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domingo, 6 de junho de 2010

Brincando no Playground

Nas minhas andanças pelo mundo, acabei morando em um prédio com uma história particular. Algumas senhoras detentoras de informações gerais do prédio me alertaram de certa loira que vez ou outra saciava seus desejos ali, no saguão do prédio. Resolvi ficar mais atento e não sofrer o tal perigo de ser pego por uma loira tarada a qualquer momento no prédio.

Numa bela noite, eu estava retornando depois de um dia longo de trabalho. Terno, gravata já frouxa, pasta. A noite já fazia com que as ruas e o meu prédio ficassem completamente desertos. Resolvi descansar um pouco sentado em um dos bancos que havia no térreo do prédio antes de voltar ao meu apartamento e ter que ajeitar o pouco da baderna que tinha ficado na noite anterior. Sentado no meio daquela penumbra, mal pude perceber o casal que estava se pegando no meio do playground. Deixei minha atenção voltada a eles, e percebi ser a tal loira que as fofoqueiras do prédio citavam, Regina.

O casal estava se beijando loucamente sentado em outro banco. Continuei por ali observando e descansando. O rapaz a tomava nos braços de forma firme, e ela se derretia a cada movimento dele. Os beijos eram completamente sensuais, com dedos passando pela boca, mordidas no pescoço, línguas se encontrando fora das bocas. Admito que assistir àquele casal brincando daquela forma me deixou pra lá de excitado.

Continuei ali, sentado na minha, só de expectador, até que num momento, o rapaz afastou uma das alças da blusa que ela vestia e começou a chupar seus seios fartos. Ela, acariciando a cabeça do rapaz, acabou notando a minha sorrateira presença ali perto, e fixou o olhar em mim, enquanto recebia as carícias de seu companheiro. Regina não é do tipo de mulher de se jogar fora. Loira, seios fartos, bunda gostosa, toda feita para o pecado. Estava em uma blusinha leve, e vestindo uma saia, que me permitia ver-lhe a calcinha clara que usava, ainda mais agora que sabia que estava sendo observada, abria as pernas na minha direção, me mostrando o quanto estava molhada com aquela situação.

Eu estava bem excitado em ver aquilo. Nunca tinha ficado de vouyer, mas só o pouco daquela situação já mostrava o quão bom poderia ser. Continuei na minha ali, e ela se contorcia com a boca do seu companheiro nos seus seios. Ela pareceu comentar algo em seu ouvido, e ele, olhando para trás também me viu, e começaram a deixar as coisas ainda mais quentes. Ele enfiou a mão por baixo da saia e começou a lhe tirar a calcinha. Ela, me olhando fixa, apoiava-se com as mãos no banco e se ajeitava, com seu companheiro se abaixado para chupá-la. Ela continuava me olhando fixamente nos olhos, enquanto seu companheiro se ajoelhava na sua frente. Ela abria bem as pernas, o deixando livre para chupar sua pequena buceta, toda depilada.

Ao primeiro toque dele, Regina simplesmente se derreteu, jogando a cabeça para trás e soltou um gemido que consegui ouvir de onde eu estava. Aquilo me deixou com muita vontade de participar da festa, tanta vontade que comecei a me acariciar por cima da calça. Ela percebendo aquilo, começou a brincar com os próprios dedos, e, os enfiando na boca, simulava um boquete. Ela me olhava direto nos olhos, e engolia os dedos por completo, me mostrando do que ela era capaz.

Cansado daquela brincadeira de longe, decidi me levantar e pouco me importar se o seu companheiro iria precisar de ajuda. Fui caminhando em direção aos dois, e ela animada, sorria, enquanto seu amigo não parava com a cabeça entre suas pernas. Quando cheguei ao lado dela, ela passou a me olhar, com muito mais desejo e vontade. Arfei-lhe os cabelos e lhe beijei a boca. Ela gemia na minha boca se derretendo toda ao perceber ser dominada por dois ao mesmo tempo.

Nossas línguas se uniam com um tesão completamente louco, enquanto seu amigo não parava um só minuto de lhe chupar a bucetinha. Ela gemia, completamente perdida. Sem saber a quem dava atenção. Eu, como um caçador nato, não poderia simplesmente pegar leve com ela só por estar a dividindo, e durante nossos beijos, eu tomei um de seus seios com a mão. Enchi minhas mãos e a massageava, com seus mamilos vez ou outra se perdendo entre meus dedos. Ela não se agüentava com aquele tesão todo, e se segurava no banco como se quisesse tirá-lo de lá.

O lugar, a mulher e a situação me deixava louco. Tirei meu pau de dentro da calça e puxei sua mão para ele, que, com vontade, começou a me bater uma punheta forte. Meu pau pulsava na sua mão, e a cada ação mais intensa do seu amigo, ela me punhetava ainda com mais vontade. Tirei minha boca da dela, e pude ver que eu estava com uma visão privilegiada do seu companheiro lhe chupando. Fiquei a olhando receber aquele oral, e punhetando minha rola, enquanto ela olhava meu pau lambendo os lábios. Notei que ela queria toda minha pica. Cheguei perto e ela me abocanhou, me puxando pela bunda para perto dela, enquanto acariciava as costas do seu companheiro. Sua boca deslizava pela minha rola de forma deliciosa. Ia e voltava, deixando minha rola toda molhada, da cabeça até perto das minhas bolas. Seu amigo se levantou, e me olhando disse:

- Essa vadia chupa bem, não?

- E como, amigo! Chupa muito bem!

- Tô afim de experimentar essa boca no meu cacete também, mas ela parece que não quer largar o seu.

- Que é isso, Rafael! Tem pra todo mundo! Tira esse cacete que te chupo gostoso também! – Disse ela 
tirando meu pau da sua boca.

Ele tirou também seu pau pra fora, e espalhando toda a saliva que deixou na minha rola, me punhetava, enquanto chupava seu amigo Rafael, que, sem problemas, conseguiu engolir o pau dele inteiro. Ela olhava para os dois parecendo criança com seus brinquedos na mão. Revezava os boquetes de forma magistral, sem deixar nenhum deles ficar seco. Ora tentava engolir minha rola toda, ora chupava e mordia o pau do Rafael. Já mal nos preocupávamos com onde estávamos e quem poderia aparecer. Só queríamos mesmo era dar um belo banho de porra naquela vadia.

Ela saiu do banco de onde estava sentada e se abaixou para poder chupar os dois melhor. Batia com o pau dos dois na cara, voltava a chupar um com vontade, punhetava o outro com gosto, ela mostrava que queria leite, e gozava com aquela situação que agora se mostrava completamente deliciosa.

O Rafael sentou no banco e ela entendeu o que deveria ser feito, e, encaixando a rola dele na sua buceta, foi se sentando de costas, segurando meu pau com força, sentindo o pau dele entrando quente. Deu umas duas reboladas no pau dele e voltou com a boca no meu caralho. Ela babava como louca na minha rola, subindo e descendo sendo ajudada pelas mãos do Rafael. Mordia meu pau, cheia de volúpia, não deixava nem o meu saco sem o brilho da sua saliva, lambendo e chupando as minhas bolas.

Os gemidos da Regina eram abafados pela minha rola lhe tomando a boca inteira. Ela chupava o meu pau e passava o dedo no grelo, sentindo a rola do Rafael lhe enchendo a buceta. Aquele boquete estava intenso, mas eu queria também sentir aquela bucetinha. Dei um toque no Rafael pra gente trocar, e ele atendeu prontamente. Deitei-me no banco, e ela feio por cima cavalgar com a buceta no meu pau. Enquanto ela cavalgava, não deixava de dar atenção ao pau do Rafael, que lambia, chupava, mordia. Ela se sentia toda poderosa ao ver que tinha dois machos à sua disposição.
Meu pau enchia a buceta dela completamente. Ela gemia forte sentindo minha rola grossa a invadindo, gemidos esses que passaram a ser abafados pela pica do Rafael. Ela rebolava com vontade. Eu sentia minha pélvis de encontro a dela, enquanto ela não parava um só momento de chupar a rola do Rafael. O tempo estava bem quente ali entre nós três, quando ela resolve sair do meu pau e ficar de quatro em cima do longo banco perguntando:

- Quem vem fuder o meu cuzinho, hein? Tô querendo ser enrabada agora.

Eu olhei para a cara do Rafael e ele sorriu. Dei-lhe a preferência e fui para a boca da Regina, dando minha rola novamente para ela se deliciar boqueteando, enquanto o Rafael socava a sua rola no cuzinho. Ela quase arrancou meu pau com os dentes quando a rola do Rafael entrou no seu rabo. Ela gemia tendo seu cuzinho invadido e sua boca cheia. O Rafael dava tapas firmes na bunda da Regina. Ela gemia mais forte, e me chupava mais, lambia o corpo todo da minha rola, lambia as bolas, me chupava como uma perfeita vadia.

Eu queria naquele momento judiar daquela loirinha gostosa. Deitei de novo no banco, ela entendeu, e, tirando a rola do Rafael do seu cuzinho, sentou na minha pica fazendo-a desaparecer. Rafael, como se estivesse lendo meus devassos pensamentos, se pôs atrás dela e, posicionando novamente a rola no rabo dela, começou a enfiar. A buceta dela passou a ficar mais apertada que o já era antes de eu senti-la pela primeira vez. Ela tremia, desesperada, sentindo uma rola grossa na buceta e outra no rabo. Seus gemidos acabaram se transformando em berros, berros esses que tive que tapar a sua boca para não sermos surpreendidos por algum porteiro querendo saber o que acontecia.

Nossos corpos se mexiam com ela, pequena e deliciosa ao meio, gemendo, indo e voltando, dando conta dos dois, um no seu rabo, outro quente na buceta. Gozando como louca, lágrimas escorriam do seu rosto e caiam no meu pescoço. Tanto eu, como o Rafael metíamos com vontade nela, que, perdida, me apertava os braços a ponto de fincar as unhas na minha carne.

- Rafa! Quero provar desse cuzinho também. Vamos trocar de posição, amigo!

- Opa! Com certeza! Arromba o cuzinho dessa putinha, porque ela merece!

- Calma lá, negão! Vc vai me rasgar no meio com essa rola!

- Quietinha, vadia. Você é nossa, e vai sentir minha rola no teu cuzinho sim.

Ela ouvindo minhas palavras ficou caladinha e foi se ajeitando na rola do Rafael, que deixava-a bem ereta. Ela foi se ajeitando, de olhinhos fechados, sentindo a pica do Rafael entrando toda, e tremendo, me viu caminhando para trás dela. Dei um tapa forte na sua bunda, que foi seguido de um gritinho, e me posicionei. Ajeitei minha rola no seu rabinho agora bem fechado e comecei a forçar. Ela se segurava como podia, enquanto a minha rola entrava mascada naquele rabinho pequeno e apertado.

Quando a minha cabeça conseguiu passar, ela ofegava como louca. De respiração pesada e profunda, tentava relaxar o rabinho, enquanto eu penetrava de pouco em pouco. Depois de um tempo vi minha rola sumindo na sua bunda, o que me fez ter mais e mais vontade de ir e voltar gostoso. Nós três estávamos descontrolados naquele playground. Perdemos a noção do barulho e do perigo, quando começamos a gemer alto. Eu já não estava mais agüentando aquele tesão todo e sentia vontade de esporrar. O Rafael também não dava sinais de que agüentaria muito tempo. Quem já tinha gozado umas cinco vezes era a Regina, que agora já se mexia, querendo mais das nossas rolas.

Eu já estava para gozar quando decidi tirar minha rola de dentro do rabo dela. Ela ofegante me olhava já querendo tomar o seu banho de porra. O Rafael, quase no mesmo momento, a tirou de cima dele e ficou do meu lado. Ela se ajoelhou na nossa frente olhando para a nossa cara com aquela carinha de cadela pedinte, e vez ou outra passava com a língua ou na cabeça da minha rola, ou da rola do Rafael. O Rafael acabou gozando primeiro, e lhe deu um belo banho de porra. A cada jato que ele soltava ela tentava acolher com a boca, mas escorria pelo seu rosto, pingava nos seus seios. Eu estava perto de gozar, e enquanto ela espalhava a porra do Rafael pelo seu corpo, a puxei pela cabeça e coloquei a minha glande inchada dentro da sua boca. Ela, gulosa, foi engolindo meu caralho inteiro. Não demorou muito para que eu me acabasse na sua boca, gozando como um louco, de olhos fechados, com ela me chupando como louca e tirando gota a gota de porra do meu pau.

No final de tudo, olhamos uns aos outros e rimos, nos apresentando, afinal apenas nos conhecíamos de vista, e trocamos, claro, os números dos apartamentos. Fui para meu apartamento bem mais relaxado, e com promessa de quero mais, com a deliciosa Regina.

domingo, 16 de maio de 2010

Aulas de reforço

Como eu já tinha viajado o mundo todo, e tinha estudado para virar professor, aceitei dar aulas de literatura e inglês em uma universidade. Minhas aulas sempre foram bem sossegadas. Eu ensinava e falava sobre as partes do mundo por onde passei e comentava sobre o que os autores daquela região. Duas alunas se mostravam por demais interessadas nas minhas aulas. Sabrina, morena, dona de um enorme par de seios, boca carnuda, olhos escuros, cabelos completamente lisos e Regina, que também tinha seios grandes, também de boca carnuda, mas de cabelos levemente encaracolados. As duas nas minhas aulas sempre se sentavam à frente, e sempre me olhando como se eu fosse fugir dali. Vez ou outra uma cochichava com a outra e riam. Eu olhava aquilo e me dava vontade de saber o que era, mas, como era o professor ali, tinha que me manter calado e continuar com a aula, já que elas não interrompiam o andamento da mesma.

Aquele dia estava quente, e a faculdade inteira parecia que tinha se vestido para o pecado. Apenas algumas mais recatadas escolheram vestir algo que não cobria os joelhos. Sabrina e Regina, que sempre andaram juntas, pareciam ter combinado no visual. Eu estava no corredor, indo para uma outra sala quando as duas passaram por mim, vestidas como colegiais japonesas. Cumprimentaram-me, e eu, com todo profissionalismo, as cumprimentei de volta apenas acenando com a mão. Elas ainda me perguntaram se a prova seria difícil e eu disse que para alunas como elas, nada seria complicado.

Durante a prova as duas resolveram se sentar de um jeito que eu pudesse vê-las por completo. Suas saias, como estavam de pernas cruzadas, ficavam bem mais acima que o meio das coxas. As duas realmente me excitavam, e pareciam que queriam isso. Regina estava como uma ninfetinha, com os cabelos em marias-chiquinhas uma em cada lado da cabeça. Sabrina estava de cabelos completamente soltos, jogados sobre o decote que chegava a ser obsceno. Eu, sempre tentando manter o profissionalismo, tentava não olhar a cada trocada de perna que elas davam. Parecia que realmente estavam fazendo aquilo de propósito.

A aula foi passando, e eu me sentindo estranhamente aliviado. Não queria perder aquele emprego. Estava ganhando bem, e me endireitando da vida de baladas e bebedeiras que eu tinha. Mas as duas estavam realmente perigosas, e doidas para aprontar algo. A aula acabou, e eu com um sentimento de alivio no peito pedi as provas, que todos foram entregando na minha mesa. Regina, muito atirada, me entregou a prova olhando na minha cara e chupando um pirulito. Sabrina, rindo da amiga, a empurrou e me entregou sua prova também. Apesar de brincalhonas, nenhuma das duas eram crianças. Eram adultas, e adultas de corpos deliciosos. Sabiam explorar bem a sensualidade dos seus corpos, e isso deixava a todos da faculdade maluco por elas.

Fui para a minha sala. Cada professor tinha a sua por lá, por isso eu adorava trabalhar naquele lugar. De luzes apagadas, computador ligado, persianas entreabertas apenas deixando um pouco de luz do dia entrar, estava em minha mesa lendo alguns textos para aprontar as próximas aulas. Ouço algumas batidas na porta e peço pra entrar. Sabrina entra, empurrada pela Regina, que, como sempre foi mais atirada, já entrou falando:

- Profe! Você passeou pelo mundo todo, não?

- Sim, viajei por muitos lugares, por quê?

- É que a Sabrina quer saber se você conhece Sappho...

- Eu, sua louca? Você me arrastou pra cá!

- Quietinha, Sá! Então, profe, conhece Sappho?

Olhei para as duas cerrando um pouco os olhos e um sorriso tímido no rosto e disse:

- Lógico que conheço Sappho. Qual a dúvida de vocês?

- Ah profe, a gente queria saber se você poderia nos indicar algum livro dele. Você tem algum no seu computador?

E foi se abaixando sobre a mesa. Sabrina olhava e ria vendo que eu estava começando a ficar desconfortável vendo os seios da Regina sobre a minha mesa. Engoli a seco e a chamei para o meu lado para procurarmos alguma coisa. Algo que sempre fui era atencioso aos meus alunos. Regina se colocou atrás de mim, se apoiando na minha cadeira, e vez ou outra passava pela minha cabeça. Sabrina se juntou à nós e se colocou ao lado de Regina, se mostrando bem atenta à minha tela. Começamos a fazer uma pesquisa básica. Logo quando começamos, fotos de lésbicas começaram a popular a tela do meu computador. Sappho era uma poetiza grega, que na idade média foi censurada pelo seu conteúdo erótico.

Regina, muito safada, via as fotos que apareciam e exclamava um “Ai que gostoso”, deixando a Sabrina vermelha de vergonha, mas a mesma não tirava os olhos do monitor. Seria uma mentira descarada da minha parte se eu dissesse que não tinha ficado excitado com aquela dupla. Uma se fazendo de santa, pois já rolavam as histórias pelos corredores da faculdade que a Sabrina não era tão santa assim como aparentava. A outra era sempre comentada pelas suas incríveis aventuras sexuais, sendo o ápice das cantadas descaradas da faculdade.

Eu ali entre as duas continuava a pesquisa, até cair em um poema, que comecei a lê-lo em voz alta para as duas:

“Semelhante aos deuses parece-me que há de ser o feliz

mancebo que, sentado à tua frente, ou ao teu lado,

te contemple e, em silêncio, te ouça a argêntea voz

e o riso abafado do amor. Oh, isso - isso só - é bastante

para ferir-me o perturbado coração, fazendo-o tremer

dentro do meu peito!

Pois basta que, por um instante, eu te veja

para que, como por magia, minha voz emudeça;

sim, basta isso, para que minha língua se paralise,

e eu sinta sob a carne impalpável fogo

a incendiar-me as entranhas.

Meus olhos ficam cegos e um fragor de ondas

soa-me aos ouvidos;

o suor desce-me em rios pelo corpo, um tremor”

Sabrina, calada, respirava fundo a cada palavra por mim proferida com a entonação grave, mas suave da minha voz. Por outro lado, Regina se empolgava, e brincava:

- Nossa, profe! Isso é antigo, mas ainda dá umas coisas.

- Para Rê! O professor vai pensar que a gente está dando em cima dele! Já chega, vai, vamos pra aula e deixar o Dyas em paz, vai.

- Ah, profe! A gente ta te incomodando?

Aquela voz meiga e delicada da Regina simplesmente me derrubou. Eu não poderia simplesmente falar que sim, mas não poderia deixar com que ficassem na minha sala. Isso causaria problemas a todos. Elas seriam expulsas e eu demitido. Mas realmente aquela sensação de perigo e aquelas duas alunas deliciosas estavam me deixando com muito tesão.

Continuamos nossa procura por mais poemas de Sappho, e sempre caindo em páginas com fotos cada vez mais eróticas. Até cairmos em um cujo topo era uma foto com duas garotas com um cara. Regina me mandou uma direta sem perdão:

- Você já se imaginou assim, profe?

Eu olhei para ela, e ela estava olhando para a tela, mordendo os lábios olhando fixamente para a foto.

- Não acha que está sendo bem indiscreta, Regina?

- Ah profe! Conta pra gente. Nunca se imaginou assim?

Olhei para a cara da Sabrina, e ela também se mostrava interessada na resposta, apesar de ter se mostrado tímida até então. Apoiei-me nos braços da cadeira e disse, olhando para as duas:

- Não. Nunca me imaginei. Já vivi essa situação algumas vezes. Mas que fique como nosso segredo.

As duas se entreolharam e começaram a rir. Eu tentei não mostrar desconforto, mas impossível com aquelas duas beldades literalmente dando em cima de mim. Meu pau já se mostrava duro, e era impossível esconder o volume ali. Acredito que a Regina tenha notado minha excitação e disse:

- Profe. Está muito bom aprender sobre a Sappho. A gente pode matar aula e ficar por aqui?

- Claro! Se vocês não estiverem com problema de faltas... Vou ligar para o...

- Não, profe! Não precisa ligar! Não temos problemas de faltas, não é, Sa?u olhei para ela, e ela estava olhando para a tela, mordendo os ldo em pto tes

Sabrina olhou rindo para a Regina e disse:

- É... Acho que não temos não...

E dizendo aquilo caiu em uma gargalhada nervosa, evitando me olhar. Eu olhei rindo para as duas e me voltei ao PC, dizendo:

- Bom. Já que vocês não têm problemas com faltas, podem ficar. Procuramos por mais poemas de Sappho e imprimimos por aqui mesmo.

- Ah, profe! Por isso acho você o melhor professor da faculdade! Sempre muito bem prestativo. Podemos deixar a porta trancada? Vai que aparece alguém e nos vê por aqui? Pode ser perigoso, não acha?

Meu coração quase saiu pela boca àquela hora com o susto do pedido. Já estava realmente entendendo a intenção da Regina, mas estava realmente querendo evitar à todo custo que aquilo acontecesse, mas já as tinha permitido na minha sala, porque não permitiria que a porta fosse trancada? Sabrina olhava para a amiga tentando não soltar outra gargalhada enquanto Regina, sem esperar minha resposta, foi até a porta e passou a chave. Virou-se para mim, logo após ter fechado a porta, e disse:

- Pronto. Agora somos suas, profe!

Minha respiração se mostrou pesada, preocupada, tensa. Eu estava muito excitado e nervoso ao mesmo tempo com a situação. Regina veio na minha direção caminhando de uma forma que sua curta saia se movesse para os lados conforme seus passos. Eu olhei para a Sabrina e ela olhava para a Regina já não mais com o sorriso tímido, mas um sorrido de predadora feliz pela caça capturada. Olhei para a tela do computador novamente e comecei a navegar pela página, e mais abaixo o poema da Sappho, vinham algumas fotos de duas mulheres se beijando, se chupando, duas mulheres lambendo um pau.

Eu me via num beco sem saída, ainda mais quando a Regina voltou para onde estava e começou a me massagear as costas:

- Calma, profe! Você será bem recompensado pela aulinha de reforço que vai nos dar agora, não é, Sabrina?

Ela concordou apenas com a cabeça, nos olhando. Regina sem parar a massagem, pediu que eu continuasse lendo os poemas. Continuei lendo enquanto ela me massageava as costas e vez ou outra chegava mais perto, roçando com os peitos na minha cabeça. Sabrina parecia hipnotizada olhando para a tela, com várias imagens realmente muito excitantes. Aquele assédio das duas chegava a fazer o meu pau doer. Sem perceber, fui ajeitar a pedra que tinha se tornado a minha rola dentro da cueca e fui surpreendido com a chamada de atenção da Sabrina na Regina:

- Re! Você está deixando o professor sem jeito! Ta até se ajeitando aí na cadeira!

- Ta acontecendo algo, profe!? Quer que eu pare?

Eu parei, respirei fundo, tentei me controlar, mas meu pau não dava sinais que iria se acalmar tão rápido. Eu iria responder a pergunta da Regina, quando a Sabrina foi mais rápida, e segurando a mão da Regina a levou para o meu pau, dizendo:

- Olha aí o que vc está causando no nosso querido professor! Ele vai nos mandar conversar com o reitor!

A Regina onde estava com a mão parou, e começou de leve a massagear o meu pau.

- Profe! Que caneta grande essa a sua! Faz juz a sua cor!

- Regina, por favor, melhor pararmos aqui. Explico sobre Sappho, mas não podemos sair disso.

Sabrina me massageando o peito, começou a ajudar a Regina a me convencer:

- Ah professor... Por que não aprender sobre Sappho na prática? Esses poemas todos a gente já conhece. Queremos alguém que nos explique melhor a essência de seus poemas.

Eu olhei um pouco assustado para a Sabrina, que até então se mostrava extremamente tímida com a situação. Ela me olhava sorrindo como uma devoradora de homens, muito mais ameaçadora que a Regina. Engoli a seco me vendo naquela situação ameaçadora à minha carreira, enquanto isso, Regina abria a minha calça e tirava meu pau da cueca, massageando-o inteiro. Sabrina começou a me beijar o pescoço, o rosto, o canto da minha boca, Regina continuava a me despir, abrindo a minha camisa e me beijava o peito.

- Gente. Sappho era lésbica! Se quiserem aprender sobre ela na prática, vocês terão que brincar entre vocês!

- A gente já brincou entre a gente, professor. – Disse Sabrina puxando meu rosto e olhando nos meus olhos – Agora queremos um brinquedo de carne com a gente, não é, Regina?

A Regina apenas concordou com um “hum hum” sem tirar a boca do meu peito, que beijava e lambia, alisando os pelos do meu peito. Sabrina me beijou a boca, praticamente invadindo meus lábios com a sua língua chamando a minha para fora. Notei que toda e qualquer resistência seria inútil e entrei na brincadeira, beijando-a de volta. Quando coloquei minha língua dentro de sua boca, ela a chupou, como se estivesse chupando meu pau, que a esse momento babava na mão da Regina, que me punhetava de leve enquanto me beijava o pescoço.

Eu estava dominado e perdido, de camisa e calças abertos, sentado, com a Sabrina e a Regina simplesmente me dominando. Meu pau nesse momento era completamente dominado por duas mãos, não sabia qual era qual, uma me massageava as bolas, outra me punhetava. Virei-me e Regina começou também a me beijar, também me chupando a língua como se fosse meu pau. Sabrina me beijava se abaixando. Puxou e virou minha cadeira. Encaixou-se entre minhas pernas e começou a me chupar. Regina enquanto me beijava tirava a sua pequena e decotada blusinha, deixando à mostra seus seios grandes de mamilos duros. Regina me beijando acariciava os cabelos de Sabrina, que, segurando meu pau com uma mão, me chupava forte, indo e voltando com a cabeça. Regina parou de me beijar e me deu seus seios na boca, que mamei como uma criança gulosa e faminta, enquanto a mesma empurrava a cabeça da Sabrina para engolir ainda mais o meu pau. Sabrina com um gemido abafado se apoiava nas minhas coxas, e Regina se mexia, aproveitando aquele momento ao qual dominava seu professor e sua aluna. Eu já estava envolvido com aquele momento, e acabei encontrando a mão da Regina sobre a cabeça da Sabrina. Começamos a nos acariciar enquanto arfávamos os cabelos da Sabrina. Sabrina não parava de chupar o meu pau com vontade. Babava por ele inteiro, me deixando completamente louco de tesão.

Regina num momento deixou a minha boca, e se juntou a Sabrina, ajoelhada na minha frente. As duas começaram a não só chupar o meu pau, como se beijar com meu pau entre suas bocas. A visão me deixava completamente louco, perdido. Queria gritar com aquilo, mas ainda conseguia me lembrar que eu estava em uma faculdade, e qualquer barulho estranho poderia nos fazer perder muita coisa. Continuei tentando gemer baixo, enquanto as duas me chupavam. Regina, que tinha perdido o posto de mais safada na minha concepção, resolveu tomar de volta seu posto, tirando a blusinha também pequena da Sabrina e começou a chupar seus peitos. Sabrina não tirava a boca do meu pau por nada. E começou a chupar com mais vontade, com a boca da Regina lhe dominando os enormes seios desnudos. Sabrina me punhetava forte enquanto me chupava, e recebia a boca da Regina nos seus seios.

Sabrina tirou a boca do meu pau por um instante e só o segurou por um instante, enquanto observava sua amiga enchendo a boca em seus seios e a penetrando com os dedos. Eu observava a cena apenas alisando meu pau cheio de veias, com a cabeça inchada. A Sabrina puxou a Regina pela cabeça e começou a beijá-la. Fiquei observando a bela cena. As duas se beijando carinhosamente, com seus mamilos se tocando. Levantaram-se e continuaram a se beijar, se abraçando como duas verdadeiras amantes. Eu também me levantei e deixei minha calça cair. Entrei no meio das duas que me receberam com carinho, me abraçando e me entregando suas línguas na minha. Durante esse beijo triplo as saias das duas caiam uma a uma. O que restou foram suas coxas deslizando no meu pau quente.

Eu estava totalmente nu, e elas resolveram de ficar iguais a mim, retirando suas pequenas calcinhas. Depois disso se abaixaram novamente e voltaram para o meu pau. Regina se incumbia de chupar a cabeça da minha rola enquanto Sabrina dava um belo trato nas minhas bolas, lambendo com gosto cada uma delas. Eu as acariciava os cabelos, fechava os olhos com a minha cabeça jogada para trás. Curtia cada linguada que recebia, seja ela no meu saco, seja ela na cabeça do meu pau.

Eu já estava completamente envolvido com aquela transa. Já mal me preocupava com expulsões ou coisas parecidas. Apenas queria gozar, e sentir as duas gozando. Puxei a Regina pelo cabelo e a beijei. Com isso, a Sabrina acabou ficando cara a cara com meu pau e com a buceta da sua amiga. Ela deixou minha rola um pouco de lado e começou a lamber a buceta da Regina. Essa gemia na minha boca como louca, recebendo a língua doce da Sabrina. Eu não ficava atrás. Também gemia muito com a punheta deliciosa que ela me fornecia.

Sabrina era bem habilidosa, seja com a boca, ou com as mãos. Aquilo me dava vontade de retribuir e com bom estilo seus carinhos. Puxei-a, e jogando tudo o que estava em cima da minha mesa a deitei em cima dela, com as pernas bem abertas. Encaixei-me entre suas pernas e comecei a lambê-la. O resto dos papéis que existiam na minha mesa ela se incumbiu de jogá-los no chão. Minha língua arisca lhe massageava o grelo, seus grandes lábios, sua virilha. Regina se incumbia de aumentar ainda mais o prazer da amiga, e lhe massageava os seios com vontade. Sabrina estava um pouco torta na mesa, o que lhe possibilitava que a Regina encaixasse sua buceta em sua boca. Sabrina estava completamente tomada, com as mãos da Rebeca nos seus lindos e deliciosos seios, a boca cheia com a buceta da amiga e sua buceta me servindo todo seu mel quente nos lábios.

A primeira a gozar gostoso foi Regina. Sabrina sabia como usar muito bem a língua. Regina quase que desmaiou, gemendo na boca da amiga e bambeando as pernas. Depois que gozou, voltou para o meu pau. Enquanto isso eu continuava com aquela buceta cheirosa e deliciosa da Sabrina. Ela delirando de prazer me massageava a cabeça, se contorcia, e eu gemia abafado, com a boca da Regina me engolindo por completo. Sentia a cabeça do meu pau na sua garganta e sua língua me lambendo as bolas. Eu lambia muito rápido a buceta da Sabrina.

Depois de brincarmos bastante, Sabrina também gozou, e gozou forte na minha boca, me segurando pela cabeça e levantando as pernas. Ela respirava ofegante, louca, tesuda. Quando ela acabou de gozar, fui dar mais atenção à Regina, que não parava de chupar e beijar o meu pau. Puxei-a novamente e a apoiei na minha mesa, com a bunda virada para mim. Pincelei meu pau no rego da bunda e comecei a preencher sua buceta, com a minha rola ainda molhada com a própria saliva. Ela quase berrou quando meu pau entrou. Só não berrou porque sua boca tinha sido abafada com os beijos da amiga. A segurei pela cintura, a puxando gostoso, num vai e vem delicioso.

O que me deixava com mais tesão não era só a buceta apertada da Regina, e sim aquela deliciosa cena das duas se beijando deliciosamente na minha frente. Eu metia gostoso, sentindo aquela bucetinha me apertando. Regina provavelmente sabia da arte de pompoar, me massageando o pau por completo dentro da sua xota. Sabrina na frente da amiga a xingava, dava alguns tapas na cara, voltava a beijar. Regina, mesmo tomando meu pau, ainda arrumava um jeito de massagear a buceta da amiga.

A brincadeira com a Regina estava deliciosa, mas eu queria sentir também a Sabrina. Tirei minha rola da Regina, puxei a Sabrina e a coloquei de quatro no chão. Sabiamente, Regina deitou-se em frente à Sabrina, e enquanto ela levava o meu pau por trás, que sumia a cada vez que eu a estocava, chupava sua amiga. A visão dos pretos cabelos da Sabrina tomando a barriga da Regina estava maravilhosa. O que se ouvia na sala eram gemidos. Os meus e os da Regina mais abertos, e os da Sabrina mais abafados por conta da buceta deliciosa da Regina na sua boca.

Eu já suava como um louco. Estava segurando bravamente o gozo enquanto tentava apagar o fogo daquelas deliciosas alunas. Regina me tirou da buceta da Sabrina para apenas uma coisa. Se deitar embaixo da amiga. Ela se posicionou embaixo da Sabrina e começaram um meia nove. Eu fiquei assistindo a cena, que deliciosamente me excitava ainda mais do que eu já estava. Regina por um momento parou de lamber a amiga e disse:

- Vem cá, profe! Come a Sá mais um pouquinho, come?

Eu atendi prontamente o pedido, e voltei com a minha rola na sua buceta. Regina me lambia o saco e voltava a lamber o grelo da amiga. Delicia sentir uma buceta e uma língua no pau. Eu simplesmente estava no paraíso com aquelas duas. Minha porra vinha à galope, mas eu queria mais. Eu tinha que ter mais. Segurei-me ainda mais e deitei no chão. As duas continuaram se chupando deliciosamente. Elas rebolavam uma na boca da outra como duas serpentes em briga. Elas pareciam competir. Ver quem fazia a outra gozar na boca primeiro. E a briga estava boa, pois as duas usavam armas fortes, lambidas poderosas, rápidas e dedadas fundas e intensas. Deitado ali, nem me preocupava com o fato de ter sido esquecido. Apenas curtia a cena das duas brincando.

Sabrina em um momento notou que eu estava deitado e não se agüentou. Saiu de cima da amiga e sentou na minha pica, enterrando-a completamente em sua buceta. Regina, ao se ver esquecida, queria mais, e sentou com a buceta na minha cara. A cena estava maravilhosa. Regina sentada na minha cara, Sabrina no meu colo, e as duas se beijando no meio. Mesmo já tendo passado por outras oportunidades dessa, não deixava de me sentir muito privilegiado de estar com aquelas duas maravilhosas mulheres.

Sabrina rebolava e gozava no meu pau. Gozava deliciosamente, apertando minha rola inteira. Delícia sentir o pulsar daquela buceta quente na minha pica. Ela gozava deliciosamente na minha pica, me fazendo ficar cada vez mais perto da minha. Depois de gozar gostoso, ela saiu do meu pau e foi sentir o próprio gosto da buceta nele. Chupava deliciosamente minha rola quando Regina também se abaixou e começou a chupar também, e eu fiquei num meia nove com ela. Minha língua chicoteava seu clítores, e elas davam um belo trato na minha rola. Não sei por quanto tempo ficamos naquela deliciosa briga. Só sei que senti minha pica como um vulcão, que entrou em erupção e começou a jorrar porra para todos os lados, preenchendo as bocas das minhas aluninhas deliciosas, que não paravam de lamber e buscar os jatos de gozo.

Detonados, cansados, suados, riamos no chão da minha sala. Depois de descansarmos um pouco nos vestimos e tentamos nos arrumar. Sabrina, que entrou quietinha e tímida, antes de sair da sala com a Regina, me perguta:

- Professor, quando a gente pode ter outra aula dessa, hein?

Eu comecei a rir. Ver aquele lado delicioso e safado da Sabrina me deixou realmente assustado. Respondi que em breve poderíamos ter novas aulas como essa. As nossas aulas em sala, com todos os alunos começaram a ficar mais complicadas, confesso, mas todas as aulas que eu dava para aquela turma, eu tinha que ir com calças mais largas.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Presente de aniversário - Parte 3

Cansados, empapados de suor e gozo e ainda cheios de tesão. Essa era a cena que se via entre eu e aquela mulher, que mesmo depois de tudo, tinhamos um pouco de gás para mais uma. Meu amigo não aguentou o pique da garota e acabou caindo no sono. Ela punhetava minha rola ainda melada de porra e saliva me beijando a boca. Eu retribuia, lhe massageando os seios. Difícil não saber o que estava melado de gozo meu, gozo dele, gozo dela, saliva, suor. O sol fora de casa já demonstrava que iria se por, e a gente naquela pegação sem fim. Minha rola não dava sinais de que iria cair, e isso a deixava mais louca.
Continuou me punhetando e lambendo a cabeça do meu pau. Aquela língua quente me deixava realmente louco, querendo comer mais aquela gostosa. Ela ainda tentou acordá-lo, chupando seu pau enquanto ele dormia, mas sem sucesso. A briga estava realmente entre nós dois, já que meu amigo literalmente desmaiou.
Continuamos aquela nossa guerra em tentar fazer o outro cair. Ela, me punhetando e lambendo a cabeça do meu pau, meu saco, meu corpo, e eu a massageando os seios, tentando buscar sua xotinha. Como estávamos morrendo de calor, não só pela nossa situação, mas como também por conta do dia abafado, decidimos ir ao banheiro tomar um banho, prometendo um ao outro uma pequena trégua. Chegando lá, ligamos o chuveiro e começamos a nos banhar. Ela vendo minha rola, ainda dura como pedra, resolveu quebrar nosso tratado de paz:
- Você me deu um presente delicioso! Nunca tinha transado com um negro! Agora toma... Presente pra você!
E se apoiando na pia levantou bem a bunda e abriu as pernas. Eu estava me ensaboando quando vi a cena e ouvi. Larguei o sabonete e fui para cima dela, ensaboado mesmo. Quando comecei a meter, ela me joga o cabelo de lado e diz:
- Gostou do meu cu, né negão? Sabia que adoro me masturbar com frasco de desodorante? Só assim prá sentir um pau do tamanho do seu. Me fode, preto gostoso.
Ouvindo aquilo, me senti na obrigação de fazer aquela linda vadia gritar com a minha rola enfiada até as bolas no seu rabo. Eu só não sabia de onde saia tanta disposição. Aquela mulher sabia trepar bem e muito! Enfiei a cabeça do meu pau no rabo dela e o resto passou fácil. Ela comprimia minha rola dentro do seu cu, e na ponta dos pés gemia.
- É isso que você quer, tesuda? Quer minha rola inteira nesse seu cu arrombado, é?
- Isso filho da puta! É isso que eu quero! Me arromba mais! Quero não aguentar sentar, negão gostoso!
E resolvi atender ao seu desejo, a pegando forte pela cintura com uma das mãos, a outra puxando pelo cabelo e minha rola entrando e saindo daquele rabo. Sua bunda batia na minha pélvis fazendo barulho de palmas. Quanto mais barulho fazia, mais eu queria, e ela também.
Começamos a meter forte. Muito forte. Tão forte que já estávamos quase urrando naquele banheiro. Estávamos berrando tanto, e nossos corpos se batiam tanto que meu amigo acordou. Foi até o banheiro para ver o que estava acontecendo e deu de cara com a cena dela sendo fodida mais uma vez por mim. Ele encostou na porta do banheiro e ficou olhando, enquanto ela mal conseguia falar, e eu, mordendo os lábios, socava sem parar naquele rabo.
Não demorou muito e senti nas minhas pernas o líquido dela escorrendo. Eu via os jatos que ela soltava, e mesmo assim eu não parava. Ela na ponta do pé gemia como louca, rebolava, jogava a bunda pra traz. Não demorou para o meu amigo começar a bater uma vendo a cena. No momento ela só tinha olhos para mim, que olhava para a minha cara, abrindo bem a bunda para que eu olhasse minha pica entrando e saindo do seu rabo. Meu amigo foi ficando um pouco nervoso com isso e a juntou pelos cabelos, a fazendo engolir toda a rola dele numa vez só. Ela engasgou tamanha a violência que ele a pegou. Mas, como boa puta que era, aceitou numa boa a rola dele na garganta e começou a chupar, sendo puxada pelos cabelos por ele. Nem por isso parei de socar minha pica toda no seu rabo. Naquela hora, ela estava realmente sendo possuída por 2 homens. Ela não tinha ação. Tinha se transformado em uma bonequinha de luxo.
Minha rola grossa não parava naquele rabo por nenhum instante. Eu queria encher aquele cu de porra. Meu amigo a puxava a cabeça com força e vontade. Não parava. Ela gemia completamente engasgada com a rola dele. Ela tentava tirar a cabeça, ou me empurrar e não tinha como. Mordia o pau do meu amigo e ele respondia com um tapa forte na cara, tentava tirar o cu do meu pau e tomava um outro tapa na bunda. Em pouco tempo, mais uma vez ela já estava molhando o chão de novo, gozando mais uma vez com aquela surra que estava tomando. Tirei minha rola um pouco do seu rabo e meti na sua buceta. Ela estava tão sensível que na hora que coloquei, ela deu um pulo. Enfiei minha rola por completo na sua buceta, e ela tentava gemer, mas era abafada pelo pau do meu amigo, que ele, sem perdão, usava a boca dela para bater uma punheta.
Meti mais um pouco naquela buceta quente e super encharcada. Nesse momento já nem lembrávamos mais o que era chuveiro. Metendo do mesmo jeitinho que eu enchia o seu cu, soquei sem perdão minha rola naquela xota. Olhei no banheiro e vi o meu desodorante e pensei em fazer uma sacanagem. Peguei o vidro e comecei a forçar no seu rabo, que foi aceitando numa boa receber a minha rola e o objeto roliço da mesma grossura do meu pau. Ela entrou em êxtase. Seus 3 buracos completamente preenchidos. Ela rebolava no meu pau devagar. Sentia dor, mas queria tudo. Sua buceta daquele jeito ficou muito apertada. Eu delirava com aquilo. Meu amigo passou a receber um boquete tão forte que já nem usava as mãos, e ela tremia.
Ficamos naquela durante um tempo, até que ela, tirando o pau do meu amigo da boca, falou:
- Se..seus filhos da pu...pu...puta... Vou gozar!!
E nisso me veio um outro jato tão forte que me banhou completamente as pernas. Depois dessa gozada tão intensa ela bambeou. Tirei o desodorante do cu dela, tirei meu pau e ela ajoelhou na nossa frente. Ficamos batendo uma na frente dela, e ela, querendo retribuir, mas sem forças alguma depois daquela gozada chupava um pouco um, depois o outro, tentava nos ajudar na punheta, até que nós dois começamos a gozar. Vários jatos de porra voaram em direção a ela, que tentava pegá-los com a boca, com as mãos, com o corpo.
Depois disso, tomamos um banho e fomos nos vestir. Aquela tarde realmente foi alucinante! Será que ela vai me chamar como presente de aniversário de novo?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Presente de Aniversário - Parte 2

Nós dois estávamos completamente molhados de suor e gozo. A cama mais parecia uma praça de guerra, com lençóis jogados ao longe, o colchão ensopado e nós dois jogados, pelados, tentando recuperar o fôlego perdido durante tantas ondas de orgasmos. Mesmo depois de tanto gozar e meter, meu pau continuava lá em posição de sentido. Ereto como um mastro de bandeira. Ela, vendo a cena, queria aproveitar todo minuto ao qual estávamos lá, e se pôs a novamente chupar o minha rola. Ela mamava com extrema vontade, querendo mais porra quente na sua boca. Eu não poderia ficar de fora e acariciava sua bucetinha e seu cuzinho enquanto me chupava. Ela retribuia as minhas carícias com mordidas e lambidas na cabeça da minha rola. Delícia aquela chupeta tão bem feita.
Mas ela aquele dia realmente queria mais, e queria tudo. Se levantou e fomos para a sala. Meu amigo estava lá, mexendo em um pc, e ela se sentou ao lado dele, em um daqueles almofadões do tipo puff e começou a chupá-lo. De leve, foi ficando de ladinho, e com uma voz meiga e delicada disse:
- Vem cá, negão. Não gostou de comer meu cu?
Como resistir a um pedido daqueles? Me coloquei atrás dela e comecei a meter naquele rabo que já estava laceado pela minha rola. Ela rebolava enquanto enchia a boca com a rola do meu amigo. Meu pau pulsava gostoso naquele rabo, ela gemia gostoso, e aqueles gemidos abafados dela me davam mais e mais vontade de meter fundo. Ela falava para o meu amigo:
- Nossa! Que pica enorme tem esse seu amigo!! Que presente delicioso de aniversário esse que você está me dando!
Ele olhou para a minha cara rindo, e eu mandei bala, a pegando forte pela cintura e metendo cada vez mais forte naquele cuzinho maravilhoso. Ela gemia abafado com o pau do meu amigo na garganta. Estremecia sendo possuída por dois novamente. E, como toda boa safadinha, queria tudo o que tinha direito. Se lambuzava chupando a rola do meu amigo, lambia, chupava, engolia, e com extrema experiência, rebolava com o rabo meu pau. Não deixou nenhum dos dois à ver navios. Como uma verdadeira dama da noite satisfazia aos dois, e se satisfazia junto. Mas ela queria mais, e como queria. Se levantou e puxou nós dois de volta ao quarto, e resolveu comandar a festa:
- Agora, eu vou comandar a festinha, rapazes... Quero do jeito que eu mandar!
Olhamos um para a cara do outro e rimos vendo ela nua na nossa frente, empostando a voz. Eu disse:
- Tá bom, delícia... O que você propõe?
- Xiiiuu. Eu falo aqui... Você, negão, quero com esse bocão na minha xota agora. Você, branquelo, quero seu pau na minha boca já!
Ao ouvir a ordem, me pus a atendê-la prontamente. Deitei na cama e ela se sentou na minha boca, enquanto meu amigo de pé recebia a boca dela no seu pau. Enchi a boca naquela buceta inundada, e ela, como boa chupeteira, lambia e chupava cada vez mais forte o pau do dele. Conforme eu ia aumentando a velocidade, mais e mais ela chupava. Meu amigo ia a loucura com aquele boquete, e eu ia a loucura com aquele grelo pulsando na minha boca. Minha chupada foi realmente para deixar aquela mulher louca. Enfiava dois dedos no seu cuzinho, enquanto minha lingua chicoteava aquele clítores duro. Ela continuava gemendo gostoso, engolindo o caralho do meu amigo, e me abrindo a buceta para minha língua passear mais fácil na carne lisa. Ela tremia com a minha língua áspera, ora acariciando, ora invadindo aquela carne molhada de saliva e mel de buceta.
Não demorou muito para que ela jorrasse na minha boca. Modéstia parte, as que nunca gozaram na minha boca, foi porque nunca deixou com que eu encostasse com a minha boca lá. Carnuda, língua áspera, gulosa, grande. Aquela boca que envolve uma buceta por completo, deixando qualquer mulher à mercê dos desejos mais impuros. Ela gozava como louca, gemendo, urrando. Enquanto gozava, praticamente afogando no teu gozo, ela apertava o pau do meu amigo, que também urrava como louco, realmente não sei se de prazer, ou dor, pela gozada tão intensa daquela deliciosa mulher.
Mas como uma boa e safada mulher, queria mais. Queria dessa vez era afogar meu amigo com seu gozo:
- Vem você agora. Quero ver se é melhor me chupando que o negão aí. Você, negão, merece uma bela de uma homenagem. Vem cá e coloca toda essa rola na minha boca, põe?
Me levantei e me pus na posição do meu amigo. Ele, por sua vez se posicionou onde eu estava, e continuou a chupá-la. E quando ela disse em homenagem, realmente quis dizer a HOMENAGEM. Ela veio ávida no meu pau, chupando, passando no rosto, tentava engolir. Ela realmente queria retribuir ao orgasmo colossal que a fiz ter na minha boca.
A língua do meu amigo parecia não fazer a mínima diferença a ela, que lambia, chupava, passava com meu pau na sua cara, lambia minhas bolas. Ela queria realmente me fazer gozar de novo com aquele boquete. Eu a massageava os seios, puxava seus cabelos, sentia aquele boquete delicioso delirando. Ela sorvia o meu pau, engolia com verdadeira experiência e precisão. Mas para que eu gozasse, ela tinha que se esforçar bem mais. E como precisava.
- Eu vou te fazer gozar como me fez, negão! Nem que eu tenha que virar a noite aqui trepando com você! Vem, me enraba, mas me enraba gostoso!
Ela saiu da boca do meu amigo. Virou questão de honra que eu gozasse gostoso. Se colocou de 4 em cima do meu amigo, colocando o pau dele na buceta dela, e abriu o rabo, esperando meu pau para uma nova dupla penetração.
Cheguei por trás e meu pau passou como faca na manteiga. Ela estremecia daquele jeitinho. Gostou da idéia de ter seus dois buracos invadidos, um por uma rola branca normal, sem muitos atributos e o outro pela minha rola, negra, grossa e grande.
Eu enfiava minha rola, e meu amigo, já nervoso por ter sido deixado meio de lado, metia forte na buceta dela. Mesmo sendo difícil se mover numa DP, eu não deixava barato e também me mexia, enchendo aquele rabo com a minha rola. Os buracos apertados, ela gemendo como louca, chegando a berrar, meu amigo socando forte na buceta e eu enfiando sem dó no seu rabo. Essa era a cena deliciosa que acontecia naquele momento. Meu amigo novamente não aguentou e anunciou que ia gozar. Eu sai e deitei de lado. Ela, sentou na minha rola sem colocar os joelhos na cama e esperou por mais porra na boca dela. Sentando com força, usando meu pau para preencher seu cú, ela chupava a rola do meu amigo, punhetando até que novamente ele novamente encheu a boca dela de porra. Dessa vez, escorria pelo canto da sua boca, mas mesmo com ele gozando, não deixava de continuar quicando no meu pau, enfiando e tirando minha rola.
Quando meu amigo acabou de gozar, ela se apoiou no meu joelho e continuou a pular na minha rola.
- Vai negão..Goza, negão.. Me dá sua porra na minha boca de presente, vai?
Ela pulava, jogava os cabelos para traz, eu via meu pau entrando e saindo daquele rabo apertado, e meu amigo, já sem forças por gozar 2 vezes. Eu já começava a me contorcer para não gozar no seu rabo, e ela sem dó, rebolava, sentava mais devagar, mais rápido, tirava e sentava de novo, mostrava todo o poder que uma mulher consegue ter sobre um homem quando bem quer.
Minha rola pulsava no mesmo ritmo que o seu cuzinho piscava. Ela queria realmente me fazer gozar e muito. Eu já não mais aguentava segurar, e ela percebia isso, pulando cada vez mais forte. Quando anunciei que ia gozar, ela saiu com o rabo do meu pau e me puxou. Me punhetando, passava com a rola nos peitos, batia forte aquela punheta, e meu pau pulsando nas suas mãos. Eu segurava forte para dar de presente um belo banho de porra naquela deliciosa aniversariante. Ela não se aguentou e foi ajudar as mãos usando a boca, me chupando forte, chegando a deformar as bochechas de tão forte que chupava minha rola. Eu gemia forte, tentando segurar, e ela indignada continuava sem perdão engolindo minha rola, me acariciando as bolas, quando já não mais aguentei continuar a segurar. Simplesmente gozei enchendo a boca dela do meu leite quente e viscoso. Minha rola pulsava jorrando, e ela com uma boca bem treinada não deixava uma gota sequer ficar perdida. Mas meu pau não caiu mesmo assim, e muito menos a vontade dela diminuiu.

Continua...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Presente de aniversário - Parte 1

Era uma tarde quente aquela de quarta feira. Estava no meu quarto terminando alguns trabalhos. Naquela época eu morava com um amigo. Dividíamos o aluguel e as contas só para morar na Capital. O dia do meu aniversário estava chegando e eu estava afoito para poder ter o meu final de semana livre e poder curtir no barzinho com os amigos.
Estava completamente de boa em frente ao pc, quando ouço uma voz feminina chamando pelo meu amigo do lado de fora. Ouvi um pouco de agitação, mas mesmo assim fiquei por lá, curtindo um som e escrevendo as páginas do trabalho a ser entregue na sexta feira.
Vi meu amigo passar para a cozinha, pegou 2 copos e me fez uma cara de que iria aprontar algo. Fiquei na minha, afinal tínhamos o pacto de cada um com sua mulher, seu pc e sua bebida.
Não demorou muito e comecei a ouvir os gemidos da garota na sala. Tapas, ela pedindo mais, e mais, e esse meu amigo a chamando de vadia, puta... Eu já estava mais que acostumado com aquilo em casa. Volta de balada era sempre a mesma coisa quando saíamos "à caça".
Continuei por lá, fumando meu cigarro e fazendo o meu trabalho, quando ele pelado entra no meu quarto segurando uma corda:
- Aê, brother, presente pra você.
Fiquei meio atônito na hora. Porra! O cara larga de comer aquela mulher e vem pra cima de mim pelado? Quando olho melhor, lá está ela, de 4 como uma cadela, toda nua vestindo apenas uma coleira. E ela me olhava com uma cara de cadela pedindo realmente para ser possuída por nós dois. Eu ainda olhava a cena estranhando um pouco, mas depois pensei na célebre frase "Quem está na chuva é pra se molhar".
Abri o zipper da minha calça e ela veio pra cima. Afoita, foi tirando meu pau da cueca e me chupando, sem nem ao menos me dar chances de tirar a calça por completo. Enquanto ela me pagava aquele boquete, meu amigo foi por traz. A pegou pela cintura e começou a fuder a buceta dela. Eu continuava lá, com meu pau na sua boca. Ela só tirava para falar: "Meu deus, que pau enorme" "Fode minha buceta, cachorro" "Que delicia uma rola na buceta e outra na boca!"
Eu olhava para a minha rola na boca daquela mulher, e via todas as veias bem definidas, a cabeça muito inchada, vermelha, a língua dela passando e saboreando cada centímetro enquanto ela gemia recebendo a rola do meu amigo.
Ele não demorou a gozar. Tirou sua rola dela e jorrou nas suas costas, e ela me apertava a pica como se estivesse tendo um orgasmo. Meu amigo pediu 5 minutos para descansar, mas ela queria era sentir algo preenchendo a sua buceta. Se levantou e foi para a sala, onde se apoiou em um sofá e empinou aquela bunda redondinha e disse:
- Vem negão! Vem meter esse pau enorme na minha buceta, vem?
Atendi prontamente, e posicionei minha pica. Ela ia se ajeitando cada vez mais até que minha rola entrou com tudo, e começamos aquela deliciosa dança. Meu amigo ficou de lado, esperando que o pau dele acordasse, e eu sem pestanejar, metendo bronca naquela buceta deliciosa.
Em um dado momento, resolvemos ir ao quarto dele, onde tinha uma cama de casal. A peguei de frango assado, e enquanto eu fodia aquela buceta ela chamava meu amigo para ver o que eu estava fazendo com ela. Ele se excitou na hora e veio participar da brincadeira, colocando o pau dele na boca dela e ela voltou a ser possuida por 2, mas a vadia queria mais. Ela sabia como trepar, e como trepar gostoso.
Meu amigo pediu para comer o rabo dela, e ela prontamente aceitou, saindo do meu pau e se sentando no caralho dele, mas nem por isso deixou de dar atenção ao meu pau, que chupava, lambia, apertava. Aquela gulosa estava tão intensa enquanto ela era enrabada que não aguentei o tesão e acabei jorrando toda minha porra na sua boca.
- Limpa toda a porra do meu pau, porque quero comer a sua buceta de novo.
- Hmmmm. Eu quero!!
E ela, obediente, continuou chupando meu pau, que continuava muito duro até deixá-lo apenas babado de saliva. Me deitei na cama, e ela veio pra mim, tirando o rabo do pau do meu amigo, e foi enfiando toda minha pica na sua xota. Depois que estava bem acomodada, chamou meu amigo:
- Vem, tem buraco pra mais um aqui!
Ele se posicionou atrás dela e começou a meter no rabo. Começamos uma deliciosa dupla penetração, com ela me beijando e berrando "Vocês estão realizando meu sonho!!!Que delicia!!!"
Nós 3 continuamos aquela deliciosa coreografia durante um tempo. Sentia sua buceta muito apertada. Nós 3 naquele momento já estávamos empapados em suor e urrando como animais. Até que ela pediu;
- Agora eu quero é esse negão gigante me arrombando.
Trocamos de posição. Meu amigo se colocou embaixo dela, e eu foi por trás, abrindo aquele rabo, piscando pedindo pela minha rola. Não fiquei de corpo mole e enfiei inteiro. Confesso que não é fácil para uma mulher aceitar fazer sexo anal comigo. Aquela realmente mereceu o meu respeito. Eu via a minha rola sumindo completamente naquele cuzinho, centimetro a centimetro. E ela gemendo, querendo tudo.
Resolvi judiar, e a prendi com as mãos e comecei a realmente meter forte, sem perdão àquele cuzinho delicioso. Meu amigo novamente não aguentou e anunciou que ia gozar de novo. Saiu de baixo dela e começou a bater uma para gozar na boca dela. Ela atendeu, e olhando para ele, abriu a boca e ficou esperando mais jatos de porra quente, que ela deixava escorrer pelo canto da boca. Eu continuava lá, com ela presa pela cintura e fodendo aquele rabo maravilhoso.
Mudamos de posição. Eu queria era sentir minhas bolas batendo na entrada daquele cu. Coloquei ela de novo de frango assado, mas metendo no cuzinho. Ela berrava "Vem ver esse negão comendo meu cu, vem?"
De vê-la feliz e falando levando meu pau no rabo me atiçava cada vez mais para deixá-la sem controle, e comecei a meter com muita vontade. Nossos corpos se batendo ecoava alto, e ela já mal conseguia falar. Se bem que eu idem. A única coisa que ela conseguiu falar foi "Vou gozar.." E simplesmente me deu um incrível banho. Ela jorrou em mim, como eu estava jorrando nela, logo depois de tomar esse banho de porra feminina. Depois de darmos um banho de porra um no outro, ainda queríamos mais. Estávamos os dois loucos de tesão, enquanto meu amigo, coitado, acabou ficando meio de lado.

Continua...