cima de um quadro daquele e possuí-la ali, dentro da sala. Ela tentando ver o quadro melhor se empinava, quase deixando ver a calcinha.

Eu já estava ficando louco imaginando aquela mulher no chão com a minha boca na sua buceta e ela me retribuindo com um boquete, que mal prestava atenção no que ela me dizia. Só olhava para o seu decote também muito generoso. Apenas fui perceber que ela estava falando comigo quando ela deu um berro:

- Ei! Está me ouvindo?

- Desculpa! Estava com a mente longe. Acho que o calor está me fazendo mal. Que tal irmos pegar algo para beber?

- Boa idéia! Também estou morrendo de sede!

Ela veio na minha direção, e a dei um selinho. Ela na hora esbarrou com seus seios em mim. Motivo mais que necessário para me deixar com o pau quase estourando a minha cueca. Tentei ficar na minha, com a visível protuberância na minha bermuda e a segui, enquanto ela caminhava para a cafeteria. Passamos à frente de uma porta fechada, mas percebi que estava apenas entreaberta. A puxei na hora e a beijei. Aquele beijo quente e molhado, cheio de línguas e mãos pelas costas. Ela suspirou e retribuiu na mesma moeda, mesmo sem entender o que se passava. Comecei a puxa-la em direção à porta, e ela, assustada me pergunta quase que sussurrando e tentando evitar:

- O que está fazendo seu louco?

- Só vem cá. Quero ver o resto da exposição!

- Mas aí é o auditório! E não tem nada, está vazio.

Nesse momento ela percebeu as minhas vontades, e sem falar nada voltou a me beijar. Um beijo ainda mais quente que aquele que estávamos dando. Ela foi me empurrando para o auditório completamente vazio, e o melhor, sem câmeras. Já dentro do auditório, tentei tirar a sua blusinha, ma ela me parou:

- Quero trepar ali, ó! – Apontando para o palco.

Eu fiquei com muito mais tesão, a peguei pela mão e a puxei, correndo para o palco. Paramos no meio e começamos a nos beijar loucamente. Minhas mãos passavam com fúria e volúpia pelo corpo dela, enquanto ela desesperada tentava tirar a minha camiseta. Ela me beijava a boca, pescoço, peito. Louca e cheia de tesão pelo lugar completamente perigoso e a mercê de qualquer expectador. Eu comecei a lhe tirar a blusinha, que, com ajuda dela saiu rapidamente, e comecei a lhe chupar os seios. Enchi a boca naquela pele macia, com ela me acariciando a cabeça. Chupava seus seios com vontade, mordendo-lhe os mamilos, e ela, gemendo gostoso no meu ouvido, aproveitava.

Enquanto eu me deliciava nos seus seios, busquei passar com a mão por baixo da sua sainha para sentir aquela carne molhada e quente por cima da sua calcinha. Quando encostei com os dedos, ela puxou o ar daquela forma deliciosa e cravou com as unhas na minha cabeça. Eu, cheio de tesão comecei a lhe bater uma siririca por cima da calcinha. Cada gemido que ela soltava era mais um motivo para ir cada vez mais gostoso. Ela gemia a cada vez que sentia o tecido da fina calcinha sendo empurrado contra o seu grelo. Extasiada, levantou a sainha e começou a abaixar a calcinha. Eu sem tirar a boca dos seus seios, aguardei até que sua calcinha chegasse aos seus pés, e voltei a dedilhar seu grelo, agora sem proteção alguma. Ela se contorcia, sentindo meus dedos passando pela sua pele molhada. Enfiei dois dedos, e ela, querendo muito, afastou as pernas. Comecei a foder a sua buceta ali, com os dedos indo e voltando e se mexendo dentro dela. Ela começava a gemer alto com aquilo, me chamando de cachorro, puto, safado.

Eu estava adorando aquilo. Adoro quando uma mulher se perde na minha boca e nos meus dedos. Sempre sou retribuído com um boquete bem devasso. E naquele caso não foi diferente. Empurrando minha cabeça, me beijou a boca novamente e foi se agachando na minha frente. Os dedos que antes estavam na sua buceta estavam completamente melados, e aquele melado todo ela fez questão de substituir com saliva, lambendo e chupando-os com vontade. Depois de dar um trato nos meus dedos, se voltou para o meu pau sob a bermuda, que beijava , mordia, passava o rosto. Aos poucos foi abrindo minha bermuda, e passou a beijar meu pau, completamente duro por cima da cueca. Aquilo estava muito bom. Ver aquela mulher, agachada na minha frente, passando com a língua pelo meu pau inteiro sob a cueca e olhando para os meus olhos me deixava completamente louco. Depois daquela seção de enlouquecimento, ela abaixou minha cueca e minha bermuda, os deixando na altura dos meus joelhos e começou a passar com o rosto pela minha pica quente, dura, e toda enveiada.

Começou a lamber, da base até a cabeça, e começou a chupar. Chupou forte minha rola, me fazendo delirar. Com meu pau na sua boca lambia a cabeça, me punhetava, acariciava as minhas bolas, me deixava completamente louco de tesão. Aquele boquete só me dava vontade de uma coisa. Retribuir. Fui empurrando-a para o chão do palco do auditório, e, com ela deitada no chão, tirei a sua sainha e cai de boca. Senti todo aquele mel delicioso na minha boca. Eu chupava, lambia, mordia os lábios da sua buceta, enquanto ela se contorcia, mamando o meu pau como se quisesse todo o leite ali. Ficamos naquela brincadeira deliciosa de troca de chupadas por um bom tempo, até que a senti tremendo na minha boca. Eu, muito sacana, enfiei-lhe os dedos e continuei chupando. Ela tirou meu pau da boca dela na hora e começou a gemer gostoso, aproveitando aquele múltiplo orgasmo. Depois que gozou tanto, me empurrou para o chão do palco e subiu no meu colo, encaixando gostoso a sua buceta no meu pau. Eu de pernas esticadas, apenas me apoiei nas suas coxas, e ela, subindo e descendo sentada com as costas retas delirava, jogando os cabelos e passando a mão nos pelos do meu peito. Resolvi fazer melhor que só assistir, e comecei a passar um dedo bem safado no seu grelo. Ela delirava com aquilo. De olhos fechados, subindo e descendo, se via imaginava com o auditório lotado assistindo a sua exibição deliciosa.

Vez ou outra ela abria os olhos olhando para as cadeiras. E toda vez que fazia isso se soltava cada vez mais, pulando, rebolando no meu pau. Eu a pegava pela bunda e a fazia subir e descer mais. Ela atendia à minha mão e continuava fazendo aqueles deliciosos movimentos. Depois de um tempo ela mesma saiu do meu pau e se pôs de quatro, de frente para onde estaria a sua platéia imaginária. Deu um tapa na sua própria bunda e chamou:

- Vem safado! Me come! E me come direito!

Como recusar àquele pedido? Posicionei-me atrás dela e, ela com os cotovelos no chão, esperava pela minha pica. Comecei a enfiar e ela puxou o ar, respirando fundo sentindo minha pica entrando na sua buceta toda empinada. Resolvi simplesmente monta-la, e, na ponta do pé, enfiava a minha pica com gosto na buceta dela. Ela gemia gostoso, apertando meu pau na sua buceta e se segurando como podia com a minha rola entrando e saindo da sua xota. Delirávamos ali naquele palco. Comecei também a imaginar uma platéia nos assistindo, e comecei a lhe dar alguns tapas na bunda. Com o tempo, esses tapas foram crescendo, a vontade ia crescendo, e eu já metia forte e sem dó daquela xotinha deliciosa. Não demorou muito para que minha pica pulsasse, me avisando que a minha porra ia jorrar forte. Tirei minha rola da buceta dela, e ela entendendo direitinho, se pos de boca aberta na minha frente.

Comecei a punhetar, ajudado pela sua sua língua, que serpenteava pela cabeça lisa e inchada do meu pau. Ela enquanto me lambia passava com as mãos pelos seios, fazendo uma verdadeira demonstração para nossa platéia imaginária. Quando minha rola começou a jorrar, ela deixou a deixou afastada. Longe o bastante para mostrar a porra voando para sua boca, mas perto para não deixar uma gota de fora. Ela tomou controle do meu pau, e me punhetando rápido ia me extraindo todo o gozo. Ela, completamente safada e tomada pela emoção, deixou a porra um tempo na boca, para me mostrar e depois engoliu, não deixando nada. Lambeu meu pau até deixar ele bem limpinho, se levantou e me beijou. Pegamos nossas roupas e quando estávamos começando a nos vestir, notamos uma movimentação na porta. Corremos para a coxia e nos vestimos rapidamente. Quando saímos, outro casal estava se beijando como louco entrando pro auditório. A moça que estava com o rapaz se assustou com a nossa presença, e minha garota disse:

- Calma. Agora o show é de vocês.

E saímos rindo. Realmente preciso visitar mais alguns museus. Eles podem ser bem divertidos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Os 7 maiores pecados - Evangélicos

Um dia estava passando por uma dessas igrejas gigantes de crente, quando recebi um convite para entrar. Bairro nobre da cidade, várias mulheres maravilhosas entrando na igreja, eu sem nada para fazer, procurando uma nova presa e algo bem diferente a se fazer. Pensei um pouco e resolvi entrar.
Já na entrada fui recebido por várias pessoas. Elas me viam como libertado de todos os pecados por ter escolhido o caminha da luz e da fé. Tolos. Mal sabem eles que eu estava lá para comer mulher.
Após ouvir por várias vezes o cumprimento deles, o famoso "paz do senhor", me sentei a um banco e o culto começou. Já começou errado, pois o cara berrava e levava outras pessoas a berrar também. Eu não vejo problema nas pessoas berrarem desde que estejam em uma orgia. Pois bem, fiquei lá no banco, quando o cara lá na frente disse:
- Quem chegou hoje, por favor, venha à frente! Com o poder de cristo senhor vou lhes tirar todos os pecados.
Quase comecei a rir com aquilo. Quantos cristos eles vão trazer para me livrar dos meus pecados? Fiquei na minha, e uma multidão começou a me puxar e levar pra lá. Nisso acabei esbarrando em uma moça, que estava com uma cara que não queria estar lá. Rebelde de tudo, piercings e tatuagens, era empurrada por uma senhora aflita que a queria levar lá pra frente à todo custo.
Chegamos lá no "palanque" e o cara que estava berrando começou a pegar um por um pela cabeça. Como a fila estava "apertada" fiquei muito perto daquela moça, e algumas vezes até a encoxava de leve. Várias pessoas caiam à nossa frente, como se tivessem desmaiado. As pessoas dentro da igreja pulavam de felicidade. O alvoroço foi tamanho que várias pessoas começaram a ir para a nossa direção. Tanto ela, quanto eu nos assustamos com aquilo tudo, e eu, a salvei daquele alvoroço a puxando pelo braço. Ninguém notou quando nós dois correndo saímos da fila e entramos em uma pequena porta ao lado do palanque. Aquilo parecia um pequeno depósito, e ninguém aparentemente entrava lá, ainda mais num momento como aquele.
- Cara! Muito obrigada em me tirar desse circo. Minha avó é louca de me fazer vir pra cá.
Eu ri, e disse: - Não está buscando a redenção aos seus pecados?
- Porra! Se aquele cara passar a mão na minha cabeça eu tenho um ataque epiléptico e morro de ataque do coração!
- Hmmmm... Então tem bastante?
E o papo foi prosseguindo até cairmos no delicioso assunto. Sexo. Ela realmente era uma pecadora de mão cheia, me contando que até já tinha participado de um gang bang, onde ela sozinha deu conta de sete caras. Também contei as minhas, e com tantas afinidades tanto pessoais quanto sexuais, fomos nos abrindo cada vez mais. Até que ela mandou a seguinte frase:
- Eu morro de vontade de transar numa igreja.
Pensei comigo mesmo "Pois é. Deus ta me ouvindo.". Eu sorri, cheguei perto da sua boca e lhe disse:
- Acredita que eu também?
A puxando pela cintura a beijei. Bem no exato momento que ouvia os "Aleluia" proferidos pelo povo dentro da igreja. Um beijo safado, quente, melhorado pelo fato de estarmos em "solo sagrado" e em perigo. Ouvíamos vozes sempre bem próximas de onde estávamos, mas não por isso desgrudamos nossas bocas e línguas que não paravam um minuto. Eu, já muito excitado, buscava seus seios e os apertava, enquanto ela me puxava e beijava. Seus seios macios contratavam com seus mamilos tensos e pontiagudos. Minha mão sempre procurando sentir a pele lisa e quente. A mão dela já buscava pelo meu pau, duro na calça, com a cabeça quase fora da calça. As vozes do lado de fora nos deixava ainda mais excitados. Ela, pouco se preocupando se alguém pudesse aparecer ou não, tirou sua blusinha. Eu em contra partida lhe tirei o soutien e fiquei com aqueles dois seios maravilhosos à minha mercê. Comecei a chupá-los, sentindo as carícias dela , que abraçava minha cabeça.
A minha língua viajava naqueles seios. Seus mamilos enrijecidos me davam a vontade de meter os dentes, e o fazia, com gemidos deliciosos dela ao meu ouvido. Ela já buscava o meu pau, mas não conseguia se abaixar para alcançá-lo. Eu, por minha vez, buscava sua buceta por baixo da saia, e quando passei um dedo por cima da calcinha, ela se estremeceu por completo e gemeu alto. Mas esses gemidos nem se comparavam aos berros que o pessoal da igreja soltava. Eu me abaixei na frente dela e coloquei uma de suas pernas no meu ombro. Ela se apoiou com as costas na parede e ia me passando a mão na cabeça. Comecei a lhe beijar a buceta por cima da calcinha e ela delirava, me acariciando a cabeça. Fiquei lhe chupando por um tempo por cima da calcinha até que ela quis minha língua por completo na sua bucetinha. Afastou um pouco por lado aquele fino pedaço de pano e minha língua bateu direto no seu grelo completamente molhado. Ela gemia, gritava, parecia estar mordendo os lábios pelos gemidos que dava. Eu não parava um só instante. Ela tinha espasmos de prazer, subia e descia, rebolava, ajeitava o cabelo, e vez ou outra eu a olhava nos olhos, no meio da penumbra, como uma luz leve e fraca.
Ela gozou rápido com aquela situação. Gritou alto, com a minha língua lhe chupando toda. Nos assustamos, imaginamos que alguém poderia ter ouvido, mas ninguém apareceu. Motivo de sobra para ela, desesperada, abrir a minha calça e abocanhar o meu pau. Ajoelhada, me chupava forte, como se quisesse retribuir a gozada intensa que deu. Ela engolia minha rola toda e me acariciava as bolas com a língua. Sim. Ela sabia como efetuar um pecado bem feito. Ela foi completamente gulosa com meu pau. Chupava, mordia, lambia, apertava, batia na cara, passava no corpo. Aquilo me deixou com um tesão tremendo que a puxei pro alto, e na mesma força a peguei pelas pernas, empurrei contra a parede e deixei sua buceta bem de frente para o meu pau. Ela trançou as pernas na minha cintura e eu afastei-lhe a calcinha novamente e comecei a socar meu pau fundo e com força. Ela me arranhava, chegando a rasgar minha pele, e eu com aquilo, metia cada vez mais forte. A jogava contra a parede, beijando-lhe a boca. Ela em êxtase com aquilo, me apertava e arranhava cada vez mais, me beijando como uma louca.
O culto ia crescendo conforme o nosso tesão. Em meio a gritos de "aleluia" e "fé em Deus" eu ouvia ela gemendo "Mete, filho da puta", "Me fode cachorro", "Soca tudo que você vai gozar na minha boca, gostoso". Minhas mãos a pegavam firme na bunda, a fazendo tremer e gozar mais uma vez no meu pau, me abraçando forte e balbuciando qualquer coisa que eu não entendia, e fiz a mínima questão de entender.
Meu pau já pulsava muito quando ela se recobrou da gozada e voltou a gemer me pedindo para beber minha porra. A buceta dela me apertava de uma forma tal que me deixava perdido. Nós já gemíamos alto, pouco se fodendo com o que iriam pensar. Só queríamos gozar, e gozar muito! Até que, depois de muito foder aquela xota, a tirei do meu pau e ela entendeu direitinho, voltando a se ajoelhar e me pagar aquele boquete. Chupando meu pau com força e vontade, me fez jorrar muita porra na boca dela, e ela, cheia de vontade, engolia tudo sem deixar uma gota passar.
Nos ajeitamos, procuramos não esquecer nada, e saímos da salinha. Todos estavam orando, com as mãos para o alto de olhos fechados agradecendo o alívio pelos pecados absolvidos. E nós dois rindo, aliviados por mais um pecado muito bem executado!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Luz, câmera e ação

Cerveja, boa música e mulheres lindas. Começou assim minha noite naquele barzinho da Zona Sul do Rio de Janeiro. A luz amarelada tanto do bar, quanto da rua dava aquele tom nostálgico dos anos 30. Pessoas bonitas conversavam e eu me mantive por lá, sossegado tomando meu chopp, e um casal me olhava e vez ou outra cochichavam entre si. Fiquei na minha, pois outras mulheres me fitavam no bar, talvez esperando por uma iniciativa minha. Mas naquela noite que queria mesmo era ficar um pouco sossegado.
O tempo passava, e eu com os meus chopps, olhando para a TV sem som e escutando Jorge Aragão. Notei que o casal da frente se beijava de um jeito carinhoso, mas muito quente. Vez ou outra meus olhos acabavam escapando da TV e recaía sobre o casal. Bem juntos, não deixavam que outros espectadores olhassem suas línguas se cruzando no ar. A mulher deixou sua mão cair sobre o colo do rapaz, mas a toalha da mesa impossibilitava de ver onde ela foi parar. Mas pelos movimentos, era perceptível que aquele movimento teve um alvo em potencial. Como eu não estava muito afim de ficar de fiscal de foda, acabei meu chopp e me levantei para pagar a conta.
Caminhei até o caixa e saquei o cartão. Olhei para a mesa do casal mais uma vez, e eles também se preparavam para sair. Achei que fosse algo comigo, mas, besteira. Talvez fosse apenas mania de perseguição. Paguei minha conta e sai, caminhando pelas calçadas de Ipanema. Geralmente prefiro as ruas com pouco movimento quando quero pensar. Virei na primeira esquina e continuei andando, fumando um cigarro, quando um carro veio lentamente na minha direção.
- Oi! Quer carona, moço?
Me perguntou a mulher que estava acompanhada no bar pelo seu namorado, ou marido, ou sei lá. Olhei para dentro do carro e ele estava lá, olhando ansioso pela minha resposta. Pensei um pouco e falei "Por que não". Entrei no carro pela porta de trás. A garota na hora se virou para mim, ajoelhando no banco e me bombardeando de perguntas. Perguntou meu nome, onde eu morava, quantos anos. Se apresentaram como Silas e Carla. Eu me mantive lá, respondendo a tudo paciente como um verdadeiro lorde inglês. O Silas era bem mais calado que a Carla, mas fazia perguntas bem mais incisivas:
- Qual a coisa mais doida que você fez para levar uma grana fácil, broder?
- Olha... Até agora não fiz muitas coisas malucas não, viu...
- Você é casado? Esse anel na sua mão é uma aliança? - Me perguntou a Carla.
- Não. Realmente não. Eu fujo de casamentos.
Conversamos sobre música, arte, até mesmo arquitetura. Até que uma hora a Carla se jogou no banco de trás do carro, ficando do meu lado. Quase batemos quando ela resolveu fazer isso, mas Silas se mostrou um bom motorista e conseguiu manter o carro. Carla, empolgada com o fato do novo amigo, tagarelava e tagarelava. Silas, mais prático, interrompeu:
- Você já pensou em fazer sexo por dinheiro, broder?
Eu o olhei na hora e estranhei. Olhei para a cara dela, e ela sorridente, me fazendo uma cara de "aceita". Eu, como sou do jeito que sou, resolvi saber um pouco mais:
- Qual a proposta?
- Quero que você trepe com a minha esposa.
- Só isso?
- Só.
- E mais nada?
- Ela gosta desses tipos de aventura. Eu só vou ficar assistindo.
A esposa dele era muito gostosa. Loira queimada do sol, com marcas deliciosas de biquini. A marca da cintura saia por fora da sua baixa e apertada calça. Depois que o Silas falou sobre a intenção, a Carla passou a mão no meu pau por cima da calça, e mordendo os lábios virou para o marido e disse:
- Hmmmmmm Esse é muito gostoso! Prepara a carteira porque esse vou pagar bem.
Silas calado me parecia totalmente submisso à sua esposa. Apenas balançou a cabeça e continuou dirigindo, como um bom chofer. Carla começou a me beijar e apertar meu pau dentro do carro mesmo. Ela me mordia o pescoço e apertava meu pau. Eu também agia. Não pela grana, mas também porque aquela mulher era muito gostosa. Tirei seus peitos para fora da sua blusinha e os chupava, enquanto ela pegava meu pau e alisava inteiro por cima da calça. Até que qdo chegamos à uma parte da rua deserta, ela pediu para parar o carro. Ele automaticamente parou. Ali, no meio da rua. Ela saiu do carro e me puxou. Seu marido também saiu, com uma câmera de video e começou a filmar. Ela sentou de volta no carro e me puxou, tirando o meu cinto, abrindo a minha calça, e beijando meu pau por cima da cueca. O marido dela, registrava tudo, chegava com a câmera perto, ela olhava para a câmera com cara de tarada, ele se afastava para mostrar a cena toda. E ele começou a dirigir a cena:
- Vai amor. Tira o pau dele pra fora. Chupa esse negão. Mostra pra mim, mostra? Mostra essa carinha de puta.
Ela chupava gostoso. Colocava na boca e tirava inteiro, pressionando minha rola com os lábios e olhando para o marido filmando a cena. Num certo momento ela se levantou, e foi tirar o seu pequeno short, e num movimento bem de atriz porno, tirou o short junto com a calcinha, de um jeito para mostrar sua inchada buceta para o marido. Voltou a sentar no banco do carro e me chupar. Agora de pernas abertas para o marido, que registrava aquele boquete no video enquanto ela enfiava com os dedos na buceta. Seu marido vez ou outra chegava perto e também brincava um pouco com os dedos na sua xota molhada.
Aquele boquete estava maravilhoso, mas, se queríamos um bom filme, que era o que eu estava entendendo no momento, precisaríamos de uma cena de ação. Abaixei totalmente minha calça e a levantei. Me sentei no lugar dela e a chamei para sentar na minha rola. Ela veio de frente, ajeitando seus joelhos à minha volta e foi sentando. Cavalgou gostoso minha rola dentro do carro, e seu marido às vezes brincava enfiando um dedo no seu cuzinho apertado. Ela arrebitava aquele rabo de vez em quanto, para seu marido registrar direitinho sua buceta engolindo meu pau inteiro até sumir. Ela gemia, rebolava e eu também não me aguentava de tesão.
Ela tirou meu pau da sua buceta, saiu, e pediu para que eu continuasse sentado. Atendi o pedido e ela veio de costas cavalgando no meu pau, de frente para seu marido, que já batia uma frenética punheta vendo a cena. Vez ou outra ele colocava o seu pau na boca dela. E ela, chupava pulando e rebolando no meu pau. Seu marido estava tão excitado com a situação que não demorou para gozar na boquinha dela. Ela deixava escorrer. A porra pingava do seu queixo nos seus seios. Depois que ele gozou, continuou a registrar, e ela espalhava a sua porra pelo corpo. Não demorou muito para que a minha pica começasse a pulsar também. Me levantei para não gozar dentro e ela entendeu, voltando a sentar no carro e me chupar. Caiu de boca na minha rola e chupando muito forte, foi ordenhando o meu caralho. Seu marido, atento e animado, filmava aquele momento. Quando gozei, minha rola estava do lado do rosto dela. Esporrei nos seus cabelos, na sua cara, nos seus peitos. No final ela ficou toda suja com a minha porra. Encostei no carro depois daquela gozada e acendi um cigarro, enquanto ela juntava a porra toda do corpo e lambia os dedos. Seu marido me cumprimentava, agradecendo aquela brincadeira. Ela sorria, olhando para minha cara. Até hoje guardo um DVD daquela aventura, e vez ou outra ainda nos encontramos naquele barzinho, à procura de outros bons lugares para filmar.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A volta para casa

Depois do show, fui ao banheiro limpar meu pau e me recompor. No caminho, fui ovacionado por várias pessoas e recebi vários guardanapos de papel de homens e mulheres com números de telefone. No final eu já tinha telefone de metade da festa. Quando estava completamente pronto, fui seguindo à saída, me despedindo de algumas pessoas.
Cheguei do lado de fora e pedi ao manobrista o meu carro. Enquanto esperava, vi uma moça parada no ponto de ônibus que estava na festa. Pedi ao manobrista que esperasse um pouco e me dirigi à ela.
- Quer uma carona?
- Eu não. Vai acabar me atacando dentro do carro. – Falou rindo.
- E o que você tem à perder com isso? – Falei retribuindo o sorriso.
- É... E o meu ônibus ainda vai demorar... Vamos!
Fomos ao meu carro e saímos. Ela se apresentou como Alice. Ficamos conversando no carro um tempo, e caímos no assunto do meu desempenho de horas atrás. Ela sorria envergonhada, mas não escondia que tinha ficado excitada ao ver aquilo. Disse ser a primeira vez que tinha visto algo daquele tipo. Eu dava risada com ela falando daquele jeito. Falava que era mentira, que ela parecia ser bem safadinha, e ela, um pouco tímida, falava que não, que não era safada, mas não era de pedra.
- Me diz Alice. Qual a coisa mais louca que você já fez na sua vida.
- Ah! Eu nunca fui de fazer loucuras. Nenhum namorado meu foi de fazer loucuras. A coisa mais louca que fiz foi transar com a porta aberta com meus pais em casa.
- Hmmmm... É. Mas não deixa de ser uma loucura, né!?
- Isso é verdade.
- Mas você só transa com namorado?
- Eu sei aonde quer chegar, espertinho, e não vai dar certo! Acabei de ver você transando com três. Você não tem vergonha?
- Nem um pouco.
- Olha... Sim! Eu só transo com namorado!
- Que pena. – Falei passando a mão pela minha coxa – Eu acho você bem mais gostosa que as três.
- Você consegue transar com alguém desse jeito?
- Você acabou de assistir e viu que sim.
Ela estremeceu um pouco, e olhava minha mão em cima da calça, onde meu pau já dava sinal de vida.
- Poderia colocar a mão no volante?
- Não está gostando do que está vendo?
- Estou. Por isso mesmo. Você pode causar um acidente!
- Hmmm... Sentiu vontade de ser uma daquelas três?
- Para Dyas... Só me leva pra casa, por favor...
- Estou te levando. Quem disse que não vou te levar para lá?
- Ta. Mas só responde. Queria estar no lugar de uma das três?
Ela parou, ficou atônita olhando a estrada vazia, e sem olhar para mim falou:
- Sim...
- Gostou do meu pau, né?
- Gostei... Ele é bonito...
- E sabe que ele está duro agora, né?
- Você sabe que não dá pra esconder algo... Desse tamanho!!
- Que tal você fazer uma loucura para poder contar?
A respiração dela ficou pesada, tentava na olhar para minha calça com o formato certo do meu pau, olhava a estrada vazia, sem nenhum carro, e com a mão, tímida, foi passando pela minha coxa.
- Não!!E não conta para o Marcos que voltei com você!
- Ah! Que bobagem! E acha que ele vai contar para alguém?
- Meus pais não podem nem sonhar que to voltando para casa com um cara que transou com três mulheres na festa ao mesmo tempo.
- Seus pais não podem sonhar ainda que você chupou esse cara dentro de carro em movimento.
Ela me olhou assustada, atônita.
- Para o carro, por favor.
- Aqui? Onde não tem nada, nem ninguém? Sua casa é a duas cidades daqui!
- Para o carro. Isso ta começando a ficar perigoso.
- Perigoso para quem?
E abri minha calça, deixando meu pau sendo protegido apenas pela minha cueca. Ela olhava para o meu colo, via a cueca branca cheia e volumosa, com meu pau querendo saltar de lá de dentro e suspirava forte.
- Para o carro...
- Não vou parar o carro, baby. Melhor você aqui dentro chupando um pau bonito que lá fora podendo ser atacada por qualquer um, não acha?
Ela respirava forte, tentava evitar, mas acabava olhando para o meu pau, que dava umas pulsadas embaixo da cueca.
- Você é louco, Dyas. Já te disseram isso?
- Já! E já me acostumei. Mas só dizem que sou louco quando eu faço isso.
E tirei meu pau da cueca, que prontamente se apresentou de pé, duro, com a cabeça bem inchada e suas veias aparecendo. Ela viu, e foi tentar guardar meu pau dentro da cueca.
- Vai dizer que não ta gostando de pegar nele?
- Guarda isso... Põe ele de volta na cueca, por favor, vai. Não seja tão mal! Faz tanto tempo... Até sai mais cedo da festa...
- Ah Alice. Maldade você está fazendo a você mesma. Aproveita o momento! Vai me dizer que não quer experimentar ao menos um pouco o meu pau?
- Quero...
- Então vem Alice. Me deixa ser a sua maior loucura. Me deixa participar dos teus sonhos mais quentes.
Ela que estava tocando meu pau com a ponta dos dedos já o segurava, quieta. Olhando para o meu pau e pensando. Quando de repente resolveu abocanha-lo. Controlei-me para não perder o controle do carro, mas consegui segura-lo, enquanto ela chupava gostoso, sem deixar nenhum pedaço do meu pau sem a saliva dela. A língua quente passava por todo o corpo do meu pau, me arrancando sensações deliciosas. A cada espasmo de tesão, acabava pisando mais fundo no pedal. Quando percebi, ela estava me chupando à 140 quilômetros por hora. Ela segurava meu pau com força e lambia a cabeça, chupava, passava por dentro da bochecha. Quem diria aquela garota tímida estaria ali. Enchendo a boca com o meu cacete. Diminui um pouco a velocidade para poder aproveitar um pouco mais do corpo dela, e comecei a acariciar seus seios, que ela mesma deu um jeito de deixá-los para fora para facilitar. Como eu ainda estava na praia, pensei “Por que não?”, e levei o carro até a praia, que estava completamente deserta às quatro e meia da manhã. Chegamos na praia, desliguei o carro, abri a porta e sai, com meu pau duro pra fora da calça mesmo. Ela veio atrás, sem ajeitar o vestido também, com aqueles seios deliciosos para fora. Fomos para a areia. Sentei-me e ela veio voltar a me chupar. Ela me chupava e as vezes olhava para os lados assustada. Via que não vinha ninguém e voltava a me chupar. Eu delirava com aquilo. O som das ondas, o vento e nós dois. Vez ou outra passava um carro na rua, mas isso não a interrompia de me chupar, e fazia isso com tremenda experiência e precisão. Sua língua com piercing era o que me deixava mais louco, me lambendo de cima abaixo. E ela fazia questão que eu sentisse a peça gelada de metal contrastando com a carne quente da sua língua pelo meu pau inteiro. Num dado momento, percebemos uma movimentação um pouco diferente por ali, e ela resolveu andar um pouco. Que mal faria? Andamos um pouco e, como um casal de namorados, parávamos para nos beijar. Mas aqueles beijos realmente não eram normais. Beijos com pitadas severas de pimenta enquanto ela me puxava pela roupa, como que se estivesse me querendo inteiro dentro dela. Em um momento eu perdi meu equilíbrio e acabei caindo em cima dela. E nem por isso paramos de nos beijar. O Sol já se anunciava no céu quando abri minha calça novamente e, afastando a sua calcinha, comecei a penetrá-la. Meu pau se encaixou como uma luva naquela gruta quente e apertada. Ela me agarrava e jogava a cabeça pra trás enquanto eu me posicionava para meter meu pau inteiro. Estávamos tão loucos de tesão aquela hora que nem ligávamos para quem estava fazendo cooper na praia aquela hora.
Ela me chamava de gostoso, tesudo, falava do meu pau, e eu adorando aquilo, vendo aquela mocinha recatada tomando rola no meio da praia, para quem quisesse ver. Notamos que o movimento tinha dado uma parada, mas que o dia já estava bem claro. Decidimos ir até a mureta, onde ela se apoiou de costas para mim. Levantei seu vestido e comecei a comê-la novamente. Sensação maravilhosa que me dava aquela xota quente e úmida. Ela gemia gostoso recebendo o meu pau, e eu retribuía lhe puxando os cabelos e metendo cada vez mais fundo. Eu já não mais conseguia segurar o meu gozo, que vinha a galope no meu pau. Eu anunciei que ia gozar e ela, bem prendada, jogava a bunda na minha direção cada vez mais forte. Eu gemia tentando segurar aquela porra toda, e ela parecia também estar quase para gozar:
- Vai tesudo! Enche minha buceta de porra.
- Caralho! Vai gostosa! Rebola que vou encher sua buceta de porra!
- Vai, é? Cadê então essa porra? Me dá! Enche minha buceta, vai, tesudo!
- Gostosa, vadia! Gosta de porra quente na buceta, né?
- Hmmmmm.... Adoro!!!!!
E eu já não mais agüentando, jorrei tudo dentro daquela bucetinha apertada. Ela gozou na hora junto comigo, apertando a buceta no meu pau, bambeando a perna, gemendo alto, quase não conseguindo ficar em pé. Nos beijamos ainda com meu pau dentro dela, pulsando e começando a amolecer um pouco. Tirei meu pau ainda pingando um pouco de porra da buceta dela. Ela ajeitou a calcinha, eu guardei meu pau e fomos para o carro. Voltei à dirigir e ela adormeceu, com um sorriso nos lábios. E por sorte saímos àquela hora. Cruzei com um policial três minutos depois. Pois é. Achar que devo parar eu também acho. Mas quem disse que eu consigo?