Mudei meus contos de endereço! Confira meu novo site: www.tifudyas.com


Mostrando postagens com marcador lugar publico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lugar publico. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia de pagamento

Eu estava impaciente na minha cadeira. Já passavam das dezesseis horas e ainda não tinha sido chamado para receber meu contracheque. Por causa da gripe suína, algumas pessoas tinham pegado licença, inclusive no setor financeiro, e a Sabrina estava tomando a função. Confesso que desde comecei a trabalhar lá eu tinha uma certa queda por aquela mulher. Loira de cabelos curtinhos, sorriso grande, mas de lábios finos, um corpo fenomenal, olhar firme e penetrante, e sempre estava bem vestida, com roupas que valorizavam bem seu busto,  e perfumada. Por onde ela passava chamava a atenção, inclusive a minha.

O tempo passava e minha impaciência me tomava. Queria receber meu salário logo e poder cair para a balada logo depois do serviço. Depois do terceiro enorme copo de café tomado, fui chamado. Deparei-me com ela com papeis até quase o pescoço, tentando se livrar de todos. Fechei a porta da sala e sentei-me em uma cadeira frente a ela e fiquei a observando toda louca tentando organizar a montanha de documentos.

- Ufa! Dyas, você é o único que faltava receber. Quase me esqueci de você.

- Olha só! Me deixou como último da sua lista! Vou querer uma compensação disso!

- Eu é que preciso de compensação! Estou fazendo o meu serviço e de mais duas que faltaram por causa dessa maldita gripe! Estou acabada de cansada!

- Ah! Que é isso, Sa! Quer uma massagem?

Sem esperar a resposta dela, parti para trás da cadeira dela e comecei a lhe apertar os ombros. Ela praticamente se desfaleceu com as minhas mãos a apertando com firmeza. Deixou suas mãos caírem sobre a mesa, fechou os olhos e caiu com a cabeça sobre uma das minhas mãos, relaxando por completo.

- Para com isso, Dyas. Daqui a pouco eu durmo por aqui! E preciso terminar tudo isso de serviço! – Disse ela praticamente gemendo com minhas mãos lhe apertando.

- Relaxa, Sabrina. Você merece de um tempo de descanso. Não sou o último a receber aqui? Então. Deixa rolar!

Eu percebia que conforme minhas mãos lhe apertavam, os bicos de seus seios começavam a marcar sua fina blusa. Eu até pensei em parar ali, mas fazer aquela delícia ficar completamente doida ali dentro daquela salinha, não teria preço algum que pagasse. Continuei lhe apertando os ombros e a cada pressionada, descia um pouco mais a mão, como se fosse acidente. Ela não parecia se importar com as minhas mãos ficando cada vez mais bobas e continuava a receber minha massagem quieta, de olhos fechados, gemendo baixinho e se arrepiando cada vez que minhas mãos voltavam ao seu corpo.

No momento que ela percebeu que minhas mãos tinham uma direção, ela as pressionou e disse:

- Onde é que você pensa que vai? Meus ombros não estão tão baixo!

- Só estou buscando te relaxar melhor, minha querida.

- Melhor parar! Pode entrar alguém e pegar você assim. Vão pensar besteira.

- E você acha que vai entrar alguém aqui na sala? Relaxa, minha querida, e me deixa te deixar bem solta.

E dizendo isso bem próximo ao seu ouvido de forma tenra, mas firme, ela se desmanchou novamente e foi soltando minhas mãos. Conforme ela soltava, eu descia ainda mais, até chegar a seus seios. Minha mão parou sobre eles por alguns instantes, e ela gemeu baixinho, buscando pela minha nuca com as mãos. Comecei a massageá-los de leve, enquanto ela se entregava, respirando fundo e se deliciava. Ela levantou o rosto por um instante e a beijei. A retribuição veio intensa e deliciosa, mostrando que queria e muito transar ali naquela sala. Meu pau já se mostrava bem recíproco à situação, pulsando dentro da minha calça.

Debrucei-me sobre ela, descendo com uma mão até entre as suas pernas. Ela as abriu lentamente e delicadamente, recebendo meus dedos, que buscavam passar por baixo da sua saia. Com meus dedos sobre a sua calcinha, ela me mordia a orelha, respirando ofegante cheia de tesão e vontade. Meu pau se encostava quente e duro na sua pele, o que fazia com que ela se entregasse ainda mais. Fiquei passeando com os dedos por cima da sua calcinha úmida por um tempo, enquanto ela rebolava na cadeira, sentindo minhas carícias.

Ficamos naquela brincadeira quente por um bom tempo. Eu sentia sua respiração profunda e voluptuosa no meu ouvido, sentia suas mãos me guiando pela sua calcinha molhada, sentia seus seios com os mamilos completamente duros pelos meus braços. A vontade de tirar a roupa aumentava ainda mais, e parecia que nosso tesão só aumentava quando ouvíamos alguém passar pela frente da porta da sala onde estávamos. 
Tirei minha mão entre as suas pernas por um instante e ela a puxou, levando meus dedos para a sua boca, me fazendo um verdadeiro oral, me olhando nos olhos. Foi uma delícia sentir aquela boca quente e aveludada nos meus dedos, me fazendo sentir vontade de mais.

Depois de se deliciar com seu gosto nos meus dedos, ela se virou, e começou a beijar meu pau por cima da calça. Mordia meu pau de leve, com todo cuidado para não molhar minha calça, e depois de não agüentar mais, abriu a braguilha da minha calça, liberando meu caralho duro cheio de veias da prisão da minha cueca. Bateu-me uma punheta leve, olhando nos meus olhos e o abocanhou. Quase gemi alto àquela hora, mas me contive. Ela ia e voltava com a cabeça, sempre ajeitando os cabelos para me mostrar o quanto engolia e como me chupava. Eu, entregue àquele boquete, apenas delirava, sentindo sua boca quente no meu pau. Ela as vezes parava e lambia a cabeça, girando com a língua por ela inteira, e voltava a abocanhar, me olhando nos olhos.

Ela por nenhum momento largava da minha rola, chupando forte e mais intensamente cada vez que ouvia alguém passando enfrente à sala. Eu já não estava mais me agüentando, querendo retribuir aquele boquete e cair de boca naquela bucetinha toda molhada. Tirei meu pau da sua boca e me enfiei embaixo da sua mesa, puxei sua calcinha, que veio fácil com ela ajudando e cai de boca entre suas pernas. Minha língua passeava pelo teu grelo duro e quente, enquanto meus dedos a penetravam, com ela jogada na cadeira.
Ela tentava não gemer, passava com a mão pela minha cabeça um pouco desesperada, mordia os lábios, se perdia nas minhas caricias. Quando do nada a porta se abre e dela ouço uma voz:

- Viu o Jorge por aí, Sabrina? Estou precisando dele para consertar a tomada lá da minha sala.

Eu a senti estremecendo na hora, mas manteve a compostura, mesmo comigo sem parar um momento de lamber a sua deliciosa buceta.

- Não o vi hoje. Já procurou no administrativo?

- Vou procurar. Está tudo bem, Sabrina? Você parece meio apática.

- Estou sim, só estou com muito serviço aqui. Se puder fechar a porta quando sair, eu agradeço.

Depois daquela curta conversa, ela me puxou, e ao invés de resolver parar com a transa ali, jogou os papéis da mesa no chão, se sentou nela e me puxou. Ajeitei meu pau entre suas pernas e entrei. Meu pau passou gostoso naquela gruta quente e apertada. Ela gemia baixo, jogando a cabeça pra trás e se apoiando nos meus ombros, enquanto eu a olhando nos olhos ia e voltava, observando minha pica brilhando e lustrada pela sua deliciosa baba. Num momento tirei um seio dela para fora do decote, e comecei a chupá-lo. Ela soltou um gemido leve no meu ouvido, mas me puxava pela nuca querendo mais.

Nossos corpos se encontravam deliciosamente a cada instante. Ela rebolava na mesa, e eu ia e voltava. Sabrina mostrava que não era só cara, ela sabia meter gostoso, e ainda mais naquela situação de perigo que qualquer pessoa poderia pegar a gente ali. A minha vontade de pegar aquela mulher por trás só aumentava, e como já não existiria desculpa para aquela situação caso nos pegássemos, tirei minha pica de dentro da sua xota e a puxei. Ela desceu da mesa já se abaixando e chupando mais uma vez a minha rola. Ela chupava com muita vontade. Sentia ela me sugando deliciosamente, querendo que eu berrasse ali de tesão. A puxei com força e a deitei de bruços na mesa. Ela na hora abriu as pernas e me ofereceu novamente aquela bucetinha deliciosa, abrindo com os dedos. Posicionei a minha rola e enfiei com gosto. Ela ainda se curvou, querendo berrar, mas começou a morder os dedos, me olhando, enquanto eu a puxava pela cintura.

Aquele vai e vem nos deixava loucos. Ouvíamos as vozes por trás da porta, vez ou outra paravam e conversavam enfrente à sala, e mesmo assim não parávamos. Eu a puxava com força, enterrando meu pau até as bolas, e ela gemia baixo, me olhando sem parar com cara de desejo. Resolvi brincar e enfiar um dedo no seu rabo, enquanto recebia minha rola, e ela, me guiando, puxava meu dedo querendo ele inteiro enquanto sentia minha rola na sua buceta. Queríamos berrar, mas não podíamos. Senti ela gozando na minha rola e na minha mão como uma louca, rebolando, perdida, desesperada, querendo gritar e não podia. Aquela situação não rendeu-lhe apenas um orgasmo, mas vários, um atrás do outro. Eu via a sua cara de desespero por não poder soltar os berros que queria e me deliciava.

- Que foi, minha putinha? Quer berrar e não pode, é?

- Caralho! Já perdi as contas de quantas vezes eu gozei! Goza logo, meu preto! Goza por que senão daqui a pouco a gente perde o emprego! Vou acabar berrando aqui... Hmmmmm...

- Se agüenta, vadia. Se agüenta e goza de novo na minha rola!

E gozou mais uma vez comigo a chamando daquele jeito. Ela estava completamente descontrolada, se mordendo toda, tirou meu dedo do seu rabo e ela mesma enfiou os dela, forte, rápido, intensamente, se acabando de gozar. Aquilo estava me deixando louco, já estava a um bom tempo segurando a minha porra, até que finalmente não agüentei mais e anunciei que iria gozar. Tirei meu pau da sua buceta e ela veio rápido, se ajoelhando na minha frente e me chupando. Um boquete intenso, acompanhado de uma punheta forte. Ela mamava a cabeça do meu pau e acariciava as minhas bolas. Não demorou em nada para que minha porra voasse quente na sua garganta. Ela, desesperada prá beber tudo, não deixava uma gota escapar, e ia guardando tudo na boca. Quando acabei de gozar, ela só de sacanagem me mostra toda a minha porra branca na sua boca, e num movimento a engole toda, sorrindo me olhando.

No final de tudo aquilo estávamos acabados. Guardei minha rola, enquanto ela se sentou no chão, tentando entender o que tinha acontecido naquela sala. Os papéis todos no chão, as nossas respirações descompassadas, os batimentos cardíacos mais forte que o normal. Depois de quase um minuto voltamos à realidade e comecei a ajudá-la a juntar os papéis. Nesse momento, entra o chefe da empresa na sala falando:

- Dyas! Te procurei a empresa toda atrás de você! Precisamos conversar sobre a nova funcionalidade, cara!

- Só um minuto. Acabei por descuido derrubando os papéis da Sabrina. Já vou passar lá na sua sala.

Ele saiu, mantendo a porta aberta. Olhei para Sabrina e ela, vermelha, ria quieta. Ficamos um tempo ainda dando risadas da situação, e prometemos, que se caso fosse rolar de novo, que rolasse em um dia que o chefe não estivesse por lá.

sábado, 17 de julho de 2010

A enfermeira


Conto publicado no blog Mulher de 40

Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase um mês. Estava ansioso, em menos de doze horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.


A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.

Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.

Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.

Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.

- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.

- Não, não! Você que me desculpe... Eu não percebi você entrando!

- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e...

A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?

- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.

Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.

- Posso perder meu emprego, senhor.

- Esse é o único problema?

E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.

- Senhor. Pode entrar alguém - Disse ela gemendo baixinho.

Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.

Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.

Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:

- Eu que devo cuidar de você.

Deitou-me e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.

Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:

- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.

- Aé, doutora vadia? O que?

Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não agüentei e anunciei o gozo.

Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.

Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse:

- Próxima checagem daqui à uma hora, senhor.

domingo, 6 de junho de 2010

Brincando no Playground

Nas minhas andanças pelo mundo, acabei morando em um prédio com uma história particular. Algumas senhoras detentoras de informações gerais do prédio me alertaram de certa loira que vez ou outra saciava seus desejos ali, no saguão do prédio. Resolvi ficar mais atento e não sofrer o tal perigo de ser pego por uma loira tarada a qualquer momento no prédio.

Numa bela noite, eu estava retornando depois de um dia longo de trabalho. Terno, gravata já frouxa, pasta. A noite já fazia com que as ruas e o meu prédio ficassem completamente desertos. Resolvi descansar um pouco sentado em um dos bancos que havia no térreo do prédio antes de voltar ao meu apartamento e ter que ajeitar o pouco da baderna que tinha ficado na noite anterior. Sentado no meio daquela penumbra, mal pude perceber o casal que estava se pegando no meio do playground. Deixei minha atenção voltada a eles, e percebi ser a tal loira que as fofoqueiras do prédio citavam, Regina.

O casal estava se beijando loucamente sentado em outro banco. Continuei por ali observando e descansando. O rapaz a tomava nos braços de forma firme, e ela se derretia a cada movimento dele. Os beijos eram completamente sensuais, com dedos passando pela boca, mordidas no pescoço, línguas se encontrando fora das bocas. Admito que assistir àquele casal brincando daquela forma me deixou pra lá de excitado.

Continuei ali, sentado na minha, só de expectador, até que num momento, o rapaz afastou uma das alças da blusa que ela vestia e começou a chupar seus seios fartos. Ela, acariciando a cabeça do rapaz, acabou notando a minha sorrateira presença ali perto, e fixou o olhar em mim, enquanto recebia as carícias de seu companheiro. Regina não é do tipo de mulher de se jogar fora. Loira, seios fartos, bunda gostosa, toda feita para o pecado. Estava em uma blusinha leve, e vestindo uma saia, que me permitia ver-lhe a calcinha clara que usava, ainda mais agora que sabia que estava sendo observada, abria as pernas na minha direção, me mostrando o quanto estava molhada com aquela situação.

Eu estava bem excitado em ver aquilo. Nunca tinha ficado de vouyer, mas só o pouco daquela situação já mostrava o quão bom poderia ser. Continuei na minha ali, e ela se contorcia com a boca do seu companheiro nos seus seios. Ela pareceu comentar algo em seu ouvido, e ele, olhando para trás também me viu, e começaram a deixar as coisas ainda mais quentes. Ele enfiou a mão por baixo da saia e começou a lhe tirar a calcinha. Ela, me olhando fixa, apoiava-se com as mãos no banco e se ajeitava, com seu companheiro se abaixado para chupá-la. Ela continuava me olhando fixamente nos olhos, enquanto seu companheiro se ajoelhava na sua frente. Ela abria bem as pernas, o deixando livre para chupar sua pequena buceta, toda depilada.

Ao primeiro toque dele, Regina simplesmente se derreteu, jogando a cabeça para trás e soltou um gemido que consegui ouvir de onde eu estava. Aquilo me deixou com muita vontade de participar da festa, tanta vontade que comecei a me acariciar por cima da calça. Ela percebendo aquilo, começou a brincar com os próprios dedos, e, os enfiando na boca, simulava um boquete. Ela me olhava direto nos olhos, e engolia os dedos por completo, me mostrando do que ela era capaz.

Cansado daquela brincadeira de longe, decidi me levantar e pouco me importar se o seu companheiro iria precisar de ajuda. Fui caminhando em direção aos dois, e ela animada, sorria, enquanto seu amigo não parava com a cabeça entre suas pernas. Quando cheguei ao lado dela, ela passou a me olhar, com muito mais desejo e vontade. Arfei-lhe os cabelos e lhe beijei a boca. Ela gemia na minha boca se derretendo toda ao perceber ser dominada por dois ao mesmo tempo.

Nossas línguas se uniam com um tesão completamente louco, enquanto seu amigo não parava um só minuto de lhe chupar a bucetinha. Ela gemia, completamente perdida. Sem saber a quem dava atenção. Eu, como um caçador nato, não poderia simplesmente pegar leve com ela só por estar a dividindo, e durante nossos beijos, eu tomei um de seus seios com a mão. Enchi minhas mãos e a massageava, com seus mamilos vez ou outra se perdendo entre meus dedos. Ela não se agüentava com aquele tesão todo, e se segurava no banco como se quisesse tirá-lo de lá.

O lugar, a mulher e a situação me deixava louco. Tirei meu pau de dentro da calça e puxei sua mão para ele, que, com vontade, começou a me bater uma punheta forte. Meu pau pulsava na sua mão, e a cada ação mais intensa do seu amigo, ela me punhetava ainda com mais vontade. Tirei minha boca da dela, e pude ver que eu estava com uma visão privilegiada do seu companheiro lhe chupando. Fiquei a olhando receber aquele oral, e punhetando minha rola, enquanto ela olhava meu pau lambendo os lábios. Notei que ela queria toda minha pica. Cheguei perto e ela me abocanhou, me puxando pela bunda para perto dela, enquanto acariciava as costas do seu companheiro. Sua boca deslizava pela minha rola de forma deliciosa. Ia e voltava, deixando minha rola toda molhada, da cabeça até perto das minhas bolas. Seu amigo se levantou, e me olhando disse:

- Essa vadia chupa bem, não?

- E como, amigo! Chupa muito bem!

- Tô afim de experimentar essa boca no meu cacete também, mas ela parece que não quer largar o seu.

- Que é isso, Rafael! Tem pra todo mundo! Tira esse cacete que te chupo gostoso também! – Disse ela 
tirando meu pau da sua boca.

Ele tirou também seu pau pra fora, e espalhando toda a saliva que deixou na minha rola, me punhetava, enquanto chupava seu amigo Rafael, que, sem problemas, conseguiu engolir o pau dele inteiro. Ela olhava para os dois parecendo criança com seus brinquedos na mão. Revezava os boquetes de forma magistral, sem deixar nenhum deles ficar seco. Ora tentava engolir minha rola toda, ora chupava e mordia o pau do Rafael. Já mal nos preocupávamos com onde estávamos e quem poderia aparecer. Só queríamos mesmo era dar um belo banho de porra naquela vadia.

Ela saiu do banco de onde estava sentada e se abaixou para poder chupar os dois melhor. Batia com o pau dos dois na cara, voltava a chupar um com vontade, punhetava o outro com gosto, ela mostrava que queria leite, e gozava com aquela situação que agora se mostrava completamente deliciosa.

O Rafael sentou no banco e ela entendeu o que deveria ser feito, e, encaixando a rola dele na sua buceta, foi se sentando de costas, segurando meu pau com força, sentindo o pau dele entrando quente. Deu umas duas reboladas no pau dele e voltou com a boca no meu caralho. Ela babava como louca na minha rola, subindo e descendo sendo ajudada pelas mãos do Rafael. Mordia meu pau, cheia de volúpia, não deixava nem o meu saco sem o brilho da sua saliva, lambendo e chupando as minhas bolas.

Os gemidos da Regina eram abafados pela minha rola lhe tomando a boca inteira. Ela chupava o meu pau e passava o dedo no grelo, sentindo a rola do Rafael lhe enchendo a buceta. Aquele boquete estava intenso, mas eu queria também sentir aquela bucetinha. Dei um toque no Rafael pra gente trocar, e ele atendeu prontamente. Deitei-me no banco, e ela feio por cima cavalgar com a buceta no meu pau. Enquanto ela cavalgava, não deixava de dar atenção ao pau do Rafael, que lambia, chupava, mordia. Ela se sentia toda poderosa ao ver que tinha dois machos à sua disposição.
Meu pau enchia a buceta dela completamente. Ela gemia forte sentindo minha rola grossa a invadindo, gemidos esses que passaram a ser abafados pela pica do Rafael. Ela rebolava com vontade. Eu sentia minha pélvis de encontro a dela, enquanto ela não parava um só momento de chupar a rola do Rafael. O tempo estava bem quente ali entre nós três, quando ela resolve sair do meu pau e ficar de quatro em cima do longo banco perguntando:

- Quem vem fuder o meu cuzinho, hein? Tô querendo ser enrabada agora.

Eu olhei para a cara do Rafael e ele sorriu. Dei-lhe a preferência e fui para a boca da Regina, dando minha rola novamente para ela se deliciar boqueteando, enquanto o Rafael socava a sua rola no cuzinho. Ela quase arrancou meu pau com os dentes quando a rola do Rafael entrou no seu rabo. Ela gemia tendo seu cuzinho invadido e sua boca cheia. O Rafael dava tapas firmes na bunda da Regina. Ela gemia mais forte, e me chupava mais, lambia o corpo todo da minha rola, lambia as bolas, me chupava como uma perfeita vadia.

Eu queria naquele momento judiar daquela loirinha gostosa. Deitei de novo no banco, ela entendeu, e, tirando a rola do Rafael do seu cuzinho, sentou na minha pica fazendo-a desaparecer. Rafael, como se estivesse lendo meus devassos pensamentos, se pôs atrás dela e, posicionando novamente a rola no rabo dela, começou a enfiar. A buceta dela passou a ficar mais apertada que o já era antes de eu senti-la pela primeira vez. Ela tremia, desesperada, sentindo uma rola grossa na buceta e outra no rabo. Seus gemidos acabaram se transformando em berros, berros esses que tive que tapar a sua boca para não sermos surpreendidos por algum porteiro querendo saber o que acontecia.

Nossos corpos se mexiam com ela, pequena e deliciosa ao meio, gemendo, indo e voltando, dando conta dos dois, um no seu rabo, outro quente na buceta. Gozando como louca, lágrimas escorriam do seu rosto e caiam no meu pescoço. Tanto eu, como o Rafael metíamos com vontade nela, que, perdida, me apertava os braços a ponto de fincar as unhas na minha carne.

- Rafa! Quero provar desse cuzinho também. Vamos trocar de posição, amigo!

- Opa! Com certeza! Arromba o cuzinho dessa putinha, porque ela merece!

- Calma lá, negão! Vc vai me rasgar no meio com essa rola!

- Quietinha, vadia. Você é nossa, e vai sentir minha rola no teu cuzinho sim.

Ela ouvindo minhas palavras ficou caladinha e foi se ajeitando na rola do Rafael, que deixava-a bem ereta. Ela foi se ajeitando, de olhinhos fechados, sentindo a pica do Rafael entrando toda, e tremendo, me viu caminhando para trás dela. Dei um tapa forte na sua bunda, que foi seguido de um gritinho, e me posicionei. Ajeitei minha rola no seu rabinho agora bem fechado e comecei a forçar. Ela se segurava como podia, enquanto a minha rola entrava mascada naquele rabinho pequeno e apertado.

Quando a minha cabeça conseguiu passar, ela ofegava como louca. De respiração pesada e profunda, tentava relaxar o rabinho, enquanto eu penetrava de pouco em pouco. Depois de um tempo vi minha rola sumindo na sua bunda, o que me fez ter mais e mais vontade de ir e voltar gostoso. Nós três estávamos descontrolados naquele playground. Perdemos a noção do barulho e do perigo, quando começamos a gemer alto. Eu já não estava mais agüentando aquele tesão todo e sentia vontade de esporrar. O Rafael também não dava sinais de que agüentaria muito tempo. Quem já tinha gozado umas cinco vezes era a Regina, que agora já se mexia, querendo mais das nossas rolas.

Eu já estava para gozar quando decidi tirar minha rola de dentro do rabo dela. Ela ofegante me olhava já querendo tomar o seu banho de porra. O Rafael, quase no mesmo momento, a tirou de cima dele e ficou do meu lado. Ela se ajoelhou na nossa frente olhando para a nossa cara com aquela carinha de cadela pedinte, e vez ou outra passava com a língua ou na cabeça da minha rola, ou da rola do Rafael. O Rafael acabou gozando primeiro, e lhe deu um belo banho de porra. A cada jato que ele soltava ela tentava acolher com a boca, mas escorria pelo seu rosto, pingava nos seus seios. Eu estava perto de gozar, e enquanto ela espalhava a porra do Rafael pelo seu corpo, a puxei pela cabeça e coloquei a minha glande inchada dentro da sua boca. Ela, gulosa, foi engolindo meu caralho inteiro. Não demorou muito para que eu me acabasse na sua boca, gozando como um louco, de olhos fechados, com ela me chupando como louca e tirando gota a gota de porra do meu pau.

No final de tudo, olhamos uns aos outros e rimos, nos apresentando, afinal apenas nos conhecíamos de vista, e trocamos, claro, os números dos apartamentos. Fui para meu apartamento bem mais relaxado, e com promessa de quero mais, com a deliciosa Regina.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Na praia com Mikaela

Tudo estava perfeito aquele dia. O sol estava rachando, as ondas gigantes, a água limpa como uma piscina e a praia vazia. Era assim que eu gostava de pegar ondas. Nunca fui chegado à platéia me assistindo nem de amigos de mar para me dizer sobre os drops e os backflips. Eu sempre fui mais interessado na integração com a natureza e viver em paz comigo mesmo.

Já estava há bastante tempo ali em cima da minha prancha e surfando, quando noto uma pequena movimentação na praia. Não dei à mínima e continuei ali minha prática. Foi quando acabei, por descuido, tomando um belo caldo e a prancha por pouco não bate na minha cabeça. Nadei um pouco para me recobrar do susto e fui para a areia relaxar um pouco.

Chegando à areia, fui até o lugar onde tinha deixado as minhas coisas. Umas toalhas, meus óculos de sol e meus chinelos. Finquei a prancha na areia e me sentei olhando o mar e deixando o sol me secar. Olhei para o lado, e coisa de 30 metros estava a pessoa a qual eu tinha mencionado. Morena do tipo mignon, seios médios, corpo compacto, bunda perfeita. Estava deitada, tomando sol com o rosto voltado contra ao lugar onde eu estava. Eu olhei a cena, mas ainda assim preferi ficar na minha olhando as ondas e curtindo aquele som delicioso.

Ela acabou se virando para o meu lado depois de um tempo. Justamente no momento ao qual me virei ao lado dela. Eu acenei, pois éramos os dois únicos seres vivos naquela praia, e ela sorriu, retribuindo o cumprimento. Decidi puxar a minha toalha pouco tempo depois e me juntar a ela para ao menos conversar. Acabamos engatando num papo bem rápido. Ela me disse que se chamava Mikaela, e que estava lá porque não gostava do assédio que tinha em praias mais movimentadas. Também pudera, enquanto conversávamos, era impossível não notar sua bunda, que estava para o alto enquanto ela estava deitada de bruços. Aquele biquíni amarelo e minúsculo dava o caimento delicioso àquela mulher. Eu me controlava para não ficar excitado ali. Seria bem engraçado, eu, negro, de sunga Box branca com nenhum espaço para poder esconder 20 centímetros de rola tentando não mostrar que eu estava completamente louco de tesão.

Nosso papo continuou por minutos a fio. Conversamos desde astrologia até culinária. Sentíamos um leve entrosamento e isso nos animava cada vez mais a puxar um novo assunto. Como já estávamos ficando bem amigos ali, propus passar protetor em suas costas, uma vez que o sol estava realmente escaldante. Ela topou e se ajeitou na sua saída de praia. Eu espalhei aquele gelado creme nas suas costas, e ela se contorcia de leve, gemendo baixo. Aquilo me fazia suar frio, e ainda assim eu tentava me manter integro, sem acabar caindo pra cima daquela morena.

Minhas mãos, sempre firmes, passavam pelas suas costas até chegar à cintura. Sempre deslizando e espalhando todo o creme pelas suas costas. Eu notava que, por baixo dos seus óculos escuros, seus olhos estavam fechados, curtindo aquela pequena massagem que eu lhe proporcionava. Num momento ela resolveu deixar as coisas mais fáceis para minhas mãos deslizarem, e puxou a parte de cima do biquíni. Aquilo começou a me causar reações que realmente eu não queria ali, e minha sunga começou a ganhar volume.

A massagem continuava, e minha sunga já parecia como uma barraca. Decidi me colocar quase que sentado em suas costas. A pegava da cintura até perto do pescoço, e ela sempre gemendo leve e gostoso. Vez ou outra dava uma leve rebolada quando minhas mãos chegavam perto de sua bunda, e aquilo fazia meu pau, muito mais que duro àquela hora, pulsar dentro da pequena sunga. Foi quando em uma das vezes que passei pela sua cintura, resolvi descer um pouco mais, e não fui repreendido.

Massageei com vigor aquela bunda redondinha, e ela mexia devagar, com um leve sorriso nos lábios. Eu notando toda a malícia dela, continuei pelas suas coxas, panturrilha, e fui subindo com a mão bem devagar chegando à sua bucetinha, que, inchada, se fazia aparecer protegida pelo pequeno pedaço de pano. Passei a mão por ela, e Mikaela prendeu minha mão, como que se não quisesse que minha mão tomasse outro destino. Fiquei brincando com meus dedos por ali, sendo sempre bem agraciado com gemidos leves e reboladas. Olhei para os lados para me certificar que não havia ninguém, e puxei aquele pano para o lado e enfiei 2 dedos devagarinho na sua toda depilada buceta. Ela aceitou, abrindo levemente as pernas e deixando meus dedos entrarem de pouco em pouco até minha mão alcançar as suas nádegas.

Ela mordia os lábios de forma libidinosa, e eu massageava meu pau por baixo da sunga já praticamente seca. Num dado momento, depois de um pouco daquela massagem interna, ela se virou, tirando meus dedos de dentro dela e se deparando comigo praticamente batendo uma punheta olhando para ela. Sem se fazer de rogada, acariciou meu pau por cima da sunga e sentiu o quão quente eu estava, e me puxando por ela, me fez descer para beijar sua boca. Comecei a beijá-la, e ela, sem perder tempo, foi buscando tirar meu pau de dentro da sunga. Quando conseguiu tirá-lo, começou a me bater uma punheta gostosa, enquanto nossas línguas se encontravam.

A areia, nem a possibilidade de aparecer alguém nos fez diminuir a vontade que estávamos sentindo. Eu a beijando me mexi e puxei um dos laços da parte de baixo do biquíni. Ela rebolava e ajudava para que o laço saísse mais fácil. Quando ele se soltou, comecei a beijá-la o pescoço, e desci para os seios, que enchi a boca com vontade, querendo engoli-los por completo. Ela gemia e me acariciava o corpo, sentindo minha língua circundando rápido seus mamilos.

Depois de muito morder e chupar aqueles seios, eu queria sentir o quanto excitava ela estava, e queria sentir isso com a minha língua. Continuei descendo com a minha boca e fui me virando, deixando meu pau perto do seu rosto. Afastei aquela parte solta do biquíni e enchi minha boca na sua buceta, lhe acariciando o clítores com a língua. Ela se contorceu na hora, e vendo minha rola tão próxima, abocanhou com gosto e começou a me chupar com avidez. Minha língua subia e descia na sua xota, e ela correspondia com uma chupada que me deixava louco. Já havíamos esquecido que estávamos na praia, e nossos gemidos vez ou outra eram cada vez mais altos. Nossos corpos se encontravam naquela posição maravilhosa, até que ela resolveu virar e ficar por cima. Quando ficou, rebolava com a bunda na minha cara com vontade, e mamava meu cacete com força. Ficou sem tirar meu pau da sua boca por um bom tempo, enquanto minha língua passava rápida e com vontade na sua buceta.

A vontade de fuder ficava cada vez maior, e isso não era só em mim, mas como nela. Ela simplesmente saiu da minha boca, sem mais nem menos e sentou no meu pau com gosto, ajeitando ele gostoso na sua buceta. Eu gemi forte a segurando pela bunda, e ela, tirando o que restava do biquíni, pulava com gosto no meu carallho. Quando olhei pra o lado, com ela me cavalgando, percebi um outro casal que estava a coisa de cem metros de nós dois. O casal nos olhava com vontade, mais a moça, que sentada encostada no rapaz, passava a mão pelos seus seios. Aquilo me excitou ainda mais, e comecei a bater na bunda da Mickaela, falando:

- Gosta de platéia, putinha? Parece que temos alguns amigos nos vendo.

Ela olhou para o lado, e percebeu que o rapaz começou a massagear os seios de sua companheira. Vendo aquilo, disse:

- Temos que fazer mais gostoso, putão. Me fode. Me fode gostoso! Mostra pra eles como sou mais gostosa.

- Hmmm gosto dessa safadeza! Vem cá!

E a tirando de cima de mim, deitei-a na toalha e joguei suas pernas no meu ombro. Minha rola entrava e saía com gosto, enquanto a moça recebia uma siririca de seu companheiro. Eu montava com força, metia com vontade. Minhas bolas batiam com gosto na sua bunda, e ela berrava de tesão. Eu socava sem dó, suando não pelo calor, mas pela luxuria que ocorria ali. Minha pica entrava até as bolas, saia até a cabeça. Ela me arranhava os braços, fazia esforço pra me beijar, me arranhava o peito, me chamava de puto, cachorro, tesudo. Eu não ficava atrás, e fudia com vontade aquela vadia, sentindo minha pica pulsando na sua buceta.

Quando vimos, a mulher estava chupando o cara, enquanto ele nos olhava. Resolvi então colocá-la de quatro, pra fuder gostoso mesmo. Pincelei minha rola na sua bunda, passei pelo seu cuzinho à mostra, e notei que ela jogava um pouco a bunda pra trás quando eu chegava ali. Continuei pincelando, passando pela buceta, molhando a cabeça da minha rola, voltando com a pica pelo seu cuzinho, e ela forçando. Deixei minha rola ali e ela veio, deixando entrar meu caralho bem devagar pelo seu rabo.
Meu pau ia entrando aos poucos, invadindo aquele rabo apertado, e ela gemia, apertando com força a toalha. Comecei a ir e voltar, com a rola, entrando cada vez um pouco mais fundo. Aquele cuzinho apertado me deixava louco, e ela sabia como deixar um homem louco o usando. Com a minha rola quase inteira dentro dele, ela rebolava, puxava a bunda pra entrar tudo, fazia cara de vadia, jogava a bunda, e eu enchia aquela bunda deliciosa de tapas com gosto.

Quando minhas bolas chegaram a sua bunda, ela rebolou com mais força, com mais vontade. Senti seu cu me apertando de uma forma tão deliciosa que temi acabar a transa ali, mas segurei firme e, segurando em sua cintura, soquei com vontade. Ela se contorcia gostoso, sentindo minha rola invadindo seu cuzinho. Minhas mãos a pegavam com força pela cintura, enquanto o casal próximo na praia também trepava loucamente.

Minha pica já me dava sinais que iria jorrar, e ela, sem parar, jogava a bunda contra o meu pau, com seu cuzinho já bem laceado. Aquela bunda maravilhosa ia e voltava, e eu tinha a visão maravilhosa do meu pau aparecendo e sumindo naquele botão pequeno. Eu apertava sua cintura cada vez mais, batia mais fotte na sua bunda, me segurava como eu podia, até que, num dado momento, não agüentei e jorrei. Quando tirei minha rola, já tinha jorrado um pouco no seu rabo, e meus jatos encontravam com seu cuzinho que piscava a cada jato que tomava. Eu, com meu pau pulando na minha mão, ainda levei um boquete para deixar meu pau completamente limpo.

Com a respiração ofegante, nos recompusemos e nos preparamos para ir. Já tinha mais gente na praia. Alguns indignados nos olhavam, outros nos olhavam sorrindo, o casal que estava lá tinha desaparecido. Olhamos um ao outro, e com tesão, nos beijamos deliciosamente, como promessa de nos encontrarmos naquela praia novamente, para quem sabe, mais uma tarde deliciosa. 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Intervenção Policial


Eu já estava estressado aquela noite. Até meu parceiro tinha sido liberado para curtir a festa no quartel e eu lá, fazendo ronda. A madrugada gelada, eu não podendo subir o vidro da viatura, as ruas completamente desertas e um silêncio apenas perturbado pelos latidos dos cães solitários. Eu agradecia meus companheiros de corporação mentalmente enquanto dirigia a viatura fumando um cigarro. Os malditos não me avisaram que o capitão era vingativo em relação a se ganhar no poker.
Continuei dirigindo a viatura para lá e para cá naquele bairro de mansões e extremamente calmo, quando avisto uma garota caminhando, fazendo um alto barulho com os seus sapatos de salto alto. De vestido e apressada, andando pela rua, acabou tomando um belo susto quando toquei a sirene e a pedi para parar. Apesar de estar nervoso, não queria que nada acontecesse naquela região. Desci do carro e ela, assustada, começou a despejar:

- Ai moço! Estou voltando para casa! Bebi um pouco além! Não me prende, senhor!

Percebi que ela estava um pouco alta, mas mesmo assim, continuei a abordagem. Eu sabia que só uma policial mulher poderia dar prosseguimento, mas como todos da minha região estavam na confraternização, segui com todo o protocolo. Pedi a ela a identidade e chequei com a central. Até então tudo estava tudo nos conformes, mas eu queria algo para fazer, e então pedi a ela que abrisse a bolsa e me mostrasse o que havia lá dentro. Ela, meio sem jeito, me abriu a bolsa e foi me mostrando o que havia dentro. O que me chamou a atenção foi uma cápsula de metal pequena, com um botão de borracha. Ela, tímida e avermelhando o rosto, tentava me dizer que aquilo não era nada. Pressionei o botão e o objeto começou a vibrar de forma intensa na minha mão. Ela, completamente sem jeito, me dizia que aquilo ela tinha ganhado em uma festa, e que tinham brincado com ela. Como eu não estava muito para festas e nem de saber sobre elas, disse:

- Por favor, senhora...

- É senhorita, senhor, e pode me chamar de Bia.

- Certo, Bia – bufei – Poderia encostar na parede, por favor?

Ela, alta, ria. Não sei se por nervoso, ou medo, mas dava algumas gargalhadas leves. Encostou-se à parede e afastou as pernas, como manda o protocolo. Comecei a lhe passar a mão pela cintura e pelas coxas para ver se não tinha nada escondido. Ela parecia estar gostando da “brincadeira” e rebolava enquanto minhas mãos passavam pela sua coxa. Eu tentava me concentrar em tentar descobrir se teria algo a mais com aquela moça, e ela mexendo as pernas lentamente me deixava realmente armado, por assim dizer.

Parei ali a revista, e ela, já mordendo os lábios por sentir minha mão pelo seu corpo, me disse que ainda havia coisas a mais para revistar.  Eu olhei aquilo e quis manter o profissionalismo e a liberei. Ela se sentiu indignada e começou a despejar:

- Por isso que acontecem assaltos! As pessoas não são mais revistadas como devem! Estou aqui à disposição, esperando ser revistada e não trazer problemas a ninguém... Me revista direito, guardinha!

Eu me senti ofendido ali com aquela displicência, o sangue subiu na hora. Eu já me via estressado com aquilo tudo, peguei a arma e quis enfiar na cabeça dela. Ela se manteve ali, parada, com as mãos na parede, e olhando para trás, tentava me ver. Eu ainda me controlava como louco para não despejar a minha raiva em cima dela, quando ela me intima:

- Guardinha de bosta você é. Nem para revistar alguém direito. Eu vou é embora...

Ela quando falou aquilo acabou puxando o gatilho da minha raiva. Deixei a arma no coldre e fui para cima dela com as algemas. Puxei suas mãos para trás com violência, e com gemidos de “Ai”, com um sorriso na cara, aceitava ser algemada.

- Vai me revistar agora, senhor policial? Me revista, vai!

- Cala a boca! Você está presa por desacato a autoridade. Vai para a cadeia, vadia!

- Ai!!!Me chama assim de novo, chama?

Quando ela me disse aquilo, minha raiva mudou para excitação. A vagabunda gostou de ser parada por mim. Ela algemada parecia dançar, mordendo os lábios e sorrindo. Virou-se para mim e ficou com a boca muito próxima a minha, enquanto eu ainda tentava me manter profissional, mas com o pau duro por baixo da farda. De forma extremamente sensual, com a voz num volume baixo e bem pausadamente disse:

- Chama de vadia de novo, oficial, chama?

Eu já bem puto por ter sido humilhado por aquela mulher e pelo resto da corporação, resolvi agir. A rua estava completamente deserta, apenas alguns latidos de cães perdidos, nenhum carro na rua, nenhuma alma viva. O meu tesão aumentando, ela olhando nos meus olhos, sorrindo e mordendo os lábios. Não me agüentei e a puxei, beijando sua bica com voracidade. Ela algemada correspondia com a mesma intensidade, se jogando na minha boca e se mexendo algemada na minha frente. Fiquei louco com aquilo, confesso, e segui a beijando com muita vontade e tentando abrir a calça.

Com a minha calça já aberta, e minha rola toda pra fora, eu me punhetava enquanto a beijava e a outra mão passeava pelo vestido leve sobre o s seus seios. A luz do giroflex a deixava com os seios cada vez mais apetitosos. Abaixei a alça do seu vestido e deixei um deles à mostra para sentir melhor aquela pele macia e seu mamilo que escapava entre meus dedos.

Acabei por interromper aquela brincadeira gostosa e a coloquei de joelhos ainda algemada. Deixando-a com o rosto pro meu pau, juntei-a pelos cabelos e comecei a puxá-la. Ela ficou com a cabeça bem próxima à minha arma, indo e voltando de boca aberta e me chupando com muita vontade. Suas bochechas até se deformavam tamanha vontade com a qual me sugava, e minha s mãos não paravam em seus cabelos que puxavam indo e vindo, fazendo-a engolir meu pau grosso e grande até as bolas. Ela engasgava, babava, tentava tirar a cabeça, e eu, querendo fazer com que ela sentisse a cabeça do meu pau na sua garganta. Com isso, eu falava:

- Era isso que você queria, vadia? Agora toma, puta! Engole minha pica! E engole bem, vagabunda! Vou te mostrar quem é o guardinha agora, puta.

Ela afastando a cabeça com força, com lágrimas escorrendo, boca toda molhada, e com um fiozinho de saliva saindo da minha rola até a sua boca, me olhando nos olhos disse:

- Guardinha! Guardinha! Guardinha! Você ainda não passa de um Guardinh...

Eu mal esperei que ela terminasse a frase e a calei com a minha rola novamente. Soquei até a garganta, sentindo seu nariz batendo na minha barriga e seu queixo em minhas bolas. Ela se movia algemada, de olhos fechados e boca bem aberta para receber toda a minha rola. Ela lambia, chupava meu pau, quando dava, lambia a cabeça, e eu delirando com aquilo.

Doido de tesão, a levantei, com ela me chamando de guardinha, e eu a chamando de puta e vadia. Joguei-a com violência no vidro do carro e a deixei sentindo o frio do metal e do vidro em seus seios, enquanto eu a revistava de verdade. Comecei pelas suas pernas, e sem nenhuma delicadeza, apertava-lhe as pernas, as coxas por baixo do vestido, até chegar à virilha. Rasguei sua calcinha como se ela fosse feita de papel, e com os dedos a penetrava com força. Ela se remexia, gemia com meus dedos se mexendo dentro da sua buceta encharcada de desejo. Eu levantava seu vestido enquanto encapsulava meus dedos naquela buceta quente e apertada. Ela gemia e rebolava ajudando o vestido passar da sua enorme bunda e parando na cintura. 
Resolvi agir com maldade, e a deixei algemada enquanto pincelava seu rego com a minha rola dura. Ela se remexia, gemia baixo, mordia os lábios, rebolava. Queria minha pica dura a penetrando. Mas eu, já mais safado que ofendido, comecei a falar em seu ouvido:

- E agora, vadia? Será que agüenta pica?

- Acha que não vo agüentar essa piquinha, guard...

Sem deixar com que ela terminasse suas provocações, peguei na sua cintura e comecei a socar sem pena na sua buceta. Já de cara enfiei minha pica com força, que entrou rasgando na sua quente xota. Ela berrou, e seu berro ecoou pelas ruas. O barulho dos nossos corpos também causavam o mesmo efeito. Os cães na rua uivavam, se fazendo confundir pelos gemidos que soltávamos. Aquela buceta quente me deixava louco. Ela me apertava gostoso, enquanto eu metia sem dó, com o ferro frio da minha arma batendo na sua bunda. Olhando aquela bunda escondendo meu pau indo e voltando, me dava um tesão enorme de fuder aquele cuzinho e a deixá-la realmente perdida na minha rola.

- É vadia. Vai tomar no seu cu agora. Vou meter com vontade! Vai continuar com o papo de guardinha, é?

Ela gemendo, ainda tentando mostrar superioridade, mas com cara que já tinha gozado uma vez com a minha pica entrando e saindo sem parar na sua buceta deliciosa falou:

- Vai... Guardinha... Fode meu cuzinho... Fode...

- Vou te mostrar quem é guardinha, vadia.

E a seco, enfiei minha rola no seu rabo. Ela ainda tentava se segurar, mas algemada com as mãos para trás, o máximo que fazia era se contorcer, enquanto eu a dominava puxando pelas algemas. Minha rola entrava fácil, enquanto ela mordia os lábios quase que os sangrando de tanta força. Eu não tinha perdão, socava meu pau até as bolas encostarem em sua bunda deliciosa e grande. Bia, uma vadia nata, rebolava e pedia mais no rabo. Eu já querendo mais era gozar e pouco me preocupando se alguém aparecesse, metia fundo, gostoso, sentia aquele cuzinho apertado mascando meu caralho, eu a mordia a nuca, e voltava a puxá-la pelas algemas, que há essas horas já estava lhe deixava marcas vermelhas nos pulsos.

Aquela deliciosa bunda indo e voltando do meu pau só me fazia sentir mais e mais vontade de gozar. Minha porra vinha gostosa, devagarinho, mas fazia minha pica pulsar forte dentro do seu rabo. Ela gemia e gozava com aquela posição sem poder fazer qualquer coisa. No meio da rua, como dois animais, gozamos, e berramos como loucos, fazendo com que algumas luzes se acendessem. Guardei rapidamente meu pau e a soltei as algemas. Ela foi delicadamente abaixando o vestido, que agora estava todo amassado e molhado de suor. Como ela morava não muito perto dali, decidi dar-lhe uma carona, com ela se desculpando de me chamar de guardinha, e me dizendo que tinha sentido um enorme tesão por mim logo quando foi parada. Coloquei-a no banco da frente da viatura e comecei a dirigir. E ela ainda um pouco envergonhada por ter feito aquilo e ter me ofendido tanto. Chegou uma hora que eu disse:

- Está tão preocupada, vadia? Porque não me chupa até gozar?

Aquilo funcionou como um gatilho. Ela respirou fundo, mordeu os lábios, e foi para a minha calça. Decidi fazer uma ronda pela vizinhança enquanto ela me boqueteava. Delicia de boquete. Sua boca subia e descia enquanto eu dirigia. As luzes vermelhas eram a única coisa que tomava a viatura enquanto ela chupava com vontade. Não demorou muito tempo para eu dar uma bela gozada enchendo a sua boca de porra. Ela chupava, mamava, engolia, passava na cara, nos seios. Ela deixou minha farda completamente suja de porra, mas posso dizer uma coisa. Ter levado aquele poker me valeu a ronda.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Educando a chefa

Acordar em dia frio é ruim. Pior ainda numa segunda-feira, com chuva, ônibus lotado e o meu querido cachorro resolveu rosnar pra mim. Um dia mais que perfeito. Não poderia ter mais nada para estragar. A não ser o fato de a minha chefa ser a Adriana. Ela era bonita. Não. Bonita não. Gostosa. Morena, com um belo par de seios, bundinha redondinha, grossas panturrilhas. Só não é perfeita pelo fato de ser muito, mas muito chata.

Cheguei aquele dia atrasado meia hora. Um acidente na rua obrigou todo o transito a modificar a rota. Minha roupa pingava da chuva e eu tremia de frio. Mesmo assim, fui ao meu computador rezando para que a Adriana não tivesse sentido a minha ausência. O pior foi que ela sentiu minha falta, e mal me sentei ela me chama:

- Dyas! Vem cá!

Eu respirei fundo, fechei os olhos e fui à sala dela. Caminhei a passos pesados pelo corredor, de cabeça baixa, pensando no que mais poderia me ocorrer. Quando entrei na sala, ela estava de olhos no monitor, se balançando pra lá e pra cá na cadeira, com um sorriso no rosto. Fui sentar-me numa cadeira que tinha lá, e ela aos berros me mandou não sentar. Fiquei ali, de pé, a olhando, enquanto ela clicava algumas coisas e continuava fixa para a tela. Depois de um tempo ela se virou a mim. Num decote que apertava os seios, começou a conversar comigo:

- Você sabe que horas são, Dyas?

- Calma. Os ônibus atrasaram, não tive culpa...

- Isso não é desculpa. Viesse mais cedo! Dyas! Você tem que entender que isso não é brincadeira, é uma empresa...

E se levantou e me deu aquele antigo sermão, cheio de histórias de como a empresa começou, como ela penou para chegar até ali, em como ela passou comendo como um animal para manter a empresa, e eu como sempre calado.

Depois daquele sermão todo, ela chegou perto de mim. Seu perfume doce se sobressaia sobre o meu almiscarado, já inebriado pelo banho proveniente da chuva. Mas confesso que aquilo não me abalou tanto quando as palavras proferidas por ela:

- Desculpa, Dyas, mas por essa falta de comprometimento, vou ter que te demitir.

Aquelas palavras foram o ápice ao meu dia. Meu coração pulsava forte, minhas pupilas dilataram, minha respiração ficou muito mais forte. Em pouco tempo o ódio todo retraído no meu peito se externou. Ela estava voltando para a mesa dela, quando fui à sua direção e a puxei pelos cabelos e perto do seu ouvido disse:

- Você não pode me demitir dessa forma, vadia.

Ela ficou paralizada, de olhos fechados, tremula, nervosa. E eu prossegui:

- Você não vai me demitir dessa forma, vadia. Não hoje que passei pelo que passei para vir trabalhar nessa merda de empresa. Se vai me demitir, me demite por algo que eu tenha feito, sua puta.

- Solta o meu cabelo, Dyas!

- Não solto, sua vagabunda! Você não vai me demitir por eu ter chegado atrasado. Você vai me demitir por eu ter te estuprado, vadia.

E comecei a tomá-la pelos seios. Ela oferecia pouca resistência. Seu vestido justo permitia que eu sentisse seu corpo inteiro junto ao meu. Mesmo emputecido por tudo que me ocorrera até ali, aquela situação me deixava deveras excitado. Senti por cima do seu vestido que ela também se sentia excitada, e muito excitada. Seus mamilos endurecidos, sua respiração forte, tudo o que acontecia ali me dizia que aquela putinha gostava daquele jeito. Sem sorrisos, ou cerimônias, a joguei em cima da mesa de costas, e ela calada, bateu com o rosto na madeira e ficou. Não sei se por medo ou obediência, mas da forma que a joguei, ela se manteve.

Minhas mãos começaram a passar pela sua bunda, que da qual sentia por cima do vestido sua calcinha que penetrava pelo rego. Ela tremia, ameaçava levantar e eu a jogava novamente na mesa de forma violenta. Ela dava uma gemida de dor, combinada a um perceptível prazer. Continuei alisando sua bunda até que, de um jeito firme, a estapeei. Ela soltou um gemido que definitivamente não era de dor, mas eu estava pouco preocupado com aquilo. Queria era extravasar minha raiva da melhor forma o possível.

Comecei a levantar seu vestido, com ela resmungando para que eu não fizesse aquilo. Eu estava pouco preocupado para o que aquela vadia falava. Continuava a levantar seu vestido como se ela não estivesse dizendo nada. Ela tentava levantar, e eu, com raiva, a jogava de volta para a mesa, mando-a ficar quietinha onde estava. Ela atendia, não sei se por medo, ou por prazer. Quando seu vestido estava na sua cintura, comecei a sentir sua buceta por cima da calcinha. Notei que ela tinha ficado por prazer. A vagabunda estava completamente molhada e quente. Pulsando e fervendo como louca. Mas nem assim a minha vontade de explodir a minha raiva naquela puta diminuiu. Afastei sua calcinha de lado e a penetrei forte com os dedos. Ela gemeu alto, gostoso, se segurando forte em sua mesa cheia de papéis agora todos amassados pelo corpo dela.

Socava meus dedos até minha mão bater na sua bunda. Ela rebolava de leve, mas tentava manter o clima de medo, facilmente desmentido pelo liquido da sua buceta que escorria pelos meus longos dedos. Ela ainda tentava levantar, e eu, sempre violento, a jogava novamente na mesa. E com os dedos enfiados inteiros na sua xota fui com a boca perto do seu ouvido e disse:

- Agora me demite, puta. Vou te fuder como nunca foi fudida, vadia.

Ela respirou fundo e sorriu, mordendo os lábios. Aquela vadia estava era gostando do jeito que eu estava a pegando. Aquilo me deixou muito mais nervoso, a puxei pelos cabelos e a joguei no chão. Ela caiu de joelhos no chão, quase que de quatro, e eu fui atrás, levantando seu rosto ainda puxando-lhe os cabelos e batendo na sua cara com força. Ela virava o rosto a cada tapa e se voltava olhando para mim com uma cara de quero mais. Dei uns três tapas fortes na sua cara, e ela sempre com uma cara de cadela pedinte. Soltei seus cabelos por um instante, e ela se manteve parada na mesma posição, como se tivesse sido adestrada. Continuei a estapeando e comecei a abrir minha calça. Cada tapa que eu dava, seus longos cabelos pretos voavam diante seu rosto, que ela rapidamente os jogavam para trás para me dar o rosto novamente. Ela olhava fixamente para a minha mão que ia abrindo a braguilha da calça e liberava um pau lustroso, com a cabeça bem inchada, cheio de veias. Ela olhava e lambia os lábios enquanto seu rosto não era jogado pelos meus tapas. Segurei firme a minha rola e fui em direção ao seu rosto. Passei minha pica por toda a sua cara, e ela de olhos fechados e calada recebia o calor dela. Notei que ela estava ficando muito feliz com as carícias do meu cacete e voltei a segurá-la pelos cabelos para bater-lhe no rosto com a minha pica.

Ela mantinha sua cabeça levantada, recebendo meu cacete na cara como uma verdadeira puta. Estava sendo bem a minha escrava sexual ali naquela hora, atendendo a todos os meus desejos prontamente. Não consigo explicar se aquilo me deixou com mais tesão, ou com mais ódio. Ela estava realmente brincando com a minha cara, com aquela cara de prazer e vontade. Parei de bater e enfiei meu pau na sua boca. Ela abriu bem, e engoliu. A segurei pela cabeça e comecei a fuder forte sua boca, e ela, de olhos fechados e boca bem aberta, recebia minha pica por completo batendo na sua garganta, e voltando quase com a cabeça para fora. Ela gemia abafado e cortado pela cabeça do meu pau lhe invadindo a boca. Obediente, sem as mãos, até jogava a cabeça pra frente para chupar ainda mais rápido meu pau.

O tesão junto com o ódio me tomava por completo. Me sentia como um animal sendo sugado por aquela boca tão ávida. Num momento tirei minha roupa molhada, e ela prosseguia me chupando, sem tirar por um instante a boca do meu pau. Eu já estava seminu quando batem à porta chamando por Adriana. Ela tirou a boca do meu pau, e aos berros, nervosa, diz:

- Estou em reunião! Me chama depois!

Eu olhei para a cara dela naquele momento, e ela sem dizer nada, agarrou o meu pau, e passando com a língua na cabeça dele, voltou a me chupar. De olhos fechados, ajoelhada, parte de baixo do vestido na cintura, mãos nos joelhos, continuava me chupando deliciosamente, como se quisesse me compensar de algo. Eu estava delirando demais com aquela boca indo e voltando no meu cacete que decidi parar a festa. A puxei pelos cabelos e lhe dei outro tapa, depois, apontando meu dedo em sua cara falei de forma ríspida:

- Agora sou teu dono, Adriana. Você é minha escrava e vai ser até a hora que eu não quiser mais.

- Sim senhor! Me perdoa! Sou tua escrava sim, mas seja bom comigo, por favor!

- Cala a boca, vadia... Cala a boca! Não vou perdoar porra nenhuma! Vou fazer o que eu bem entender. Já falei! Você vai me demitir tendo um motivo, cadela! É disso que vc gosta... Gosta de ser escrava.

- Adoro! Adoro ser escr...

E a calei com um outro tapa na cara:

- Você só vai falar quando eu permitir. E eu não te permito falar nada! Agora tira essa porra dessa roupa, caralho!

Ela assustada com o jeito que eu estava falando com ela, pois notou que realmente não estava para brincadeira e tirou o vestido devagar, deixando seus seios médios livres daquele aperto do seu vestido e soutien. Tirou a calcinha e ainda de joelhos, me olhava com uma cara de medo que me realizava. Ali eu sentia que meu ódio ia se passando, aquela brincadeira de dominar me deixava mais calmo, e com muito tesão. Tesão esse que não me permitia pegar leve com ela. A juntei novamente pelos cabelos e a levantei. Olhei nos seus olhos e disse:

- Vou te chupar, vadia. Mas vou te chupar porque eu gosto do gosto de buceta, to sendo claro?

- Sim, mestre! Sim!

A coloquei jogada em um sofá, pouco me preocupei com seu conforto. Sei que no final ela acabou com a bunda empinada, e aquela buceta inchada e gostosa se mostrou protuberante em seu corpo. Cai de boca com vontade, com ela gemendo como doida, tentando se controlar para não chamar a atenção do pessoal que trabalhava a todo o vapor dentro da empresa. Minha língua passava quente e áspera desde o grelo até o seu rabo. Ela se segurava e apertava bem o sofá, como se quisesse rasgá-lo. Eu não parava um segundo com a minha língua nela, a enchendo de tapas na bunda com força e vontade. A cada tapa, ela dava um gemido mais forte, mais gostoso, com mais tesão.

Eu já estava cansado daquela posição. Queria agora despejar toda a minha fúria naquela mulher. Me levantei, e com ela naquele sofá, daquele jeito, com a bunda para cima, me aguardando, comecei a enfiar centímetro por centímetro do meu caralho dentro da sua buceta. Ela apertava o sofá como se fosse rasgá-lo com as unhas. Eu a segurava pela cintura e socava todo o meu pau com vontade e tesão. Ela mordia o sofá para não gritar alto. Não queria alarmar ninguém, mas eu já não estava nem aí. Tinha sido demitido. Pra mim, poucas coisas importavam. A segurava forte pela cintura, e sem dó alguma a comia com força e vontade.

Minha rola passava quente e molhada dentro dela. Dava pra se escutar na sala nossos corpos se encontrando gostoso a cada estocada. Ela tentava gemer baixo, tentava não dar bandeira do que acontecia dentro da sua sala, mas estava ficando complicado comigo cada vez mais incontrolável a pegando.

Eu queria desmoralizar aquela mulher dentro da empresa. Fazer com que todos a vissem como um puta que era. Tirei minha rola da sua buceta fervente e meti dentro do seu cu apertado e gostoso. Ali ela começou a gemer como eu bem queria. Se contorcia e controlava para não berrar, e eu, sem pena alguma, enfiava meu pau grosso e grande pelo seu cuzinho. Cuspia no meu pau e no seu cuzinho para entrar mais fácil, metia até as bolas, tirava, colocava. Ela, já não agüentando de tesão, acabou soltando um berro. Berro esse que foi ouvido por todos da empresa, que, preocupados, bateram na porta para saber o que estava acontecendo:

- Nada! Me cortei com o papel aqui... Aiiii...

Eu continuei metendo no seu cu como se nada tivesse acontecendo, e ela, incontrolável, gemia gostoso querendo mais e mais. Não demorou muito para que gozasse, e quando gozou, jorrou em cima d sofá, o deixando completamente encharcado com seu gozo quente e gostoso. Eu já estava próximo, nas queria na sua boca, lógico! Vadia como ela, só merece mesmo porra na boca.

Meti até sentir minha porra começar a chegar no meu pau. Ela, ainda jorrando, tentava não soltar barulhos enquanto molhava todo o sofá. A puxei, e soquei novamente minha pica na sua boca. Ela, rápida, entendeu que era a minha porra para chegar e começou a me sugar forte, com vontade, queria minha porra quente escorrendo na garganta. Minha pica dura e quente entrava e saia com velocidade dos seus lábios. Ela de olhos fechados ia realizando um ótimo serviço, me boqueteando com força.

Minha porra veio quente. Viscosa, lhe tomou a boca de tal forma que ela não conseguia engolir tudo. Meu líquido branco pingava em seus seios, no chão. Ela puxava minha porra com os dedos, e levava à boca. Eu me desfalecia na sua boca, e ela experiente, ia me tirando cada gotinha até não mais sobrar nada.

Acabado com aqilo, sentei-me no chão. Ela, vestindo as roupas, me fez um pedido que não teria como recusar:

- Amanhã você estará aqui às nove da manhã?

sábado, 15 de maio de 2010

Esquecendo as mágoas

Noite fria, dia cansativo e uma vontade de ficar em paz comigo mesmo. Se não fosse o fato da minha conta bancária me permitir ir jantar fora, meu dia seria completamente desastroso. Vesti-me com o usual. Jeans, camisa, sapato, optei por um paletó quente a muito esquecido no guarda-roupa, meu companheiro chapéu e sai pela noite em busca de algum lugar para me alimentar. Deparei-me com um restaurante aconchegante incrustado em uma viela no centro da cidade. De fora, se eu tivesse passado mais rápido, nem o teria notado.

Estacionei meu carro relativamente perto do lugar e segui por uma calçada cheia de árvores e dificultosa de se caminhar. Quando entrei no restaurante, pude sentir todo o clima caseiro, misturado a um bar de bom gosto. O cheiro de caldo de feijão tomava o ambiente e me dizia que aquela era a sua grande especialidade. Poucas pessoas, lugar relativamente grande pela localização. A máquina de música em um volume gostoso de ouvir tocava Ana Carolina enquanto as pessoas conversavam, sem a necessidade de estar aos berros. Uma garota jovem e bem apessoada dirigiu-se a mim e pediu meu paletó e meu chapéu, que prontamente lhe entreguei, e ela foi me encaminhou a uma mesa. Notei ser a única mesa vaga no restaurante, mas no momento, não teria muito com o que me preocupar.

Pedi o especial da casa, e a mesma moça que levou meu paletó e meu chapéu foi enviar o pedido à cozinha. Aquele lugar estava realmente muito gostoso. Era um misto de casa, com barzinho, com restaurante. Em pouco tempo a moça me traz uma cumbuca com caldo de feijão, que ainda borbulhava, tamanha a temperatura. Ajeitei-me e comecei a comer.

Já estava para terminar aquela maravilhosa refeição quando entra uma mulher linda no restaurante. Vestia um vestido coberto por um poncho levemente colorido em tons escuros, uma sandália de salto alto e lápis de olho pesado. A mesma moça que me atendeu foi em direção a ela e começaram a conversar. Eu, terminando meu jantar, observava a cena atentamente. Acredito que a garçonete tenha dito que não tinham mais mesas vagas, o que a fez esperar em um sofá logo na entrada. Chamei a garçonete e perguntei a ela sobre a moça, e a mesma me confirmou o que eu estava pensando. Disse a ela que não haveria problemas em dividir a mesa comigo e ela foi transmitir a mensagem.

Assim que a garçonete conversou com ela, a mulher pegou a bolsa e veio na minha direção. Eu estava limpando os lábios com um guardanapo quando ela estava sentando:

- Eu já estou quase para terminar aqui. Logo te deixo em paz para jantar em paz.

- Hoje não estou muito para janta. Só queria algo mesmo para me esquentar.

- Existem várias coisas que podem assumir esse papel.

- Eu sei. Mas hoje realmente estou é mais precisando de um drink e afastar um pouco as coisas tristes do dia.

- Tristes? Desculpa. Meu nome é Dyas, e o seu?

- Layla. E não vamos falar sobre isso. Pelo que noto, já acabou seu jantar. Pode ir, sem problemas.

- Terminar? Só estou começando!

Chamei a garçonete, e a Layla arregalou seus olhos assustada por ver que eu não sairia da mesa. Pedi um Bourbon e, depois de um pouco de resistência, ela resolveu beber o mesmo que eu. O papo foi rolando, conforme os goles de whisky eram dados. Layla tinha acabado de perder o noivo. Iam se casar em dois meses, mas o encontrou na cama com outro homem. Lágrimas aconteciam, e eu, cachorro como sempre, a consolava de forma a trazê-la mais perto de mim. Ela me contou como tinha o conhecido, como eram as coisas entre eles, até mesmo sua vida na cama me contou. Eu, como bom ouvinte, me mantinha por perto, segurando sua mão por sobre a mesa e enxugando suas lagrimas com um guardanapo.

A cada gole os copos ficavam cada vez mais vazios e as verdades afloravam cada vez mais. Lagrimas não tinham mais espaço naquele rosto. Os sorrisos já eram presentes, motivados pelo malte e álcool do Bourbon. O que eram confissões de meros deslizes de namoro se transformavam em revelações mais quentes, do que gostávamos na cama.

Aquele papo quente nos deixava mais soltos, mais brincalhões. Vez ou outra as risadas dela encobriam o volume da música, a fazendo ficar envergonhada e rindo mais ainda. Ela estava muito mais bonita sorrindo daquele jeito. Eu me empolgava cada vez mais. Para dizer a verdade, eu me excitava em vê-la tão solta. Puxei minha cadeira e senti-me bem ao lado dela. Bebíamos e riamos como dois inconseqüentes, sem nos preocuparmos com o que tinha em volta. A garçonete até chegou a nos chamar a atenção, mas Layla ria como uma criança. A mão dela vez ou outra repousava sobre a minha coxa, sempre bem próxima ao meu pau, o que me deixava ainda mais louco.

Ficamos por lá tempo o bastante para sermos praticamente expulsos do restaurante por ele estar para fechar. Notei que ela estava zonza por conta da bebida e recomendei que fossemos no meu carro. Ela topou na hora. Fomos para o meu carro, e eu, como uma pessoa extremamente educada e preocupada com o estado de sua bebedeira, abri a porta do carro, e ela, rindo como sempre, entrou no carro e se ajeitou. Fui para o banco de motorista e ajeitei seu cinto, passando descuidadamente a mão pelos seus seios. Ela brincou:

- Sabia. Me embebedou pra me pegar, né, senhor Dyas?

Eu ri, e disse:

- Não, moça. Te pegar seria delicioso, mas não desse jeito. Só vou te deixar na sua casa.

E sai com o carro. Ela sorrindo e me olhando disse:

- Que pena, Dyas. Eu adoro transar quando estou assim. Bêbada.

- Isso não será muito certo, moça. Descanse.

- Sabe o que eu nunca fiz, Dyas?

- O que, Layla?

E abrindo minha calça comigo dirigindo continuou:

- Nunca chupei alguém num carro em movimento.

Eu até iria contê-la, mas a minha vontade de sentir a sua boca estava maior. Deixei, e ela carinhosamente abriu a minha calça e começou a acariciar a minha rola por cima da calça. Eu tentando dirigir sem me perder estava se tornando complicado. Ela beijava de leve meu pau duro por cima da cueca. Depois desaprisionou meu pau da e começou a me bater uma punheta lambendo a cabeça do meu pau. Para quem estava bêbada, estava realmente bem esperta. Ela me acariciava as bolas, e eu tentava me concentrar na rua. Os carros passavam rápido ao lado do meu. Alguns carros maiores conseguiam ver Layla com a cabeça indo e voltando no meu colo. Tiveram até alguns que emparelharam os carros para ver o que ocorria. Layla estava realmente despreocupada. Tirava os cabelos da frente, e continuava a mamar forte no meu cacete. Eu tentava não fechar os olhos com aquele boquete e me concentrar. Por sorte, chegamos à frente da casa dela:

- Lay... Chegamos.

Ela foi parando aos poucos, mas só para me dizer:

- E vai me deixar dormir sozinha? Sobe comigo.

Pensei um pouco, mas como ela precisava de companhia, resolvi ir junto. Guardei meu pau ainda úmido de saliva dentro da cueca e tentei fechar minha calça. Entrei no seu prédio e fomos ao elevador. Ficamos o esperando aos beijos quentes e apaixonados, como dois recém namorados. Quando o elevador chegou, entramos nos beijando como loucos. Foram as portas se fechar que ela me atacou, me jogando contra o espelho e se abaixando na minha frente voltou a abrir a minha calça e me chupar. Nem as câmeras do elevador a impediram de continuar aquele intenso boquete. Quando chegamos ao andar dela, ela não me deixou fechar a calça. Segurou meu pau como se fosse minha mão e a levou à porta do apartamento. Correndo, e cheia de vontade de me sentir por completo, procurava a chave da porta em seu molho de chaves. Quando encontrou, abriu a porta afoita e voltou a se abaixar na minha frente me chupando novamente, sem nem fechar a porta. Tentei andar alguns passos, e ela me acompanhava sem tirar o pau da boca. Depois de muita luta consegui tira-la do meu pau e ela voltou a beijar loucamente a minha boca. Fechamos a porta e fomos para a sala. Ela me jogou no sofá com violência e tirou a minha calça. Assustei-me com a forma que aquela mulher triste e amargurada tinha se transformado em uma devassa sem vergonha alguma. Sem a minha calça ela se apoiou nas minhas coxas e voltou a me chupar forte e com vontade.

Aquela chupeta durou tempo o bastante para eu me acabar na boca dela, gozando horrores e a deixando com a cara e a boca cheia de porra. Ela passava com meu pau pela cara, pra espalhar ainda mais meu leite quente pelo seu rosto, boca. Gotas escorriam do seu queixo e caiam manchando seu poncho. Ela ainda continuava com cara de tarada, e se levantou tirando o vestido e o poncho ao mesmo tempo. Começou a me beijar e tirar o paletó, a camisa, me beijava o peito. Eu seguia ajudando, tirando o sapato, as meias, as calças, enquanto ela subia no sofá, com um pé de cada lado das minhas pernas e parava com a bucetinha na minha cara. Aquele odor maravilhoso me deixou excitado novamente, e com as duas mãos na sua bunda a puxei para a minha boca. A beijei a barriga, as coxas, a virilha, sua tatuagem de cavalo marinho. Lambia entre suas coxas e a bucetinha que sua calcinha clara denunciava estar bem molhada. Ela se apoiava na minha cabeça enquanto eu brincava entre suas pernas. Tirei a calcinha dela fácil, com uma ajudinha de suas pernas. Quando retornou com uma de suas pernas, acariciou o meu pau com um de seus pés, o que me deixou ainda mais excitado. Enquanto ela acariciava deliciosamente o meu pau com seus pés pequenos, eu buscava com a boca a sua xota molhada e bem depilada.

Ela resolveu somente curtir minha boca e abriu bem as pernas novamente para que eu pudesse me deliciar. Apoiada na minha cabeça, olhinhos fechados, cabeça jogada para trás, tremia com cada passada de língua que eu dava na sua xota. Seus gemidos roucos tomavam a sala de forma deliciosa. Eu a chupando dava tapas na sua bunda, que estava inteira nas minhas mãos. A cada tapa, ela soltava um pequeno grito, que me deixava ainda mais excitado e me fazia bater mais, e mais gostoso.

Minha língua não parava um momento, e ela ficava cada vez mais excitada. Suas pernas bambeavam, e eu a apertava bem pela bunda, sem a deixar fugir da minha boca. Suas mãos me apertavam a cabeça, minha língua batia rápido no seu grelo, meus tapas ficavam cada vez mais fortes, até que ela se acabou na minha boca dando a primeira gozada intensa na minha boca. Ela tentava fugir, gozando como louca na minha língua, e eu a puxava pela bunda, sem lhe dar escapatória. Depois que senti seu grelo se acalmar, a soltei, e ela veio como uma fera, descendo do sofá, se virando de costas e sentando no meu colo, segurando meu pau para entrar com gosto na sua buceta.

A hora que entrou, e do jeito que entrou eu vi até estrelas de tão rápido foi a sua sentada e o quão apertada ela era. Eu a peguei pelos peitos e fui massageando, enquanto ela, apoiada nos meus joelhos pulava com gosto, querendo me fazer gozar ainda mais e mais intensamente. Rebolando e jogando a cabeça para trás, ela gemia e chamaa pelo meu nome, pedindo cada vez mais. Eu, também delirando, a puxava e a chamava. Nossos corpos eram apenas um naquele momento. Sentia sua bunda batendo na minha pélvis e pouco depois sentia uma leve brisa pegando no meu pau até perto da cabeça, que ainda se mantinha dentro da sua quente e deliciosa buceta.

Eu estava adorando a pegar desse jeito, mas eu a queria de quatro. A peguei praticamente no colo, sem tirar meu pau da sua buceta e a coloquei com as mãos no sofá. Ela, abrindo bem as pernas, me oferecia aquele buraco quente e gostoso. Eu, a pegando forte pela cintura, comecei a puxá-la com vontade. Ela, completamente cheia de vontade, se masturbava enquanto meu pau entrava e saia quente, rápido e duro. Layla só berrava. Eu gemia e enchia a bunda branca dela de tapas a deixando completamente vermelha. Já que ela queria fuder forte, a juntei pelos cabelos, e a puxava forte, sem perdão por ela ser pequena. Meu pau entrava e saia rápido, mal dava tempo de esfriar, e nossos corpos batiam como palmas, nos fazendo ficar cada vez mais loucos.

Eu com um tesão enorme já não mais me controlava. Pouco me importava se alguém iria ouvir ou não. Ela gritava como louca. Provavelmente deveriam estar pensando que alguém estava a matando. Tirei minha rola de dentro da sua buceta e a joguei no chão, que com a vontade que eu estava, foi de forma violenta, quase a machucando. Ela deitada no tapete, ficou se masturbando, enfiando os dedos na buceta, me mostrando que ela queria ainda mais.

Fui em direção à ela, e pegando suas pernas, a coloquei em meus olmbros. Posicionei a minha rola e meti fundo. Ela fechou os olhos, gemendo muito, querendo cada vez mais a minha pica que entrava e saia com vontade. Minhas bolas batiam perto do seu cuzinho apertadinho, cuzinho aquele que resolvi pincelar com o dedo. Quando comecei a fazer aquilo ela gemia mais, mordia os dedos, não conseguia manter os olhos abertos. Notando aquele tesão no cu, resolvi meter minha rola enorme dentro daquele cuzinho apertado. O que a bebida não faz? Só encaixei minha rola na entrada do seu rabo e ele foi passando, com dificuldade, mas inteiro. Comecei a brincar, enfiando tudo, tirando quase tudo, enquanto os gemidos dela sumiam e se transformavam em um dedo mordido. Eu nem me preocupei com nada. Continuei enfiando até as bolas naquele rabo apertado. O dedo dela só parou de ser mordido quando comecei a massagear o seu grelo. Quando a encostei simplesmente berrou, e berrou alto. Começou a me chamar de filho da puta, de cretino, até me chamou pelo nome do seu ex namorado gay. Eu não sparava, continuava fodendo aquele cu e com os dedos circulava o seu grelo rápido.

Ela acabou gozando novamente com as minhas carícias, e eu tive meu pau simplesmente sendo estrangulado pelo seu rabo apertado. Aquilo me fez urrar de dor e tesão. Ela rebolava, me puxava, me pedia mais e mais. Continuei sem perdão àquele botão apertado enfiando tudo e tirando tudo. Eu já sem agüentar mais, segurando o gozo como louco, tirei o pau do seu rabo quente, e ela me prendeu com as pernas, me fazendo ficar ali. Punhetei e de sacanagem, deixei escorrer na sua bucetinha. Ela recebeu meu leite quente e viscoso como uma verdadeira vadia, espalhando pela sua buceta, pelo seu corpo todo.

Estafada e ainda um pouco bêbada, acabou adormecendo. Eu, vendo a cena, senti um pouco de pena. A peguei no colo e a levei até a cama dela, onde a cubri e ela se aconchegou a um travesseiro grande que tinha por lá. A beijei a testa, peguei um pedaço de papel, anotei meu telefone e onde estava o carro dela. Sai de lá deixando o cheiro de sexo e meu perfume por todo o seu apartamento. Uau! Que noite!

sábado, 8 de maio de 2010

Reportagem exclusiva

Estávamos todos aglomerados esperando os portões se abrir para assistirmos nada mais, nada menos que a final da copa do mundo. Gente de todo lugar estava por lá, repórteres de todo o mundo entrevistando a todos por lá, querendo saber a euforia que aquele momento passava.

Acabei sendo puxado por uma negra num terninho, saia, salto alto, de sorriso enorme. Logo pensei que fosse de algum país da África, pelo porte da negona, mas percebi pelo símbolo da emissora no microfone que ela era brasileira, e bem brasileira. Começamos há conversar um pouco ali, antes que a entrevista começasse. Ela me disse que se chamava Luciana, e que estava fazendo a cobertura da final da copa para o jornal local. Ela não era só bonita, como era gostosa. E eu, como um rapaz prestativo, decidi fazer parte de seu trabalho e parei ali uns minutinhos para ser entrevistado. A entrevista ia rolando e eu de olho na boca daquela negra. Num momento ela colocou o microfone para que eu falasse, e eu perdido olhando para ela, até esqueci da entrevista. Ao todo ficamos lá coisa de uns vinte a vinte e cinco minutos tentando fazer a entrevista. Ela percebia que eu não parava de olhá-la, e eu fazia questão de mostrar pra ela que eu estava realmente a olhando. Como ela estava trabalhando, passou a se sentir desconfortável com a situação. E eu, com algumas cervejas a mais na mente, só fui me tocar depois que ela tentava desesperadamente me dispensar. A entrevista acabou e cada um foi para o seu lado. Eu fui para o jogo com a cabeça pensando nela. Enfim, tentei me concentrar, pois era a final da copa, tipo de evento que não se perde por nada. Chegando ao estádio encontro com meus amigos e começamos a beber algumas cervejas que foram bem escondidas da organização do jogo. As cervejas iam sendo tomadas, a bexiga ia enchendo e a vontade de se usar um banheiro logo era tremenda. Eu já estava muito louco depois de não só tomar cerveja, como também uma garrafinha inteira de whisky. Não demorou muita coisa para eu querer ir ao banheiro, e como um raio sai. O pessoal ainda me berrou, dizendo que eu iria perder o jogo, que até eu voltar iria demorar muito, berravam para eu não me perder, mas mesmo assim fui.

Correndo como um condenado nos corredores vazios do estádio, procurava pelo banheiro e nada. Eu estava quase para encharcar a calça quando avistei o banheiro feminino. Não pensei duas vezes e fui pra dentro. Nenhuma alma viva por lá e eu louco para urinar. Fui rápido para uma das privadas e larguei o que me perturbava. Mais sossegado, saindo de lá, dei de cara com ninguém mais, ninguém menos que a Luciana. Ela me olhou abismada, mesmo porque eu ainda balançava o meu pau quando ela entrou. Ela simplesmente travou na porta do banheiro e ficou me olhando. Eu, balançando meu pau, ainda um bêbado, não sabia se guardava, ou continuava com ele na mão. Naquela indecisão toda entre nós dois, meu pau começou a endurecer. Ela, não tirava os olhos da minha rola, a vendo tomar volume. Ela ficou olhando embasbacada, com aquela mão característica que toda mulher faz levando à altura do peito, com a boca semi-aberta. Eu olhei para a cara dela e até pensei em guardá-lo, mas não. O segurei com firmeza e tentei a sorte. O máximo seria ela sair berrando de lá de dentro como uma louca e eu sumir na multidão. Ela continuou estática na minha frente sem se decidir se ia, ou se voltava. Apenas assustada com a situação. Nessa hora olhei para a cara dela e disse:

- Gostou?

- Seu tarado, vou chamar os seguranças!

Fui caminhando em direção a ela de rola dura. E ela ainda estática.

- Se não chamou é porque não vai chamar.

- Meu. Para com isso! A gente está no banheiro feminino e você com essa coisa dura aqui! Não vamos criar confusão. Guarda isso e vamos cada um pro seu caminho como se nada tivesse acontecido.

- Ou então podemos fazer isso!

E a puxei forte beijando sua boca. Ela ainda resistiu, mas depois se rendeu aos meus braços, me beijando e se aconchegando na minha pica dura. Ela queria, tanto o quanto eu, estar ali e tendo aquele momento inusitado, porém muito excitante.

O medo de que alguém aparecesse ou notasse a ausência de nós dois acabou agilizando as coisas. Nossas línguas se cruzavam cheias de vontade, minhas mãos vorazes lhe tomavam o corpo por completo enquanto ela me puxava amassando a camisa, cada vez mais envolvida com o momento. Meu pau roçava pela sua barriga, eu sentia o tecido grosso do terninho me arranhando, mas o que eu queria era sentir o calor daquela pele. Fui abrindo a sua vestimenta muito agitado, que revelou um tecido leve e bem fino. Quando voltei a me encostar nela, ela puxou o ar, sentindo minha pica toda enveiada lhe tocando. Minha pica parecia uma tocha tamanha a minha excitação no momento. Ela á tinha perdido completamente a vergonha e se envolveu totalmente ao momento, que deveria ser rápido par poder ser realizado. Com as mãos pequenas e leves, começou a alisar o meu pau. Passava os dedos de leve na cabeça, que já começava a revelar um pouco de baba.

Respirando fundo, ela encheu a mão no meu pau. Batia-me uma punheta intensa, mas leve. Eu, afoito, buscava seus seios por baixo daquele fino tecido para encher minha boca. Quando consegui, ela apertou meu pau com vontade, e eu mordi seus mamilos com gosto. Ela gemia, me punhetava com uma mão e com a outra me massageava a cabeça, curtindo a minha boca envolvendo seu seio de mamilo duro e pontudo.

Minhas mãos a pegavam forte pela bunda, que ela fazia questão de mexer para deixar tudo mais gostoso. Não se existia mais medo. Só tesão.

Levantei sua saia até a cintura, que ela, rebolando, me ajudava a poder descobrir aquela calcinha pequena enfiada na bunda. A joguei contra uma parede e ela ficou, de mãos contra ela, encostando seus peitos nos frios azulejos. Me abaixei e comecei a beijar a sua bunda, passar a língua no seu rego, e ela mexia as pernas, brincando com a bunda ne minha cara. Afastei sua calcinha de lado e deixei aquela buceta à mostra, que pincelava com os dedos enquanto lambia e beijava aquele traseiro delicioso. Minha língua não demorou a encontrar teu sexo molhado e quente. Passava a língua por traz, e ela gemia gostoso, ecoando dentro do banheiro vazio.

Os berros das torcidas se confundiam aos gritinhos que ela soltava cada vez que a penetrava com os dedos. Rebolando gostoso, os fazia ir e voltar na sua buceta quente e úmida. Gostoso sentir aquela mulher toda mignón quente, envolvendo meus dedos com sua carne molhada. Com ela naquela posição, me levantei e comecei a pincelar o seu rego com a minha pica. Ela olhava para trás com desejo, vontade. Passei com a cabeça do meu pau pela sua buceta, e ela foi se ajeitando, empinando a bunda e me deixando à vontade para enfiar minha rola inteira lá dentro. Deixei meu pau passar, e ele foi entrando como faca na manteiga naquele buraco apertado e quente. Ela gemia muito gostoso enquanto meu pau simplesmente invadia o seu corpo. A peguei pela cintura e fiz minha pica ir e voltar naquela buceta deliciosa. Eu ficava cada vez mais excitado, sentindo o tecido da sua calcinha arranhando a lateral do meu caralho grande e grosso. Ela de rosto colado nos azulejos, com as mãos espalmadas na parede, curtia cada centímetro da minha pica, que a invadia gostoso naquele banheiro solitário. Os gritos das torcidas pareciam ser a nossa torcida, nos incentivando a gozar gostoso.

As torcidas pareciam que me motivava. A peguei pela cintura e comecei a bater na sua bunda. Depois de uns dois tapas ela começou a pedir mais, a torcida parecia pedir mais, e me empolguei, enfiando forte e enchendo a mão naquela bunda da cor do pecado. A safada rebolava gostoso no meu pau, o fazendo entrar e sair gostoso. A puxei para um dos cubículos e me sentei em uma das privadas. Ela veio e sentou no meu colo de costas, fechando a porta e se apoiando nela, enquanto subia e descia no meu pau. Aquela negra começou a gemer alto, gostoso. Nossos corpos ecoavam no banheiro e só eram emudecidos pelos barulhos do estádio que vez ou outra começava a se tornar ensurdecedor. O conjunto estava perfeito. Os gemidos, o lugar, a situação, a sua calcinha me arranhando. A porta do banheiro batia conforme ela se apoiava para subir e descer no meu pau. Eu com as mãos cheias ora na sua bunda, ora nos seus seios, delirava de tesão. Até chegamos a ouvir duas moças entrando no banheiro e com vozes de espanto diziam: “Nossa! Tem gente transando aqui!”.

Isso não diminuía o nosso descaramento, e ela, parecendo estar adorando a idéia de ser ouvida, gemia mais alto. Eu ouvia as moças se afastando e rindo da situação, provavelmente envergonhadas, mas mesmo assim não paramos nenhum momento.

Meu pau pulsava gostoso naquela buceta, e ela, desenfreada, rebolava gostoso tentando minar toda a porra que estava guardada e já bem quente. Eu já me segurava para não encher a buceta dela de porra, e ela percebendo isso, rebolava mais forte. Eu mordia os lábios, quase que os machucando, gemendo alto com aquela negona praticamente sambando no meu colo. Sua bunda subia e descia no meu pau. Ela olhando para trás, sorria ao ver que eu estava tenso, segurando o gozo como um louco. Rebolava mais, pulava mais, me provocava mais. Comecei a dar mais tapas na bunda dela e ela tirou o sorriso da cara e ficou com uma deliciosa feição de desejo. Enquanto eu batia, comecei a passar um dedo no seu grelo. Foi o bastante para aquela negona começar a urrar no meu pau, sentindo meus dedos lhe batendo uma siririca e minha rola lhe fudendo. Começou a gozar no meu pau e nos meus dedos. O apertar daquela buceta começou a me deixa completamente maluco, e fazia a minha porra chegar cada vez mais rápido. Segurei-me bastante para não gozar dentro. Quando notei que ela tinha relaxado, a tirei do meu colo e ela entendeu que minha porra estava para chegar. Ajoelhou na minha frente e começou a me chupar. Apenas me pediu que eu avisasse que iria gozar. Me chupou gostoso a rola, passando com a língua na cabeça do meu pau. Eu que já estava quase pra gozar não iria resistir por muito tempo. Apenas avisei que iria gozar, e ela me punhetou. Quando minha porra saiu, ela simplesmente deu o rosto, e hidratou a pele com uma cara de dever cumprido. Eu, extasiado, só pensava que aquele foi o melhor jogo de futebol que eu já vi. Arrumamos-nos e saímos de lá, mas claro, trocando telefones e formas de contato.

Quando voltei, voltei com um sorriso no rosto, incompreendido pelos meus amigos que viam uma derrota da seleção. O juiz apitou o final do jogo e eles me perguntavam onde eu tinha parado e eu dizia que estava difícil de encontrar um banheiro e que tinha me perdido. Na saída a avistei novamente. Ela, gravando a reportagem, quando me viu, abriu um sorriso sacana que fez com que a gravação tivesse que ser refeita. Meus amigos não acreditaram que eu tinha deixado aquele avião passar, me dizendo que ela estava louquinha para dar para mim. Mal sabem eles.