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sábado, 1 de maio de 2010

Um amor para recordar

O corpo do meu avô ainda estava quente quando fui buscá-lo na funerária. O clima de tristeza pairava no ar. Minha mãe chorava como criança enquanto meu pai tentava acalenta-la. Eu, sempre firme como rocha, mantia meus sentimentos afastados para assegurar que o enterro fosse o mais tranqüilo possível.

O tempo passou e tudo corria nos conformes. Meu avô já estava no caixão sendo velado, seus amigos aposentados todos por lá lamentando a perda do companheiro de gamão e xadrez. Minha mãe, inconformada, olhava o caixão perdida em seus próprios pensamentos. Meu pai ainda tentava a acalmar, a abraçando. Eu vendo que tudo estava nos conformes me dirigi ao caixão do meu avô para prestar as minhas condolências. Ele parecia muito vivo ali, deitado, imóvel. Abaixei-me e beijei sua testa, já gelada. Quando retornei, sinto uma mão no nas minhas costas. De canto de olho, percebi que era Talita. Uma amiga de muito tempo que eu mantia sentimentos por ela. Ela me beijou o rosto e me abraçou. Aquele abraço quente me fez reviver toda aquela paixão arrebatadora que tinha nos tempos de escola. Logo depois se voltou ao meu avô e o acariciou a cabeça. Começamos a conversar sobre o ocorrido. Meu avô já era uma pessoa muito doente. Estava sofrendo bastante nessa etapa da vida, tendo dores diárias. Contei tudo isso para ela e ela, como boa ouvinte, tentava me acalentar com os olhos. Aquilo me amoleceu de vez, me fazendo reviver aqueles momentos aos quais olhava para ela com um sentimento de pura paixão. Ela me dizia para não ficar triste, que aquilo passaria, que não adiantava se entristecer. Conforme ela falava, meus olhos iam se enchendo de lágrimas. Uma lágrima começou a escorrer com aquelas palavras carinhosas dela. Ela, com as costas de um dedo, secou aquela lágrima e me acariciou o rosto. Eu a olhava, e ela, reciprocamente, me retornava o olhar. Ficamos trocando olhares por tempo além do necessário para o momento. Toda a paixão de escola me tomou. Aquele minuto se transformou em século, e ali naquela sala eu só a via, e mais nada.

Ela me puxou e me beijou o rosto. Quando seus lábios quentes tocaram minha pele ainda úmida por conta daquela lágrima escorrida, senti meu coração pulsar mais forte e minha respiração começou a ficar diferente. Mas porque sentir aquilo? Porque sentir aquilo por uma mulher que um dia não me queria? Sem dizer uma palavra, me virei e fui ao quarto do meu avô, uma vez que estávamos o velando na casa dele. Lá fiquei olhando seus troféus de natação e suas fotos de mil novecentos e cinqüenta e pouco. Talita apareceu no quarto pouco tempo depois e parou na porta.

- Meu avô me contava várias histórias de quando era jovem. Essa foto foi quando ele ganhou a travessia do Tiete.

- Nossa. Seu avô realmente era bonitão! Assim como você.

- Você nunca achou isso, Talita. Sempre babou por aquele Gabriel por ter sido capitão do time da escola.

Ela ouvindo aquilo foi se aproximando de leve.

- Eu era muito fútil naquela época. Reconheço. Amizades erradas acabam te levando à escolhas erradas.

Eu simplesmente abaixei a cabeça. Não queria meu coração machucado novamente por ela. Ela chegou bem perto, e com a mão no meu rosto o levantou e, olhando nos meus olhos disse:

- Mas se tiver algo que eu possa fazer para reparar esse erro hoje, pode crer que o farei com todo amor.

E falado isso me deu um leve e demorado selinho. No final, nossos olhos se cruzaram, com a minha testa colada à dela. Senti como que se meu coração tivesse levado não uma flechada, mas sim um tiro. Minha mente viajava enquanto me perdia no fundo dos seus olhos. Depois de um tempo nos beijamos. Mas um beijo não de desejo, mas apaixonado. Envolvente. Sentia como se o corpo dela tinha se fundido ao meu àquela hora. Esqueci do meu avô, esqueci do momento. Eu só me sentia com ela, como que se o universo se resumisse a nós dois naquele quarto.

Nossos beijos de apaixonados foram esquentando, não de forma voluptosa, mas sim de uma forma natural. Nossas mãos acariciavam um o rosto do outro. Ela passava com as mãos pelo meu peito e sentia meu coração, que quase estava saltando da minha boca naquele momento.

Ela se mostrou disposta a fazer qualquer coisa mesmo para reparar o seu erro para comigo no passado. Puxou minha mão que estava em seu rosto e levou de leve ao seu seio, onde, comecei a acariciar de leve. Senti que seu coração também pulsava forte. Tão forte quanto o meu.

Minha mão deslizava por aquele tecido liso e leve. Aquele vestido me permitia sentir teu corpo como se estivesse completamente nu. Eu, naquele momento, me sentia apaixonado e com tesão ao mesmo tempo. Os nossos beijos, de meros apaixonados se transformavam em beijos mais quentes, mas sem perder a magia do momento. Sentia seus mamilos endurecendo sob o vestido à medida que minhas mãos lhe massageava. Ela, sentindo o calor aumentando, abaixou sua mão do meu peito e foi à minha calça, onde passava a mão devagar, me sentindo endurecer com suas carícias.

Tentei perguntar a ela se ela queria realmente fazer aquilo, e ela me calou com um dedo na boca de forma delicada, e voltando a me beijar me abriu a calça e pegando meu pau por baixo da cueca. Eu delirava com o fato de estar com a minha paixão ali, me desejando, mesmo que o momento fosse tão triste.

Ainda tentei adiar aquele momento, mas, sua mão quente e macia subindo e descendo no meu pau me fez retroceder e me envolver no momento. Decidi retribuir as carícias e, passando minha mão pelo seu corpo, procurei o final do seu vestido e comecei também a acariciá-la. Ela sentindo meus dedos jogou sua cabeça para trás, o que me proporcionou seu pescoço perfumado para deitar meus lábios. A beijava de leve, enquanto meus dedos, já por baixo da calcinha, lhe proporcionavam uma massagem deliciosa no seu grelo. Ela gemia baixinho, me punhetando com uma mão e com a outra me acariciando. Meus dedos passavam leve pela sua carne lisa e molhada. Meu pau em sua mão estava duro. Completamente teso.

Voltamos a nos beijar, e ela começou a me tirar o terno, que caiu pesado no chão. Abriu minha camisa, e se afastando um pouco, me beijou o peito. Foi se abaixando e beijou minha barriga, e se ajoelhando no chão do quarto começou a beijar meu pau. Começou a me chupar de forma leve, sem pressa, deixando meu pau todo molhado de saliva. Eu a acariciava os cabelos soltos e curtia o momento. Lentamente ela engolia o meu pau e tirava todo da boca. Lambia devagar, me fazia sentir sua língua em cada centímetro da minha rola. Eu gemia baixo. Apenas o bastante alto para que ela ouvisse e soubesse que eu estava curtindo.

Puxei uma das alças do seu vestido, e ela puxou a outra, deixando seus volumosos e deliciosos seios à mostra. Meu tesão e minha paixão aumentavam à cada minuto.

- Chupa, meu amor... Que delícia sentir sua boca na minha rola. Há muito tempo eu queria isso! Gostoso sentir sua boca quente no meu pau...

- Gosta, safadinho? Sabia que eu morria de tesão por você também?

Quando ela falou aquilo, a puxei para se levantar e me beijar de novo. Seu vestido caiu por completo quando a puxei, a deixando apenas de calcinha. Dei-lhe um beijo quente, e ela me retribuía igualmente, me mordendo os lábios e me lambendo a língua. Nossos beijos já estavam mais quentes, mais deliciosos, mais cheios de vontade. Eu lhe beijava a boca, acariciava os seios nus, a sentia por completo. Desci a minha boca nos seus seios e comecei a chupá-los. Foi quando ela me disse:

- Eu não ia falar isso, Dyas... Mas eu não era só apaixonada por você. Eu te amava!

Aquelas palavras me fizeram respirar completamente fundo e me fizeram praticamente engolir aquela protuberância macia e deliciosa, quando ela reiterou:

- Não amava, Dyas, - E, puxando minha cabeça, a deixando na mesma altura da dela – eu ainda te amo!

Depois de ouvir aquilo, a puxei e a beijei muito. A única coisa que consegui falar depois do beijo foi:

- Eu também ainda te amo e muito!

Comecei a deitá-la no chão. Ela foi se colocando com jeitinho, até ficar deitada, com os joelhos para cima. Fui lhe tirando a calcinha beijando suas pernas, e ela ajudava com os quadris. Deixei aquele corpo completamente nu. Comecei a beijá-la por completo. Sua boca, seus seios, sua barriga Até chegar à sua bucetinha, com poucos pelos. Ali, lambi de cima a baixo, bem lentamente, sentindo sua pele quente na minha língua. Ela me acariciava a cabeça, gemia baixinho, mordia a mão. Deliciava-se com a minha boca explorando cada cantinho do seu sexo.

Tirei minha calça e minha camisa, e nu, deitei-me sobre ela. Aquele corpo quente, seus seios contra meu peito, sua buceta encharcada na cabeça do meu pau. Aquele momento estava além de mágico, delicioso. Comecei a beijá-la novamente, e ela, com as mãos, posicionava meu pau para enterrá-lo em sua bucetinha. Quando pocicionou meu pau bem na entrada, colocou suas mãos em meu rosto. Comecei a enfiar e ela gemeu com a minha boca na dela. Senti meu pau sendo envolvido pela carne lisa e quente dela. Delicia de momento. Ela me prendeu com as pernas, e eu ia me movimentando, indo e voltando numa coreografia leve, mas completamente sensual. Com as unhas ela passeava de leve pelas minhas costas, me fazendo gemer gostoso. Sentia seu mel tomando meu pau, meu saco, me molhava inteiro, enquanto ela me falava no ouvido:

- Vai gostoso! Me deixa sentir você! Se eu soubesse que você fosse tão gostoso teria te procurado antes. Me preenche! Me fode!

Eu não conseguia dizer uma palavra. Só curtia aquele momento como único, me apoiando com as mãos no chão e enfiando tudo, enquanto as unhas dela se perdiam nos pelos do meu peito. Meu pau entrava e saia gostoso. Eu já não lembrava de mais nada, não queria mais nada, só queria fazer aquela mulher deliciosa gozar no meu pau.

- Ta gostando, paixão? Deliciando na minha pica, é?

- To adorando! Me dá mais! Me dá tudo! Goza em mim! Me faz ser tua! Eu sou tua!

- Delícia! Viu o que perdeu, minha putinha? Viu o que perdeu, meu amor?

- Ai! Me chama de sua puta de novo! Me maltrata! Maltrata que eu mereço!

Aquilo me fez ficar louco de tesão. Comecei a meter com mais força e vontade. Ela me arranhava, me desejava, me queria. Colocamos-nos de lado, de concha naquele chão que antes estava frio e agora estava pegando fogo conosco. Pincelei o rego da sua bunda e voltei a encher a sua buceta com a minha rola. Ela gemia, buscava meus dedos para chupar e lamber, rebolava, pressionava meu pau dentro dela, me chamava de puto, cachorro, amor, safado, tesudo. Naquele momento não éramos mais dois corpos buscando o prazer. Éramos um sentimento fundido e inseparável. Ela se contorcia, e eu também. Deitei-me por cima dela e prendi minhas mãos às suas. Aquela posição fez com que ela me aperta-se com força meu pau, que entrava e saia devagar, mas cadenciado. Beijávamos-nos de lado, nossas línguas se cruzavam fora da boca. Não demorou muito para ela dizer que ia gozar. Eu também estava bem próximo disso, e nem por isso paramos aqueles nossos movimentos. Cada vez que eu estocava o meu pau, ela jogava a bunda pra trás, querendo tudo. Não demorou para que o meu pau começasse a pulsar. Eu disse que ia gozar e ia tirando meu pau de dentro dela quanto ela disse:

- Não! Quero sua porra dentro de mim. Goza na sua putinha. Goza em mim, goza?

Deixei meu pau dentro e voltei a ir e voltar cada vez mais rápido. Ela rebolava e fazia meu pau entrar cada vez mais gostoso. O primeiro jato de porra veio rápido para invadi-la. Ela, nesse momento, rebolava como louca, a cada jato quente que saia do meu pau, gozando como louca. Depois de gozarmos juntos, ficamos ali. Eu deitado em cima dela, com meu pau dentro dela, sentindo sua buceta pulsando gostoso. Beijamos-nos novamente, mas aquele beijo doce e inocente que já tínhamos dado antes. Olhando nos olhos, trocamos votos de amor, e antes dela ir embora, depois de se vestir, conversamos, e mesmo com tudo o que sentíamos um pelo outro, decidimos prosseguir nossas vidas um longe do outro. Triste, mas realidade. Não queria voltar a sofrer mais uma vez. Ainda conversamos, nos encontramos vez ou outra, temos um carinho especial, mas ela ainda não seria a mulher da minha vida. Essa ainda terá seu conto publicado e dedicado aqui.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O último romântico

Estava realmente difícil escolher as flores certas para poder surpreender minha namorada aquele dia. Não havia nada demais nele. Apenas queria levá-la de surpresa para um jantar romântico, e quem sabe até pedi-la em noivado. As alianças estavam no bolso, só me faltava mesmo era a coragem.
Fui à casa da minha namorada e abri a porta. Como já éramos bem afiliados, eu tinha as chaves da casa dela e vice e versa. Entrei sem fazer barulho, e fui me dirigindo ao quarto. Notei na sala que ela estava tomando vinho, mas acreditava ser com uma amiga. Caminhei até o quarto e ouvi alguns barulhos, eu não acreditava que era a cama dela. Ou melhor, não queria acreditar. Abri a porta com cuidado e ela estava lá. Galopando em um desconhecido, completamente nua. Ela estava gostando visivelmente. Cabelos soltos, de costas, com o cara a pegando pela cintura.
Respirei fundo aquela hora, baixei minha cabeça e me convenci do fato que ela não sentia realmente muito tesão por mim. Entristecido por ter perdido uma briga que nem ao menos teve teu início. Aquela cena me machucou o coração. Sem muitas reações, apenas voltei à porta, deixando o almíscar do meu perfume perdido no ar da casa dela.
Peguei um taxi logo quando sai. O cara me perguntou "Pra onde, patrão?", apenas pedi que dirigisse e fiquei observando as luzes da cidade. Meu celular tocou e olhei na tela para ver quem era. Uma antiga amiga de colégio. Resolvi atendê-la. Me perguntou se eu estava bem, o que eu tinha feito, e contei à ela o que tinha ocorrido.
Ela se mostrou muito chateada, me falando para levantar a cabeça, e que as coisas poderiam melhorar. Melhorar como? Tinha acabado de ver minha namorada transando com outro, como iria melhorar? Ela me prometeu ajudar, e me indicou um barzinho. Como eu estava próximo, apenas indiquei ao taxista onde ir e fui até lá.
Quando ela chegou eu já estava no final do meu whisky duplo. Ela estava num vestido comportado, porém provocante. Me deu um beijo no rosto bem de leve e me perguntou se eu estava bem. Contei à ela a história do que tinha ocorrido e ficamos bebendo. À uma certa altura, já estávamos altos, e eu já sorria com uma ou outra coisa que ela me dizia.
O que era tristeza já tinha se transformado em leves sorrisos. O que era uma atualidade, se transformou em lembranças longínquas, e a cada copo, uma verdade era dita. Até que ela me manda no ouvido "Eu sempre fui apaixonada por você desde o colégio". Aquilo me estremeceu de cima a baixo. As bebidas iam nos deixando cada vez mais soltos, e nos encarávamos cada vez mais.
Já estávamos tão soltos à uma certa hora que já não existiam mais problemas. O que existia era eu, ela, uma mesa, e o pé dela massageando minha virilha. Eu já estava bem excitado com aquilo, e ela estava realmente determinada a me fazer esquecer o que àquele momento com as carícias, já nem me lembrava.
Decidimos sair dali e ir para um lugar aconchegante. Fomos ao meu apartamento. Lá, começamos a nos beijar. Um beijo quente, demorado. com as minhas mãos por dentro do seu decote, e ela abrindo minha calça.ia buscando meu pau por dentro da cueca. Nos pegávamos como se não fizéssemos sexo a milênios.
Abaixei uma das alças do vestido dela e comecei a lhe lamber o mamilo do seu seio que ficou à mostra. Ela suspirava e gemia com seus peito na minha boca. Sua mão acariciava o meu pau levemente, Gemiamos de olhos fechados, bêbados e curtindo o momento. Ela me punhetava enquanto eu enchia a boca com seu peito. Quando abaixei a segunda alça do vestido, ele simplesmente caiu, ficando aos pés dela. Continuei a lhe chupar os seios enquanto ela me acariciava a cabeça, ali, de pé na minha sala. Meu pau já estava latejando enquanto eu mergulhava de boca naqueles seios deliciosos.
Ela gemia, e eu lhe tomava o corpo com a boca e os braços. A abraçava, beijava. Queria sentir aquele corpo todo junto ao meu. Ela era totalmente recíproca, me acariciando e me pedindo mais. Não aguantei aquela onda toda de tesão e lhe tirei a calcinha. Me abaixei, e ajoelhado sobre sua calcinha e seu vestido amassado ao chão, comecei a lamber aquela bucetinha toda cheirosa. Minha língua passava de baixo pra cima, devagar, sentindo os pelos ralos que ela tinha na minha boca. Ela gemia muito mais que quando eu engolia seus seios. Minha boca tomava aquela buceta quentinha, molhada, excitada. O sentia aquele grelo duro na minha boca e ficava cada vez mais excitado com aquilo.
Ela carinhosamente foi me empurrando até que eu deitasse no chão. Comigo deitado, continuou com a sua buceta na minha boca, e de quatro se colocou com a boca frente ao meu pau. Foi tirando o que me restava de calça e começou a me chupar. Um boquete realmente divino. completamente fora de série. Eu a sentia chupar com vontade, mas ao mesmo tempo me acariciava com jeitinho as minhas bolas. Enquanto eu não perdia nenhum centímetro daquela carne molhada e deliciosa. Queria lamber tudo. Desde a sua virílha até seu grelo duro e delicioso. Brincava com os lábios e com os dentes. E a cada tremida de tesão que ela dava, apertava mais o meu pau. Estávamos pegando fogo na sala, quando sai debaixo dela, a juntei no meu colo e a levei para o meu quarto.
Chegando lá, a joguei na minha cama e deitei por cima dela, beijando todo o corpo, lambendo mais um pouco aquela bucetinha linda. Comecei a lhe beijar a boca e fui colocando meu pau bem devagar naquela xota. Não consigo descrever a sensação de penetrá-la, mas posso dizer que eu estava perto do céu. Sentia aquela buceta quente envolvendo minha rola, enquanto gemia-mos gostoso. Sem nos preocupar com nada. Meu corpo sobre o dela, os dois suados, se querendo. O cheiro de almiscar combinado ao doce perfume dela. Meu pau entrava e saia gostoso. Sentia aquela bucetinha cada vez melhor, cada vez mais quente.
Ela pediu que eu deitasse, atendi. Com meu pau para o alto, ela de costas foi sentando, até meu pau sumir por completo. Ela ia se levantando e sentando, se empinando, fazendo questão com que eu visse meu pau brilhando saindo da buceta deliciosa dela. Ela rebolava, gemia, gozava. E eu olhando e dando tapas naquela bunda deliciosa.
Num dado momento ela se virou para mim. E me beijando a boca, me cavalgava. Aquela buceta parecia estar me fazendo um boquete. Me apertado, chupando. Delícia de mulher. Delícia de transa. me fez esquecer tudo melhor que uma garrafa de bebida. Ela me dizia:
- Vai amor... Me preenche... Goza em mim... Hoje sou tua!
- Quer minha porra, safada? Delícia! Gostosa!
- Quero! Dá pra mim, tarado! Me faz gozar sentindo teu leite dentro de mim, faz?
Eu ouvindo aquilo sentia mais e mais vontade de gozar. E ela rebolando muito! Se sentava com o corpo reto, pra sentir meu pau inteiro dentro, ajeitava os cabelos para que eu tivesse visão dos seus peitos. Vez ou outra se abaixava pra que eu pudesse chupá-los. E já não mais aguentando segurar, gozamos. Juntos. Nossos gemidos se uniram, o que era voracidade se transformava em calmaria. O que era tensão se transformava em pura calma. O que era tempestade se transformou em brisa. E, comigo latejando depois de gozar muito, ela se deitou sobre mim, e adormecemos.