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domingo, 20 de junho de 2010

Um Tango em Paris

A lua estava linda em Paris aquela noite. Tinha ido a negócios, mas acabei ficando para um baile de máscaras, convite do meu cliente pelos meus fiéis serviços. De smoking, cheguei a sua mansão em um dos seus Rolls-royce, que do qual ele fez questão de ceder com motorista para a minha chegada. Não neguei, afinal, é sempre bom chegar bem a uma festa. Quando entrei na mansão uma mulher lindíssima vestindo uma máscara vermelha me entrega uma máscara simples, preta, que me escondia o rosto do nariz à testa. Coloquei-a e fui caminhando pela humilde casa.

Obras de arte forravam as paredes e vasos Ming ornavam toda a ante-sala do lugar. Com alguns passos cheguei a um salão enorme, com no máximo umas quarenta pessoas, todas muito bem trajadas e com máscaras uma mais diferente da outra. Um pequeno quarteto tocava um som bem agradável, algumas pessoas dançavam, outras conversavam, outras apenas bebiam. Resolvi entrar no grupo das pessoas que bebiam e me dirigi a um pequeno barzinho. Pedi um scotch com duas pedras de gelo e fiquei observando o lugar. Notei que o número de mulheres era maior que o de homens no salão. Reparei até que o quarteto era formado apenas por mulheres. Elas estavam vestindo como se fosse um fraque, mas sem as calças e máscaras com penas de pavão.

Apesar de a festa ser tranqüila, algo diferente emanava. Permaneci com meu uísque perto do barzinho e fui reparando além. O salão estava num clima quente, com alguns casais se beijando de forma extremamente quente, algumas mulheres beijavam outras mulheres, alguns até formavam trios. Percebi que aquela festa era coisa para poucos, e sorri maliciosamente pensando “esse é o meu tipo de noite”.

Continuei reparando a festa em si, e nem ao menos prestei atenção a uma moça que passou pelo meu lado e também parou no bar. Em um francês polido pediu uma bebida ao garçom e ficou por lá. A voz dela não me era estranha, mas não me dei o trabalho de conferir, afinal, dificilmente ela estaria ali. Seria muita coincidência meu cliente conhecer a nós dois. Prossegui com meu uísque e observar as danças das pessoas, que ao som de tango, pareciam ter preliminares olhando uns nos olhos dos outros. Eu estava para puxar a moça ao meu lado para dançar também quando uma voz conhecida me chama em um português de Portugal e um sotaque francês carregado:

- Dyas, meu querido Dyas! Como estás tu? Chegastes bem à minha humilde morada?

- Jean! Tudo bom, amigo? Cheguei sim! Muito obrigado pela carona!

- Ora pois! Não tens do que agradecer! Não estou a fazer mais que minha obrigação! E vais gostar da festa! Qualquer mulher é tua, Dyas!

- Cuidado com isso, Jean! Posso sujar o seu salão – E disparei uma gargalhada.

- Oras! E por que achas que escolhi a dedo meus convidados?

Falando isso, Jean bateu palmas, fazendo com que a música parasse e todos voltassem às atenções a nós dois. Estávamos praticamente no meio do salão, depois de andar conversando. Ele disse, em francês, que eu era um convidado especial, de onde eu vinha e que era para tomarem conta de mim. Eu sorri, como que se não precisasse de muitos cuidados. Algumas mulheres me olhavam, outras voltavam aos seus beijos com seus parceiros, mas uma em potencial me chamou a atenção. A mesma que tinha parado ao meu lado. Nossos olhares permaneceram se cruzando, enquanto duas mulheres me vinham por trás acariciavam meu peito. Eu conhecia aqueles olhos. Conhecia aquela boca pintada de vermelho, conhecia aquela pele clara, aqueles cabelos, aquele corpo naquele vestido curto. Mas não era possível. Amélie?
Desvencilhei-me das duas e fui até a mulher em questão. Se fosse Amélie, ela teria que engolir a seco o fora que me deu. E isso seria ao meu estilo, do meu jeito. Quando cheguei perto, num francês arranhado, disse:

- Bonne nuit... Puis-je avoir le plaisir de danser?

- Boa noite, Dyas! E a resposta é não! Já se esqueceu do que fez comigo no Brasil?

- Amélie... Está diferente... Parece estar um pouco mais arrumada! – E arqueei uma sobrancelha num tom de sarcasmo, combinado ao sorriso de deboche.

- Dyas! Não quero papo com você, nem aqui em Paris, nem no Brasil, nem na China, nem na puta que o pariu!

Falando isso ela, pisando firme ia passando por mim, quando a puxei por um braço a fazendo girar e parar com a boca muito próxima a minha:

- Calma lá, tigresa... Temos muito o que conversar...

E quando eu iria começar a falar, o quarteto anunciou tocar “por una cabeza” de Carlos Gardel. Meu tom de deboche mudou para um sorriso malicioso e pouco antes do primeiro acorde, a deixei ir, e ela ia passando por mim novamente quando a puxei com força e a coloquei em posição de dança. Ela arregalou os olhos, me olhando no olho, e tentava escapar como louca das minhas mãos, mas eu com firmeza a levava, como uma pequena marionete.

Suas mãos tentavam escapar das minhas, e quanto mais ela tentava escapar com o corpo, mais eu a trazia. Enquanto dançávamos:

- Ora Méli... Continuará com essa cara de brava ainda mais pra mim?

- Seu louco! Me faz chorar e acha que agora me fazendo essa cara de cachorro vou te perdoar fácil?

- E quem disse que estou em busca do seu perdão?

- Então o que você quer, seu puto?

- Olha! Puto não. Você já me tratou com mais carinho.

E num movimento joguei sua cabeça para trás e parei com a minha bem em seu decote volumoso:

- Você continua uma delícia...

- E você continua um safado!

Puxei-a novamente e ficamos boca a boca um ao outro:

- Você ainda me quer, Méli.

- Para! Estou com o Jean hoje! Ele é meu dono essa noite, seu louco!

- Ele nem está se preocupando com quem a sua posse está dançando.

- Eu não te quero Dyas!

E num empurrão forte, ela se desvencilhou de mim, foi em direção ao Jean e lhe deu um longo beijo na boca. Depois do beijo, me olhou nos olhos, como se me perguntasse se eu tinha visto o que ela tinha feito e saiu do salão. Eu avaliei aquilo como um desafio, e fui atrás dela. Passei pelo Jean com ele me perguntando se a sua nova namoradinha dançava bem, e eu respondi de forma cortês que sim, e sorrateiramente fui atrás dela.

Atravessei a grande porta do salão que dava para uma outra sala um pouco menor, com lareira e várias cabeças de animais empalhadas. Ouvi os passos de Amélie ecoando por outra porta. Continuei seguindo os passos e eles me levaram até uma grande escada com degraus de marfim e corrimão feito de ébano. Segui por um corredor enorme com quadros emoldurados e esculturas. Cheguei à frente de uma porta apenas com uma fresta aberta deixado vazar a meia luz que emanava. Empurrei de leve a porta, que fez um leve som de rangido e me deparei com Amélie, de costas, deixando cair seu vestido de seda que levemente chegou ao chão a deixando apenas em um corpete, uma cinta-liga e meias sete-oitavos. Sem falar nada cheguei por trás dela, pegando seus seios e lhe beijando a nuca. Ela, gemendo, disse:

- Hum Jean! Sabia que entenderia o meu chamado, seu safa... Hey! Você não é o Jean!

Girei Amélie para que ficasse de frente para mim, e com um dedo em sua boca a calei, dizendo em uma voz tenra e ao mesmo tempo ameaçadora:

- Não é o Jean que você quer, mon chèr.

A respiração dela se tornou pesada, cheia. Notava o batimento cardíaco dela alterado, sua boca seca, suas pupilas dilatadas. Quando tirei o dedo da sua boca, ela automaticamente me beijou. Um beijo forte, cheio de vontade e tesão. Retribui na mesma moeda. Estava excitado desde o nosso tango no salão. Ela demonstrava o mesmo, me puxando pela nuca enquanto minhas mãos passeavam leves pelas suas costas, lhe puxando cada vez mais perto de mim.

Quanto mais nos beijávamos, mais forte eu a abraçava, fazendo-a sentir o quanto eu estava excitado, duro, quente. Ela se mexia de leve, sentindo meu corpo a tomando por completo, enquanto nossas línguas se acariciavam. Minhas mãos a pegavam com firmeza pela bunda, fazendo-a suspirar e me sugar a língua com vontade como se estivesse sugando a minha rola. Num momento, separei minha boca da dela e sussurrando perguntei:

- É esse o quarto do seu namoradinho?

- Dyas... Você é terrível! É aqui mesmo!

Ouvindo aquilo a joguei na cama com tanta força que ela quicou no colchão enorme encapado por um lençol vinho de seda.

- Pois então é aqui mesmo que eu vou te fuder, Amélie. Vai ser pra você aprender a nunca mais me dar um fora.

- Seu louco! Aqui não!

Ela ia se levantando quando deitei por cima dela, e a mantendo deitada, comecei a beijar-lhe as partes internas das coxas ignorando as suas advertências e suas tentativas de tirar a minha cabeça de lá. Minha boca passeava pelo pouco da sua pele nua até a sua virilha, o que a fazia gemer enquanto ainda advertia. Suas advertências pararam quando minha boca pousou na sua buceta por cima da sua pequena calcinha. Meus dentes acariciam sua pele apenas protegida pelo pequeno pano, e ela se desmanchava na cama como se estivesse gozando com aquelas primeiras carícias.

Não sei se minha boca, ou se seu próprio mel molhou-lhe a lingerie, mas a percebia completamente umedecida. Meu pau dentro da calça babava e parecia que iria estourar de tão duro. As pulsadas eram constantes, e sentia a cabeça inchada, quente. Minha boca continuava pela lingerie de Amélie a fazendo agarrar o lençol e gemer gostoso. Ela, querendo sentir minha boca, afastou a calcinha com seus dedos, que lambi enquanto ela me dava total acesso àquela cheirosa e deliciosa buceta.

Aquele cheiro, aquela pele lisa, aquela bucetinha toda depilada. Minha língua a invadia deliciosamente, enquanto ela me acariciava, gemia, mordia os dedos, e eu, sem parar um momento, lhe lambia o grelo. Minha língua circulava sua pele intumescida e pulsante, sempre seguida de gemidos e pedidos. Sua calcinha estava me atrapalhando, então a tirei ávido. Ela ajudou com o corpo, e voltei com a boca em sua buceta, agora com dois dedos mexendo gostoso lá no fundo. Ela praticamente berrava gostoso com aquele meu oral, mas eu queria mais. Queria aquela mulher me desejando como nunca tinha desejado.

A virei de bruços e ela aceitou. Beijei sua bunda a acariciando, apertando forte, dando tapas. Separei suas nádegas e comecei a lhe linguar o rego. Minha língua ia e voltava, com ela rebolando na minha cara e se segurando no lençol. Quando minha língua tocou o seu cuzinho ela estremeceu toda, e ali fiquei, lambendo seu rabo enquanto ela gemia e tremia. Depois que deixei aquele cuzinho bem melado de saliva, comecei a passear com um dedo por ele, com ela rebolando e gemendo baixinho. Comecei a enfiar bem devagar, e notei que ela se segurou toda, mordendo os lençóis. Meu dedo já tinha passado quase metade quando ela pediu pra tirar. Subi na cama e, bem perto de seu ouvido, disse:

- Não vai ser só o meu dedo que você vai sentir nele, vadia.

Ela mordeu forte os lábios, e continuei a enfiar o meu dedo, falando bem perto do seu ouvido o quanto ela era safada, tesuda, gostosa. Minha mão já alcançava a sua bunda, quando notei que ela tinha voltado a rebolar com meu dedo indo e voltando no seu rabo. A beijei novamente, e ela, ofegante, retribuiu. Senti na sua respiração que estava gozando novamente com meu dedo inteiro enfiado no seu rabo.

Aquilo estava delicioso, sentir aquele rabo quente e delicioso no meu dedo, mas eu queria mais. Tirei meu sapato e a meia e me deitei na cama. Ela veio por cima, com seu rabo na minha cara e me deu novamente sua buceta para chupar enquanto me desvencilhava das minhas calças e da minha cueca. Segurou firme a minha rola e começou a chupá-la com vontade, a mesma vontade com a qual chupava minha língua em seus beijos.

Minha boca permanecia cheia com a sua buceta deliciosa. Enquanto eu chupava, enfiava meus dedos em nela e em seu cuzinho apertado. Ela, apertando o meu cacete, gozava mais uma vez, gemendo forte e voltando a me chupar rápido e com tesão. Sua boca ia e voltava, ora me engolindo inteiro, ora deixando só lambendo a cabeça. Um boquete digno de Amélie. Minha língua não parava em seu grelinho latejante e delicioso, arrancando gemidos abafados e deliciosos.

Ela não agüentou em somente sentir a minha língua e meus dedos na sua buceta e, se virando, sentou fundo no meu pau, gemendo gostoso, enquanto eu me despia totalmente. Enquanto ela pulava, tirava seu corpete com fechos na frente, deixando seus seios desnudos, pulando no mesmo ritmo delicioso daquela cavalgada. Levantei-me e os chupei, enquanto sentia aquela buceta apertada molhando minha rola até as bolas.

Depois de muito sentir aquela buceta quente, a tirei de cima de mim. Ela deitou na cama, e fui por cima dela, colocando meu pau entre seus seios. Ela os apertava, só deixando a cabeça inchada do meu pau pra fora, que lambia a cada vez que meu pau chegava perto da sua boca. Às vezes me olhava nos olhos com uma cara de caçadora tarada. Que tesão de mulher. Ela sabe como satisfazer um homem totalmente.

Aquela espanhola deliciosa me fazia delirar, e a ela também. Tirei minha rola quente do meio de seus seios deliciosos depois de um tempo e, segurando suas pernas na altura dos meus ombros, pincelei do seu cuzinho a sua buceta, como se estivesse decidindo em qual daqueles buracos deliciosos eu iria meter. Comecei na sua buceta. Enfiei devagar até minha rola sumir por completo naquela gruta apertada, molhada e deliciosa. Ela gemia alto, se segurando nos lençóis. Eu não perdoava, e ia fundo, sentindo minhas bolas encostarem em seu corpo e vendo minha rola brilhante e molhada do seu mel indo e voltando exibindo suas veias bem definidas.

Ela me apertava os braços, me arranhava com as suas unas vermelho sangue deixando a mostra os vergões fortes a cada passada de unha. A vadia por um momento não deixou teus olhos longe dos meus. Fixos, cheios de desejo, me desafiava a fazer com que ela tenha mais um delicioso orgasmo. Segurei-a com força e meti ainda mais forte. Ela fechou os olhos e apertou mais meu braço. Senti suas unhas praticamente entrando nos músculos dos meus braços.

Ela gemendo de olhos fechados e aquelas unhas no meu braço me deram a enorme vontade de ir além. Tirei minha rola da sua buceta quente e pulsante e a coloquei para deslisar no seu cuzinho. Deixei a cabeça inchada dela na entrada daquele rabo apertado e comecei a forçar de leve, deixando com que a cabeça do meu pau entrasse sozinha naquele buraquinho fechado. Ela mordia os lábios, me apertava, tentava me tirar, mas ao mesmo tempo deixava transparecer que queria minha rola a invadindo em todos os buracos. Com o tempo meu pau ganhava espaço e aquele rabo se rendia aos meus desejos, deixando de estar tão apertado e ficando mais receptivo ao meu caralho duro e grosso.

Minha rola já entrava e saia sem dificuldade daquele rabo gostoso. Eu fazia questão de enfiar meu pau até o fim e voltar até quase a cabeça. Com os dedos, eu lhe masturbava rápido e intenso, querendo tirar mais e mais gozadas daquela mulher. Ela se contorcia, gemia, mordia os dedos. Estava completamente à minha mercê naquele momento, quando eu disse:

- Fica de quatro, puta! Agora, que é o teu macho de verdade quem ta mandando.

- Sim! Agora, delícia!

Ela se colocou de quatro na cama, com o rabo para o alto, rebolando, me olhando com cara de desejo e gemendo como louca me querendo. Fui atrás daquela cadela deliciosa, e com um tapa forte lhe agradeci aquela deliciosa posição. Ela gemeu alto e rebolou mais um pouco, querendo sentir ainda mais minha pica. Eu sentia minha rola como aço. Dura, tesa. As veias pulsavam forte. Posicionei-me atrás dela e pincelei do seu rabo até a sua buceta, segurando forte meu pau. Ela gemia gostoso, me pedindo inteiro, e eu, a chamando de vadia, puta, piranha, mandava-a calar a boca, pois quem mandava era eu, e seria eu quem escolheria onde iria meter.

Comecei na sua xota, meti fundo, com vontade, até as bolas, e ela gemia, se segurando nos lençóis. O encaixe era perfeito. Minha pica passava sem dificuldades até as bolas dentro daquela deliciosa buceta. Ela gemia gostoso, as vezes chegando a berrar, mas logo se lembrava de onde estava e se controlava um pouco, voltando aos seu gostosos gemidos. Eu sentia minha pica chegando perto do gozo, mas me segurava bem. Não queria acabar ali, daquele jeito.

Segurando em seu cabelo a montei como uma égua indomável, tirei meus joelhos da cama e continuei fudendo aquela buceta quente. Ela gemia alto, tentava se controlar e não conseguia, se abaixou por completo, empinando ainda mais aquele rabo e começou a morder os lençóis, úmidos de suor, saliva e fluidos. Meu gozo vinha a galope. Cada vez mais rápido eu bombava e sentia meu gozo chegando quente e viscoso. Foi quando interrompi, tirei minha rola da sua buceta, me levantei na cama e a puxei pelos cabelos:

- Vem, vadia! Vem que você vai beijar teu namoradinho com o gosto da minha porra na sua boca.

- Safado! Cachorro! Não consigo negar isso pra você, seu puto!

E me chupando forte, com vontade, foi me arrancando jorradas e mais jorradas de porra do meu pau quente e duro. Sentia minhas pernas bambeando com aquele boquete. Minha porra não escorria nem um pouco da sua boca, o que escorria, ela, carinhosamente com os dedos, colocava pra dentro, não desperdiçando nada.

Depois daquela deliciosa festa particular que tivemos na cama do Jean, nos vestimos. Eu desci primeiro para o salão, uns quinze minutos depois ela apareceu, e, abraçando o Jean, lhe deu um longo beijo, que terminou com ela olhando para mim, sorrindo e o abraçando. Retribui o sorriso e me encaminhei para a saída. Pra mim, aquele tango teve o seu desfecho mais que especial para a noite.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ludibriando a KGB

Eu estava tentando fugir da Rússia naquele dia. O frio intenso em Belgrado mal me deixava pensar. As doses de vodca eram primordiais para que eu não entrasse em colapso. Eu caminhava próximo pela estrada de Murom indo em direção à Ucrânia. Meu delito? Ter me deitado com a mulher do chefe da KGB. Todo o serviço secreto russo estava no meu encalço me procurando por assassinato.

Avistei ao longe um pequeno motel de beira de estrada e resolvi dar uma parada para descansar um pouco e recarregar as baterias. Chegando no lugar, um senhor de idade, alto e magrelo, e eu, arriscando a linguagem, pedi um quarto não muito caro para passar algumas horas. Enquanto o senhor foi buscar as chaves, uma moça muito bem apessoada também aparece.

- Спокойной ночи – Ela me disse.

- Спокойной ночи, леди … - E eu respondi ao seu boa noite, terminando com um moça.

Ela sorriu, gostando da minha simpatia e esperou o velho chegar. Quando o velho retornou me entregou uma chave na mão, com o chaveiro um pouco enferrujado com o número 10. Eu peguei a chave e olhei para a mulher que lá estava, e ela olhava fixamente para a chave na minha mão. Eu estava muito cansado para estranhar aquilo, ou imaginar que ela talvez estivesse afim de algo. Para falar a verdade, eu estava muito cansado para qualquer coisa.

Cheguei ao quarto e deitei-me. Fiquei lá com o controle da TV mudando os canais que mal sintonizavam naquela região. Em pouco tempo estava dormindo com a TV ligada. Um sono gostoso depois de muitas noites dormindo em lugares inimagináveis, fugindo para chegar em solo ucraniano e tentava voltar para a pátria amada. Como a TV estava num volume baixo, acabei percebendo as batidas na porta, olhei para o relógio e já fazia mais de quatro horas que eu estava lá. Abri a porta e era aquela mulher. Morena, boca pequena, olhos grandes e levemente claros, num sobretudo de pele.

- Извините, что беспокою вас, а ваш автомобиль блокируя мой – (Desculpa, mas o seu carro está bloqueando o meu)

- Мой русский язык не очень хорошо, не понял, что вы имеете в виду – (Meu russo não é muito bom, não entendi o que quis dizer)

Ela ouvindo aquilo foi entrendo no quarto, tentando explicar usando alguma coisa, quando viu meu passaporte.

- Brasileiro?

- Sim! E você?

- Morei muito tempo lá. Sei português fluente. É que o seu carro está bloqueando o meu e não consigo sair,

- Eu não vim pra cá de carro... Quem é você?

Falando isso a puxei e joguei na cama que era próxima da porta e pequei o pesado abajur em cima de uma cômoda. Ela, assustada, não entendia nada.

- Calma senhor! Pode não ser o seu carro! Vou perguntar à outra pessoa. Talvez o dono o hotel possa me ajudar!

- Você chegou depois de mim... E está muito bem vestida para estar em um buraco de rato como esse. Você está atrás de mim!

- Calma Dyas! Calma... Apenas se entregue. Você não está sendo acusado de nada. Você só faz parte da investigação.

E foi se levantando devagar da cama, com os braços levantados, me olhando nos olhos.

- Dyas, não estou armada. Vou abrir a minha blusa, mas abaixa esse abajur.

- Acha que vou acreditar nisso? Devagar e abre essa blusa, mas um movimento em falso enfio esse abajur na sua cabeça!

Ela foi desabotoando o sobretudo deixando mostrar um belo vestido longo, mas com um corte até o meio da coxa, seios grandes, que dificilmente cabem na boca. Um corpo muito lindo apesar de policial. Eu ainda estava meio grogue por ter sido acordado com as batidas na porta e ter ficado sem dormir umas duas noites seguidas. Ela percebeu uma leve titubeada que dei e, da perna, puxa uma arma e aponta direto para o meu peito. Quando percebi, ela já estava berrando para eu ficar quieto e abaixar o abajur. Eu já tinha escapado do pessoal da KGB uma vez, e aquilo pra mim não era tão difícil. Ainda mais em se tratando de uma mulher me apontando a arma. Fiz que ia baixar o abajur, mas o joguei em direção à parede, ela desviou e quando desviou eu já estava com a sua própria arma apontada para a cabeça dela. Em poucos movimentos eu já tinha a dominado. Ela ainda lutava comigo quando eu disse:

- Calma aê, bailarina do Bolshoi. Vai abaixando essa arma porque não vou querer ninguém machucado aqui!

- Você é um assassino Dyas! Você tem que ir para a cadeia!

- Eia!!! É muita vodka isso? A única coisa que eu talvez tenha matado foram alguns espermatozóides na boca da mulher do seu chefe, fora isso, o máximo que tive foram algumas multas e cigarros em lugares proibidos!

- Eu vi as fotos! Vi o que você fez com aquele homem! Me solta, Dyas!

Depois daquela dança com a arma na cabeça dela ela se rendeu. Tomei a arma da sua mão, tirei as balas e a entreguei de volta. Sentamos na cama e começamos a conversar. O nome dela era Lilly, tinha começado a poucos dias na corporação e precisava mostrar serviço. O cabeça da KGB tinha plantado na cena de um crime algumas coisas que acabei esquecendo na sua residência quando fui visitar a sua esposa e sai na pressa de lá. Quando lhe contei isso ela deu por si pelo fato de ninguém querer ter ido com ela atrás de mim. Sentada, desolada por ter seguido um caso completamente em falso, mal falava. Apenas olhava ao longe. Sentei-me atrás dela e lhe proporcionei uma massagem. Ela, ainda atônita aos poucos se derretia com as minhas mãos lhe pressionando os ombros macios. Aos poucos a sua raiva foi se transformando em lamentos. Ela se lamentou pelo fato de ser a novata da turma, que só tinha passado porque era bonitinha, que não sabiam que ela tinha aptidão, e eu em seus ombros ouvindo suas lamúrias. Em um dado momento, senti-me ao lado dela e comecei a aconselhar. Ela ia se desmanchando, deitando com a cabeça no meu ombro, sendo completamente aberta aos meus conselhos. Não demorou muito a ela se entregar aos meus encantos e me deixar a boca à mostra. Eu tentei não dar risada do momento. Eu estava sendo muito filho da puta. Ela estava lá para me prender, armada para me matar, e eu estava prestes a beijá-la. Deixei as questões morais de lado e a dei um selinho. Ela, comovida, passou a mão pela minha nuca e me puxou, me beijando como se estivesse agradecendo a cada palavra de conforto.

Eu, como não sei o que é simplesmente beijar por beijar uma mulher, dei um jeito de esquentar as coisas. Passei também a mão pela sua nuca e comecei a raspar com os dedos meio ásperos e mordia a sua boca de leve. Ela correspondia, mas sem muita pressa, também me dando leves mordiscadas e acariciando o meu peito. Sua respiração começava a ficar pesada, cheia de desejo, respirando cada vez mais fundo a cada mordida que eu dava. Suas mãos me amassavam a camisa, enquanto minha mão se abaixava devagar até seus seios, macios e grandes, que subiam e desciam conforme sua respiração. Minha mão ia caindo e ela simplesmente ia deixando. Em pouco tempo, uma das minhas mãos pousou em seu seio. Ela suspirou forte, e me puxou beijando cada vez mais. Comecei a massagear, de leve, por cima de seu vestido decotado, e ela, me beijando cada vez mais gostoso, mostrava o quanto estava adorando a minha mão cheia apertado de leve sua pele.

Ela me abraçava e me mordia o pescoço. E minha mão buscava por baixo do decote sentir a sua pele quente apesar do frio. Minha mão passou pelo seu mamilo sem a proteção do soutien ou do vestido ela tremeu, me beijando a boca e me mordendo forte. Fiquei dedilhando seus mamilos e ela gemia baixinho no meu ouvido, me abraçando. Comecei a tirar seu sobretudo e ela, manhosa, foi ajudando a tira, sempre devagar, me enfeitiçando cada vez mais. Já estávamos bem envolvidos um com o outro. Eu a fui empurrando de leve e ela foi deitando na cama, se entregando cada vez mais aos meus beijos. Com ela deitada, fiquei por cima, lambendo o canto da sua boca e enchendo a mão com seus seios. A respiração se transformava em gemidos cada vez mais fortes. Minhas mãos buscavam tirar seus seios para fora de toda aquela proteção. Quando os tirei, de leve, comecei a chupá-los. Minha boca mal cabia neles. Fui firme, mas com leveza, chupando um de seus mamilos enquanto a outra mão se enchia com o outro seio. As pernas dela passavam pelo meu corpo me acariciando. Voltei a beijar-lhe a boca, com meu pau duro por baixo da calça pressionando a sua bucetinha por baixo do vestido. Ela sentindo o quanto meu pau estava duro me abraçou forte, cheia de desejo. O que eram apenas lamúrias se transformou num tesão ardente, e eu estava adorado aquilo. Ela já me mordia o pescoço, orelha, boca, e eu correspondia lhe beijando as partes do corpo já desnudas. Desci minha mão pela sua barriga até chegar a sua coxa, e pelo corte do vestido resolvi invadir a região da sua virilha. Ela na hora tentou impedir a minha mão, mas tomada pelo fogo que já existia entre nós dois, não conseguia dizer uma palavra. Só puxava a minha mão impedindo que eu conseguisse alcançar sua pele que nesse momento deveria estar completamente encharcada.

Tendo aquela resistência resolvi partir para um ataque mais maciço, e, com a boca, voltei a massagear os seus peitos, mas dessa vez de uma forma mais envolvente que a anterior, lambendo e mordendo seus mamilos, olhando nos olhos. Ela jogava a cabeça para trás recebendo as carícias e gemendo muito. Deixei minha mão descer, e dessa vez ela tentou fechar as pernas. Passando com as unhas pela sua coxa, bem perto da virilha, ela foi amolecendo, até que deu passagem livre para aquela carne quente, pulsante, molhada. Senti sua bucetinha deliciosamente na minha mão. Comecei a esfregar seu grelo por cima da calcinha e ela, correspondendo ao tesão que sentia, me arranhava o peito e me beijava como louca. Não demorou muito para minha mão lhe invadir por baixo da calcinha, meus dedos entrarem por completo na sua bucetinha e eu vê-la soltando um gemido alto, forte. Eu olhando aquilo, me apoiei no cotovelo com um braço, enquanto minha mão ia fazendo um vai e vem gostoso, enfiando dois dedos até o fim dentro da sua buceta encharcada. Ela me puxava pela nuca, cada vez com mais cara de desejo para me beijar. Já me beijava de forma quente, obscena, deliciosamente perdida nos meus dedos. Tirei sua boca da minha e fui descendo, beijando seu corpo sobre o vestido, chegando até sua buceta por baixo do vestido. Chegando lá, comecei a beijar de leve aquela deliciosa calcinha molhada e quente. Ela sabendo o que eu queria, se mexia e tirava o vestido, ficando apenas de calcinha na cama, me exibindo aquele corpo delicioso. Se contorcendo com as minhas carícias por cima da calcinha, gemia e me acariciava a cabeça, querendo sentir a minha boca por completo nela. Não agüentei muito tempo sentir só aquele pedaço de renda e a deixei nua em pelo. Enchi minha boca de tal forma que ela já não gemia tão baixo. Minha língua subia e descia na sua buceta como se eu quisesse trocar aquele liquido quente e saboroso pela minha saliva. Ela só conseguia gemer e pedir mais em russo. Aquilo me enchia tanto de tesão que eu não conseguia parar nem com a boca, nem com os dedos, que eu metia e os mexia no fundo da sua buceta. Eu entendia pouco de russo, e pelo que pude entender, ela estava me pedindo mais, me chamando de gostoso, pedindo a minha rola. Eu queria fazer mesmo era aquela policial esquecer que me procurava, e continuei com a minha boca sem parar na sua buceta. Minha língua circulava o seu grelo ora devagar, a fazendo suspirar, ora rápido, lhe arrancando gemidos fortes e altos. Ela rebolava na minha boca, sentindo minha língua tomando o buraquinho apertado da sua buceta, acariciando o grelo, lambendo a virilha, lambendo bem perto do cuzinho. Ela me apertava a cabeça, agarrava o colchão da cama, me pedia mais, até que explodiu em gozo na minha boca. Ela jogava o quadril para frente, e eu forçando com a língua e circulando seu grelo a fazia gozar forte.

Depois que gozou, mostrou uma enorme vontade de retribuir favores, e me puxando, me fez deitar na cama, e me tirou toda a roupa. Com avidez, foi direto no meu pau, lambendo a cabeça e tentando colocar o que conseguia na sua pequena boca, mas eficiente. Ela me boqueteava gostoso. Queria realmente me prender ali. Eu gemia e a chamava de puta, tesuda, safada. Ela, mesmo sendo russa entendia tudo direitinho. Linguagem do sexo realmente é a mesma em qualquer lugar. Aquela boca quente me deixava louco. A peguei pelos cabelos e fui ajudando nos movimentos. Ela ia e voltava com a cabeça, e dentro da boca, lambia a cabeça da minha rola sem parar. Aquela russa sabia como envolver alguém, me lambia a rola inteira me olhando nos olhos. Ela fazia questão de mostrar, com aqueles olhos com um lápis preto carregado, que dominava o meu pau, me lambendo de cima abaixo, chupando as minhas bolas, me punhetando. Eu estava morrendo de tesão de fuder aquela buceta, então a puxei pelos cabelos e ela veio, ficando com uma babinha saindo do meu pau na sua boca até quase chegar na minha. Começou a me beijar como louca com meu pau perto da sua buceta. Sentindo minha rola dura, ela foi se ajeitando até meu pau encaixar com gosto naquela bucetinha. Ela ia rebolando, deixando minha rola entrar até as bolas e depois saia até ficar a cabeça dentro. Que buceta quente e apertada. Com ela montada em cima de mim, eu ia dando tapas na sua bunda, e ela, de olhos fechados, gemia, sentando com gosto no meu pau. Aqueles seios deliosos passavam pela minha boca cada vez mais rápido. O que eram apenas leves gemidos iam se transformando em berros e urros. O que era o meu pau passando gentilmente dentro da sua buceta já estava se transformando em dois corpos batendo forte. Minha rola entrava e saia a cada pulo que ela dava no meu pau. Aquela buceta cada vez mais apertava a minha rola, me fazendo gemer cada vez mais alto e cada vez mais feroz.

Meu tesão já estava tão forte que a tirei do meu pau e a joguei de quatro no chão. Ela berrou e resmungou algo como me chamando de grosso. Não dei à mínima e posicionei o meu pau na entrada daquela buceta e comecei a preenchê-la. Ela deu um pequeno berro, e começou a massagear os peitos. Eu a peguei pela cintura e fui a puxando gostoso, até sentir minhas bolas batendo no corpo dela. Comecei a ir e voltar com o quadril e puxando ela junto pra meter cada vez mais fundo. Ela olhava pra trás, com uma cara de desafio, e eu, adorando aquilo puxava mais forte para vê-la fechando os olhos. Eu metia cada vez mais forte, e ela nada, só me olhando e me pedindo mais e mais. Não pensei duas vezes e a puxei pelos cabelos e comecei realmente a meter forte. Ela jogava a cabeça pra frente me fazendo puxar mais ainda seus cabelos. Com isso ela gemia, gritava, rebolava, jogava a bunda para trás. Ela tentava se apoiar com os cotovelos no chão, mas eu a puxava, a querendo com a bunda empinada e com a cabeça erguida recebendo a minha pica. Ela não demorou a gozar de novo, agora com a minha pica. Ela berrava gostoso enquanto gozava, e eu, muito cretino, me apoiava na ponta dos pés e a montando metia mais forte. Eu perdi as contas de quantas vezes ela falou que estava gozando com o barulho dos nossos corpos se batendo forte ecoando no quarto. Ela tremia de tesão comigo puxando seus cabelos como rédea.

Quando senti que ia gozar, tirei minha rola da sua buceta e sentei na cama. Ela veio engatinhando e me serviu uma espanhola. Delícia sentir aquele peitos enormes subindo e descendo na minha rola, envolvendo-a por completo deixando só a cabeça pra fora. Olhando nos meus olhos e passando a língua na cabeça do meu pau, ela ia me levando à loucura. Meu pau duro passava com tranqüilidade entre seus seios macios e agora também molhados pelo mel da sua buceta. Ela pressionava cada vez mais minha rola entre eles, de forma que ficava tão apertado quanto a sua buceta. Não sei o que me dava mais tesão, aquela pressão, ou seus olhos claros me olhando enquanto lambia a cabeça do meu pau cada vez que ela aparecia.

Depois de muito fazer aquele vai e vem, lamber a cabeça do meu pau, chupar gostoso, eu não agüentei. Comecei a jorrar porra entre os seios dela, e ela não parou um instante com seus seios. Subia e descia enquanto meu pau jorrava todo o leite quente nos seus seios, no seu rosto, na sua boca. Ela, deliciosamente, ia lambendo o canto da boca sujo com a minha porra com uma cara de tarada safada. Depois que acabei de gozar, ela ainda passou com a mão delicadamente pelos seios sujos com meu gozo e lambia os dedos.

Depois daquela enxurrada que proporcionei cai na cama, querendo descansar para mais uma. Ela ainda veio apoiada na minha coxa, e subiu, limpando a porra do meu pau com a língua, passando de novo aqueles seios deliciosos na minha rola e deitou em cima de mim. Passou a mão no seu casaco e tirou um par de algemas.

- Hmmmm... Quer mais uma, safadinha? Agora quer algo mais hardcore?

Ela, rindo me algemou. Depois puxou um rádio e, em russo, disse algumas coisas que não entendi. Depois voltou a deitar em cima de mim, e rebolando com meu pau entre suas pernas me disse no ouvido:

- Meu bem... Você está preso! Melhor chamar seu advogado... E, aliás, veste uma roupa, porque os policiais que vem aí não vão gostar nada de te ver assim.

E assim ela conseguiu me prender. Por sorte minha advogada livrou a minha cara. Sempre bom ter boas advogadas. Depois fiquei devendo alguns favores, mas esses eu conto depois como paguei deliciosamente.