segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dia de pagamento
sábado, 17 de julho de 2010
A enfermeira

Conto publicado no blog Mulher de 40
Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase um mês. Estava ansioso, em menos de doze horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.
A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.
Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.
Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.
Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.
- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.
- Não, não! Você que me desculpe... Eu não percebi você entrando!
- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e...
A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?
- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.
Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.
- Posso perder meu emprego, senhor.
- Esse é o único problema?
E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.
- Senhor. Pode entrar alguém - Disse ela gemendo baixinho.
Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.
Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.
Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:
- Eu que devo cuidar de você.
Deitou-me e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.
Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:
- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.
- Aé, doutora vadia? O que?
Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não agüentei e anunciei o gozo.
Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.
Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse:
- Próxima checagem daqui à uma hora, senhor.
domingo, 6 de junho de 2010
Brincando no Playground
Nas minhas andanças pelo mundo, acabei morando em um prédio com uma história particular. Algumas senhoras detentoras de informações gerais do prédio me alertaram de certa loira que vez ou outra saciava seus desejos ali, no saguão do prédio. Resolvi ficar mais atento e não sofrer o tal perigo de ser pego por uma loira tarada a qualquer momento no prédio.segunda-feira, 31 de maio de 2010
Na praia com Mikaela
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Intervenção Policial
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Educando a chefa

Acordar em dia frio é ruim. Pior ainda numa segunda-feira, com chuva, ônibus lotado e o meu querido cachorro resolveu rosnar pra mim. Um dia mais que perfeito. Não poderia ter mais nada para estragar. A não ser o fato de a minha chefa ser a Adriana. Ela era bonita. Não. Bonita não. Gostosa. Morena, com um belo par de seios, bundinha redondinha, grossas panturrilhas. Só não é perfeita pelo fato de ser muito, mas muito chata.
Cheguei aquele dia atrasado meia hora. Um acidente na rua obrigou todo o transito a modificar a rota. Minha roupa pingava da chuva e eu tremia de frio. Mesmo assim, fui ao meu computador rezando para que a Adriana não tivesse sentido a minha ausência. O pior foi que ela sentiu minha falta, e mal me sentei ela me chama:
- Dyas! Vem cá!
Eu respirei fundo, fechei os olhos e fui à sala dela. Caminhei a passos pesados pelo corredor, de cabeça baixa, pensando no que mais poderia me ocorrer. Quando entrei na sala, ela estava de olhos no monitor, se balançando pra lá e pra cá na cadeira, com um sorriso no rosto. Fui sentar-me numa cadeira que tinha lá, e ela aos berros me mandou não sentar. Fiquei ali, de pé, a olhando, enquanto ela clicava algumas coisas e continuava fixa para a tela. Depois de um tempo ela se virou a mim. Num decote que apertava os seios, começou a conversar comigo:
- Você sabe que horas são, Dyas?
- Calma. Os ônibus atrasaram, não tive culpa...
- Isso não é desculpa. Viesse mais cedo! Dyas! Você tem que entender que isso não é brincadeira, é uma empresa...
E se levantou e me deu aquele antigo sermão, cheio de histórias de como a empresa começou, como ela penou para chegar até ali, em como ela passou comendo como um animal para manter a empresa, e eu como sempre calado.
Depois daquele sermão todo, ela chegou perto de mim. Seu perfume doce se sobressaia sobre o meu almiscarado, já inebriado pelo banho proveniente da chuva. Mas confesso que aquilo não me abalou tanto quando as palavras proferidas por ela:
- Desculpa, Dyas, mas por essa falta de comprometimento, vou ter que te demitir.
Aquelas palavras foram o ápice ao meu dia. Meu coração pulsava forte, minhas pupilas dilataram, minha respiração ficou muito mais forte. Em pouco tempo o ódio todo retraído no meu peito se externou. Ela estava voltando para a mesa dela, quando fui à sua direção e a puxei pelos cabelos e perto do seu ouvido disse:
- Você não pode me demitir dessa forma, vadia.
Ela ficou paralizada, de olhos fechados, tremula, nervosa. E eu prossegui:
- Você não vai me demitir dessa forma, vadia. Não hoje que passei pelo que passei para vir trabalhar nessa merda de empresa. Se vai me demitir, me demite por algo que eu tenha feito, sua puta.
- Solta o meu cabelo, Dyas!
- Não solto, sua vagabunda! Você não vai me demitir por eu ter chegado atrasado. Você vai me demitir por eu ter te estuprado, vadia.
E comecei a tomá-la pelos seios. Ela oferecia pouca resistência. Seu vestido justo permitia que eu sentisse seu corpo inteiro junto ao meu. Mesmo emputecido por tudo que me ocorrera até ali, aquela situação me deixava deveras excitado. Senti por cima do seu vestido que ela também se sentia excitada, e muito excitada. Seus mamilos endurecidos, sua respiração forte, tudo o que acontecia ali me dizia que aquela putinha gostava daquele jeito. Sem sorrisos, ou cerimônias, a joguei em cima da mesa de costas, e ela calada, bateu com o rosto na madeira e ficou. Não sei se por medo ou obediência, mas da forma que a joguei, ela se manteve.
Minhas mãos começaram a passar pela sua bunda, que da qual sentia por cima do vestido sua calcinha que penetrava pelo rego. Ela tremia, ameaçava levantar e eu a jogava novamente na mesa de forma violenta. Ela dava uma gemida de dor, combinada a um perceptível prazer. Continuei alisando sua bunda até que, de um jeito firme, a estapeei. Ela soltou um gemido que definitivamente não era de dor, mas eu estava pouco preocupado com aquilo. Queria era extravasar minha raiva da melhor forma o possível.
Comecei a levantar seu vestido, com ela resmungando para que eu não fizesse aquilo. Eu estava pouco preocupado para o que aquela vadia falava. Continuava a levantar seu vestido como se ela não estivesse dizendo nada. Ela tentava levantar, e eu, com raiva, a jogava de volta para a mesa, mando-a ficar quietinha onde estava. Ela atendia, não sei se por medo, ou por prazer. Quando seu vestido estava na sua cintura, comecei a sentir sua buceta por cima da calcinha. Notei que ela tinha ficado por prazer. A vagabunda estava completamente molhada e quente. Pulsando e fervendo como louca. Mas nem assim a minha vontade de explodir a minha raiva naquela puta diminuiu. Afastei sua calcinha de lado e a penetrei forte com os dedos. Ela gemeu alto, gostoso, se segurando forte em sua mesa cheia de papéis agora todos amassados pelo corpo dela.
Socava meus dedos até minha mão bater na sua bunda. Ela rebolava de leve, mas tentava manter o clima de medo, facilmente desmentido pelo liquido da sua buceta que escorria pelos meus longos dedos. Ela ainda tentava levantar, e eu, sempre violento, a jogava novamente na mesa. E com os dedos enfiados inteiros na sua xota fui com a boca perto do seu ouvido e disse:
- Agora me demite, puta. Vou te fuder como nunca foi fudida, vadia.
Ela respirou fundo e sorriu, mordendo os lábios. Aquela vadia estava era gostando do jeito que eu estava a pegando. Aquilo me deixou muito mais nervoso, a puxei pelos cabelos e a joguei no chão. Ela caiu de joelhos no chão, quase que de quatro, e eu fui atrás, levantando seu rosto ainda puxando-lhe os cabelos e batendo na sua cara com força. Ela virava o rosto a cada tapa e se voltava olhando para mim com uma cara de quero mais. Dei uns três tapas fortes na sua cara, e ela sempre com uma cara de cadela pedinte. Soltei seus cabelos por um instante, e ela se manteve parada na mesma posição, como se tivesse sido adestrada. Continuei a estapeando e comecei a abrir minha calça. Cada tapa que eu dava, seus longos cabelos pretos voavam diante seu rosto, que ela rapidamente os jogavam para trás para me dar o rosto novamente. Ela olhava fixamente para a minha mão que ia abrindo a braguilha da calça e liberava um pau lustroso, com a cabeça bem inchada, cheio de veias. Ela olhava e lambia os lábios enquanto seu rosto não era jogado pelos meus tapas. Segurei firme a minha rola e fui em direção ao seu rosto. Passei minha pica por toda a sua cara, e ela de olhos fechados e calada recebia o calor dela. Notei que ela estava ficando muito feliz com as carícias do meu cacete e voltei a segurá-la pelos cabelos para bater-lhe no rosto com a minha pica.
Ela mantinha sua cabeça levantada, recebendo meu cacete na cara como uma verdadeira puta. Estava sendo bem a minha escrava sexual ali naquela hora, atendendo a todos os meus desejos prontamente. Não consigo explicar se aquilo me deixou com mais tesão, ou com mais ódio. Ela estava realmente brincando com a minha cara, com aquela cara de prazer e vontade. Parei de bater e enfiei meu pau na sua boca. Ela abriu bem, e engoliu. A segurei pela cabeça e comecei a fuder forte sua boca, e ela, de olhos fechados e boca bem aberta, recebia minha pica por completo batendo na sua garganta, e voltando quase com a cabeça para fora. Ela gemia abafado e cortado pela cabeça do meu pau lhe invadindo a boca. Obediente, sem as mãos, até jogava a cabeça pra frente para chupar ainda mais rápido meu pau.
O tesão junto com o ódio me tomava por completo. Me sentia como um animal sendo sugado por aquela boca tão ávida. Num momento tirei minha roupa molhada, e ela prosseguia me chupando, sem tirar por um instante a boca do meu pau. Eu já estava seminu quando batem à porta chamando por Adriana. Ela tirou a boca do meu pau, e aos berros, nervosa, diz:
- Estou em reunião! Me chama depois!
Eu olhei para a cara dela naquele momento, e ela sem dizer nada, agarrou o meu pau, e passando com a língua na cabeça dele, voltou a me chupar. De olhos fechados, ajoelhada, parte de baixo do vestido na cintura, mãos nos joelhos, continuava me chupando deliciosamente, como se quisesse me compensar de algo. Eu estava delirando demais com aquela boca indo e voltando no meu cacete que decidi parar a festa. A puxei pelos cabelos e lhe dei outro tapa, depois, apontando meu dedo em sua cara falei de forma ríspida:
- Agora sou teu dono, Adriana. Você é minha escrava e vai ser até a hora que eu não quiser mais.
- Sim senhor! Me perdoa! Sou tua escrava sim, mas seja bom comigo, por favor!
- Cala a boca, vadia... Cala a boca! Não vou perdoar porra nenhuma! Vou fazer o que eu bem entender. Já falei! Você vai me demitir tendo um motivo, cadela! É disso que vc gosta... Gosta de ser escrava.
- Adoro! Adoro ser escr...
E a calei com um outro tapa na cara:
- Você só vai falar quando eu permitir. E eu não te permito falar nada! Agora tira essa porra dessa roupa, caralho!
Ela assustada com o jeito que eu estava falando com ela, pois notou que realmente não estava para brincadeira e tirou o vestido devagar, deixando seus seios médios livres daquele aperto do seu vestido e soutien. Tirou a calcinha e ainda de joelhos, me olhava com uma cara de medo que me realizava. Ali eu sentia que meu ódio ia se passando, aquela brincadeira de dominar me deixava mais calmo, e com muito tesão. Tesão esse que não me permitia pegar leve com ela. A juntei novamente pelos cabelos e a levantei. Olhei nos seus olhos e disse:
- Vou te chupar, vadia. Mas vou te chupar porque eu gosto do gosto de buceta, to sendo claro?
- Sim, mestre! Sim!
A coloquei jogada em um sofá, pouco me preocupei com seu conforto. Sei que no final ela acabou com a bunda empinada, e aquela buceta inchada e gostosa se mostrou protuberante em seu corpo. Cai de boca com vontade, com ela gemendo como doida, tentando se controlar para não chamar a atenção do pessoal que trabalhava a todo o vapor dentro da empresa. Minha língua passava quente e áspera desde o grelo até o seu rabo. Ela se segurava e apertava bem o sofá, como se quisesse rasgá-lo. Eu não parava um segundo com a minha língua nela, a enchendo de tapas na bunda com força e vontade. A cada tapa, ela dava um gemido mais forte, mais gostoso, com mais tesão.
Eu já estava cansado daquela posição. Queria agora despejar toda a minha fúria naquela mulher. Me levantei, e com ela naquele sofá, daquele jeito, com a bunda para cima, me aguardando, comecei a enfiar centímetro por centímetro do meu caralho dentro da sua buceta. Ela apertava o sofá como se fosse rasgá-lo com as unhas. Eu a segurava pela cintura e socava todo o meu pau com vontade e tesão. Ela mordia o sofá para não gritar alto. Não queria alarmar ninguém, mas eu já não estava nem aí. Tinha sido demitido. Pra mim, poucas coisas importavam. A segurava forte pela cintura, e sem dó alguma a comia com força e vontade.
Minha rola passava quente e molhada dentro dela. Dava pra se escutar na sala nossos corpos se encontrando gostoso a cada estocada. Ela tentava gemer baixo, tentava não dar bandeira do que acontecia dentro da sua sala, mas estava ficando complicado comigo cada vez mais incontrolável a pegando.
Eu queria desmoralizar aquela mulher dentro da empresa. Fazer com que todos a vissem como um puta que era. Tirei minha rola da sua buceta fervente e meti dentro do seu cu apertado e gostoso. Ali ela começou a gemer como eu bem queria. Se contorcia e controlava para não berrar, e eu, sem pena alguma, enfiava meu pau grosso e grande pelo seu cuzinho. Cuspia no meu pau e no seu cuzinho para entrar mais fácil, metia até as bolas, tirava, colocava. Ela, já não agüentando de tesão, acabou soltando um berro. Berro esse que foi ouvido por todos da empresa, que, preocupados, bateram na porta para saber o que estava acontecendo:
- Nada! Me cortei com o papel aqui... Aiiii...
Eu continuei metendo no seu cu como se nada tivesse acontecendo, e ela, incontrolável, gemia gostoso querendo mais e mais. Não demorou muito para que gozasse, e quando gozou, jorrou em cima d sofá, o deixando completamente encharcado com seu gozo quente e gostoso. Eu já estava próximo, nas queria na sua boca, lógico! Vadia como ela, só merece mesmo porra na boca.
Meti até sentir minha porra começar a chegar no meu pau. Ela, ainda jorrando, tentava não soltar barulhos enquanto molhava todo o sofá. A puxei, e soquei novamente minha pica na sua boca. Ela, rápida, entendeu que era a minha porra para chegar e começou a me sugar forte, com vontade, queria minha porra quente escorrendo na garganta. Minha pica dura e quente entrava e saia com velocidade dos seus lábios. Ela de olhos fechados ia realizando um ótimo serviço, me boqueteando com força.
Minha porra veio quente. Viscosa, lhe tomou a boca de tal forma que ela não conseguia engolir tudo. Meu líquido branco pingava em seus seios, no chão. Ela puxava minha porra com os dedos, e levava à boca. Eu me desfalecia na sua boca, e ela experiente, ia me tirando cada gotinha até não mais sobrar nada.
Acabado com aqilo, sentei-me no chão. Ela, vestindo as roupas, me fez um pedido que não teria como recusar:
- Amanhã você estará aqui às nove da manhã?
sábado, 15 de maio de 2010
Esquecendo as mágoas

Noite fria, dia cansativo e uma vontade de ficar em paz comigo mesmo. Se não fosse o fato da minha conta bancária me permitir ir jantar fora, meu dia seria completamente desastroso. Vesti-me com o usual. Jeans, camisa, sapato, optei por um paletó quente a muito esquecido no guarda-roupa, meu companheiro chapéu e sai pela noite em busca de algum lugar para me alimentar. Deparei-me com um restaurante aconchegante incrustado em uma viela no centro da cidade. De fora, se eu tivesse passado mais rápido, nem o teria notado.
Estacionei meu carro relativamente perto do lugar e segui por uma calçada cheia de árvores e dificultosa de se caminhar. Quando entrei no restaurante, pude sentir todo o clima caseiro, misturado a um bar de bom gosto. O cheiro de caldo de feijão tomava o ambiente e me dizia que aquela era a sua grande especialidade. Poucas pessoas, lugar relativamente grande pela localização. A máquina de música em um volume gostoso de ouvir tocava Ana Carolina enquanto as pessoas conversavam, sem a necessidade de estar aos berros. Uma garota jovem e bem apessoada dirigiu-se a mim e pediu meu paletó e meu chapéu, que prontamente lhe entreguei, e ela foi me encaminhou a uma mesa. Notei ser a única mesa vaga no restaurante, mas no momento, não teria muito com o que me preocupar.
Pedi o especial da casa, e a mesma moça que levou meu paletó e meu chapéu foi enviar o pedido à cozinha. Aquele lugar estava realmente muito gostoso. Era um misto de casa, com barzinho, com restaurante. Em pouco tempo a moça me traz uma cumbuca com caldo de feijão, que ainda borbulhava, tamanha a temperatura. Ajeitei-me e comecei a comer.
Já estava para terminar aquela maravilhosa refeição quando entra uma mulher linda no restaurante. Vestia um vestido coberto por um poncho levemente colorido em tons escuros, uma sandália de salto alto e lápis de olho pesado. A mesma moça que me atendeu foi em direção a ela e começaram a conversar. Eu, terminando meu jantar, observava a cena atentamente. Acredito que a garçonete tenha dito que não tinham mais mesas vagas, o que a fez esperar em um sofá logo na entrada. Chamei a garçonete e perguntei a ela sobre a moça, e a mesma me confirmou o que eu estava pensando. Disse a ela que não haveria problemas em dividir a mesa comigo e ela foi transmitir a mensagem.
Assim que a garçonete conversou com ela, a mulher pegou a bolsa e veio na minha direção. Eu estava limpando os lábios com um guardanapo quando ela estava sentando:
- Eu já estou quase para terminar aqui. Logo te deixo em paz para jantar em paz.
- Hoje não estou muito para janta. Só queria algo mesmo para me esquentar.
- Existem várias coisas que podem assumir esse papel.
- Eu sei. Mas hoje realmente estou é mais precisando de um drink e afastar um pouco as coisas tristes do dia.
- Tristes? Desculpa. Meu nome é Dyas, e o seu?
- Layla. E não vamos falar sobre isso. Pelo que noto, já acabou seu jantar. Pode ir, sem problemas.
- Terminar? Só estou começando!
Chamei a garçonete, e a Layla arregalou seus olhos assustada por ver que eu não sairia da mesa. Pedi um Bourbon e, depois de um pouco de resistência, ela resolveu beber o mesmo que eu. O papo foi rolando, conforme os goles de whisky eram dados. Layla tinha acabado de perder o noivo. Iam se casar em dois meses, mas o encontrou na cama com outro homem. Lágrimas aconteciam, e eu, cachorro como sempre, a consolava de forma a trazê-la mais perto de mim. Ela me contou como tinha o conhecido, como eram as coisas entre eles, até mesmo sua vida na cama me contou. Eu, como bom ouvinte, me mantinha por perto, segurando sua mão por sobre a mesa e enxugando suas lagrimas com um guardanapo.
A cada gole os copos ficavam cada vez mais vazios e as verdades afloravam cada vez mais. Lagrimas não tinham mais espaço naquele rosto. Os sorrisos já eram presentes, motivados pelo malte e álcool do Bourbon. O que eram confissões de meros deslizes de namoro se transformavam em revelações mais quentes, do que gostávamos na cama.
Aquele papo quente nos deixava mais soltos, mais brincalhões. Vez ou outra as risadas dela encobriam o volume da música, a fazendo ficar envergonhada e rindo mais ainda. Ela estava muito mais bonita sorrindo daquele jeito. Eu me empolgava cada vez mais. Para dizer a verdade, eu me excitava em vê-la tão solta. Puxei minha cadeira e senti-me bem ao lado dela. Bebíamos e riamos como dois inconseqüentes, sem nos preocuparmos com o que tinha
Ficamos por lá tempo o bastante para sermos praticamente expulsos do restaurante por ele estar para fechar. Notei que ela estava zonza por conta da bebida e recomendei que fossemos no meu carro. Ela topou na hora. Fomos para o meu carro, e eu, como uma pessoa extremamente educada e preocupada com o estado de sua bebedeira, abri a porta do carro, e ela, rindo como sempre, entrou no carro e se ajeitou. Fui para o banco de motorista e ajeitei seu cinto, passando descuidadamente a mão pelos seus seios. Ela brincou:
- Sabia. Me embebedou pra me pegar, né, senhor Dyas?
Eu ri, e disse:
- Não, moça. Te pegar seria delicioso, mas não desse jeito. Só vou te deixar na sua casa.
E sai com o carro. Ela sorrindo e me olhando disse:
- Que pena, Dyas. Eu adoro transar quando estou assim. Bêbada.
- Isso não será muito certo, moça. Descanse.
- Sabe o que eu nunca fiz, Dyas?
- O que, Layla?
E abrindo minha calça comigo dirigindo continuou:
- Nunca chupei alguém num carro em movimento.
Eu até iria contê-la, mas a minha vontade de sentir a sua boca estava maior. Deixei, e ela carinhosamente abriu a minha calça e começou a acariciar a minha rola por cima da calça. Eu tentando dirigir sem me perder estava se tornando complicado. Ela beijava de leve meu pau duro por cima da cueca. Depois desaprisionou meu pau da e começou a me bater uma punheta lambendo a cabeça do meu pau. Para quem estava bêbada, estava realmente bem esperta. Ela me acariciava as bolas, e eu tentava me concentrar na rua. Os carros passavam rápido ao lado do meu. Alguns carros maiores conseguiam ver Layla com a cabeça indo e voltando no meu colo. Tiveram até alguns que emparelharam os carros para ver o que ocorria. Layla estava realmente despreocupada. Tirava os cabelos da frente, e continuava a mamar forte no meu cacete. Eu tentava não fechar os olhos com aquele boquete e me concentrar. Por sorte, chegamos à frente da casa dela:
- Lay... Chegamos.
Ela foi parando aos poucos, mas só para me dizer:
- E vai me deixar dormir sozinha? Sobe comigo.
Pensei um pouco, mas como ela precisava de companhia, resolvi ir junto. Guardei meu pau ainda úmido de saliva dentro da cueca e tentei fechar minha calça. Entrei no seu prédio e fomos ao elevador. Ficamos o esperando aos beijos quentes e apaixonados, como dois recém namorados. Quando o elevador chegou, entramos nos beijando como loucos. Foram as portas se fechar que ela me atacou, me jogando contra o espelho e se abaixando na minha frente voltou a abrir a minha calça e me chupar. Nem as câmeras do elevador a impediram de continuar aquele intenso boquete. Quando chegamos ao andar dela, ela não me deixou fechar a calça. Segurou meu pau como se fosse minha mão e a levou à porta do apartamento. Correndo, e cheia de vontade de me sentir por completo, procurava a chave da porta em seu molho de chaves. Quando encontrou, abriu a porta afoita e voltou a se abaixar na minha frente me chupando novamente, sem nem fechar a porta. Tentei andar alguns passos, e ela me acompanhava sem tirar o pau da boca. Depois de muita luta consegui tira-la do meu pau e ela voltou a beijar loucamente a minha boca. Fechamos a porta e fomos para a sala. Ela me jogou no sofá com violência e tirou a minha calça. Assustei-me com a forma que aquela mulher triste e amargurada tinha se transformado em uma devassa sem vergonha alguma. Sem a minha calça ela se apoiou nas minhas coxas e voltou a me chupar forte e com vontade.
Aquela chupeta durou tempo o bastante para eu me acabar na boca dela, gozando horrores e a deixando com a cara e a boca cheia de porra. Ela passava com meu pau pela cara, pra espalhar ainda mais meu leite quente pelo seu rosto, boca. Gotas escorriam do seu queixo e caiam manchando seu poncho. Ela ainda continuava com cara de tarada, e se levantou tirando o vestido e o poncho ao mesmo tempo. Começou a me beijar e tirar o paletó, a camisa, me beijava o peito. Eu seguia ajudando, tirando o sapato, as meias, as calças, enquanto ela subia no sofá, com um pé de cada lado das minhas pernas e parava com a bucetinha na minha cara. Aquele odor maravilhoso me deixou excitado novamente, e com as duas mãos na sua bunda a puxei para a minha boca. A beijei a barriga, as coxas, a virilha, sua tatuagem de cavalo marinho. Lambia entre suas coxas e a bucetinha que sua calcinha clara denunciava estar bem molhada. Ela se apoiava na minha cabeça enquanto eu brincava entre suas pernas. Tirei a calcinha dela fácil, com uma ajudinha de suas pernas. Quando retornou com uma de suas pernas, acariciou o meu pau com um de seus pés, o que me deixou ainda mais excitado. Enquanto ela acariciava deliciosamente o meu pau com seus pés pequenos, eu buscava com a boca a sua xota molhada e bem depilada.
Ela resolveu somente curtir minha boca e abriu bem as pernas novamente para que eu pudesse me deliciar. Apoiada na minha cabeça, olhinhos fechados, cabeça jogada para trás, tremia com cada passada de língua que eu dava na sua xota. Seus gemidos roucos tomavam a sala de forma deliciosa. Eu a chupando dava tapas na sua bunda, que estava inteira nas minhas mãos. A cada tapa, ela soltava um pequeno grito, que me deixava ainda mais excitado e me fazia bater mais, e mais gostoso.
Minha língua não parava um momento, e ela ficava cada vez mais excitada. Suas pernas bambeavam, e eu a apertava bem pela bunda, sem a deixar fugir da minha boca. Suas mãos me apertavam a cabeça, minha língua batia rápido no seu grelo, meus tapas ficavam cada vez mais fortes, até que ela se acabou na minha boca dando a primeira gozada intensa na minha boca. Ela tentava fugir, gozando como louca na minha língua, e eu a puxava pela bunda, sem lhe dar escapatória. Depois que senti seu grelo se acalmar, a soltei, e ela veio como uma fera, descendo do sofá, se virando de costas e sentando no meu colo, segurando meu pau para entrar com gosto na sua buceta.
A hora que entrou, e do jeito que entrou eu vi até estrelas de tão rápido foi a sua sentada e o quão apertada ela era. Eu a peguei pelos peitos e fui massageando, enquanto ela, apoiada nos meus joelhos pulava com gosto, querendo me fazer gozar ainda mais e mais intensamente. Rebolando e jogando a cabeça para trás, ela gemia e chamaa pelo meu nome, pedindo cada vez mais. Eu, também delirando, a puxava e a chamava. Nossos corpos eram apenas um naquele momento. Sentia sua bunda batendo na minha pélvis e pouco depois sentia uma leve brisa pegando no meu pau até perto da cabeça, que ainda se mantinha dentro da sua quente e deliciosa buceta.
Eu estava adorando a pegar desse jeito, mas eu a queria de quatro. A peguei praticamente no colo, sem tirar meu pau da sua buceta e a coloquei com as mãos no sofá. Ela, abrindo bem as pernas, me oferecia aquele buraco quente e gostoso. Eu, a pegando forte pela cintura, comecei a puxá-la com vontade. Ela, completamente cheia de vontade, se masturbava enquanto meu pau entrava e saia quente, rápido e duro. Layla só berrava. Eu gemia e enchia a bunda branca dela de tapas a deixando completamente vermelha. Já que ela queria fuder forte, a juntei pelos cabelos, e a puxava forte, sem perdão por ela ser pequena. Meu pau entrava e saia rápido, mal dava tempo de esfriar, e nossos corpos batiam como palmas, nos fazendo ficar cada vez mais loucos.
Eu com um tesão enorme já não mais me controlava. Pouco me importava se alguém iria ouvir ou não. Ela gritava como louca. Provavelmente deveriam estar pensando que alguém estava a matando. Tirei minha rola de dentro da sua buceta e a joguei no chão, que com a vontade que eu estava, foi de forma violenta, quase a machucando. Ela deitada no tapete, ficou se masturbando, enfiando os dedos na buceta, me mostrando que ela queria ainda mais.
Fui em direção à ela, e pegando suas pernas, a coloquei em meus olmbros. Posicionei a minha rola e meti fundo. Ela fechou os olhos, gemendo muito, querendo cada vez mais a minha pica que entrava e saia com vontade. Minhas bolas batiam perto do seu cuzinho apertadinho, cuzinho aquele que resolvi pincelar com o dedo. Quando comecei a fazer aquilo ela gemia mais, mordia os dedos, não conseguia manter os olhos abertos. Notando aquele tesão no cu, resolvi meter minha rola enorme dentro daquele cuzinho apertado. O que a bebida não faz? Só encaixei minha rola na entrada do seu rabo e ele foi passando, com dificuldade, mas inteiro. Comecei a brincar, enfiando tudo, tirando quase tudo, enquanto os gemidos dela sumiam e se transformavam em um dedo mordido. Eu nem me preocupei com nada. Continuei enfiando até as bolas naquele rabo apertado. O dedo dela só parou de ser mordido quando comecei a massagear o seu grelo. Quando a encostei simplesmente berrou, e berrou alto. Começou a me chamar de filho da puta, de cretino, até me chamou pelo nome do seu ex namorado gay. Eu não sparava, continuava fodendo aquele cu e com os dedos circulava o seu grelo rápido.
Ela acabou gozando novamente com as minhas carícias, e eu tive meu pau simplesmente sendo estrangulado pelo seu rabo apertado. Aquilo me fez urrar de dor e tesão. Ela rebolava, me puxava, me pedia mais e mais. Continuei sem perdão àquele botão apertado enfiando tudo e tirando tudo. Eu já sem agüentar mais, segurando o gozo como louco, tirei o pau do seu rabo quente, e ela me prendeu com as pernas, me fazendo ficar ali. Punhetei e de sacanagem, deixei escorrer na sua bucetinha. Ela recebeu meu leite quente e viscoso como uma verdadeira vadia, espalhando pela sua buceta, pelo seu corpo todo.
Estafada e ainda um pouco bêbada, acabou adormecendo. Eu, vendo a cena, senti um pouco de pena. A peguei no colo e a levei até a cama dela, onde a cubri e ela se aconchegou a um travesseiro grande que tinha por lá. A beijei a testa, peguei um pedaço de papel, anotei meu telefone e onde estava o carro dela. Sai de lá deixando o cheiro de sexo e meu perfume por todo o seu apartamento. Uau! Que noite!
sábado, 8 de maio de 2010
Reportagem exclusiva

Estávamos todos aglomerados esperando os portões se abrir para assistirmos nada mais, nada menos que a final da copa do mundo. Gente de todo lugar estava por lá, repórteres de todo o mundo entrevistando a todos por lá, querendo saber a euforia que aquele momento passava.
Acabei sendo puxado por uma negra num terninho, saia, salto alto, de sorriso enorme. Logo pensei que fosse de algum país da África, pelo porte da negona, mas percebi pelo símbolo da emissora no microfone que ela era brasileira, e bem brasileira. Começamos há conversar um pouco ali, antes que a entrevista começasse. Ela me disse que se chamava Luciana, e que estava fazendo a cobertura da final da copa para o jornal local. Ela não era só bonita, como era gostosa. E eu, como um rapaz prestativo, decidi fazer parte de seu trabalho e parei ali uns minutinhos para ser entrevistado. A entrevista ia rolando e eu de olho na boca daquela negra. Num momento ela colocou o microfone para que eu falasse, e eu perdido olhando para ela, até esqueci da entrevista. Ao todo ficamos lá coisa de uns vinte a vinte e cinco minutos tentando fazer a entrevista. Ela percebia que eu não parava de olhá-la, e eu fazia questão de mostrar pra ela que eu estava realmente a olhando. Como ela estava trabalhando, passou a se sentir desconfortável com a situação. E eu, com algumas cervejas a mais na mente, só fui me tocar depois que ela tentava desesperadamente me dispensar. A entrevista acabou e cada um foi para o seu lado. Eu fui para o jogo com a cabeça pensando nela. Enfim, tentei me concentrar, pois era a final da copa, tipo de evento que não se perde por nada. Chegando ao estádio encontro com meus amigos e começamos a beber algumas cervejas que foram bem escondidas da organização do jogo. As cervejas iam sendo tomadas, a bexiga ia enchendo e a vontade de se usar um banheiro logo era tremenda. Eu já estava muito louco depois de não só tomar cerveja, como também uma garrafinha inteira de whisky. Não demorou muita coisa para eu querer ir ao banheiro, e como um raio sai. O pessoal ainda me berrou, dizendo que eu iria perder o jogo, que até eu voltar iria demorar muito, berravam para eu não me perder, mas mesmo assim fui.
Correndo como um condenado nos corredores vazios do estádio, procurava pelo banheiro e nada. Eu estava quase para encharcar a calça quando avistei o banheiro feminino. Não pensei duas vezes e fui pra dentro. Nenhuma alma viva por lá e eu louco para urinar. Fui rápido para uma das privadas e larguei o que me perturbava. Mais sossegado, saindo de lá, dei de cara com ninguém mais, ninguém menos que a Luciana. Ela me olhou abismada, mesmo porque eu ainda balançava o meu pau quando ela entrou. Ela simplesmente travou na porta do banheiro e ficou me olhando. Eu, balançando meu pau, ainda um bêbado, não sabia se guardava, ou continuava com ele na mão. Naquela indecisão toda entre nós dois, meu pau começou a endurecer. Ela, não tirava os olhos da minha rola, a vendo tomar volume. Ela ficou olhando embasbacada, com aquela mão característica que toda mulher faz levando à altura do peito, com a boca semi-aberta. Eu olhei para a cara dela e até pensei em guardá-lo, mas não. O segurei com firmeza e tentei a sorte. O máximo seria ela sair berrando de lá de dentro como uma louca e eu sumir na multidão. Ela continuou estática na minha frente sem se decidir se ia, ou se voltava. Apenas assustada com a situação. Nessa hora olhei para a cara dela e disse:
- Gostou?
- Seu tarado, vou chamar os seguranças!
Fui caminhando em direção a ela de rola dura. E ela ainda estática.
- Se não chamou é porque não vai chamar.
- Meu. Para com isso! A gente está no banheiro feminino e você com essa coisa dura aqui! Não vamos criar confusão. Guarda isso e vamos cada um pro seu caminho como se nada tivesse acontecido.
- Ou então podemos fazer isso!
E a puxei forte beijando sua boca. Ela ainda resistiu, mas depois se rendeu aos meus braços, me beijando e se aconchegando na minha pica dura. Ela queria, tanto o quanto eu, estar ali e tendo aquele momento inusitado, porém muito excitante.
O medo de que alguém aparecesse ou notasse a ausência de nós dois acabou agilizando as coisas. Nossas línguas se cruzavam cheias de vontade, minhas mãos vorazes lhe tomavam o corpo por completo enquanto ela me puxava amassando a camisa, cada vez mais envolvida com o momento. Meu pau roçava pela sua barriga, eu sentia o tecido grosso do terninho me arranhando, mas o que eu queria era sentir o calor daquela pele. Fui abrindo a sua vestimenta muito agitado, que revelou um tecido leve e bem fino. Quando voltei a me encostar nela, ela puxou o ar, sentindo minha pica toda enveiada lhe tocando. Minha pica parecia uma tocha tamanha a minha excitação no momento. Ela á tinha perdido completamente a vergonha e se envolveu totalmente ao momento, que deveria ser rápido par poder ser realizado. Com as mãos pequenas e leves, começou a alisar o meu pau. Passava os dedos de leve na cabeça, que já começava a revelar um pouco de baba.
Respirando fundo, ela encheu a mão no meu pau. Batia-me uma punheta intensa, mas leve. Eu, afoito, buscava seus seios por baixo daquele fino tecido para encher minha boca. Quando consegui, ela apertou meu pau com vontade, e eu mordi seus mamilos com gosto. Ela gemia, me punhetava com uma mão e com a outra me massageava a cabeça, curtindo a minha boca envolvendo seu seio de mamilo duro e pontudo.
Minhas mãos a pegavam forte pela bunda, que ela fazia questão de mexer para deixar tudo mais gostoso. Não se existia mais medo. Só tesão.
Levantei sua saia até a cintura, que ela, rebolando, me ajudava a poder descobrir aquela calcinha pequena enfiada na bunda. A joguei contra uma parede e ela ficou, de mãos contra ela, encostando seus peitos nos frios azulejos. Me abaixei e comecei a beijar a sua bunda, passar a língua no seu rego, e ela mexia as pernas, brincando com a bunda ne minha cara. Afastei sua calcinha de lado e deixei aquela buceta à mostra, que pincelava com os dedos enquanto lambia e beijava aquele traseiro delicioso. Minha língua não demorou a encontrar teu sexo molhado e quente. Passava a língua por traz, e ela gemia gostoso, ecoando dentro do banheiro vazio.
Os berros das torcidas se confundiam aos gritinhos que ela soltava cada vez que a penetrava com os dedos. Rebolando gostoso, os fazia ir e voltar na sua buceta quente e úmida. Gostoso sentir aquela mulher toda mignón quente, envolvendo meus dedos com sua carne molhada. Com ela naquela posição, me levantei e comecei a pincelar o seu rego com a minha pica. Ela olhava para trás com desejo, vontade. Passei com a cabeça do meu pau pela sua buceta, e ela foi se ajeitando, empinando a bunda e me deixando à vontade para enfiar minha rola inteira lá dentro. Deixei meu pau passar, e ele foi entrando como faca na manteiga naquele buraco apertado e quente. Ela gemia muito gostoso enquanto meu pau simplesmente invadia o seu corpo. A peguei pela cintura e fiz minha pica ir e voltar naquela buceta deliciosa. Eu ficava cada vez mais excitado, sentindo o tecido da sua calcinha arranhando a lateral do meu caralho grande e grosso. Ela de rosto colado nos azulejos, com as mãos espalmadas na parede, curtia cada centímetro da minha pica, que a invadia gostoso naquele banheiro solitário. Os gritos das torcidas pareciam ser a nossa torcida, nos incentivando a gozar gostoso.
As torcidas pareciam que me motivava. A peguei pela cintura e comecei a bater na sua bunda. Depois de uns dois tapas ela começou a pedir mais, a torcida parecia pedir mais, e me empolguei, enfiando forte e enchendo a mão naquela bunda da cor do pecado. A safada rebolava gostoso no meu pau, o fazendo entrar e sair gostoso. A puxei para um dos cubículos e me sentei em uma das privadas. Ela veio e sentou no meu colo de costas, fechando a porta e se apoiando nela, enquanto subia e descia no meu pau. Aquela negra começou a gemer alto, gostoso. Nossos corpos ecoavam no banheiro e só eram emudecidos pelos barulhos do estádio que vez ou outra começava a se tornar ensurdecedor. O conjunto estava perfeito. Os gemidos, o lugar, a situação, a sua calcinha me arranhando. A porta do banheiro batia conforme ela se apoiava para subir e descer no meu pau. Eu com as mãos cheias ora na sua bunda, ora nos seus seios, delirava de tesão. Até chegamos a ouvir duas moças entrando no banheiro e com vozes de espanto diziam: “Nossa! Tem gente transando aqui!”.
Isso não diminuía o nosso descaramento, e ela, parecendo estar adorando a idéia de ser ouvida, gemia mais alto. Eu ouvia as moças se afastando e rindo da situação, provavelmente envergonhadas, mas mesmo assim não paramos nenhum momento.
Meu pau pulsava gostoso naquela buceta, e ela, desenfreada, rebolava gostoso tentando minar toda a porra que estava guardada e já bem quente. Eu já me segurava para não encher a buceta dela de porra, e ela percebendo isso, rebolava mais forte. Eu mordia os lábios, quase que os machucando, gemendo alto com aquela negona praticamente sambando no meu colo. Sua bunda subia e descia no meu pau. Ela olhando para trás, sorria ao ver que eu estava tenso, segurando o gozo como um louco. Rebolava mais, pulava mais, me provocava mais. Comecei a dar mais tapas na bunda dela e ela tirou o sorriso da cara e ficou com uma deliciosa feição de desejo. Enquanto eu batia, comecei a passar um dedo no seu grelo. Foi o bastante para aquela negona começar a urrar no meu pau, sentindo meus dedos lhe batendo uma siririca e minha rola lhe fudendo. Começou a gozar no meu pau e nos meus dedos. O apertar daquela buceta começou a me deixa completamente maluco, e fazia a minha porra chegar cada vez mais rápido. Segurei-me bastante para não gozar dentro. Quando notei que ela tinha relaxado, a tirei do meu colo e ela entendeu que minha porra estava para chegar. Ajoelhou na minha frente e começou a me chupar. Apenas me pediu que eu avisasse que iria gozar. Me chupou gostoso a rola, passando com a língua na cabeça do meu pau. Eu que já estava quase pra gozar não iria resistir por muito tempo. Apenas avisei que iria gozar, e ela me punhetou. Quando minha porra saiu, ela simplesmente deu o rosto, e hidratou a pele com uma cara de dever cumprido. Eu, extasiado, só pensava que aquele foi o melhor jogo de futebol que eu já vi. Arrumamos-nos e saímos de lá, mas claro, trocando telefones e formas de contato.
Quando voltei, voltei com um sorriso no rosto, incompreendido pelos meus amigos que viam uma derrota da seleção. O juiz apitou o final do jogo e eles me perguntavam onde eu tinha parado e eu dizia que estava difícil de encontrar um banheiro e que tinha me perdido. Na saída a avistei novamente. Ela, gravando a reportagem, quando me viu, abriu um sorriso sacana que fez com que a gravação tivesse que ser refeita. Meus amigos não acreditaram que eu tinha deixado aquele avião passar, me dizendo que ela estava louquinha para dar para mim. Mal sabem eles.


