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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia de pagamento

Eu estava impaciente na minha cadeira. Já passavam das dezesseis horas e ainda não tinha sido chamado para receber meu contracheque. Por causa da gripe suína, algumas pessoas tinham pegado licença, inclusive no setor financeiro, e a Sabrina estava tomando a função. Confesso que desde comecei a trabalhar lá eu tinha uma certa queda por aquela mulher. Loira de cabelos curtinhos, sorriso grande, mas de lábios finos, um corpo fenomenal, olhar firme e penetrante, e sempre estava bem vestida, com roupas que valorizavam bem seu busto,  e perfumada. Por onde ela passava chamava a atenção, inclusive a minha.

O tempo passava e minha impaciência me tomava. Queria receber meu salário logo e poder cair para a balada logo depois do serviço. Depois do terceiro enorme copo de café tomado, fui chamado. Deparei-me com ela com papeis até quase o pescoço, tentando se livrar de todos. Fechei a porta da sala e sentei-me em uma cadeira frente a ela e fiquei a observando toda louca tentando organizar a montanha de documentos.

- Ufa! Dyas, você é o único que faltava receber. Quase me esqueci de você.

- Olha só! Me deixou como último da sua lista! Vou querer uma compensação disso!

- Eu é que preciso de compensação! Estou fazendo o meu serviço e de mais duas que faltaram por causa dessa maldita gripe! Estou acabada de cansada!

- Ah! Que é isso, Sa! Quer uma massagem?

Sem esperar a resposta dela, parti para trás da cadeira dela e comecei a lhe apertar os ombros. Ela praticamente se desfaleceu com as minhas mãos a apertando com firmeza. Deixou suas mãos caírem sobre a mesa, fechou os olhos e caiu com a cabeça sobre uma das minhas mãos, relaxando por completo.

- Para com isso, Dyas. Daqui a pouco eu durmo por aqui! E preciso terminar tudo isso de serviço! – Disse ela praticamente gemendo com minhas mãos lhe apertando.

- Relaxa, Sabrina. Você merece de um tempo de descanso. Não sou o último a receber aqui? Então. Deixa rolar!

Eu percebia que conforme minhas mãos lhe apertavam, os bicos de seus seios começavam a marcar sua fina blusa. Eu até pensei em parar ali, mas fazer aquela delícia ficar completamente doida ali dentro daquela salinha, não teria preço algum que pagasse. Continuei lhe apertando os ombros e a cada pressionada, descia um pouco mais a mão, como se fosse acidente. Ela não parecia se importar com as minhas mãos ficando cada vez mais bobas e continuava a receber minha massagem quieta, de olhos fechados, gemendo baixinho e se arrepiando cada vez que minhas mãos voltavam ao seu corpo.

No momento que ela percebeu que minhas mãos tinham uma direção, ela as pressionou e disse:

- Onde é que você pensa que vai? Meus ombros não estão tão baixo!

- Só estou buscando te relaxar melhor, minha querida.

- Melhor parar! Pode entrar alguém e pegar você assim. Vão pensar besteira.

- E você acha que vai entrar alguém aqui na sala? Relaxa, minha querida, e me deixa te deixar bem solta.

E dizendo isso bem próximo ao seu ouvido de forma tenra, mas firme, ela se desmanchou novamente e foi soltando minhas mãos. Conforme ela soltava, eu descia ainda mais, até chegar a seus seios. Minha mão parou sobre eles por alguns instantes, e ela gemeu baixinho, buscando pela minha nuca com as mãos. Comecei a massageá-los de leve, enquanto ela se entregava, respirando fundo e se deliciava. Ela levantou o rosto por um instante e a beijei. A retribuição veio intensa e deliciosa, mostrando que queria e muito transar ali naquela sala. Meu pau já se mostrava bem recíproco à situação, pulsando dentro da minha calça.

Debrucei-me sobre ela, descendo com uma mão até entre as suas pernas. Ela as abriu lentamente e delicadamente, recebendo meus dedos, que buscavam passar por baixo da sua saia. Com meus dedos sobre a sua calcinha, ela me mordia a orelha, respirando ofegante cheia de tesão e vontade. Meu pau se encostava quente e duro na sua pele, o que fazia com que ela se entregasse ainda mais. Fiquei passeando com os dedos por cima da sua calcinha úmida por um tempo, enquanto ela rebolava na cadeira, sentindo minhas carícias.

Ficamos naquela brincadeira quente por um bom tempo. Eu sentia sua respiração profunda e voluptuosa no meu ouvido, sentia suas mãos me guiando pela sua calcinha molhada, sentia seus seios com os mamilos completamente duros pelos meus braços. A vontade de tirar a roupa aumentava ainda mais, e parecia que nosso tesão só aumentava quando ouvíamos alguém passar pela frente da porta da sala onde estávamos. 
Tirei minha mão entre as suas pernas por um instante e ela a puxou, levando meus dedos para a sua boca, me fazendo um verdadeiro oral, me olhando nos olhos. Foi uma delícia sentir aquela boca quente e aveludada nos meus dedos, me fazendo sentir vontade de mais.

Depois de se deliciar com seu gosto nos meus dedos, ela se virou, e começou a beijar meu pau por cima da calça. Mordia meu pau de leve, com todo cuidado para não molhar minha calça, e depois de não agüentar mais, abriu a braguilha da minha calça, liberando meu caralho duro cheio de veias da prisão da minha cueca. Bateu-me uma punheta leve, olhando nos meus olhos e o abocanhou. Quase gemi alto àquela hora, mas me contive. Ela ia e voltava com a cabeça, sempre ajeitando os cabelos para me mostrar o quanto engolia e como me chupava. Eu, entregue àquele boquete, apenas delirava, sentindo sua boca quente no meu pau. Ela as vezes parava e lambia a cabeça, girando com a língua por ela inteira, e voltava a abocanhar, me olhando nos olhos.

Ela por nenhum momento largava da minha rola, chupando forte e mais intensamente cada vez que ouvia alguém passando enfrente à sala. Eu já não estava mais me agüentando, querendo retribuir aquele boquete e cair de boca naquela bucetinha toda molhada. Tirei meu pau da sua boca e me enfiei embaixo da sua mesa, puxei sua calcinha, que veio fácil com ela ajudando e cai de boca entre suas pernas. Minha língua passeava pelo teu grelo duro e quente, enquanto meus dedos a penetravam, com ela jogada na cadeira.
Ela tentava não gemer, passava com a mão pela minha cabeça um pouco desesperada, mordia os lábios, se perdia nas minhas caricias. Quando do nada a porta se abre e dela ouço uma voz:

- Viu o Jorge por aí, Sabrina? Estou precisando dele para consertar a tomada lá da minha sala.

Eu a senti estremecendo na hora, mas manteve a compostura, mesmo comigo sem parar um momento de lamber a sua deliciosa buceta.

- Não o vi hoje. Já procurou no administrativo?

- Vou procurar. Está tudo bem, Sabrina? Você parece meio apática.

- Estou sim, só estou com muito serviço aqui. Se puder fechar a porta quando sair, eu agradeço.

Depois daquela curta conversa, ela me puxou, e ao invés de resolver parar com a transa ali, jogou os papéis da mesa no chão, se sentou nela e me puxou. Ajeitei meu pau entre suas pernas e entrei. Meu pau passou gostoso naquela gruta quente e apertada. Ela gemia baixo, jogando a cabeça pra trás e se apoiando nos meus ombros, enquanto eu a olhando nos olhos ia e voltava, observando minha pica brilhando e lustrada pela sua deliciosa baba. Num momento tirei um seio dela para fora do decote, e comecei a chupá-lo. Ela soltou um gemido leve no meu ouvido, mas me puxava pela nuca querendo mais.

Nossos corpos se encontravam deliciosamente a cada instante. Ela rebolava na mesa, e eu ia e voltava. Sabrina mostrava que não era só cara, ela sabia meter gostoso, e ainda mais naquela situação de perigo que qualquer pessoa poderia pegar a gente ali. A minha vontade de pegar aquela mulher por trás só aumentava, e como já não existiria desculpa para aquela situação caso nos pegássemos, tirei minha pica de dentro da sua xota e a puxei. Ela desceu da mesa já se abaixando e chupando mais uma vez a minha rola. Ela chupava com muita vontade. Sentia ela me sugando deliciosamente, querendo que eu berrasse ali de tesão. A puxei com força e a deitei de bruços na mesa. Ela na hora abriu as pernas e me ofereceu novamente aquela bucetinha deliciosa, abrindo com os dedos. Posicionei a minha rola e enfiei com gosto. Ela ainda se curvou, querendo berrar, mas começou a morder os dedos, me olhando, enquanto eu a puxava pela cintura.

Aquele vai e vem nos deixava loucos. Ouvíamos as vozes por trás da porta, vez ou outra paravam e conversavam enfrente à sala, e mesmo assim não parávamos. Eu a puxava com força, enterrando meu pau até as bolas, e ela gemia baixo, me olhando sem parar com cara de desejo. Resolvi brincar e enfiar um dedo no seu rabo, enquanto recebia minha rola, e ela, me guiando, puxava meu dedo querendo ele inteiro enquanto sentia minha rola na sua buceta. Queríamos berrar, mas não podíamos. Senti ela gozando na minha rola e na minha mão como uma louca, rebolando, perdida, desesperada, querendo gritar e não podia. Aquela situação não rendeu-lhe apenas um orgasmo, mas vários, um atrás do outro. Eu via a sua cara de desespero por não poder soltar os berros que queria e me deliciava.

- Que foi, minha putinha? Quer berrar e não pode, é?

- Caralho! Já perdi as contas de quantas vezes eu gozei! Goza logo, meu preto! Goza por que senão daqui a pouco a gente perde o emprego! Vou acabar berrando aqui... Hmmmmm...

- Se agüenta, vadia. Se agüenta e goza de novo na minha rola!

E gozou mais uma vez comigo a chamando daquele jeito. Ela estava completamente descontrolada, se mordendo toda, tirou meu dedo do seu rabo e ela mesma enfiou os dela, forte, rápido, intensamente, se acabando de gozar. Aquilo estava me deixando louco, já estava a um bom tempo segurando a minha porra, até que finalmente não agüentei mais e anunciei que iria gozar. Tirei meu pau da sua buceta e ela veio rápido, se ajoelhando na minha frente e me chupando. Um boquete intenso, acompanhado de uma punheta forte. Ela mamava a cabeça do meu pau e acariciava as minhas bolas. Não demorou em nada para que minha porra voasse quente na sua garganta. Ela, desesperada prá beber tudo, não deixava uma gota escapar, e ia guardando tudo na boca. Quando acabei de gozar, ela só de sacanagem me mostra toda a minha porra branca na sua boca, e num movimento a engole toda, sorrindo me olhando.

No final de tudo aquilo estávamos acabados. Guardei minha rola, enquanto ela se sentou no chão, tentando entender o que tinha acontecido naquela sala. Os papéis todos no chão, as nossas respirações descompassadas, os batimentos cardíacos mais forte que o normal. Depois de quase um minuto voltamos à realidade e comecei a ajudá-la a juntar os papéis. Nesse momento, entra o chefe da empresa na sala falando:

- Dyas! Te procurei a empresa toda atrás de você! Precisamos conversar sobre a nova funcionalidade, cara!

- Só um minuto. Acabei por descuido derrubando os papéis da Sabrina. Já vou passar lá na sua sala.

Ele saiu, mantendo a porta aberta. Olhei para Sabrina e ela, vermelha, ria quieta. Ficamos um tempo ainda dando risadas da situação, e prometemos, que se caso fosse rolar de novo, que rolasse em um dia que o chefe não estivesse por lá.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Do virtual para o real

Quando Danizinha entrou online no msn eu já senti meu pau endurecer. Há tempos trocávamos idéias cada vez mais quentes e deliciosas. Os papos que antes eram apenas por mensagens curtas já tinham se tornado sessões deliciosas via webcam e telefonemas no meio da noite para gozarmos um ouvindo a voz do outro. Naquele dia eu estava disposto a acabar com aquela história. Ela mal me deu oi e eu já despejei:

- Não quero saber se você tem que enrolar teu marido ou arrumar desculpa no serviço. Quero você hoje, senão nossos papos acabam aqui.

- Calma, querido. Acha que eu também não quero te conhecer?

- Eu sei que você quer, mas já não agüento mais a vontade de te pegar bem gostoso.

- Olha. Acho que posso arrumar algo pra amanhã, pode ser?

- Sendo no final você gozando na minha rola, pode tudo.

Depois de conversarmos bastante sobre isso, acabamos por definir um lugar para nos encontrarmos. Sai cedo de casa, passando a desculpa que iria resolver alguns assuntos médicos no serviço e fui para onde combinamos. Fiquei por lá esperando um tempo, olhando o movimento. Quando ela chegou foi impossível segurar o sorriso de satisfação. A beijei nos lábios como dois namorados, e quando terminamos esse beijo longo e delicioso falei no seu ouvido:

- Nossa... Você é igualzinha como eu te via na cam.

Gargalhamos com aquilo e depois lhe perguntei se ela queria mesmo fazer aquilo. Seria a primeira vez que ela iria trair seu marido, e ela me olhando nos olhos disse que sim. Não pensei duas vezes, a puxei pela mão e fomos para outro lugar. Como estávamos em uma estação de metrô, pensei em levá-la para um motel que eu conhecia perto de uma outra estação. Dentro do metrô eu brincava com ela, a encoxando deliciosamente enquanto lhe dava leves beijos no pescoço. Meu pau estava quente, duro, pulsando. Ela me olhava com cara de desejo, também não conseguindo se segurar muito. Depois de muito eu sentir aquela bunda maravilhosa no meu pau, chegamos à estação que eu queria. Descemos e fomos caminhando em passos rápidos comigo liderando o caminho. Ela não tirava os olhos de mim, e eu só queria chegar o mais depressa possível num lugar reservado e tirar toda a roupa daquela deliciosa vadia e fazê-la gozar feito louca.

Ainda perguntei uma segunda vez se ela queria mesmo isso, e ela me retrucou que se não quisesse, nem teria vindo. Percebi que tínhamos parado em frente a um outro hotel, fuleiro, como daqueles onde caminhoneiros param para descansar. Não pensei duas vezes e disse:

- Entra!

Ela topou e depois de todas as formalidades fomos ao quarto. Nada me interessava lá dentro a não ser ela. Quando entramos no quarto a toquei o rosto e a beijei loucamente. Muito mais intenso que nosso primeiro beijo. Enquanto eu a beijava, passeava com as mãos pelas suas costas, num abraço apertado e delicioso. Não demorou para que minhas mãos abaixassem e tomassem a sua bunda por completo. Ela gemeu baixo sentindo minhas mãos firmes a segurando, mas não parava de me beijar. Minhas mãos da sua bunda foram direto a sua buceta. Não agüentava mais esperar para sentir aquela vadia estremecendo na minha rola e na minha boca. Depois que comecei a masturbá-la por cima da roupa, ela decidiu retribuir, e segurou firme o meu pau.

Aquele beijo durou com as nossas trocas de carícia. Ela suspirava deliciosamente no meu ouvido, enquanto eu buscava lhe beijar da boca ao pescoço. Passeava com a língua pelo seu decote com seus seios grandes deliciosamente apertados. Meu pau estava como pedra dentro da minha calça. Eu estava doido para sentir a boca daquela deliciosa mulher na minha rola. Parei de beijá-la, e sério disse:

- Chupa!

Ela na hora soltou meu pau, se ajoelhou, ajeitou os cabelos, abriu minha calça, abaixou minha cueca, segurou firme no meu pau e começou a passar a língua bem devagar pela cabeça da minha rola. Ela me lambia gostoso, mas eu queria mais. Queria ver se aquela vadia conseguiria fazer o que disse que faria com meu pau. Engolir inteiro. Segurei com as duas mãos a sua cabeça e puxava com força. Ela engasgava, babava, eu via lágrimas nos seus olhos, mas mesmo assim eu não parei enquanto não senti minhas bolas batendo na sua boca.

- Você não falava que engolia tudo, vadia? Agora engole! Quero ver, vadia safada! Engole minha pica, vadia! Hoje você é minha puta! Chupa, cadela! Me engole!

E que chupeta deliciosa daquela vadia. Ela não se afastou um momento do meu caralho. Continuava sem parar um minuto a me sugar, passar a língua, massageava minhas bolas com a língua e minha rola na garganta. Eu não queria acabar ali, na boca daquela deliciosa puta e a puxei pelo braço e disse:

- Tira a roupa e fica de quatro. Na beirada da cama. Agora, vadia!

Ela acatou na hora as minhas ordens, e em questão de segundos estava nua, de quatro, curvada me olhando, enquanto eu batia uma punheta devagarinho decidindo o que eu iria fazer com aquela deliciosa puta. Eu olhei por alguns instantes aquele cuzinho apertado e semi-virgem e disse:

- Eu quero esse rabo.

Ela ficou muda, se ajeitou na cama e abriu bem aquele cuzinho pra mim. Coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e fui forçando. Ela estava tão excitada que até o seu cuzinho estava lubrificado. Minha vara escorregava fácil dentro daquele rabinho apertado. Gemíamos como dois loucos entregues àquelas sensações deliciosas. Eu não me agüentei e a peguei pelos cabelos e comecei a meter muito forte naquele rabinho. Ela tocava seu grelo enquanto eu fudia com vontade. Estava uma delicia sentir aqueles dedos que vez ou outra acabavam encontrando a minha rola. Em pouco tempo senti meu gozo chegando a galope. Tirei minha rola de dentro daquele rabo delicioso e disse:

- Me chupa, puta! Quero encher a sua boca de porra, vadia!

Ela mais uma vez atendeu na hora, saiu da cama e se ajoelhou na minha frente mais uma vez, segurou firme no meu pau e abocanhou com tanta vontade que pensei que fosse arrancá-lo. Aquela chupada foi tão intensa, que não precisou de muito para que a minha porra jorrasse direto na sua garganta. Eu a sentia estremecendo, gozando junto comigo, a cada jato de porra quente que saia do meu pau. Dani, safada e deliciosa, encheu a boca com o meu gozo, e me olhando com aqueles olhos azuis lindos, brincava com a porra na boca, me mostrando logo depois que engolira tudo sem deixar uma gota dentro da boca.

- Mas você é uma vadia mesmo, hein, Dani. Que delicia!

- Você que me deixa desse jeito, seu puto! Ainda me pergunta se eu queria desistir?

- Não mesmo, minha vadia. Agora vem cá, deita aqui na cama comigo.

Ela sem pestanejar veio e deitou ao meu lado. Lá ficamos nos beijando completamente nus. Um beijo suave, delicioso. Nem eu, nem ela tínhamos vontade de parar. Ela foi deslizando com uma mão pelo meu corpo, e encontrou minha rola, ainda meio mole por ter acabado de gozar, e ficou a acariciando de leve. Aquela mão quente na minha rola começou a revivê-la, e aos poucos começava a enrijecer novamente. Ela deitou por cima de mim, e começou a roçar com o corpo por cima do meu.

Minha rola endureceu por completo sentindo o calor daquele corpo em cima do meu. Ela sentindo que novamente meu tesão estava aceso, encaixou meu pau na sua bucetinha e começou a rebolar deliciosamente. Com ela cavalgando de leve no meu pau, me beijava loucamente. Nossas línguas se encontravam de forma deliciosa e intensa. Minha rola entrava e saia quente daquela gruta completamente molhada e tesuda. Eu não sentia a mínima vontade que ela parasse com aquela dança deliciosa, e ela não tinha também a mínima vontade de diminuir o ritmo.

Depois de um tempo, com aquela tesuda rebolando na minha rola, não agüentei e disse que iria gozar. Ela sorriu me olhando firme nos olhos, e rebolou ainda mais forte, pulando no meu caralho, querendo minha porra toda na sua buceta. Me segurava como louco, enquanto ela pulava e jogava seus cabelos para os lados, pedindo minha porra na sua xota. Não demorou muito com aquela deliciosa cavalgada, e minha porra jorrou quente e viscosa dentro daquela buceta apertada e deliciosa. Minhas pernas bambearam, enquanto ela rebolava e extraia gota a gota da minha porra. Eu gozei tanto que sentia minha porra escorrendo da buceta dela para as minhas pernas.

Depois de tanto gozar, nos deitamos. Ela colocou a cabeça no meu braço e ficou olhando para o teto. Estávamos acabados, mortos de cansaço. Não saia da minha cabeça tudo o que fizemos. Aquela tarde deliciosa, aquela mulher deliciosa, aquela foda fantástica. Depois de um bom tempo ali descansando sem dizer nada um ao outro, nos levantamos, nos vestimos, demos um último, delicioso e demorado beijo e fomos embora. Ainda na saída do motel, ela me perguntou se eu iria ligar, eu sorri, e balancei a cabeça dizendo que não, me virei e fui. Mas é lógico que liguei para ela depois, para podermos repetir aquela deliciosa transa, mas isso fica para outra história.

sábado, 10 de julho de 2010

Bons Sonhos

Já era tarde da noite e eu não estava com a mínima vontade de sair. Resolvi ficar no meu apartamento, acertando algumas coisas no meu PC, ouvindo Miles Davis e tomando um whisky, como sempre. O relógio marcava onze horas e vinte e sete minutos quando a campainha tocou. Achei estranho, pois ninguém resolve me procurar a essa hora. Meio a contra gosto resolvi atender.

Abri a fresta que a corrente da porta permitia, e dei de cara com uma vizinha minha. Eu a conhecia como Di, nunca perguntei seu nome por completo, mas o nome mesmo era algo que pouco me importava. O que me importava mesmo era o quão deliciosa ela era. Pele levemente escura, como se estivesse sempre bronzeada, boca carnuda, cabelos encaracolados, coxas grossas. Fiquei me perguntando sobre o que a tão respeitável e fiel esposa do Jorge estaria fazendo à minha porta àquela hora da noite. Antes que eu fizesse a pergunta ela me diz:

- Oi Dyas, desculpa de te perturbar tão tarde. É que o Jorge acabou me deixando trancada para fora, liguei no hospital, mas me disseram que ele está fazendo uma cirurgia que pode durar a noite toda, se importaria se eu ficasse por aqui? Se eu não puder, sem problemas, vou para outro lugar. É que aqui é em frente ao meu...

- Calma, Di. Entre e fique a vontade. Mi casa es su casa.

Eu fiquei sem entender nada, mal nos falávamos, apesar de morarmos no mesmo andar. Apenas por algumas vezes trocamos açúcar, café, um oi ou outro, uma troca de informação metereológica enquanto pegávamos o mesmo elevador. Abri a porta e ela entrou. Estava num conjunto estilo secretária, um terninho, uma blusinha por baixo, saia, sapato de salto alto e usando uma pasta. Nem entrei em muitos detalhes. Disse a ela que se quisesse tomar um banho e vestir alguma coisa minha, não teria problemas. Ela agradeceu, mas preferiu continuar com a sua roupa e tentar ligar para o marido depois.

Começamos a conversar descompromissadamente. Ela me contando sobre fatos do dia e eu me fazendo de bom ouvinte. Num dado momento ofereci uma bebida. Ela a principio recusou, mas depois de algumas palavrinhas ela acabou aceitando. Peguei um Merlot que tinha guardado há um tempo e abri. Deixei um jazz tocando e voltamos a conversar. Com o tempo a conversa foi se tornando solta devido aos goles de bebida. Ela soltou os cabelos, ficou mais a vontade. Trocávamos sorrisos a cada descoberta de afinidade. Não demorou muito para que o papo começasse a esquentar e ficasse extremamente picante, com confissões sexuais e amorosas.

- Eu vejo, Dyas! Você é muito safado! Todo dia traz uma mulher diferente pra cá!

- Ah não! Até você vai pegar no meu pé por isso! São só amigas!

- Sei. Amigas. Eu escuto às vezes do meu apartamento o quanto amigas são. Não vou negar que me dá uma vontade quando ouço...

- Vontade de... ?

- Ah Dyas. Não me faça falar, vai. É esse vinho que as deixa desse jeito, é?

Eu comecei a rir, e ela rindo continuava a me perguntar sem parar se era esse mesmo. Respondi que era um parecido, e continuamos a conversar. Com mais um pouco de vinho ela me confessa:

- Morro de curiosidade pra saber como você é na cama e o que faz para fazer essas mulheres berrarem tanto.

- Não vai tentar ligar para o Jorge? Talvez ele tenha saído da cirurgia e...

- Hmmm... Adoro essa música. Aumenta um pouquinho?

Eu não iria insistir novamente para que ela tivesse um comportamento um pouco mais apropriado. Diz a regra que não se deve abusar de mulheres indefesas. Eu digo que regras foram feitas para serem quebradas. Aumentei o som e ela se levantou do sofá e começou a dançar leve e sorridente. Eu continuei bebendo o vinho e a observando com olhos felinos preparados para abater a caça.

Ela começou a fazer um strip tease extremamente sensual. O baixo em compassos arrastados da música fazia com que o clima ficasse cada vez mais quente e despudorado. Aos poucos ela ia abrindo o blazer, jogando os cabelos de lado, me olhando fixamente. Eu, calado, assistia como um bom espectador. Com movimentos leves e delicados ela se virou de costas e deixou com que o blazer caísse no chão, e me olhando por cima dos ombros, sorria, e eu, retribuindo o sorriso, aprovava o pequeno show.

De costas ainda, passava com a mão pelo seu corpo. Aquilo me deixava completamente excitado, e minha calça já apresentava o grande volume que meu pau acaba deixando em situações dessas. Continuando a sua dança, ela foi com as mãos no fecho da saia, abrindo devagar e sempre rebolando no ritmo da música. Depois de aberto o fecho, ela foi abaixando a saia, e se abaixando junto, me dando uma visão deliciosa da sua buceta ainda protegida pela sua pequena calcinha fio dental. Aquela visão me fez acariciar meu pau, já quente e pulsante, por cima da calça. Ela, pegando em seus tornozelos, me olhava, e eu, apenas com meu olhar, a chamava. Percebendo meu olhar, voltou a ficar de pé, e se virou novamente para mim. Passando a mão pelos seus seios médios, me olhava, agora com uma cara depravada e deliciosa.

Ela subia com as mãos, passava os dedos entre os lábios, os lambia, descia com os dedos pelo corpo até sua calcinha, voltava com as mãos para os seus seios e eu, sentado, continuava apenas assistindo, e passando a mão de cima a baixo no meu pau por cima da calça. Ela, de calcinha e uma blusinha de alças branca veio na minha direção e me deu um beijo no canto da boca um pouco mais demorado que um selinho, e passando a mão pelo meu corpo foi descendo até as minhas coxas. Tirou a minha mão do meu pau e a colocou sobre o sofá, e continuando a se abaixar, ficou de frente ao volume da minha calça, e dançando ajoelhada na minha frente simulou um início de oral, lambendo de baixo a cima meu pau por cima da cueca.

Depois de me deixar completamente sem fôlego com aquela ação, voltou a se levantar, e, apoiada nas minhas coxas, me deu um longo beijo na boca, finalizado com a frase:

- Me mostra, Dyas, o que você faz para deixar todas essas mulheres loucas.

Antes que eu conseguisse respirar fundo, ela se sentou de costas no meu colo e começou a rebolar. Eu enchi minhas mãos com seus seios e no mesmo compasso da música começamos a fazer uma dança deliciosamente sensual. Ela ditava o ritmo com as suas mãos por cima das minhas e brincava com seus cabelos pra lá e pra cá enquanto passava com a bunda pelo meu pau. Depois de muito sentir aqueles seios macios por cima da sua blusinha, ela puxou minha mão até seus lábios, e chupou meus dedos. Minha respiração se tornou mais que descompassada, minha excitação estava enorme. Ela se levantou e continuou a dançar na minha frente. Mantive o controle e não a ataquei. Queria saber até onde ela iria. Ela continuou dançando e se insinuando para mim. Ela tirou a sua blusinha, deixando seus seios durinhos a mostra e a jogou na minha cara. Mantive minha expressão de lobo pronto para atacar, e ela, tocando seus seios veio a minha direção, se sentando novamente no meu colo, mas de frente, me dando os seus deliciosos seios na boca. A abraçando com as mãos em suas costas me deliciava a chupando, enquanto ela me abraçava pela cabeça e rebolava no meu colo deliciosamente.

Já não nos preocupávamos sobre quem era de quem. Ela, seminua no meu colo, continuava a dançar e me deixar completamente louco e entregue. Beijávamos-nos de forma sensual e deliciosa, sentindo a todo instante a vontade um do outro. Com aquela deliciosa mulher ainda no meu colo, comecei a tirar a minha camiseta, ajudado por ela. Pude sentir seus seios deliciosos na minha pele, quentes e macios. Meu pau queria escapar da minha calça. Já sentia minha cueca molhada, não sei se por ela, ou pela baba que meu pau já estaria expulsando. Ela deliciosamente foi escorregando pelo meu corpo, até voltar ao chão, e ajoelhada na minha frente, começou a abrir a minha calça, me olhando nos olhos. Comecei a lhe acariciar o rosto, apenas curtindo o momento. Depois que ela abriu minhas calças, me acariciou por cima da cueca, e se insinuando ainda mais, começou a lamber minha rola por cima da cueca. Acariciei-lhe os cabelos aprovando cerrando os olhos aquelas carícias deliciosas. Ela me olhava com cara de vampira, me mostrando o jeito delicioso como subia com a língua até a cabeça da minha rola.

Depois de me deixar completamente louco, resolveu com os dentes baixar a minha cueca. Minha pica saltou direto em sua cara. Ela lambia meu pau por inteiro, me olhando nos olhos e apoiando com uma das mãos. Meu pau molhado por sua saliva pulsava, ela abria bem a boca para que a cabeça inchada do meu caralho conseguisse entrar em sua boca. De olhos fechados, ia e voltava com a cabeça, me sugando deliciosamente como se buscasse já todo o meu gozo. Suas mãos subiam e desciam no meu cacete como se estivesse me punhetando. Aquilo me fazia virar os olhos de tanto prazer.

Tentei levantar para poder colocá-la deitada no sofá e retribuir as suas carícias orais, mas ela me deteve com as mãos, e se levantando novamente volta a dançar voluptuosamente insinuando tirar a calcinha. Eu olhava para ela batendo uma punheta bem devagar, mostrando a ela o quanto eu queria lhe fuder inteira. Sem os sapatos, ela foi com um de seus pés no meu pau, e, como se estivesse complementando os movimentos, acariciava a cabeça da minha rola bem devagar. Eu quis pegá-la, mas mais uma vez fui interrompido. Ela foi baixando a calcinha devagar, deixando passar pelas suas grossas coxas, e antes que caísse, quis ficar novamente de costas, e novamente se abaixando até os tornozelos foi abaixando sua pequena calcinha até os pés. Eu tinha uma visão privilegiada da sua buceta, com os lábios à mostra. Não consegui me conter e me levantei. Ela se manteve com as mãos nos tornozelos, praticamente de quatro na minha frente, e me olhando fixamente. Dei um tapa forte em sua bunda, e me abaixando, cai de boca naquela buceta deliciosa e molhada que esperava pela minha língua quente e sagaz.

Ela gemia alto a cada passeio da minha língua em sua xota. Eu lambia do seu cuzinho à sua buceta, sem deixar um só lugar sem a minha saliva quente. Aos poucos ela ia tentando se levantar, sentindo suas pernas bambeando de prazer, enquanto eu não tirava minha boca de lá por nenhum minuto. Quando ficou de pé, afastou bem as pernas, para que eu continuasse aquele banho de língua, agora ajudado pelos meus dedos, que a penetravam fundo e com vontade.

Depois de muito me deliciar com aquele mel incrível, a coloquei sentada de pernas abertas no sofá, e lá continuei a chupá-la. Ela se contorcia chupando os dedos, acariciando os seios, gemendo, rebolando, me puxando pela cabeça. Senti que depois de bastante minha língua chicotear seu grelo duro e inchado, ela gozava. Um gozo intenso, forte, que a fez se desmanchar no sofá e tirando minha cabeça desesperadamente do meio das suas pernas. Quando conseguiu tirar minha boca da sua xota, me jogou no chão violentamente. Acabei deitando no chão, e ela veio por cima, me chupando com muita vontade, me babando o cacete da cabeça as bolas. Eu sentia sua saliva quente escorrendo, sua língua feroz passando pela cabeça do meu pau, pelo corpo, pelas bolas. Ela parecia uma puta faminta por porra.

Depois de muito me chupar, se deitou por cima de mim e prendeu minha rola entre as pernas, praticamente me batendo uma punheta com as coxas:

- Então é isso, negão? É isso que deixa a mulherada louca? É essa boca enorme, ou essa pica maravilhosa que você tem, hein?

- Por que não prova, vadia? Senta no meu caralho, puta. Sente o que dou para as minhas vadias deliciosas.

Ela se ajeitou com os joelhos no chão, e com a mão foi ajeitando minha rola na entrada daquela buceta quente e molhada. Sem muito esforço minha pica sumiu dentro daquela gruta apertada, a fazendo berrar e cravar com as unhas no meu peito. Eu gemia alto, sentindo aquela buceta me apertando deliciosamente. Ela rebolava, sentava enterrando até as bolas, me beijava, me mordia. Eu sentia aquela mulher completamente doida em cima do meu pau.

- Seu safado, vagabundo! Que delicia de pica você tem! Se eu soubesse disso antes, teria dado pra você mais cedo, seu puto!

- Aé, vadia? Rebola, puta. Rebola no meu cacete. Sente a rola que teu marido não tem. Vai, vadia!

Ela me ouvindo falar pulava com mais vontade, rebolava com mais força, me mordia com mais gosto. Minha pica pulsava quente dentro dela, seguindo as pulsações daquela buceta deliciosa. Ela resolveu se ajeitar tirando os joelhos do chão, e pulando com mais vontade, observava meu pau entrando e saindo brilhando da sua buceta. Os gemidos de prazer já eram urros, e o cheiro de sexo já tomava o apartamento por completo. Seus cabelos já estavam completamente molhados de suor, o suor escorria por entre seus seios, pingava no meu corpo.

Eu sentia meu gozo vindo devagar, mas não queria perder aquele momento delicioso. A tirei de cima de mim, e, a deitando no chão, voltei a encher minha boca com a sua buceta encharcada. Ela se contorcia ainda mais, gemia ainda mais, e eu, maldoso, mordia o grelo e enfiava um dedo safado no seu cuzinho. Ela rebolava querendo meu dedo inteiro, e eu ia enfiando devagarinho, sentindo aquele rabo mascando pouco a pouco aquele que não tinha nem um pouco a espessura da minha rola. Quase gozando novamente na minha boca, ela me empurra, e ficando de quatro me chama, querendo mais da minha rola na sua buceta.

Fiquei atrás dela, e sem colocar os joelhos no chão, a montei como uma égua. Já que queria ser a minha vadia, seria minha vadia por completo. A puxando pelos cabelos e metendo forte, a fazia berrar como louca, perdendo até por vezes o equilíbrio, mas se recuperando e sempre rebolando na minha pica que entrava e saia forte acompanhando seus pedidos de mais e mais. Não demorou muito para acabar gozando pela segunda vez, desta vez na minha pica. Ela urrava, tentava beliscar o chão, me olhava com uma cara de puta não satisfeita, me desafiando, pedindo mais, pedindo pela minha porra.

Não tirei minha pica da sua buceta mesmo com ela gozando tão forte. Na verdade, eu judiava, enfiando dois dedos no seu rabo apertado enquanto fudia com vontade sua xota. Ela se contorcia, rebolava, berrava, me chamava de puto, cachorro, e eu não ficava atrás a chamando de vagabunda e vadia. Resolvi fuder aquela mulher deliciosa como toda puta merece. Tirei minha rola da sua buceta e comecei a enfiar no seu rabo. Ela rebolava, sentindo dor, mas querendo sentir meu caralho todo. Depois de um bom esforço, minha pica entrou por completo naquele cuzinho apertado e comecei a fazer um vai e vem sentindo aquele buraco me apertar cada vez mais. Seus berros tomavam todo o apartamento, ela berrava mais que qualquer outra que eu já tivesse pegado. Com o tempo aumentei ainda mais a pressão, e fazia com que as minhas bolas batessem mais forte no seu corpo. Ela agüentava firme enquanto eu me segurava tentando não gozar naquele rabo. Aquela vadia merecia era porra na boca.

Batendo forte na sua bunda, e com ela se masturbando enquanto eu fudia deliciosamente aquele rabo, ela gozou novamente, e dessa vez acabou praticamente capotando no chão. Tirei minha rola do seu rabo e comecei a bater uma punheta. Ela se virou e olhando pra mim juntava os seios. Resolvi testar e ver se ela conseguiria prender meu pau entre eles, e acabou dando certo. Comecei a fazer aquela espanhola deliciosa, com ela lambendo a cabeça do meu pau como louca. Eu ia e voltava rápido com a minha rola, com ela deliciosamente me ajudando até que minha porra começou a jorrar do meu pau. Minha porra jorrou pelos seus cabelos, pela sua boca, por entre seus seios. Eu me acabei com aquela gozada. Ela limpava o canto da boca e os seios com os dedos e os lambia, satisfeita pela surra de pica que tinha levado. Ela se levantou e se vestiu, tão deliciosamente quanto se despiu. Me deu um beijo quente e longo, pegou sua bolsa, tirou a chave do apartamento de dentro dela e me disse:

- Boa noite, Dyas! Durma bem!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Servindo a festa

Aos poucos fui me ajeitando. A roupa clara se sobressaia sobre minha pele escura. Sentia-me um verdadeiro James Bond naquele blazer branco. Até brinquei um pouco em frente ao espelho empunhando uma arma imaginária. Brincadeira essa interrompida pelo Marcio me dizendo que a festa estava para começar. Apenas ajeitei minha gravata e fui ao salão. Não, eu não estava lá para diversão. Eu era um dos garçons naquela festa de casamento, e com destreza servia as mesas, mas uma delas tinha me chamado a atenção devido a uma garota. Ela era do tipo de mulher que chamava a atenção entre todas as da festa. Estava num belo vestido preto, maquiada perfeitamente, cabelos avermelhados caindo no rosto, boca pequena. Eu simplesmente acabei sentindo aquela paixão momentânea ao bater o olho.

Comecei a fazer questão de sempre servir aquela mesa em potencial, e, sempre muito educado, fazia questão de lhe perguntar se ela desejava algum drink, aperitivo, qualquer coisa, sempre na intenção de notar alguma coisa diferente nas ações dela, mas ela sempre arredia e muito seca nas respostas, mas eu notava que ela estava querendo algo, pois desviava o olhar quando eu acabava lhe fitando.

A festa foi rolando, e eu me cansando um pouco de caminhar para lá e para cá, decidi dar uma descansada. Comum em festas assim, a gente revezar um pouco para poder descansar as pernas. Fiquei em uma parte do salão que me dava uma visão privilegiada daquela mulher. Passei um bom tempo a olhando, e ela mexendo no celular, provavelmente mandando mensagens para algum ficante ou coisa parecida. Nem me preocupei, e como estava no meu tempo, continuei por lá, em posição militar de descansar a olhando fixamente.
Ela pareceu perceber que eu estava lá a encarando, e por um momento tirou os olhos do celular e pouco a pouco levantou o rosto e me viu. Eu sorri meio que com o canto da boca, e ela, sem graça, abaixou a cabeça e riu. Aquilo foi como um pequeno chamado, e quando ela me olhou novamente, pedi o número do seu telefone, ela simplesmente me ignorou, fechou a cara e voltou para o celular.

Eu já tinha percebido que ela estava afim também, só precisava do jeito certo de amolecer. Busquei por uma caneta e um pedaço de papel que fosse para anotar meu telefone e dar um jeito de entregar a ela. Por sorte o Marcio passava por lá, o chamei, expliquei a situação e passei o papel. Ele, como meu parceiro de caçada, entendeu direitinho o que era para ser feito e entregou o papel para a linda moça. Ela abriu o papel e me olhou o guardando na bolsa. Eu sorri e lhe soltei uma leve piscada, e fui para uma sala onde tinha deixado meu celular.

Cheguei lá e estava pensando em desmontar aquela vestimenta de pingüim às avessas quando meu celular começou a vibrar. Olhei e era um número privado. Mesmo assim decidi atender, e percebi que no fundo da chamada estava tocando a mesma música que tocava na festa. Foi difícil estabelecer uma conversa com aquele ruído todo, mas mesmo assim conseguimos conversar:

- Dyas!?

- Eu! Quem fala? Seria a linda moça perto da entrada dos garçons?

- É Luciana, e, por favor, para de me cercar que eu sou comprometida.

- Eu já poderia imaginar isso de você, linda. Mas cadê o cara?

- Meu namorado não veio, está trabalhando.

- Ele existe?

- Mas... Como ousa!?

- Ora, linda! Deveria saber que mulher como você sozinha em uma festa só pode acabar nos braços de alguém.

Fui seguindo para a porta que dava para o salão e parei na porta, olhando para ela ao telefone, de pele que antes era branca, vermelha.

- E essa sua boquinha pequena... Desde a hora que a vi, estou doido para morder.

- Para com isso! Você é um garçom! Quer perder seu emprego?

- Adoraria arriscar com você!

- Para! Está me deixando sem jeito!

- Eu sei... Eu estou vendo!

Ela começou a olhar pelo salão e me viu em uma porta, escorado, olhando para ela com um sorriso safado e com o celular de lado. Ela, toda envergonhada me olhando, começou a disparar:

- Olha! Vou falar com seu supervisor, seu safado. Não pode ficar fazendo isso! Por que vc não está servindo as mesas?

- Eu poderia estar servindo só a você. Por que não vai em direção ao banheiro e a gente conversa melhor?

Desliguei o telefone sem lhe dar chance de responder e fui ao corredor dos banheiros que dava para uma sala a qual eu tinha a chave. Ela tentou ligar novamente e eu não atendi. Ela chamava, e eu desligava, chamava novamente, e eu desligava. Até que uns 5 minutos depois ela apareceu no corredor dos banheiros como se quisesse comprovar algo e deu de cara comigo lá. Fiquei na frente da porta sem lhe dar passagem, e ela, com cara de brava, dizia:

- Deixa eu entrar no banheiro?

- Deixo! Depois de me dar um beijo.

- Sai daqui, desaforado! Vou chamar teu chefe e acabar com essa patifaria!

Ela virou as costas, puxei-a pelo braço e lhe enchi a boca com a minha. Ela ficava me esmurrando o peito enquanto eu a beijava, mas aos poucos se rendia, e seus socos iam ficando cada vez mais leves, sua língua menos arredia, seu corpo mais entregue. Aos poucos minhas mãos podiam passear pelas suas costas, enquanto ela se entregava cada vez mais. Puxei as chaves do meu bolso, parei de beijá-la por um instante e abri a sala rapidamente, a puxei, verifiquei que ninguém tinha nos visto e entrei, nos trancando lá dentro.

A sala era como um velho depósito do Buffet. Algumas coisas sob panos, outras, como mesas, deixadas de canto. Não nos preocupamos muito com o que tinha naquela sala. Assim que fechei a porta, joguei-a contra a parede e voltei a beijá-la intensamente. Ela já correspondia de forma deliciosa, também me abraçando e passando com as mãos pelo meu corpo. Nossas mãos viajavam gostoso, intensas, sempre desejando um ao outro de forma extremamente libidinosa. Eu estava cheio de tesão naquela mulher, então arrisquei massagear seus seios, que fui muito bem recebido, com ela se afastando de leve para ter minhas mãos lhe massageando gostoso.

Seus seios enchiam por completo minha mão, e minhas massagens faziam com que ela suspirasse profundamente enquanto minha boca começava a lhe buscar o pescoço que estava completamente livre para minhas investidas com leves mordidas. O clima esquentava conforme aquelas carícias. Minhas mãos não paravam em seus seios e minha boca baixava para seu colo, e ela se entregava de forma deliciosa.

Seu celular começou a tocar, e ela, tentando não se importar, continuava a receber as minhas carícias, com a minha boca já por cima do seu vestido lhe beijando os seios. Até que num momento ela não agüentou e falou:

- Eu preciso atender, Dyas. Pode ser importante!

- Mais importante que isso, gostosa?

E enchi minha mão em sua buceta por cima do seu vestido. Ela soltou um pequeno grito, tanto assustada, 
quanto excitada, e voltou a me beijar como louca, enquanto eu me incumbia de levantar sua roupa e sentir sua bucetinha toda na minha mão. Quando cheguei com meus dedos em sua pequena calcinha, ela deu um gemido delicioso no meu ouvido e mordiscou minha orelha. Eu me concentrava em passar com os dedos por sua calcinha, e ela, gemendo gostoso, me acariciava e me beijava a boca, mordia-me pescoço, desabotoava minha camisa. Quando consegui chegar com meus dedos na sua carne quente e molhada, ela praticamente teve um orgasmo, se jogando para trás sentindo meus dedos massageando seu grelo. Dedilhei aquela buceta como se fossem cordas em um violão, e ela, agarrada ao meu pescoço, virava os olhos de tesão e vontade. Minha rola já se manifestava dentro da minha calça, que ganhava um enorme volume dentro da minha calça.

Ela numa hora me olhou como uma devassa, enquanto meus dedos passeavam por toda a sua buceta, com uma das mãos começou a descer pelo meu corpo até chegar à minha calça, onde acariciou meu pau antes de segurá-lo com força por cima da minha roupa. Manteve-se batendo uma punheta por cima da minha roupa à medida que eu acariciava aquele grelinho duro e quente. Eu delirava sentindo aquela mão pequena passando por toda a extensão do meu pau e resolvi penetrá-la com os dedos. Quando meus dedos passaram naquele buraco que estava tão quente como brasa, ela simplesmente se derreteu e segurou com força o meu pau.

Meus dedos melados iam e voltavam a invadindo, enquanto ela gemia e apertava ainda mais o meu pau. Depois de voltar a si, abriu minha calça e buscou como desesperada livrar meu pau duro de dentro dela. Quando segurou meu pau, gemeu mais uma vez mais alto, acompanhada pelo meu gemido. Sentia sua mão que mal fechava no meu pau me punhetando gostoso, leve, macia. Ela segurava firme, mas deixava a pele passar por baixo, para poder subir até a cabeça e descer até minhas bolas. Eu acabei por tirar minha camisa e meu blazer e o deixei num canto qualquer e ela abaixava as alças do seu vestido, deixando seus seios à mostra para que eu pudesse me deliciar com eles.

Abocanhei com vontade aqueles seios que cabiam na minha boca. Ela gemia com a minha língua em seus mamilos e meus dedos a invadindo. Meu pau era sempre bem acariciado a cada volta que eu dava com a minha língua, ou a cada vez que a minha mão alcançava a entrada da sua buceta de poucos pelos. Aquilo estava maravilhoso, só ficou melhor quando a coloquei sentada em uma mesa, tirei sua calcinha e comecei a chupá-la. Minha língua tomou por completo sua bucetinha, enquanto ela se livrava do vestido, deixando todo o seu corpo à minha mercê. Não dei muito a mínima para seus movimentos e continuei com vontade a enfiar meus dedos e lamber seu grelinho duro e apetitoso. Minha boca enchia d’água e seus gemidos me faziam a chupar mais e mais.

Ela, com as pernas, me abraçava, e eu não parava um só momento. Meus lábios passavam deliciosamente na entrada da sua bucetinha enquanto minha língua fazia o delicioso serviço de circundar o seu grelo. Num momento ela estremeceu por completo, suas pernas me apertaram e seu gemido se tornou quase um grito, abafado pelos seus dedos que mordia com força. Aquele gozo foi tão intenso, que ela quase desmaiou em cima da mesa. Enquanto ela gozava, eu continuava com a minha boca, só parando quando ela me afastou empurrando a minha cabeça.

Eu me afastei um pouco, e ela veio pra cima, me empurrando até uma parede e se abaixando na minha frente. Segurou meu pau usando as duas mãos e caiu de boca na cabeça inchada e lisa. Ela lambia meu pau, tirando o cabelo da frente para que eu pudesse ver o quão cachorra estava sendo. Com as mãos me punhetava enquanto parecia mamar na cabeça do meu pau, sugando com vontade minha rola. Ela chupava, lambia, mordia e vez ou outra parava pra falar:

- Você ta me deixando louca, sabia, safado?

- Aé, cachorra? Ta gostando de mamar a minha rola, é?

- Muito, danado! Muito boa! Muito gostosa!

- Chupa então, safada! Chupa minha pica!

Ela chupava gostoso, não deixava um lugar sequer sem a sua saliva. Eu gemia gostoso com aquele boquete delicioso, mas ela, sem mais nem menos, tirou a boca do meu pau, e, engatinhando, foi até quase o meio da sala e disse:

- Vem negão! Vem que sua cachorra ta esperando.

Eu não esperei com que ela falasse duas vezes. Cheguei atrás dela, me ajoelhei, pincelei sua buceta com a minha rola e enfiei até as bolas. Ela gemeu alto, mordendo os lábios e se jogando para trás, enquanto eu metia gostoso na sua xota. Eu via minha pica cheia de veias, molhada pela sua buceta, aparecendo e desaparecendo deliciosamente, enquanto ela me chamava de safado e pedia mais. Eu, a segurando pela cintura, comia com vontade, fazendo nossos corpos se baterem deliciosamente. Vez ou outra dava um tapa gostoso com a mão bem aberta na sua bunda, e ela gemia mais. O que nos salvava era a música alta no salão, que impedia com que fossemos ouvidos.

Resolvi montá-la naquela posição, e, me apoiando na sua cintura, tirei meus joelhos do chão e fiquei na ponta dos pés. Naquela posição, meu pau entrava com gosto na sua buceta, e ela gemia mais e mais. Apoiou-se nos cotovelos e, com a bunda bem empinada, recebia minha rola quente e dura invadindo sua buceta deliciosamente. Minha rola entrava e saia rápido e ela gemia muito, me apertando a rola com aquela bucetinha. Não demorou muito para que gozasse novamente na minha rola, e gozou tão intensamente quanto a primeira gozada. Ela praticamente desmontou enquanto eu a segurava pela cintura sem a deixar cair e continuava fudendo com gosto.

Não demorou muito depois que ela gozou para eu sentir meu pau pulsar e minha porra ir chegando. Quanto mais perto sentia minha porra, mais forte eu metia, e isso a fazia rebolar e mexer gostoso. Eu mordia os lábios, suava, me segurava, e ela gemia com meu pau entrando com tanta violência dentro da sua buceta. Num momento senti que minha porra iria voar do meu pau, então tirei minha rola de dentro dela, e, punhetando, meu gozo voava para o seu corpo, lhe banhando com meu leite quente e viscoso.

Depois daquelas gozadas intensas, eu a ajudei a levantar e nos vestimos, sempre nos beijando, mas rápido, pois poderiam notar a nossa ausência. Ela pegou o celular e foi ver quem tinha ligado, e percebi que tinha sido o namorado dela, pelo tom com o qual falava. Ela saiu antes de mim, e eu continuei me arrumando. Ela foi embora logo depois da nossa transa, e como a festa continuava, tive que continuar por lá. No final da festa fui verificar meu celular, e tinha lá uma mensagem dela, me perguntando quando eu iria trabalhar de garçom novamente. Eu sorri e deixei pra ligar só no dia seguinte mesmo, por hoje, deixar com que ela sonhe com essa nossa pequena aventura.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Na praia com Mikaela

Tudo estava perfeito aquele dia. O sol estava rachando, as ondas gigantes, a água limpa como uma piscina e a praia vazia. Era assim que eu gostava de pegar ondas. Nunca fui chegado à platéia me assistindo nem de amigos de mar para me dizer sobre os drops e os backflips. Eu sempre fui mais interessado na integração com a natureza e viver em paz comigo mesmo.

Já estava há bastante tempo ali em cima da minha prancha e surfando, quando noto uma pequena movimentação na praia. Não dei à mínima e continuei ali minha prática. Foi quando acabei, por descuido, tomando um belo caldo e a prancha por pouco não bate na minha cabeça. Nadei um pouco para me recobrar do susto e fui para a areia relaxar um pouco.

Chegando à areia, fui até o lugar onde tinha deixado as minhas coisas. Umas toalhas, meus óculos de sol e meus chinelos. Finquei a prancha na areia e me sentei olhando o mar e deixando o sol me secar. Olhei para o lado, e coisa de 30 metros estava a pessoa a qual eu tinha mencionado. Morena do tipo mignon, seios médios, corpo compacto, bunda perfeita. Estava deitada, tomando sol com o rosto voltado contra ao lugar onde eu estava. Eu olhei a cena, mas ainda assim preferi ficar na minha olhando as ondas e curtindo aquele som delicioso.

Ela acabou se virando para o meu lado depois de um tempo. Justamente no momento ao qual me virei ao lado dela. Eu acenei, pois éramos os dois únicos seres vivos naquela praia, e ela sorriu, retribuindo o cumprimento. Decidi puxar a minha toalha pouco tempo depois e me juntar a ela para ao menos conversar. Acabamos engatando num papo bem rápido. Ela me disse que se chamava Mikaela, e que estava lá porque não gostava do assédio que tinha em praias mais movimentadas. Também pudera, enquanto conversávamos, era impossível não notar sua bunda, que estava para o alto enquanto ela estava deitada de bruços. Aquele biquíni amarelo e minúsculo dava o caimento delicioso àquela mulher. Eu me controlava para não ficar excitado ali. Seria bem engraçado, eu, negro, de sunga Box branca com nenhum espaço para poder esconder 20 centímetros de rola tentando não mostrar que eu estava completamente louco de tesão.

Nosso papo continuou por minutos a fio. Conversamos desde astrologia até culinária. Sentíamos um leve entrosamento e isso nos animava cada vez mais a puxar um novo assunto. Como já estávamos ficando bem amigos ali, propus passar protetor em suas costas, uma vez que o sol estava realmente escaldante. Ela topou e se ajeitou na sua saída de praia. Eu espalhei aquele gelado creme nas suas costas, e ela se contorcia de leve, gemendo baixo. Aquilo me fazia suar frio, e ainda assim eu tentava me manter integro, sem acabar caindo pra cima daquela morena.

Minhas mãos, sempre firmes, passavam pelas suas costas até chegar à cintura. Sempre deslizando e espalhando todo o creme pelas suas costas. Eu notava que, por baixo dos seus óculos escuros, seus olhos estavam fechados, curtindo aquela pequena massagem que eu lhe proporcionava. Num momento ela resolveu deixar as coisas mais fáceis para minhas mãos deslizarem, e puxou a parte de cima do biquíni. Aquilo começou a me causar reações que realmente eu não queria ali, e minha sunga começou a ganhar volume.

A massagem continuava, e minha sunga já parecia como uma barraca. Decidi me colocar quase que sentado em suas costas. A pegava da cintura até perto do pescoço, e ela sempre gemendo leve e gostoso. Vez ou outra dava uma leve rebolada quando minhas mãos chegavam perto de sua bunda, e aquilo fazia meu pau, muito mais que duro àquela hora, pulsar dentro da pequena sunga. Foi quando em uma das vezes que passei pela sua cintura, resolvi descer um pouco mais, e não fui repreendido.

Massageei com vigor aquela bunda redondinha, e ela mexia devagar, com um leve sorriso nos lábios. Eu notando toda a malícia dela, continuei pelas suas coxas, panturrilha, e fui subindo com a mão bem devagar chegando à sua bucetinha, que, inchada, se fazia aparecer protegida pelo pequeno pedaço de pano. Passei a mão por ela, e Mikaela prendeu minha mão, como que se não quisesse que minha mão tomasse outro destino. Fiquei brincando com meus dedos por ali, sendo sempre bem agraciado com gemidos leves e reboladas. Olhei para os lados para me certificar que não havia ninguém, e puxei aquele pano para o lado e enfiei 2 dedos devagarinho na sua toda depilada buceta. Ela aceitou, abrindo levemente as pernas e deixando meus dedos entrarem de pouco em pouco até minha mão alcançar as suas nádegas.

Ela mordia os lábios de forma libidinosa, e eu massageava meu pau por baixo da sunga já praticamente seca. Num dado momento, depois de um pouco daquela massagem interna, ela se virou, tirando meus dedos de dentro dela e se deparando comigo praticamente batendo uma punheta olhando para ela. Sem se fazer de rogada, acariciou meu pau por cima da sunga e sentiu o quão quente eu estava, e me puxando por ela, me fez descer para beijar sua boca. Comecei a beijá-la, e ela, sem perder tempo, foi buscando tirar meu pau de dentro da sunga. Quando conseguiu tirá-lo, começou a me bater uma punheta gostosa, enquanto nossas línguas se encontravam.

A areia, nem a possibilidade de aparecer alguém nos fez diminuir a vontade que estávamos sentindo. Eu a beijando me mexi e puxei um dos laços da parte de baixo do biquíni. Ela rebolava e ajudava para que o laço saísse mais fácil. Quando ele se soltou, comecei a beijá-la o pescoço, e desci para os seios, que enchi a boca com vontade, querendo engoli-los por completo. Ela gemia e me acariciava o corpo, sentindo minha língua circundando rápido seus mamilos.

Depois de muito morder e chupar aqueles seios, eu queria sentir o quanto excitava ela estava, e queria sentir isso com a minha língua. Continuei descendo com a minha boca e fui me virando, deixando meu pau perto do seu rosto. Afastei aquela parte solta do biquíni e enchi minha boca na sua buceta, lhe acariciando o clítores com a língua. Ela se contorceu na hora, e vendo minha rola tão próxima, abocanhou com gosto e começou a me chupar com avidez. Minha língua subia e descia na sua xota, e ela correspondia com uma chupada que me deixava louco. Já havíamos esquecido que estávamos na praia, e nossos gemidos vez ou outra eram cada vez mais altos. Nossos corpos se encontravam naquela posição maravilhosa, até que ela resolveu virar e ficar por cima. Quando ficou, rebolava com a bunda na minha cara com vontade, e mamava meu cacete com força. Ficou sem tirar meu pau da sua boca por um bom tempo, enquanto minha língua passava rápida e com vontade na sua buceta.

A vontade de fuder ficava cada vez maior, e isso não era só em mim, mas como nela. Ela simplesmente saiu da minha boca, sem mais nem menos e sentou no meu pau com gosto, ajeitando ele gostoso na sua buceta. Eu gemi forte a segurando pela bunda, e ela, tirando o que restava do biquíni, pulava com gosto no meu carallho. Quando olhei pra o lado, com ela me cavalgando, percebi um outro casal que estava a coisa de cem metros de nós dois. O casal nos olhava com vontade, mais a moça, que sentada encostada no rapaz, passava a mão pelos seus seios. Aquilo me excitou ainda mais, e comecei a bater na bunda da Mickaela, falando:

- Gosta de platéia, putinha? Parece que temos alguns amigos nos vendo.

Ela olhou para o lado, e percebeu que o rapaz começou a massagear os seios de sua companheira. Vendo aquilo, disse:

- Temos que fazer mais gostoso, putão. Me fode. Me fode gostoso! Mostra pra eles como sou mais gostosa.

- Hmmm gosto dessa safadeza! Vem cá!

E a tirando de cima de mim, deitei-a na toalha e joguei suas pernas no meu ombro. Minha rola entrava e saía com gosto, enquanto a moça recebia uma siririca de seu companheiro. Eu montava com força, metia com vontade. Minhas bolas batiam com gosto na sua bunda, e ela berrava de tesão. Eu socava sem dó, suando não pelo calor, mas pela luxuria que ocorria ali. Minha pica entrava até as bolas, saia até a cabeça. Ela me arranhava os braços, fazia esforço pra me beijar, me arranhava o peito, me chamava de puto, cachorro, tesudo. Eu não ficava atrás, e fudia com vontade aquela vadia, sentindo minha pica pulsando na sua buceta.

Quando vimos, a mulher estava chupando o cara, enquanto ele nos olhava. Resolvi então colocá-la de quatro, pra fuder gostoso mesmo. Pincelei minha rola na sua bunda, passei pelo seu cuzinho à mostra, e notei que ela jogava um pouco a bunda pra trás quando eu chegava ali. Continuei pincelando, passando pela buceta, molhando a cabeça da minha rola, voltando com a pica pelo seu cuzinho, e ela forçando. Deixei minha rola ali e ela veio, deixando entrar meu caralho bem devagar pelo seu rabo.
Meu pau ia entrando aos poucos, invadindo aquele rabo apertado, e ela gemia, apertando com força a toalha. Comecei a ir e voltar, com a rola, entrando cada vez um pouco mais fundo. Aquele cuzinho apertado me deixava louco, e ela sabia como deixar um homem louco o usando. Com a minha rola quase inteira dentro dele, ela rebolava, puxava a bunda pra entrar tudo, fazia cara de vadia, jogava a bunda, e eu enchia aquela bunda deliciosa de tapas com gosto.

Quando minhas bolas chegaram a sua bunda, ela rebolou com mais força, com mais vontade. Senti seu cu me apertando de uma forma tão deliciosa que temi acabar a transa ali, mas segurei firme e, segurando em sua cintura, soquei com vontade. Ela se contorcia gostoso, sentindo minha rola invadindo seu cuzinho. Minhas mãos a pegavam com força pela cintura, enquanto o casal próximo na praia também trepava loucamente.

Minha pica já me dava sinais que iria jorrar, e ela, sem parar, jogava a bunda contra o meu pau, com seu cuzinho já bem laceado. Aquela bunda maravilhosa ia e voltava, e eu tinha a visão maravilhosa do meu pau aparecendo e sumindo naquele botão pequeno. Eu apertava sua cintura cada vez mais, batia mais fotte na sua bunda, me segurava como eu podia, até que, num dado momento, não agüentei e jorrei. Quando tirei minha rola, já tinha jorrado um pouco no seu rabo, e meus jatos encontravam com seu cuzinho que piscava a cada jato que tomava. Eu, com meu pau pulando na minha mão, ainda levei um boquete para deixar meu pau completamente limpo.

Com a respiração ofegante, nos recompusemos e nos preparamos para ir. Já tinha mais gente na praia. Alguns indignados nos olhavam, outros nos olhavam sorrindo, o casal que estava lá tinha desaparecido. Olhamos um ao outro, e com tesão, nos beijamos deliciosamente, como promessa de nos encontrarmos naquela praia novamente, para quem sabe, mais uma tarde deliciosa. 

domingo, 30 de maio de 2010

Me livrando da KGB

Totalmente séria ela entrou caminhando fazendo barulho com seus sapatos de salto alto, de seus cabelos bem amarrados, óculos na ponta do nariz, vestindo saia e blazer e sem olhar para a minha cara. Eu estava sentado, com uma cara de preocupado com aquilo. Arrumou os papéis, me deu um cigarro que eu coloquei na boca com as mãos algemadas e ela o acendeu para mim, se abaixando de uma forma que eu tinha uma visão privilegiada do seu decote que mostrava parte dos seus seios grandes e lindos. Eu estava na sala de interrogatório da KGB, onde aquela russa deu um jeito de me enfiar, e aquela era Bárbara, minha advogada. Ela ainda de pé, depois de me acender o cigarro, ajeitava os documentos e eu ficava a observando sem dizer uma só palavra. A silhueta dela naquela roupa, por pior que fosse aquela situação, sempre me deixava com vontades pra lá de quentes. Bunda grande, seios grandes, pele escura. Eu tinha escolhido muito bem a minha advogada. Mas pelo visto, aquele não era um bom momento para brincadeiras. Ela, sentando-se, começou a falar:

- Tem noção, Dyas, que interrompeu minha lua de mel na Suíça?

- Você nunca gostou daquele cara. Por mais que dissesse que sim, era na minha cama que você parava.

- Dyas! Agora é diferente! Eu casei! E agora vamos nos focar no caso, por favor. Vamos resolver isso logo. Quero voltar para lá.

Eu sorri ao notar que o que eu disse a fez ficar completamente sem jeito, e começamos a passar o caso. Expliquei a ela o que tinha ocorrido nos mínimos detalhes sórdidos:

-... E então ela me pediu que eu gozasse na sua boca, pois queria beijar o seu marido com o gosto da minha porra...

- Para Dyas! Já chega!

- Por quê? Você não me pediu os detalhes?

- Mas o senhor está detalhando demais, safadinho. E sabe como me deixa quando começa a me contar suas histórias. Não sei se você sabe, mas através daquele espelho dá pra se ver tudo.

Minha mente perversa se pôs a funcionar e comecei a imaginar se tinha alguém do outro lado, e ela, percebendo meu olhar penetrante a ela, disse:

- Pode parar Dyas! Agora já chega! Não vamos fazer nada aqui! Estamos no meio da Russia! Numa sala de interrogatórios! Você é completamente louco, Dyas! Não tem limite algum!

Continuei a contar o que tinha ocorrido, até detalhes da minha prisão. Por baixo do blazer usava, tinha uma blusinha branca e fina, que conforme eu falava, começava a exibir seus mamilos endurecendo. Eu via aquilo e me focava ainda mais nos detalhes, e notava que a respiração dela pesava, e que estava engolindo a seco por várias vezes. Sorri de forma safada e disse:

- Que foi Bárbara? Está gostando?

- Dyas... Para... Vamos nos focar no caso...

- Só me diz se está gostando ou não... Eu estou gostando de te contar e te ver ficando excitada dessa forma.

- Dyas. Você não tem limite. Sabe que suas histórias me excitam, mas vamos nos concentrar no caso, por favor?

- Senão...?

- Não tem senão, Dyas! Vamos nos concentrar, pelo amor de Deus!

Eu me levantei e fui em direção a ela:

- Calma, Babi... Quem quer que seja que esteja do outro lado do vidro, vai gostar do show.

Comecei a acariciá-la com as mãos algemadas, com o ferro frio das correntes em sua nuca, e ela se arrepiava. Ela me pedia para parar, que não queria aquilo, mas se mantinha sentada, de pernas cruzadas e se arrepiando toda. Continuei a contar o que tinha ocorrido na minha prisão, e notei que ela ia descruzando as pernas devagar, deixando-as entreabertas. Ela acariciava os próprios braços e tentava não morder os lábios. Conforme eu contava os detalhes e lhe massageava, suas mãos desinibiam-se mais, passando do braço para o colo, do colo para os seios, dos seios para mais baixo. E conforme baixava a mão, abria mais e mais as pernas, até eu ficar com a visão da sua calcinha.

Sua mão estava chegando à sua buceta, quando ela fechou as pernas de súbito, e levantou jogando minhas mãos longe e se ajeitando disse bem próximo à minha boca:

- Para agora, Dyas.

- Senão?

- Senão do jeito que você está me deixando, vamos é acabar dando esse show.

Eu sorri e arqueei uma das sobrancelhas, e, puxando-a pelo blazer, beijei-lhe a boca. Meus lábios esmagaram sua boca, e ela, envolvida com a situação, começou a retribuir o beijo. Fui a puxando e deixando-a próxima ao grande espelho da sala, e a jogando com força contra ele, continuei a beijá-la com vontade e volúpia. Minha boca passava da sua boca para o seu pescoço, do pescoço para seu colo, e ela foi abrindo os braços no espelho.

Tirei um de seus seios e comecei a chupar. Ela, se oferecendo, ajudou abrindo o blazer e ajudando a tirar seu outro seio para fora. Deliciei-me sugando-os, enquanto ela me massageava a cabeça e se soltava cada vez mais, buscando sentir minha boca quente que lhe molhava a ponta dos seios.

Com as minhas mãos atadas eu não podia fazer muita coisa, a não ser só tentar massagear seus seios. Ela, já entregue e pouco se preocupando com espectadores, soltou seus encaracolados cabelos, jogou seus óculos longe e tirou o blazer. Eu não parava um só minuto com a minha boca, e lhe mordia os mamilos e chupava como se estivesse com muita fome.

Num momento ela me afastou um pouco. Tirou sua calcinha e jogou na minha cara. Preta, pequena, de rendas com o cheiro da sua deliciosa excitação. Eu segurei aquela calcinha e cheirei forte, enquanto ela se movia em direção à mesa, passando a mão pelos meus ombros. De frente à mesa e de costas pra mim, ergueu sua calcinha até a altura da bunda, deixando a polpa redonda e deliciosa das suas nádegas aparecendo. Virou-se para mim novamente e sentou-se na mesa, subindo seus pés nela e ficando de pernas abertas, me esperando. Eu fui com vontade enfiando minha cabeça entre suas pernas. A lambia as coxas, mordia-lhe a virilha, chupava a buceta, e ela observava tudo pelo espelho, se contorcendo, gemendo e me acariciando a cabeça, me empurrando para chupar mais. Eu não me fazia de rogado e me fartava naquela bucetinha. Minha língua rápida e áspera violentava seu liso e pulsante clitores.
Eu sentia suas unhas passando pela nuca, e notei que ela estava me olhando através do espelho com uma feição de tarada, de puta, de vadia. Eu não tinha muita mobilidade naquela hora, mas mesmo assim, encaixei dois dedos na sua xota e continuei mordendo e lambendo aquele grelo maravilhoso. Ela me arranhava mais, gemia mais, se contorcia mais. Queria sentir minha língua no seu útero. Eu correspondia lambendo de baixo a cima aquela bucetinha bem cuidada e deliciosa.

Eu já estava com a rola petrificada dentro da cueca. Eu tentava abrir a minha calça para bater uma enquanto chupava aquela maravilhosa buceta, mas as algemas dificultavam qualquer ação. Eu me contorcia tentando abrir o zipper e nada. Ela, notando meu desespero, empurrou minha cabeça e me puxou. Levantei e voltei a beijar sua boca, agora com o sabor levemente salgado a sua buceta. Ela me beijou lambendo os cantos da minha boca, aproveitando todo o mel que a sua buceta tinha me proporcionado. Desceu da mesa e me encostou  nela, se abaixando na minha frente e abrindo a minha calça. Pelo espelho eu via sua bunda bem redonda perto de seus sapatos de salto alto. Sua saia estava na cintura, e ela, com a cabeça de lado, abriu minha calça, tirou meu pau pra fora e começou a beijá-lo pelo corpo.

Ela passava a língua, sentindo todas as veias do meu pau. Chegava perto da cabeça da minha rola e voltava, sem encostar nela. Eu delirava com aquele boquete delicioso, com visão privilegiada da sua performance olhando para baixo ou para o espelho. Sabendo que eu a admirava pelo espelho, rebolava enquanto me chupava. Sua boca e seu rosto passavam deliciosamente pela minha rola. Ela lambia, mordia, enchia a boca com as minhas bolas, até que num rápido movimento, caiu de boca no meu pau quase o engolindo por completo.

Sua língua na cabeça do meu pau me fazia gemer alto dentro daquela sala, que vazia, reverberava cada som. Ela, de olhos fechados, ia e voltava com a cabeça, chupando bem o meu pau. Ela enchia a bochecha por dentro, massageava os seios, passava com as unhas no meu saco. Eu me sentia perdido com aquele tesão todo que estava sentindo.

Ela se levantou, passando com o corpo na minha rola, tirou o blazer e a blusinha, deixando aqueles firmes e macios peitos à mostra. Veio na minha direção novamente e me beijou, me batendo uma punheta forte e gostosa. Depois de um longo beijo, parou, e, me olhando, foi virando de costas para mim. Uma vez de costas, me olhando com uma cara de tarada através do espelho, abaixou-se apoiando em seus tornozelos. Ajeitei meu pau na entrada da sua buceta e enfiei gostoso até as bolas. Ela, que me olhava através do espelho com uma cara de tarada selvagem, fechou os olhos e mordeu os lábios sentindo meu pau deslizando dentro da sua xota molhada e lisa.

Eu tentava bater naquela bunda mesmo com as mãos algemadas, e acabava dando com as correntes nela, que pulava a cada movimento agressivo da minha parte. Nossas peles cor chocolate se fundiam de forma deliciosa. Vez ou outra ela me olhava pelo espelho, jogava os cabelos pro lado, rebolava, jogava a bunda contra a minha rola. Aquilo estava delicioso, mas queríamos mais, muito mais. Ela saiu da minha pica e me deitou na resistente mesa de metal. Subiu na mesa logo na seqüência, e sentou-se na minha rola, se apoiando no meu peito, sem colocar os joelhos na mesa. Ela pulava gostoso na minha rola, enquanto pelo espelho eu via meu pau desaparecendo e reaparecendo melado com aquele mel delicioso da sua xota.

Ela pulava com vontade, rebolava com a cabeça da minha rola dentro da xota, enquanto com as mãos massageava com vontade o grelo. Não demorou a gozar na minha pica. Enquanto gozava, pulava mais forte, me arranhando o peito. Sentia aquela buceta me apertando gostoso a rola. Os gemidos tomavam a sala de forma descomunal. Pouco nos preocupávamos com quem poderia aparecer, e isso nos excitava ainda mais.

- Senta com o rabo na minha rola, Babi?

- Seu danado, gostoso! Sabe que sua pica é muito grossa e eu não agüento!

- Senta, vai. Não sei quanto tempo vou acabar preso aqui nesse frio...

Ela pensou um pouco, e, sentando de costas, resolveu matar a minha vontade. Meu pau foi entrando com extrema dificuldade, mas aos poucos ia passando naquele rabo apertado. Pouco a pouco eu via meu pau desaparecer naquela deliciosa bunda, e a via de olhos cerrados pelo espelho. Mordendo os lábios com força, sentava e rebolava na minha pica, que aos poucos entrava com maior facilidade.

Gemendo gostoso eu curtia cada centímetro daquele rabo apertado na minha pica. Ela rebolava devagar, com as minhas mãos a erguendo pela bunda. Ela, sempre jogando seus cabelos, gemia algo, praticamente gozando novamente e agüentando com bravura meus 20 centímetros de pica no rabo. Minha pica pulsava dentro daquele rabo delicioso, já querendo jorrar com força toda a porra acumulada.
Barbara sabia como deixar um homem louco usando aquela bunda. Ela mesma usando as mãos deixava cada vez mais abertas suas nádegas, me dando uma visão privilegiada da minha pica entrando e saindo do seu rabo. Minha rola pulsava ainda mais e cada vez mais forte. Anunciei que iria gozar, e ela, safada como sempre, rebolava o rabo com mais força. Quando gozei, fui até o céu e voltei. Ela enfiava o rabo no meu pau até as bolas e voltava a cada jato quente de porra que eu jorrava.

Ela saiu da mesa e me ajudou a levantar. Vestiu-se e me ajudou a me arrumar. A sala cheirava a sexo completamente. Os documentos ficaram todos amassados com a nossa brincadeira, e cinco minutos depois aproximadamente, bateram à nossa porta. Barbara foi abrir, e quando o fez, apareceu um cara gordo, fardado, com manchas molhadas no peito e nas calças, falando para ela em inglês que o trato estava feito, e que eu estava liberado para ir embora. Olhei para a cara da Babi e ela me olhando sorrindo disse:

- Você achou mesmo que eu iria te tirar daqui das formas normais, negão? Só fiz charminho e você caiu direitinho.

- Então era tudo parte do seu plano? Safada!

- Lógico! É sempre bom te tirar de enrascadas das formas mais deliciosas o possível.

E assim, Barbara, minha advogada, conseguiu me livrar das garras da KGB. E conseguiu da forma mais deliciosa o possível.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Intervenção Policial


Eu já estava estressado aquela noite. Até meu parceiro tinha sido liberado para curtir a festa no quartel e eu lá, fazendo ronda. A madrugada gelada, eu não podendo subir o vidro da viatura, as ruas completamente desertas e um silêncio apenas perturbado pelos latidos dos cães solitários. Eu agradecia meus companheiros de corporação mentalmente enquanto dirigia a viatura fumando um cigarro. Os malditos não me avisaram que o capitão era vingativo em relação a se ganhar no poker.
Continuei dirigindo a viatura para lá e para cá naquele bairro de mansões e extremamente calmo, quando avisto uma garota caminhando, fazendo um alto barulho com os seus sapatos de salto alto. De vestido e apressada, andando pela rua, acabou tomando um belo susto quando toquei a sirene e a pedi para parar. Apesar de estar nervoso, não queria que nada acontecesse naquela região. Desci do carro e ela, assustada, começou a despejar:

- Ai moço! Estou voltando para casa! Bebi um pouco além! Não me prende, senhor!

Percebi que ela estava um pouco alta, mas mesmo assim, continuei a abordagem. Eu sabia que só uma policial mulher poderia dar prosseguimento, mas como todos da minha região estavam na confraternização, segui com todo o protocolo. Pedi a ela a identidade e chequei com a central. Até então tudo estava tudo nos conformes, mas eu queria algo para fazer, e então pedi a ela que abrisse a bolsa e me mostrasse o que havia lá dentro. Ela, meio sem jeito, me abriu a bolsa e foi me mostrando o que havia dentro. O que me chamou a atenção foi uma cápsula de metal pequena, com um botão de borracha. Ela, tímida e avermelhando o rosto, tentava me dizer que aquilo não era nada. Pressionei o botão e o objeto começou a vibrar de forma intensa na minha mão. Ela, completamente sem jeito, me dizia que aquilo ela tinha ganhado em uma festa, e que tinham brincado com ela. Como eu não estava muito para festas e nem de saber sobre elas, disse:

- Por favor, senhora...

- É senhorita, senhor, e pode me chamar de Bia.

- Certo, Bia – bufei – Poderia encostar na parede, por favor?

Ela, alta, ria. Não sei se por nervoso, ou medo, mas dava algumas gargalhadas leves. Encostou-se à parede e afastou as pernas, como manda o protocolo. Comecei a lhe passar a mão pela cintura e pelas coxas para ver se não tinha nada escondido. Ela parecia estar gostando da “brincadeira” e rebolava enquanto minhas mãos passavam pela sua coxa. Eu tentava me concentrar em tentar descobrir se teria algo a mais com aquela moça, e ela mexendo as pernas lentamente me deixava realmente armado, por assim dizer.

Parei ali a revista, e ela, já mordendo os lábios por sentir minha mão pelo seu corpo, me disse que ainda havia coisas a mais para revistar.  Eu olhei aquilo e quis manter o profissionalismo e a liberei. Ela se sentiu indignada e começou a despejar:

- Por isso que acontecem assaltos! As pessoas não são mais revistadas como devem! Estou aqui à disposição, esperando ser revistada e não trazer problemas a ninguém... Me revista direito, guardinha!

Eu me senti ofendido ali com aquela displicência, o sangue subiu na hora. Eu já me via estressado com aquilo tudo, peguei a arma e quis enfiar na cabeça dela. Ela se manteve ali, parada, com as mãos na parede, e olhando para trás, tentava me ver. Eu ainda me controlava como louco para não despejar a minha raiva em cima dela, quando ela me intima:

- Guardinha de bosta você é. Nem para revistar alguém direito. Eu vou é embora...

Ela quando falou aquilo acabou puxando o gatilho da minha raiva. Deixei a arma no coldre e fui para cima dela com as algemas. Puxei suas mãos para trás com violência, e com gemidos de “Ai”, com um sorriso na cara, aceitava ser algemada.

- Vai me revistar agora, senhor policial? Me revista, vai!

- Cala a boca! Você está presa por desacato a autoridade. Vai para a cadeia, vadia!

- Ai!!!Me chama assim de novo, chama?

Quando ela me disse aquilo, minha raiva mudou para excitação. A vagabunda gostou de ser parada por mim. Ela algemada parecia dançar, mordendo os lábios e sorrindo. Virou-se para mim e ficou com a boca muito próxima a minha, enquanto eu ainda tentava me manter profissional, mas com o pau duro por baixo da farda. De forma extremamente sensual, com a voz num volume baixo e bem pausadamente disse:

- Chama de vadia de novo, oficial, chama?

Eu já bem puto por ter sido humilhado por aquela mulher e pelo resto da corporação, resolvi agir. A rua estava completamente deserta, apenas alguns latidos de cães perdidos, nenhum carro na rua, nenhuma alma viva. O meu tesão aumentando, ela olhando nos meus olhos, sorrindo e mordendo os lábios. Não me agüentei e a puxei, beijando sua bica com voracidade. Ela algemada correspondia com a mesma intensidade, se jogando na minha boca e se mexendo algemada na minha frente. Fiquei louco com aquilo, confesso, e segui a beijando com muita vontade e tentando abrir a calça.

Com a minha calça já aberta, e minha rola toda pra fora, eu me punhetava enquanto a beijava e a outra mão passeava pelo vestido leve sobre o s seus seios. A luz do giroflex a deixava com os seios cada vez mais apetitosos. Abaixei a alça do seu vestido e deixei um deles à mostra para sentir melhor aquela pele macia e seu mamilo que escapava entre meus dedos.

Acabei por interromper aquela brincadeira gostosa e a coloquei de joelhos ainda algemada. Deixando-a com o rosto pro meu pau, juntei-a pelos cabelos e comecei a puxá-la. Ela ficou com a cabeça bem próxima à minha arma, indo e voltando de boca aberta e me chupando com muita vontade. Suas bochechas até se deformavam tamanha vontade com a qual me sugava, e minha s mãos não paravam em seus cabelos que puxavam indo e vindo, fazendo-a engolir meu pau grosso e grande até as bolas. Ela engasgava, babava, tentava tirar a cabeça, e eu, querendo fazer com que ela sentisse a cabeça do meu pau na sua garganta. Com isso, eu falava:

- Era isso que você queria, vadia? Agora toma, puta! Engole minha pica! E engole bem, vagabunda! Vou te mostrar quem é o guardinha agora, puta.

Ela afastando a cabeça com força, com lágrimas escorrendo, boca toda molhada, e com um fiozinho de saliva saindo da minha rola até a sua boca, me olhando nos olhos disse:

- Guardinha! Guardinha! Guardinha! Você ainda não passa de um Guardinh...

Eu mal esperei que ela terminasse a frase e a calei com a minha rola novamente. Soquei até a garganta, sentindo seu nariz batendo na minha barriga e seu queixo em minhas bolas. Ela se movia algemada, de olhos fechados e boca bem aberta para receber toda a minha rola. Ela lambia, chupava meu pau, quando dava, lambia a cabeça, e eu delirando com aquilo.

Doido de tesão, a levantei, com ela me chamando de guardinha, e eu a chamando de puta e vadia. Joguei-a com violência no vidro do carro e a deixei sentindo o frio do metal e do vidro em seus seios, enquanto eu a revistava de verdade. Comecei pelas suas pernas, e sem nenhuma delicadeza, apertava-lhe as pernas, as coxas por baixo do vestido, até chegar à virilha. Rasguei sua calcinha como se ela fosse feita de papel, e com os dedos a penetrava com força. Ela se remexia, gemia com meus dedos se mexendo dentro da sua buceta encharcada de desejo. Eu levantava seu vestido enquanto encapsulava meus dedos naquela buceta quente e apertada. Ela gemia e rebolava ajudando o vestido passar da sua enorme bunda e parando na cintura. 
Resolvi agir com maldade, e a deixei algemada enquanto pincelava seu rego com a minha rola dura. Ela se remexia, gemia baixo, mordia os lábios, rebolava. Queria minha pica dura a penetrando. Mas eu, já mais safado que ofendido, comecei a falar em seu ouvido:

- E agora, vadia? Será que agüenta pica?

- Acha que não vo agüentar essa piquinha, guard...

Sem deixar com que ela terminasse suas provocações, peguei na sua cintura e comecei a socar sem pena na sua buceta. Já de cara enfiei minha pica com força, que entrou rasgando na sua quente xota. Ela berrou, e seu berro ecoou pelas ruas. O barulho dos nossos corpos também causavam o mesmo efeito. Os cães na rua uivavam, se fazendo confundir pelos gemidos que soltávamos. Aquela buceta quente me deixava louco. Ela me apertava gostoso, enquanto eu metia sem dó, com o ferro frio da minha arma batendo na sua bunda. Olhando aquela bunda escondendo meu pau indo e voltando, me dava um tesão enorme de fuder aquele cuzinho e a deixá-la realmente perdida na minha rola.

- É vadia. Vai tomar no seu cu agora. Vou meter com vontade! Vai continuar com o papo de guardinha, é?

Ela gemendo, ainda tentando mostrar superioridade, mas com cara que já tinha gozado uma vez com a minha pica entrando e saindo sem parar na sua buceta deliciosa falou:

- Vai... Guardinha... Fode meu cuzinho... Fode...

- Vou te mostrar quem é guardinha, vadia.

E a seco, enfiei minha rola no seu rabo. Ela ainda tentava se segurar, mas algemada com as mãos para trás, o máximo que fazia era se contorcer, enquanto eu a dominava puxando pelas algemas. Minha rola entrava fácil, enquanto ela mordia os lábios quase que os sangrando de tanta força. Eu não tinha perdão, socava meu pau até as bolas encostarem em sua bunda deliciosa e grande. Bia, uma vadia nata, rebolava e pedia mais no rabo. Eu já querendo mais era gozar e pouco me preocupando se alguém aparecesse, metia fundo, gostoso, sentia aquele cuzinho apertado mascando meu caralho, eu a mordia a nuca, e voltava a puxá-la pelas algemas, que há essas horas já estava lhe deixava marcas vermelhas nos pulsos.

Aquela deliciosa bunda indo e voltando do meu pau só me fazia sentir mais e mais vontade de gozar. Minha porra vinha gostosa, devagarinho, mas fazia minha pica pulsar forte dentro do seu rabo. Ela gemia e gozava com aquela posição sem poder fazer qualquer coisa. No meio da rua, como dois animais, gozamos, e berramos como loucos, fazendo com que algumas luzes se acendessem. Guardei rapidamente meu pau e a soltei as algemas. Ela foi delicadamente abaixando o vestido, que agora estava todo amassado e molhado de suor. Como ela morava não muito perto dali, decidi dar-lhe uma carona, com ela se desculpando de me chamar de guardinha, e me dizendo que tinha sentido um enorme tesão por mim logo quando foi parada. Coloquei-a no banco da frente da viatura e comecei a dirigir. E ela ainda um pouco envergonhada por ter feito aquilo e ter me ofendido tanto. Chegou uma hora que eu disse:

- Está tão preocupada, vadia? Porque não me chupa até gozar?

Aquilo funcionou como um gatilho. Ela respirou fundo, mordeu os lábios, e foi para a minha calça. Decidi fazer uma ronda pela vizinhança enquanto ela me boqueteava. Delicia de boquete. Sua boca subia e descia enquanto eu dirigia. As luzes vermelhas eram a única coisa que tomava a viatura enquanto ela chupava com vontade. Não demorou muito tempo para eu dar uma bela gozada enchendo a sua boca de porra. Ela chupava, mamava, engolia, passava na cara, nos seios. Ela deixou minha farda completamente suja de porra, mas posso dizer uma coisa. Ter levado aquele poker me valeu a ronda.