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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia de pagamento

Eu estava impaciente na minha cadeira. Já passavam das dezesseis horas e ainda não tinha sido chamado para receber meu contracheque. Por causa da gripe suína, algumas pessoas tinham pegado licença, inclusive no setor financeiro, e a Sabrina estava tomando a função. Confesso que desde comecei a trabalhar lá eu tinha uma certa queda por aquela mulher. Loira de cabelos curtinhos, sorriso grande, mas de lábios finos, um corpo fenomenal, olhar firme e penetrante, e sempre estava bem vestida, com roupas que valorizavam bem seu busto,  e perfumada. Por onde ela passava chamava a atenção, inclusive a minha.

O tempo passava e minha impaciência me tomava. Queria receber meu salário logo e poder cair para a balada logo depois do serviço. Depois do terceiro enorme copo de café tomado, fui chamado. Deparei-me com ela com papeis até quase o pescoço, tentando se livrar de todos. Fechei a porta da sala e sentei-me em uma cadeira frente a ela e fiquei a observando toda louca tentando organizar a montanha de documentos.

- Ufa! Dyas, você é o único que faltava receber. Quase me esqueci de você.

- Olha só! Me deixou como último da sua lista! Vou querer uma compensação disso!

- Eu é que preciso de compensação! Estou fazendo o meu serviço e de mais duas que faltaram por causa dessa maldita gripe! Estou acabada de cansada!

- Ah! Que é isso, Sa! Quer uma massagem?

Sem esperar a resposta dela, parti para trás da cadeira dela e comecei a lhe apertar os ombros. Ela praticamente se desfaleceu com as minhas mãos a apertando com firmeza. Deixou suas mãos caírem sobre a mesa, fechou os olhos e caiu com a cabeça sobre uma das minhas mãos, relaxando por completo.

- Para com isso, Dyas. Daqui a pouco eu durmo por aqui! E preciso terminar tudo isso de serviço! – Disse ela praticamente gemendo com minhas mãos lhe apertando.

- Relaxa, Sabrina. Você merece de um tempo de descanso. Não sou o último a receber aqui? Então. Deixa rolar!

Eu percebia que conforme minhas mãos lhe apertavam, os bicos de seus seios começavam a marcar sua fina blusa. Eu até pensei em parar ali, mas fazer aquela delícia ficar completamente doida ali dentro daquela salinha, não teria preço algum que pagasse. Continuei lhe apertando os ombros e a cada pressionada, descia um pouco mais a mão, como se fosse acidente. Ela não parecia se importar com as minhas mãos ficando cada vez mais bobas e continuava a receber minha massagem quieta, de olhos fechados, gemendo baixinho e se arrepiando cada vez que minhas mãos voltavam ao seu corpo.

No momento que ela percebeu que minhas mãos tinham uma direção, ela as pressionou e disse:

- Onde é que você pensa que vai? Meus ombros não estão tão baixo!

- Só estou buscando te relaxar melhor, minha querida.

- Melhor parar! Pode entrar alguém e pegar você assim. Vão pensar besteira.

- E você acha que vai entrar alguém aqui na sala? Relaxa, minha querida, e me deixa te deixar bem solta.

E dizendo isso bem próximo ao seu ouvido de forma tenra, mas firme, ela se desmanchou novamente e foi soltando minhas mãos. Conforme ela soltava, eu descia ainda mais, até chegar a seus seios. Minha mão parou sobre eles por alguns instantes, e ela gemeu baixinho, buscando pela minha nuca com as mãos. Comecei a massageá-los de leve, enquanto ela se entregava, respirando fundo e se deliciava. Ela levantou o rosto por um instante e a beijei. A retribuição veio intensa e deliciosa, mostrando que queria e muito transar ali naquela sala. Meu pau já se mostrava bem recíproco à situação, pulsando dentro da minha calça.

Debrucei-me sobre ela, descendo com uma mão até entre as suas pernas. Ela as abriu lentamente e delicadamente, recebendo meus dedos, que buscavam passar por baixo da sua saia. Com meus dedos sobre a sua calcinha, ela me mordia a orelha, respirando ofegante cheia de tesão e vontade. Meu pau se encostava quente e duro na sua pele, o que fazia com que ela se entregasse ainda mais. Fiquei passeando com os dedos por cima da sua calcinha úmida por um tempo, enquanto ela rebolava na cadeira, sentindo minhas carícias.

Ficamos naquela brincadeira quente por um bom tempo. Eu sentia sua respiração profunda e voluptuosa no meu ouvido, sentia suas mãos me guiando pela sua calcinha molhada, sentia seus seios com os mamilos completamente duros pelos meus braços. A vontade de tirar a roupa aumentava ainda mais, e parecia que nosso tesão só aumentava quando ouvíamos alguém passar pela frente da porta da sala onde estávamos. 
Tirei minha mão entre as suas pernas por um instante e ela a puxou, levando meus dedos para a sua boca, me fazendo um verdadeiro oral, me olhando nos olhos. Foi uma delícia sentir aquela boca quente e aveludada nos meus dedos, me fazendo sentir vontade de mais.

Depois de se deliciar com seu gosto nos meus dedos, ela se virou, e começou a beijar meu pau por cima da calça. Mordia meu pau de leve, com todo cuidado para não molhar minha calça, e depois de não agüentar mais, abriu a braguilha da minha calça, liberando meu caralho duro cheio de veias da prisão da minha cueca. Bateu-me uma punheta leve, olhando nos meus olhos e o abocanhou. Quase gemi alto àquela hora, mas me contive. Ela ia e voltava com a cabeça, sempre ajeitando os cabelos para me mostrar o quanto engolia e como me chupava. Eu, entregue àquele boquete, apenas delirava, sentindo sua boca quente no meu pau. Ela as vezes parava e lambia a cabeça, girando com a língua por ela inteira, e voltava a abocanhar, me olhando nos olhos.

Ela por nenhum momento largava da minha rola, chupando forte e mais intensamente cada vez que ouvia alguém passando enfrente à sala. Eu já não estava mais me agüentando, querendo retribuir aquele boquete e cair de boca naquela bucetinha toda molhada. Tirei meu pau da sua boca e me enfiei embaixo da sua mesa, puxei sua calcinha, que veio fácil com ela ajudando e cai de boca entre suas pernas. Minha língua passeava pelo teu grelo duro e quente, enquanto meus dedos a penetravam, com ela jogada na cadeira.
Ela tentava não gemer, passava com a mão pela minha cabeça um pouco desesperada, mordia os lábios, se perdia nas minhas caricias. Quando do nada a porta se abre e dela ouço uma voz:

- Viu o Jorge por aí, Sabrina? Estou precisando dele para consertar a tomada lá da minha sala.

Eu a senti estremecendo na hora, mas manteve a compostura, mesmo comigo sem parar um momento de lamber a sua deliciosa buceta.

- Não o vi hoje. Já procurou no administrativo?

- Vou procurar. Está tudo bem, Sabrina? Você parece meio apática.

- Estou sim, só estou com muito serviço aqui. Se puder fechar a porta quando sair, eu agradeço.

Depois daquela curta conversa, ela me puxou, e ao invés de resolver parar com a transa ali, jogou os papéis da mesa no chão, se sentou nela e me puxou. Ajeitei meu pau entre suas pernas e entrei. Meu pau passou gostoso naquela gruta quente e apertada. Ela gemia baixo, jogando a cabeça pra trás e se apoiando nos meus ombros, enquanto eu a olhando nos olhos ia e voltava, observando minha pica brilhando e lustrada pela sua deliciosa baba. Num momento tirei um seio dela para fora do decote, e comecei a chupá-lo. Ela soltou um gemido leve no meu ouvido, mas me puxava pela nuca querendo mais.

Nossos corpos se encontravam deliciosamente a cada instante. Ela rebolava na mesa, e eu ia e voltava. Sabrina mostrava que não era só cara, ela sabia meter gostoso, e ainda mais naquela situação de perigo que qualquer pessoa poderia pegar a gente ali. A minha vontade de pegar aquela mulher por trás só aumentava, e como já não existiria desculpa para aquela situação caso nos pegássemos, tirei minha pica de dentro da sua xota e a puxei. Ela desceu da mesa já se abaixando e chupando mais uma vez a minha rola. Ela chupava com muita vontade. Sentia ela me sugando deliciosamente, querendo que eu berrasse ali de tesão. A puxei com força e a deitei de bruços na mesa. Ela na hora abriu as pernas e me ofereceu novamente aquela bucetinha deliciosa, abrindo com os dedos. Posicionei a minha rola e enfiei com gosto. Ela ainda se curvou, querendo berrar, mas começou a morder os dedos, me olhando, enquanto eu a puxava pela cintura.

Aquele vai e vem nos deixava loucos. Ouvíamos as vozes por trás da porta, vez ou outra paravam e conversavam enfrente à sala, e mesmo assim não parávamos. Eu a puxava com força, enterrando meu pau até as bolas, e ela gemia baixo, me olhando sem parar com cara de desejo. Resolvi brincar e enfiar um dedo no seu rabo, enquanto recebia minha rola, e ela, me guiando, puxava meu dedo querendo ele inteiro enquanto sentia minha rola na sua buceta. Queríamos berrar, mas não podíamos. Senti ela gozando na minha rola e na minha mão como uma louca, rebolando, perdida, desesperada, querendo gritar e não podia. Aquela situação não rendeu-lhe apenas um orgasmo, mas vários, um atrás do outro. Eu via a sua cara de desespero por não poder soltar os berros que queria e me deliciava.

- Que foi, minha putinha? Quer berrar e não pode, é?

- Caralho! Já perdi as contas de quantas vezes eu gozei! Goza logo, meu preto! Goza por que senão daqui a pouco a gente perde o emprego! Vou acabar berrando aqui... Hmmmmm...

- Se agüenta, vadia. Se agüenta e goza de novo na minha rola!

E gozou mais uma vez comigo a chamando daquele jeito. Ela estava completamente descontrolada, se mordendo toda, tirou meu dedo do seu rabo e ela mesma enfiou os dela, forte, rápido, intensamente, se acabando de gozar. Aquilo estava me deixando louco, já estava a um bom tempo segurando a minha porra, até que finalmente não agüentei mais e anunciei que iria gozar. Tirei meu pau da sua buceta e ela veio rápido, se ajoelhando na minha frente e me chupando. Um boquete intenso, acompanhado de uma punheta forte. Ela mamava a cabeça do meu pau e acariciava as minhas bolas. Não demorou em nada para que minha porra voasse quente na sua garganta. Ela, desesperada prá beber tudo, não deixava uma gota escapar, e ia guardando tudo na boca. Quando acabei de gozar, ela só de sacanagem me mostra toda a minha porra branca na sua boca, e num movimento a engole toda, sorrindo me olhando.

No final de tudo aquilo estávamos acabados. Guardei minha rola, enquanto ela se sentou no chão, tentando entender o que tinha acontecido naquela sala. Os papéis todos no chão, as nossas respirações descompassadas, os batimentos cardíacos mais forte que o normal. Depois de quase um minuto voltamos à realidade e comecei a ajudá-la a juntar os papéis. Nesse momento, entra o chefe da empresa na sala falando:

- Dyas! Te procurei a empresa toda atrás de você! Precisamos conversar sobre a nova funcionalidade, cara!

- Só um minuto. Acabei por descuido derrubando os papéis da Sabrina. Já vou passar lá na sua sala.

Ele saiu, mantendo a porta aberta. Olhei para Sabrina e ela, vermelha, ria quieta. Ficamos um tempo ainda dando risadas da situação, e prometemos, que se caso fosse rolar de novo, que rolasse em um dia que o chefe não estivesse por lá.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Caindo em boas armadilhas

Trabalhar em suporte técnico de computadores por muitas vezes te obriga a ir para a casa do cliente para resolver o problema lá. O local onde eu trabalhava exigia sempre uma boa vestimenta. Terno, gravata, ferramentas e notebook na maleta. Tudo extremamente voltado a quem queria e tinha como pagar um ótimo atendimento personalizado.

Meu dia estava completamente sossegado. Já tinha feito um atendimento pela manhã e realmente não estava com vontade de sair para atender mais. Foi quando o telefone tocou me chamando para resolver o problema do servidor de um banco. Fiquei puto da vida, pois queria ficar sossegado naquela tarde, mas, como era uma emergência, me encaminhei para lá.

Quando cheguei fui logo barrado na porta. Também pudera, com o enorme número de materiais contendo metal na minha maleta não era de se esperar nada diferente. Foi quando eu tentava dar um jeito de passar pela porta que minha amiga já de longa data apareceu e me tirou daquela enrascada:

- Pode deixar passar! Esse é o técnico que eu chamei!

- Juliana!?

- Dyas! Quanto tempo, hein? Venha! O servidor parou e precisamos de uma ajuda!

- Ta trabalhando aqui? Toda bonita, hein?

- Ah Dyas! Você sempre galante! Comecei esses dias. Ainda bem que guardei o teu cartão. Estou cuidando da área tecnológica. Agora venha! Precisamos dar um jeito nisso, senão minha cabeça vai pelos ares!

Seguimos por dentro do banco de forma rápida. Ela foi à minha frente toda imponente. Blazer, saia, salto alto, e eu garboso no terno preto com meu rosto parcialmente escondido pelos óculos com lentes escurecidas pela luz que encontrei antes de entrar no recinto. A sala do servidor era bem refrigerada, com um pequeno rack portando todos os gabinetes e um monitor que do qual se tinha controle de tudo. Por medidas de segurança, a Juliana tinha que se manter comigo lá dentro, e a porta fechada por dentro para que nenhum possível intruso conseguisse ter acesso.

Comecei a fazer a manutenção e começamos a falar da vida. Namoros, separações, mágoas, família, amigos, bebedeiras. O papo ia rolando enquanto eu abria um dos servidores para analisar. Não demorei muito para descobrir o problema e comecei a consertar. Enquanto batíamos papo acabamos entrando em um assunto delicado que foi a deixando cada vez mais triste. Eu percebi aquilo e tentei mudar de assunto, mas ela ignorava o fato e continuava falando. Sentada em uma cadeira continuava despejando seus problemas. E eu, tentando ser apenas amigo e manter a profissão acima de tudo, tentei acalentá-la.

Terminei meu serviço até que rápido, dado o fator do problema e continuamos a conversar, com ela sentada na cadeira e eu encostado à mesa onde estava o monitor. Eu tentava de todas as formas acalmá-la e ela parecia irredutível nisso. Despejava mais e mais, até que começou a chorar. Não tive outra opção a não ser ir em direção à ela e abraçá-la. Segui em direção à ela e ela automaticamente me abraçou como se fosse uma criança, com a cabeça na minha barriga. O assunto? Seu ex-namorado.

Eu não podia negar que sentia tesão naquela mulher. Logo quando a vi na entrada do banco vestida daquela forma foi como se um vento frio passasse por toda a minha espinha e me arrepiasse por completo. E com ela me abraçando ali, daquela forma, sentia que meu pau dentro da minha cueca reagia contra a minha vontade. Eu tentava sair, arrumar um jeito que ela não percebesse a minha excitação, mas ela chorava e me abraçava mais e mais. Arfei-lhe os cabelos, e ela chorando me abraçava mais forte, como que se não quisesse que eu me movesse um sentido.

Por um momento ela me olhou. Ficamos nos fitando por alguns instantes quando me abaixei e lhe dei um breve selinho, que do qual ela retribuiu me puxando pela nuca e me beijando. Senti o gosto da sua saliva misturado às lágrimas. Sua língua quente e trêmula passava pela a minha de forma leve, me acariciando, como se ela estivesse beijando seu ex-parceiro. Por um momento, seus beijos doces passaram a beijos voluptuosos, envolventes. O sentimento de carinho ia se perdendo a cada minuto e se tornando uma luxúria completamente ardente.

Eu sentia realmente meu pau já tomar a minha calça e avolumá-la. A minha cueca não conseguia mais manter a cabeça dele guardada, me fazendo sentir a cabeça inchada e macia roçar pela minha calça áspera. Eu queria libertá-lo, e ela parecia já que queria o mesmo, me arranhando a nuca e passando a mão pelo meu rosto. Por um momento sai daquela posição um pouco incômoda e me levantei um pouco. Isso a deixou com a minha calça bem de frente a ela. Juliana, já envolvida com os nossos beijos, possivelmente até mais que eu, começou a me massagear as pernas, olhando fixamente para a braguilha da minha calça. Aquilo me disse tudo, e me mantive de pé ao lado dela lhe acariciando os cabelos.

Ela me olhou nos olhos, já com um olhar diferente daquele triste e fundo, e começou a me massagear o pau por cima da calça. Eu fechei meus olhos e curti as carícias feitas por ela, que já com uma cara de safada, mordia os lábios à cada apertada que dava no meu pau.

- Desculpa Dyas por ter te enchido o saco com as minhas neuras. Agora preciso te recompensar de alguma forma.

- Aé? Me recompensar? Como?

- De um jeito que eu estou doida há muito tempo. Mas você não me dá chance.

Ela sensualmente abriu a braguilha da minha calça e foi liberando meu pau com carinho de dentro da fina calça. Só o toque leve dos dedos dela já me fez soltar um gemido de tesão. Ela me olhou com meu pau entre seus dedos e começou a passá-los por ele inteiro, brincando com o corpo e a cabeça. Eu continuava com a minha mão em seus cabelos apenas a olhando com meu pau grosso em sua posse.

- Sabia que você de terno me deixou com tesão?

- Você estava chorando até agora pouco, Ju!

- Só assim pra fazer você se aproximar de mim e fazer isso.

E deu uma lambida demorada desde perto das minhas bolas até a cabeça, me olhando direto nos olhos, passando com meu pau pela ponta do nariz. Eu olhava a cena e tentava entender a qual ponto ela chegou para estar com meu pau na sua boca. Bastava ter me falado? As perguntas e faltas de entendimento passaram no momento que ela segurou forte o meu cacete, e com dois dedos levantados começou a mamar o meu pau. Sugava com força, indo e voltando com a cabeça, de olhos fechados, passando com a língua pela cabeça, circulando, me fazendo perder o chão de tão bom aquele boquete.

Perdido em sua boca, me apoiava onde podia, e ela, sem parar um momento de me arrancar gemidos, ia e voltava com a sua cabeça, tentando me engolir todo. Sua boca aveludada me tomava o pau por completo, me enchendo de saliva e vontade. Aos poucos ela ia abrindo seu blazer e tirando da sua blusinha seus seios deliciosos e com mamilos já pontiagudos. Quando menos percebi, ela estava passeando com seus seios no meu pau. Com a boca o molhava, com os seios o secava.

Ela estava realmente me recompensando muito bem. Arrancava suspiros e gemidos fortes de mim. A sala ajudava com que pudéssemos ficar bem à vontade. Eu abri minha camisa e tirei minha gravata. Ela não largava o meu cacete em nenhum momento, o chupando, lambendo, beijando. Ela me deixou completamente louco de tesão com aquela chupada. Chupava gostoso, não deixava um centímetro do meu pau seco. Eu, já louco de vontade, a levantei e a empurrei para a mesa. Ela, obediente e tesuda, empinou bem a bunda me esperando. Dei uns tapas gostosos, sentindo sua bunda macia por baixo da saia social.

Ela rebolando olhava para trás, como se me chamasse para poder senti-la também. Comecei a subir sua saia, e ela foi me ajudando com as pernas. Acabou me revelando uma calcinha clara e pequena. Um fio dental me mostrando aquela buceta inchada e deliciosa toda molhada de vontade. Abaixei-me e afastei o fino pedaço de pano e comecei a chupar aquela deliciosa xota. Ela gemia com a minha cara na sua bunda enquanto rebolava gostoso com a minha língua a penetrando. Eu, como já não me importava mais com nada, resolvi dar umas lambidas no seu rabo, que foram muito bem recebidas, com gemidos, pedidos de mais e afirmações de assim. Minha língua, arisca, a preenchia, enquanto meus dedos, algozes, preenchiam a sua buceta. Que tesão de trabalho aquele!

Seu rebolado me fazia vontade de sentir mais, sentir tudo. Levantei-me e passei meu pau do seu rabo até a sua buceta. Ela tremeu ao sentir a cabeça grande do meu pau passar tão perto assim de seu apertadinho botão. Coloquei meu pau na entrada da sua xota e fui empurrando aos poucos. Depois de molhado meu caralho inteiro, ele passou fácil dentro daquela quente gruta. A peguei pela cintura, e ela colocou uma de suas mãos sobre a minha. Começamos a brincar devagar, indo e voltando, sentindo um ao outro a cada leve estocada. Minha pica pulsava na mesma sincronia da sua buceta pulsando. Aquilo estava muito gostoso, mas eu queria mais. Socando meu pau todo naquela buceta, resolvi pincelar seu cuzinho com um dedo. Ela rebolava ainda mais com meu dedo ali perto, e empurrava sua bunda para trás, me chamando. Como me chamava, não podia recusar. Comecei a enfiar a ponta de um dedo no seu rabo, que foi entrando devagarinho, fazendo-a morder os lábios de desejo.

Os dezessete graus da sala já não pareciam mais surtir efeito. Seminus, possuindo um ao outro, gemíamos dentro da sala, com aquela troca de sensações voluptuosas. E já com dois dedos dentro do seu cu a possuía pela frente e por trás. Ela gemia, xingava, cerrava os dentes. Queria mais e muito mais do que eu poderia oferecer. Ela mesma tirou meu pau da sua buceta e o colocou no rabo. Meu pau, todo empapado com teu mel, começou a passar fácil por seu buraco já previamente laciado pelos meus dedos. Seus gemidos me deixavam louco, me fazendo gemer ainda mais, perdido naquele cuzinho tão apertado e quente.

Ela se debruçava sobre a mesa, sentindo meu caralho entrando e saindo quente, com as minhas bolas batendo na entrada da sua xota. Éramos só gemidos dentro daquela gelada sala. Ela deixou seus seios sobre a mesa, totalmente entregue às sensações que meu pau dentro do seu rabo lhe proporcionava. Cuzinho apertado e quente, que piscava na minha pica a cada forte fincada. Cansados daquela posição, me sentei na cadeira e ela veio por cima, sentando como se já tivéssemos treinado aquilo antes. De costas, colocou sua buceta de volta no meu pau e engoli meu pau inteiro. Eu gemia, a pegava pelos seios, apertava sua bunda, batia, a fazia subir e descer mais.

Aquele vai e vem delicioso me fazia chegar cada vez mais próximo de jorrar minha porra quente. Apenas avisei que poderia gozar, e ela, safada, rebolava no meu cacete, sentava mais forte, apertava meus joelhos, gemia me pedindo porra na boca. Eu me segurava na cadeira. Prendia minha porra com uma força descomunal, enquanto aquela vadia pulava com gosto no meu cacete, totalmente entregue as delícias que aquela situação nos privilegiava.

Eu não agüentei àquela tensão toda e anunciei que gozaria dentro dela. Ela, rápida, saiu do meu cacete, e sem dobrar os joelhos, caiu de boca de novo no meu cacete. Aquele boquete me deixou louco. Ela subia e descia com a boca na mesma velocidade que sentava no meu caralho. Sua boca, tão quente quanto sua buceta, me sugava, me apertava, me lambia. Pouco demorei até o primeiro jato sair, e ela, diminuindo o ritmo, ia engolindo cada jato, sem deixar nenhuma gota escorrer. Depois que notou que conseguiu esvaziar toda minha porra, se levantou, jogando os cabelos, limpando a boca e se vestindo. Eu também me pus a vestir, e ela, seguindo os rituais da profissão, me perguntou se tudo estava nos conformes e se eles poderiam voltar a trabalhar.

Voltei ao escritório com meu pau doendo, mas uma dor de dever cumprido. E muito bem cumprido.

sábado, 17 de abril de 2010

Trabalho duro

E lá estava eu para mais um dia de trabalho.Terno, gravata, cabelo amarrado e pastinha na mão para ir atender a outro cliente que precisava dos meus serviços. Bom. Ainda bem que é uma mulher dessa vez. Discutir programação com homem é muito chato.
Fiquei lá na recepção sentado e olhando os peixes do aquário, quando o telefone da recepcionista toca, e ela me diz que posso entrar. Cordialmente agradeci e me dirigi à sala da Janis.
Quando entrei na sala, tomei um susto, porque o cabelo parecia com o de uma ex minha, também chamada Janis, mas não poderia ser a mesma. Foi quando ela levantou a cabeça tirando os olhos dos papéis e olhando para mim que a reação foi imediata:
- Janis???
- Você é o tal do Dyas??? - perguntou ela com um tom assustado...
- Sou eu mesmo... Então quer dizer que vou trabalhar pra você???
- Bom...Se não quiser, pode sair por aquela porta que eu chamo outro agora...
- Ora ora...Resolveu agora me destratar é?? - Falei num tom irônico...
- Eu não, mas não tenho tempo pra brincadeiras, ou vamos trabalhar sério, ou não vamos...
- Ha ha - em um tom de deboche - se já começamos assim, melhor nem continuar...Janis foi um prazer te reencontrar, mas vou indo!!! - já num tom de aspereza
- Eu faço questão de te abrir a porta, e de preferência lembra dela, que é pra quando você passar pela frente dela, você nunca mais entrar... - Indo em direção à porta...
- Farei isso!!!
E no meio do caminho, ela tropeçou e caiu em cima de mim. Os dois foram pro chão, e ficamos deitados um olhando pra cara do outro, quando ela:
- Você não é homem nem pra poder evitar a minha queda...
- E você é tão graciosa quanto uma garça bêbada...
Nisso os dois já estavam com cara de furiosos, mas ela continuou em cima de mim
- Grosso!!
- Estúpida!!
- Cavalo!!
- Cadela!!
- Seu...Seu...Cachorro...
- Sua...Sua....Sua...
Quando nesse momento, simplesmente ao mesmo tempo, começamos a nos beijar no chão da sala, feito dois animais cheios de desejo. A pegava pelos cabelos e mordia sua boca. Minhas mãos percorriam seu corpo todo. Sentia o calor do corpo dela sobre mim. Passava a mão na bunda dela, e podia ouvir os gemidos no meu ouvido.
Foi quando ela levantou de repente e se dirigiu ao telefone, e falou a recepcionista:
- Não estou pra ninguém, e desmarque a minha agenda de hoje...E desligou, ficando quase de 4 em cima da mesa...E naquela sainha, acabou despertando realmente um tesão incrível dentro de mim. Quando ela mal desligou o telefone, eu já estava de pé, com as mãos nos seios dela, a encoxando com força por traz e mordendo a sua nuca. Pude ouvir um gemido longo nessa hora, e a senti rebolando pra poder sentir a minha pica.
- Sempre vadia como sempre, né, Janis?? - perguntei a ela bem no ouvido
Foi quando ela me jogou pra traz, e me puxando pela gravata sem falar nada, me levou até um sofá da sala e me jogou. Ela me beijou a boca, o rosto, o pescoço. E foi tirando minha gravata e minha camisa. Enquanto eu me desvencilhava do terno.
Quando ela tirou minha camisa, que quis massagear os peitos dela, mas foi quando ela levantou e falou:
- Você continua sentado, seu cachorro...
- Quem vai me impedir de levantar e te fuder como uma verdadeira puta?
- Eu!
E enfiou o salto agulha no meu peito, me obrigando a ficar quietinho sentado. Com aquele movimento, pude ver a calcinha e a generosa buceta q aquele pedaço de pano escondia. Aquilo me deixou com um tesão enorme. A minha calça já estava até apertada de tanto tesão.
Ela tirou o pé do meu peito e pegou minha gravata:
- Levanta, safado...Dessa vez quem vai mandar sou eu!!!
- Tudo bem... - Falei dando um sorrisinho...
Ela foi para as minhas costas e amarrou minhas mãos com a gravata. Mas amarrou de uma forma que eu realmente nem tinha como me desvencilhar. Ela me empurrou de volta pro sofá, e lá eu estava. De pau duro e de calça, amarrado no sofá.
- Hoje vou te mostrar o que uma mulher de verdade faz, seu pivete...Vai sofrer na minha mão...
Continuei calado, e ela começou a me beijar o peito. Desceu pra minha barriga. Começou a beijar meu pau por cima da calça. E eu só fiquei gemendo.
Ela abriu minha calça com os dentes. Foi beijando minha pica por cima da cueca.
Se levantou e beijou minha boca, e com as mãos massageava o meu caralho. Meu pau preenchia a mão dela. Estava muito gostoso sentir a mão dela nele.
- Não sabe fazer nada além disso, vadia?? - perguntei
- Eu mandei você falar??
Pegou um lenço que estava perto do sofá e o amarrou na minha boca. Não podia me mexer e nem falar. Só a observava com uma cara de mal...
Ela puxou minha cueca e começou a lamber o meu pau. Lambia como uma gatinha bebendo leite. Lambia como se fosse seu pirulito. E eu observava e gemia gostoso. Quando ela começou a colocar na boca. Começou a me chupar, e foi me chupando.
Eu sentia aquela língua no meu caralho. Ahh q delícia!!! Continuava sendo a mesma putinha chupeteira que era há anos atrás...
E mesmo delirando com aquele boquete, eu tentava me livrar da gravata.
Ela me chupava muito forte. Mamava meu pau como uma louca, até que chegou uma hora q ela falou:
- Olha prá mim, vagabundo...Olha, desgraçado...
E começou a engolir centímetro por centímetro da minha pica...
Quando ela fez isso, comecei a me debater com a gravata, até q consegui livrar uma das mãos. Tirei o lenço da minha boca, e a peguei pela nuca, ainda enquanto ela estava com a minha pica enterrada até as bolas na boca dela...
- Gosta, né, vagabunda???Gosta do sabor da minha pica, né???Agora que vc quis dar uma de dominadora, vai ver o q o pivete sabe fazer...
Tirei a boca dela do meu pau, e ficou aquele fiozinho de baba entre a boca dela e a minha pica...
- Chupa esse fiozinho, cadela...Lambe a cabeça do meu pau, vagabunda!!!Sei que você adora isso, vadia...
E ela chupou o fiozinho até chegar na cabeça do meu pau. A levantei e a joguei no sofá. Arranquei sua calcinha e enfiei minha cabeça entre as pernas dela, e comecei a chupar sua buceta. Lambi o clítores, mordi aquele grelinho gostoso. Enfiei dois dedos naquela buceta molhada e falei: - Gosta, né, vadia???Gosta da minha boca na sua buceta...Ainda tem mais, cadela!!!
Voltei a chupar muito aquela bucetinha maravilhosa, quando ela se levantou e foi pra mesa..Sentou ali em cima e abriu as pernas, me convidando a chupar mais um pouco aquela maravilha. Voltei a chupar muito ouvindo ela gemendo e pedindo mais.
Mordia aquele grelo com força, arrancando gritinhos dela. Delícia. Vagabunda...Nunca chupei buceta igual...
Me levantei, e a beijei...
- Gosta de sentir seu gosto na minha boca, né, vadia??Gostosa... Piranha... Agora vai levar pica nessa xota...
Pincelei a minha pica naquela buceta e comecei a meter bem devagar. Fui metando até que as bolas chegaram na entrada daquela xota maravilhosa.
Comecei a bombar com força. Com vontade. E ela olhando minha pica entrando e saindo da sua buceta e gemendo muito. Meu tesão ia aumentendo conforme ela gemia, e eu não parava de bombar.
Fui tirando a parte de cima da roupa dela, e deixei aqueles peitos maravilhosos à mostra. Comecei a chupá-los, morder os biquinhos. E ela gemendo muito. Tremendo de tesão com a minha pica.
Aí ela me empurrou com força. Quase caí. Ficou de 4 na mesa e falou:
- Me enraba, seu filho da puta...
Não pensei duas vezes. Dei uma cuspida naquele rabo e comecei a enfiar. Fui enfiando devagar, e a vagabunda ia jogando aquela bunda maravilhosa pra trás. Era pra entrar tudo.
Até que meu pau entrou por completo. Sumiu naquele buraquinho apertado e maravilhoso.
Comecei a bombar com força. Sem dó. Ela jogava os papéis da mesa longe e eu não parava de bombar. Comi aquele cuzinho com gosto.
Virei ela em cima da mesa, e a deixei com os peitos pra cima. Voltei a fuder a sua bucetinha. Ah q tesão! Quanto mais eu metia, mais apertadinho ficava.
Bombava com força e cada vez mais rápido, e ela gemia gostoso, me chamando de safado, de cafajeste, de vagabundo. Eu sentia meu gozo cavalgando na minha pica.
- Vou gozar dentro do seu cuzinho, putinha...
Tirei meu pau daquela xotinha e enfiei no rabo. Passou como se fosse faca na manteiga. Bombei com muita força, e minha porra chegando. Comi aquele rabo com gosto. Se comi. Fudi ele todinho, quando não consegui segurar mais meu gozo.
- Vou gozar, vadia!!!
- Goza desgraçado!!!Enche meu cú de porra!!!!
- AHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!
Dei um gemido alto e enchi aquele rabo com a minha porra quente.
Dei mais algumas bombadas naquele rabo. Sentia minha porra escorrendo pelo meu saco. Tirei minha rola daquele cuzinho e ia me preparando para colocar as calças quando ela me para, limpa todo o meu pau com alguns lenços que ela tinha e me fala:
- E porra na minha boca??Quero mais, cachorro!!!!
Se ajoelhou na minha frente e me boqueteou denovo. Me chupou muito rápido. Gemia, babava na minha rola, quando veio outro jato de porra que não pude controlar. Enchi a boca dela de tal forma que ela não conseguiu engolir tudo e deixou escorrer. Dei uma batida com meu pau na cara dela, e perguntei:
- Quando vai ser a próxima reunião, minha patroa putinha???