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terça-feira, 11 de maio de 2010

Por um triz

A noite estava extremamente convidativa a um passeio e resolvi ligar para a minha até então namorada para nos encontrarmos. Sai usando um sobretudo, botas, camisa, calça preta. A noite estava realmente fria. Cheguei à estação de metrô e ela ainda não estava por lá. Fiquei esperando por lá, olhando o movimento, quando ela me aparece subindo as escadas rolantes. A cena parecia em câmera lenta. Primeiro seus cabelos, olhos, nariz, boca e assim por diante. Até me revelar por completo seu corpo trajado praticamente como o meu, com exceção da saia e da meia arrastão. Como sempre nos beijamos de forma apaixonada e quente, coisa de fazer gente parar para olhar. O piercing da sua língua batia nos meus dentes, mas isso para mim realmente não era nenhum problema. Eu a abraçava forte, e ela, reciprocamente também me apertava. Depois daquele oi, nos demos as mãos e saímos. Logo quando estávamos terminando de subir as escadas rolantes, meu celular toca:

- Dyas! Onde você está?

- To no metrô Paraíso, por quê?

- Cola aqui lá no meu apê! A minha prima está lá e daqui a pouco estou chegando!

- To com a minha namorada, cara, sem problemas?

- Você sabe que não tem problemas! Me espera lá! Só to pegando a minha namorada e a gente sai junto!

Depois de tudo combinado, olhei para ela, e ela topou na hora. Sempre bom sair com amigos. Chegamos lá em pouco tempo. O apartamento do meu amigo não era tão longe de lá. A prima dele só estava nos esperando para também sair. Eu já era de casa. Amigo de longa data, com várias aventuras junto. A prima dele se despediu da gente como uma flecha, fechando a porta e pedindo para que nos comportássemos. A minha namorada ficou me olhando com uma cara de sem entender nada, e eu, de casa, passei por ela e fui direto à geladeira à procura de cervejas. Ela sentou na sala e ficou lá, olhando a tv. O que passava não era importante, ela não assistia mesmo.

Visto que não tinha nada de cerveja, fui à sala e me sentei ao lado dela. Ficamos ali, calados, brincando um com a mão do outro, numa situação estranha. Sozinhos em uma casa que não era nossa. Sabíamos que se encostasse a boca um no outro, a gente acabaria no chão da sala. Mesmo sabendo daquele perigo, nos arriscávamos dando alguns beijos de derreter icebergs. Nossos beijos não eram normais, por mais que tentássemos. Até o mais inocente dos beijos envolvia no mínimo uns fortes puxões de cabelo.

Ficamos ali tentando nos manter sem fazer nada além dos beijos, mas minha mão sempre acabava passando por baixo da sua saia e encontrando sua calcinha. Mão essa que era tirada imediatamente por ela, que com uma cara de desejo me falava que não, que o meu amigo poderia aparecer e que não seria legal ver a gente transando ali na sala. Eu me segurava, e ela também, apesar de estar mais consciente que eu. Os beijos com puxões de cabelos e suspiros fortes continuavam. Minhas mãos se enchiam nos seus seios, e ela, mordendo os meus lábios, os tirava. Minha mão voltava para seus seios, e ela, mordendo e sorrindo tirava novamente.

- Para, seu safado! E se seu amigo aparece?

- Ele vai demorar! Ele sempre demora!

- Não vou fazer nada com você aqui não! Para com isso!

Eu não agüentava de tesão, e ela, sempre consciente, tirava a minha mão e tentava manter uma tênue linha entre o depravado e o normal. O telefone toca, me ajeito e vou atender. Era o meu amigo ligando para saber se eu ainda estava lá e me informar que iria ainda demorar mais uns trinta minutos para chegar. Quando estava para voltar para o sofá, notei que ela tinha ido ao banheiro. Como ela não fechou a porta, fui atrás. Ela estava lá, olhando para o espelho ajeitando os cabelos e o soutien, que depois de tanto minha mão passar por ele estava completamente desajeitado.

Eu cheguei por trás dela e a juntei com as duas mãos nos seios, beijando a sua nuca e falando:

- Temos meia hora.

- Para! Não temos meia hora nenhuma, seu louco! – Delirando tentando tirar minhas mãos dos seus seios e rebolando a bunda no meu pau.

Nem falei nada depois. Vendo os olhinhos dela fechados no espelho já me disse tudo. Mordi a sua nuca e a puxei mais forte para o meu pau. Ela empinava a bunda, querendo sentir ele inteiro debaixo da minha calça. Rebolava gostoso enquanto minha mão a massageava e minha boca lhe mordia o pescoço. Estava uma delícia brincar de vampiro com ela com aquele gostinho de “alguém vai chegar”. Ela suspirava alto, puxava o ar, me olhava pelo espelho com cara de vadia, e ao invés de tirar minha mão, me ajudava a massagear seus seios. Ela me olhava fixamente, me querendo, já convencida que não adiantaria me brecar.

Aqueles olhos dela me fizeram puxar sua mão para trás. Ela veio e já conhecia o caminho, apertando meu pau por cima da calça. Ainda com o olhar de safada pelo espelho, ela subia e descia com a mão, sentindo o volume quente dentro da minha calça. Com jeitinho ela abriu minha calça de costas mesmo, e passou a mão por dentro dela. Sentiu meu pau quente por cima da cueca, fechou os olhos e jogou a cabeça no meu ombro. Sentindo a mão dela quente e gostosa no meu pau, eu não resisti e fui abaixando minha mão até a sua saia. Ajeitei-me até conseguir puxá-la e encaixar minha mão naquela buceta quente. Ela deu um gemido alto e abriu um pouco as pernas, para receber meus dedos, que deliciosamente puxavam sua calcinha para o lado e preenchiam sua buceta com os dedos.

Eu sentia aquela baba quente nos meus dedos deliciosa e ela se mexia para meus dedos a tomarem por completo, enquanto tomava conta do meu pau completamente duro. Eu já não agüentando aquela punheta por cima da cueca, tirei meu pau por completo, e ela foi à loucura. Apertava, pressionava contra a sua bunda, subia e descia com a mão o segurando forte enquanto meus dedos não paravam na sua buceta.

Ela, já cheia de tesão, largou o meu pau e se ajoelhou na minha frente. Olhando-me nos olhos, começou a lamber o meu pau inteiro. Passava com a língua e com o piercing por toda a extensão do meu pau, sem parar de me olhar nos olhos e me dizia que eu era louco por estar fazendo aquilo ali. Mesmo falando, se concentrava, segurando forte o meu pau e chupando com vontade, enchendo a boca e passando com a língua pela cabeça dele. O que me deixava com mais tesão era ver que ela não tirava os olhos dos meus, me provocando com a língua na cabeça do meu pau. Eu gemia, a puxando pelos cabelos. Ela mordiscava a minha rola, lambia, punhetava. Deu um belo trato na minha rola.

Sei que já tínhamos demorado bastante tempo naquela brincadeira, e ela também sabia disso. A possibilidade de alguém chegar era cada vez maior. A puxei pelos cabelos do meu pau e ela atendeu prontamente ficando de pé e me puxando para ela ficar de costas com a parede. Eu entendi na hora o que ela queria e a peguei pelas duas pernas, levantei e joguei contra a parede com força. A cabeça dela chegou a bater, mas o tesão era tão grande que ela nem se preocupou com isso e continuou a me beijar a boca como uma louca. Eu era totalmente recíproco em relação ao beijo. As línguas se batendo, nossas bocas juntas, as pernas dela se cruzando na minha cintura, as respirações ofegantes e desencontradas, as batidas de coração aceleradas, a mão dela se abaixando, afastando a calcinha e posicionando meu pau. O momento estava realmente pra lá de delicioso.

Com meu pau bem posicionado não foi difícil entrar completo naquela buceta. Ela se desmanchou, me abraçando e apoiando com a cabeça no meu ombro. Eu, com força, a penetrava, e ela gemia baixinho, mas gostoso. Minha pica entrando e saindo era visível para nós dois. Toda a combinação estava deliciosa. Casa que não era nossa, a possibilidade de sermos pegos, a posição deliciosa. Ela me olhava, e enquanto eu metia, continuava a me chamar de louco e pedia para ser fodida cada vez mais. Eu atendia, a puxando forte, e ela não ficava atrás, me puxando usando as pernas.

Confesso que até então era a coisa mais louca que eu já tinha feito. E que delícia de coisa. Eu sentia que iria gozar, ela também sentia o mesmo, gemendo cada vez mais alto, eu querendo urrar e tentando me controlar, ela me arranhando a nuca e me olhando pedindo porra, eu a apertando a bunda tentando segurar, ela rebolando e me provocando, encostando a cabeça na parede. Até que chegou uma hora e não me agüentei. Enchi a buceta dela com meu gozo quente e viscoso. No mesmo momento a vi virando os olhos, e gozando como louca recebendo todos os jatos de porra na buceta. Minha perna bambeou na hora, mas ainda consegui segurá-la. Com a respiração e batimentos cardíacos ainda fora do normal, nos limpamos e nos arrumamos. Corremos e sentamos no sofá. Foi como se eles estivessem nos esperando para entrar. Assim que sentamos e nos acomodamos e eu acendi um cigarro, eles entraram.

Respirei fundo por não termos sido pegos. Seria no mínimo engraçado aquilo acontecer, mas agimos naturalmente, bom, o naturalmente que nossa adrenalina permitia. Foram trinta minutos que pareceram trinta horas completamente deliciosas!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Whisky com Red Peeper

Dia quente, porém meio nublado. Para falar a verdade, um dia bem abafado. Já era meio da tarde, quando a minha convidada para a festa de aniversário da minha irmã chegou. Não tivemos muito contato até então. Eu precisava cuidar do som da festa.
Só à noite conseguimos conversar um pouco, mas fomos totalmente interrompidos por um amigo meu chegando com uma bela e deliciosa garrafa de whisky. Começamos a beber no início da noite, e que noite deliciosa. A cada golada de whisky iamos nos soltando cada vez mais. Nos beijávamos sem pudor algum no meio da festa à cada gole de whisky direto da garrafa. Nosso tesão naquela noite ia aumentando enquanto a garrafa esvaziava. Nem me dava conta do que estava fazendo. Quando percebi, a festa toda estava uma verdadeira balada. Todo mundo dançando e gritando. Aproveitei esse momento para puxar a minha amiga de lá e a levei para o meu quarto.
Com as luzes apagadas, a sentei na minha cama, e de frente pra ela abri minha calça. Ela já sabia o que fazer. Sabia direitinho o que eu queria, abaixou minha cueca, segurou meu pau e começou a me chupar. Logo na primeira bocada, percebi que ela deixou 1 dedo da minha rola pra fora da sua boca. Eu delirei de tesão ao sentir aquilo. Na penumbra do meu quarto eu percebia sua cabeça indo e voltando, engolindo meus vinte centímetros como se fossem dez.
Aquele boquete maravilhoso estava indo muito bem, até que alguém resolveu aparecer no meu quarto e cortar todo o barato. Me disseram para trocar as músicas. Antes que a pessoa inconveniente entrasse no meu quarto, consegui guardar tudo e me sentar ao lado da minha amiga. Disse que já ia, pois ela estava se sentindo com dor de cabeça e por isso a luz apagada. Tivemos que interromper ali. Ficamos meio putos, mas nada que cortasse nosso tesão naquela noite. E como aquela noite prometia.
Conforme as horas foram passando, as pessoas iam indo embora, apenas sobrando alguns amigos meus e mais uma garrafa de whisky. Ficamos eu, ela e mais alguns amigos em casa. Como estava só a minha galera, propus assistir um filme. Nos deitamos todos em um sofá cama que ficava na sala e começamos a ver o filme. Ela se deitou do meu lado, bem no canto, onde só ficávamos nós dois nos pegando. Realmente não sei por quanto tempo nós ficamos naquela pegação, quando ela no meu ouvido me diz: "Espera um pouco".
Em menos de 5 minutos ela volta, vestindo uma curta saia e de deita novamente do meu lado. Meus amigos estavam lá, bêbados e super empolgados com o filme. Eu e ela aproveitamos aquele momento de sala de cinema e ficamos naquela deliciosa, mas super discreta dança. Passei a mão por entre suas coxas, e por baixo da saia fui buscando a sua calcinha. Ela, de olhos fechados, acariciava meu pau por cima da calça, enquanto me ouvia sussurrar no ouvido dela "tira pra fora e pega nele inteiro".
O tesão já era alto entre nós dois. Sentia aquela calcinha super molhada nos meus dedos, e minha rola não parava de pulsar aos carinhos que aquela deliciosa vadia me fazia por cima da calça. Até que não suportei mais, a peguei pela mão e a levei para o me quarto, aproveitando o fato de que todos já estavam mais dormindo que acordados.
Chegamos no quarto e ela me disse:
- Lembra que me pediu a cinta-liga?
- Sim.. Lembro... Falei com um sorrisinho sacana na cara
Ela foi levantando a saia, e me mostrando que não estava para brincadeira. Avancei para cima dela, para diminuir a possibilidade de alguém chegar, apaguei as luzes. A levei para a cama e começamos a nos chupar. Ah aquela bucetinha quente e deliciosa na minha boca. A minha vontade era de engolir aquele grelo inchado e molhado, e enquanto isso ela fazia a minha pica de sorvete, chupando, lambendo, babando. Ela sabia me chupar do jeito certinho, do jeitinho que eu gosto. A boquinha dela ia e voltava sem parar no meu pau. Lambia o meu saco, mordia a cabeça, chupava ele por completo, enquanto minha língua parecia uma cobra, invadindo aquela xota molhada e quente. Muito gostoso sentir o calor do corpo dela sobre o meu, naquele 69 desafiador. O desafio era um não gozar na boca do outro. Até que a chamei para cavalgar. Ela atendeu prontamente, sentando gostoso no meu pau, até sentir nossos corpos se tocando por completo. Eu ia lhe chupando os peitos com vontade, e ela de olhos fechados apreciava meu pau a invadindo, abrindo, recheando aquela buceta molhada de forma muito mais que gostosa.
Aquele vai e vem estava realmente delicioso. Meu pau quente saia até quase a cabeça e voltava por completo para dentro dela. Gemíamos baixinho para não acordar ninguém na casa, mas era inevitável soltar um gemido um pouco mais alto. Aquele vai e vem nos envolvia mesmo bêbados. Com a bebida na mente as vezes surgem propostas tentadoras, como:
- Que tal tentar dar esse cuzinho pela primeira vez?
Ela, tão louca quanto eu, não pensou duas vezes e tirou meu pau da sua buceta e foi sentando com aquele rabo apertado no meu pau. Ela ia rebolando, com uma carinha de dor e desejo ao mesmo tempo, enquanto eu a deixava à vontade para sentar e sentir o quanto quisesse. Não demorou muito para que a dificuldade do meu pau passar por aquele rabo gostoso começasse a diminuir e se transformasse em puro êxtase e volúpia.
A vontade de gozar crescia cada vez mais. Enquanto nos mexíamos a cama fazia um delicioso ruido. O medo de alguém aparecer e quebrar nossa deliciosa brincadeira me fez descer com ela da cama e levá-la para o tapete que cobria o chão do meu quarto. Mas como sempre, o tesão bate mais forte, e eu queria ver aquela delicia levando minha rola. Acendi as luzes e no chão, a coloquei de 4. Comecei a meter naquela bucetinha quente e apertada Delícia meter vendo meu pau sumindo naquela bunda. Ela gemia gostoso com a minha rola entrando e saindo, e minhas mãos a pegando forte pela cintura. Pegávamos fogo naquele tapete. Sempre deixando ela de 4, eu me mudava de posição para poder meter cada vez mais e mais fundo. Meu pau entrava e saia brilhando da xota deliciosa dela.Minha pica já pulsava querendo gozar. E impossível segurar muito tempo comendo aquela mulher. Tirei meu pau da sua buceta e jorrei na bunda dela. Uma gozada intensa, mas que não diminuiu meu tesão nem um pouco, me fazendo perguntar:
- Onde você vai querer agora, tesuda?
E ela de bate e pronto me responde:
- Mete no meu cu!
Ah!!Por que recusar um pedido daquele? Posicionei meu pau naquele rabo e comecei a enfiar gostoso. A essa hora já não existia mais roupa alguma. Apenas os dois nús e bêbados transando sobre um tapete. Minha pica desaparecia no rabo dela, e ela fechava a mão, como se quisesse apertar o tapete, e eu, sem dó, metia naquele cuzinho apertado e gostoso.
Aquele rabo era maravilhoso, mas queria mais daquela bucetinha. Queria muito mais! Me deitei no chão e de novo a chamei. Ela veio e sentou, colocando aquela buceta no meu pau. Delícia ela cavalgando. Sentava com vontade, tirava quase todo meu pau e sentava de novo querendo sentir minhas bolas na sua bunda. Sensação maravilhosa. Muher maravilhosa. Transa maravilhosa. Naquele vai e vem todo não aguentei, e anunciei de novo que iria gozar. Ela logo saiu do meu pau e se prontificou de joelhos. Me levantei e enchi a boca dela de porra quente. E como gozei. Parecia que tinha passado um ano sem gozar.
Depois dessa noite deliciosa, só dormindo. Acordamos no dia seguinte de ressaca, claro, mas uma ressaca muito mais que deliciosa!