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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Do virtual para o real

Quando Danizinha entrou online no msn eu já senti meu pau endurecer. Há tempos trocávamos idéias cada vez mais quentes e deliciosas. Os papos que antes eram apenas por mensagens curtas já tinham se tornado sessões deliciosas via webcam e telefonemas no meio da noite para gozarmos um ouvindo a voz do outro. Naquele dia eu estava disposto a acabar com aquela história. Ela mal me deu oi e eu já despejei:

- Não quero saber se você tem que enrolar teu marido ou arrumar desculpa no serviço. Quero você hoje, senão nossos papos acabam aqui.

- Calma, querido. Acha que eu também não quero te conhecer?

- Eu sei que você quer, mas já não agüento mais a vontade de te pegar bem gostoso.

- Olha. Acho que posso arrumar algo pra amanhã, pode ser?

- Sendo no final você gozando na minha rola, pode tudo.

Depois de conversarmos bastante sobre isso, acabamos por definir um lugar para nos encontrarmos. Sai cedo de casa, passando a desculpa que iria resolver alguns assuntos médicos no serviço e fui para onde combinamos. Fiquei por lá esperando um tempo, olhando o movimento. Quando ela chegou foi impossível segurar o sorriso de satisfação. A beijei nos lábios como dois namorados, e quando terminamos esse beijo longo e delicioso falei no seu ouvido:

- Nossa... Você é igualzinha como eu te via na cam.

Gargalhamos com aquilo e depois lhe perguntei se ela queria mesmo fazer aquilo. Seria a primeira vez que ela iria trair seu marido, e ela me olhando nos olhos disse que sim. Não pensei duas vezes, a puxei pela mão e fomos para outro lugar. Como estávamos em uma estação de metrô, pensei em levá-la para um motel que eu conhecia perto de uma outra estação. Dentro do metrô eu brincava com ela, a encoxando deliciosamente enquanto lhe dava leves beijos no pescoço. Meu pau estava quente, duro, pulsando. Ela me olhava com cara de desejo, também não conseguindo se segurar muito. Depois de muito eu sentir aquela bunda maravilhosa no meu pau, chegamos à estação que eu queria. Descemos e fomos caminhando em passos rápidos comigo liderando o caminho. Ela não tirava os olhos de mim, e eu só queria chegar o mais depressa possível num lugar reservado e tirar toda a roupa daquela deliciosa vadia e fazê-la gozar feito louca.

Ainda perguntei uma segunda vez se ela queria mesmo isso, e ela me retrucou que se não quisesse, nem teria vindo. Percebi que tínhamos parado em frente a um outro hotel, fuleiro, como daqueles onde caminhoneiros param para descansar. Não pensei duas vezes e disse:

- Entra!

Ela topou e depois de todas as formalidades fomos ao quarto. Nada me interessava lá dentro a não ser ela. Quando entramos no quarto a toquei o rosto e a beijei loucamente. Muito mais intenso que nosso primeiro beijo. Enquanto eu a beijava, passeava com as mãos pelas suas costas, num abraço apertado e delicioso. Não demorou para que minhas mãos abaixassem e tomassem a sua bunda por completo. Ela gemeu baixo sentindo minhas mãos firmes a segurando, mas não parava de me beijar. Minhas mãos da sua bunda foram direto a sua buceta. Não agüentava mais esperar para sentir aquela vadia estremecendo na minha rola e na minha boca. Depois que comecei a masturbá-la por cima da roupa, ela decidiu retribuir, e segurou firme o meu pau.

Aquele beijo durou com as nossas trocas de carícia. Ela suspirava deliciosamente no meu ouvido, enquanto eu buscava lhe beijar da boca ao pescoço. Passeava com a língua pelo seu decote com seus seios grandes deliciosamente apertados. Meu pau estava como pedra dentro da minha calça. Eu estava doido para sentir a boca daquela deliciosa mulher na minha rola. Parei de beijá-la, e sério disse:

- Chupa!

Ela na hora soltou meu pau, se ajoelhou, ajeitou os cabelos, abriu minha calça, abaixou minha cueca, segurou firme no meu pau e começou a passar a língua bem devagar pela cabeça da minha rola. Ela me lambia gostoso, mas eu queria mais. Queria ver se aquela vadia conseguiria fazer o que disse que faria com meu pau. Engolir inteiro. Segurei com as duas mãos a sua cabeça e puxava com força. Ela engasgava, babava, eu via lágrimas nos seus olhos, mas mesmo assim eu não parei enquanto não senti minhas bolas batendo na sua boca.

- Você não falava que engolia tudo, vadia? Agora engole! Quero ver, vadia safada! Engole minha pica, vadia! Hoje você é minha puta! Chupa, cadela! Me engole!

E que chupeta deliciosa daquela vadia. Ela não se afastou um momento do meu caralho. Continuava sem parar um minuto a me sugar, passar a língua, massageava minhas bolas com a língua e minha rola na garganta. Eu não queria acabar ali, na boca daquela deliciosa puta e a puxei pelo braço e disse:

- Tira a roupa e fica de quatro. Na beirada da cama. Agora, vadia!

Ela acatou na hora as minhas ordens, e em questão de segundos estava nua, de quatro, curvada me olhando, enquanto eu batia uma punheta devagarinho decidindo o que eu iria fazer com aquela deliciosa puta. Eu olhei por alguns instantes aquele cuzinho apertado e semi-virgem e disse:

- Eu quero esse rabo.

Ela ficou muda, se ajeitou na cama e abriu bem aquele cuzinho pra mim. Coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e fui forçando. Ela estava tão excitada que até o seu cuzinho estava lubrificado. Minha vara escorregava fácil dentro daquele rabinho apertado. Gemíamos como dois loucos entregues àquelas sensações deliciosas. Eu não me agüentei e a peguei pelos cabelos e comecei a meter muito forte naquele rabinho. Ela tocava seu grelo enquanto eu fudia com vontade. Estava uma delicia sentir aqueles dedos que vez ou outra acabavam encontrando a minha rola. Em pouco tempo senti meu gozo chegando a galope. Tirei minha rola de dentro daquele rabo delicioso e disse:

- Me chupa, puta! Quero encher a sua boca de porra, vadia!

Ela mais uma vez atendeu na hora, saiu da cama e se ajoelhou na minha frente mais uma vez, segurou firme no meu pau e abocanhou com tanta vontade que pensei que fosse arrancá-lo. Aquela chupada foi tão intensa, que não precisou de muito para que a minha porra jorrasse direto na sua garganta. Eu a sentia estremecendo, gozando junto comigo, a cada jato de porra quente que saia do meu pau. Dani, safada e deliciosa, encheu a boca com o meu gozo, e me olhando com aqueles olhos azuis lindos, brincava com a porra na boca, me mostrando logo depois que engolira tudo sem deixar uma gota dentro da boca.

- Mas você é uma vadia mesmo, hein, Dani. Que delicia!

- Você que me deixa desse jeito, seu puto! Ainda me pergunta se eu queria desistir?

- Não mesmo, minha vadia. Agora vem cá, deita aqui na cama comigo.

Ela sem pestanejar veio e deitou ao meu lado. Lá ficamos nos beijando completamente nus. Um beijo suave, delicioso. Nem eu, nem ela tínhamos vontade de parar. Ela foi deslizando com uma mão pelo meu corpo, e encontrou minha rola, ainda meio mole por ter acabado de gozar, e ficou a acariciando de leve. Aquela mão quente na minha rola começou a revivê-la, e aos poucos começava a enrijecer novamente. Ela deitou por cima de mim, e começou a roçar com o corpo por cima do meu.

Minha rola endureceu por completo sentindo o calor daquele corpo em cima do meu. Ela sentindo que novamente meu tesão estava aceso, encaixou meu pau na sua bucetinha e começou a rebolar deliciosamente. Com ela cavalgando de leve no meu pau, me beijava loucamente. Nossas línguas se encontravam de forma deliciosa e intensa. Minha rola entrava e saia quente daquela gruta completamente molhada e tesuda. Eu não sentia a mínima vontade que ela parasse com aquela dança deliciosa, e ela não tinha também a mínima vontade de diminuir o ritmo.

Depois de um tempo, com aquela tesuda rebolando na minha rola, não agüentei e disse que iria gozar. Ela sorriu me olhando firme nos olhos, e rebolou ainda mais forte, pulando no meu caralho, querendo minha porra toda na sua buceta. Me segurava como louco, enquanto ela pulava e jogava seus cabelos para os lados, pedindo minha porra na sua xota. Não demorou muito com aquela deliciosa cavalgada, e minha porra jorrou quente e viscosa dentro daquela buceta apertada e deliciosa. Minhas pernas bambearam, enquanto ela rebolava e extraia gota a gota da minha porra. Eu gozei tanto que sentia minha porra escorrendo da buceta dela para as minhas pernas.

Depois de tanto gozar, nos deitamos. Ela colocou a cabeça no meu braço e ficou olhando para o teto. Estávamos acabados, mortos de cansaço. Não saia da minha cabeça tudo o que fizemos. Aquela tarde deliciosa, aquela mulher deliciosa, aquela foda fantástica. Depois de um bom tempo ali descansando sem dizer nada um ao outro, nos levantamos, nos vestimos, demos um último, delicioso e demorado beijo e fomos embora. Ainda na saída do motel, ela me perguntou se eu iria ligar, eu sorri, e balancei a cabeça dizendo que não, me virei e fui. Mas é lógico que liguei para ela depois, para podermos repetir aquela deliciosa transa, mas isso fica para outra história.

sábado, 8 de maio de 2010

Meu encontro com Amélie Bouvié

Tudo estava combinado e eu estava pra lá de eufórico. Fazia muito tempo que não nos víamos e aquilo me deixava temeroso de não vê-la mais. Combinamos de nos encontrar na minha cidade, mas longe dos olhos de conhecidos para não termos complicações. Fui ao centro da cidade beber um pouco para poder espairecer e me acalmar um pouco. Minhas mãos suavam de nervoso por aquela noite. Por sorte encontrei com alguns amigos meus por lá, e ficamos bebendo por um tempo. Quando deu aproximadamente meia-noite, me despedi, e eles não entenderam o porquê, me pedindo para ficar para beber mais. Eu já estava realmente bêbado, mas atendi o telefonema daquela que iria me encontrar.

- Dyas?

- Méli?

- Já estou perto, eu acho, de onde combinamos.

- Então me espera, pois já estou chegando aí.

Apertei o passo e fui para o nosso encontro. Ela ainda demorou um tempo para chegar, o que me deixava ainda mais preocupado. Até já estava pensando em desistir, quando ela aparece em um carro vermelho. Fui em direção à ela, e sem uma palavra beijei-lhe a boca, dei a volta, entrei no carro e entrei. Conversamos pouco, não sabíamos para onde ir. Só sabíamos que estávamos com um tesão enorme um pelo outro, e que estávamos loucos para resolver aquilo.

- Você conhece por aqui?

- Não conheço nada. Só dirige. A gente vai encontrar algum bom lugar.

A estrada era escura, quase ninguém na pista, e meu pau já latejando dentro da cueca só de ver aquela mulher junto comigo novamente.

- Amélie, to com meu pau muito duro.

- Não fala isso, Dyas! Eu também estou muito excitada!

- Mas olha como você me deixa! – E abrindo minha calça, deixei para fora minha rola dura, já com a cabeça vermelha bem lisa e com veias tomando o corpo do meu pau todo.

- Guarda isso! Vai me fazer bater o carro!

- Se eu morrer agora, eu morro feliz!

E puxando sua mão, a trouxe para o meu pau. Ela, toda safada e com vontade, segurou firme tanto o volante, quanto minha rola, que, devagar, subia e descia a mão. Nem as trocas de marcha a impossibilitaram de ficar com a mão no meu pau. Apenas o largava um pouco e voltava, leve como uma pluma a punhetar minha pica.

Na estrada avistamos vários motéis, até que, na frente de um deles, ela fala:

- Vamos ficar é nesse mesmo.

E largando do meu pau foi virando o carro. Guardei minha pica e fomos a ele. Ela parou o carro no quarto, e entramos. Tínhamos combinado de ela usar baton vermelho, algo especial, mas não deu tempo. A atropelei com vontade, lhe beijando a boca e enchendo minha mão nos seus seios. Ela, cheia de vontade também, me beijava como louca. Nossos corpos juntos, quentes e maliciosos ficaram em perfeita união, como sempre. Minha pele negra contrastava à dela, branca como leite. Abri minha calça e liberei novamente meu pau que pulsava em busca daquela boca que se encheu de desejo ainda no carro. A joguei na cama como um animal, estava realmente louco de desejo. Tirei minha roupa e fui para cima dela. Coloquei meu pau em sua boca e a dei para chupar, e como sempre, o chupou maravilhosamente bem. A cabeça da minha rola entrava e saia da sua boca de forma deliciosa. Envolvente. Aquela cena me deixava cada vez com mais tesão. Tesão o bastante para enfiar um tapa na cara dela. Ela demonstrou que não tinha gostado muito, mas eu estava completamente incontrolável.

Tirei a calça dela e fui com minha boca na buceta dela. Passeava com meus lábios carnudos por sua pele, que, apesar do tapa, só faltava pingar de tanto desejo. Enchi minha boca como sempre enchia naquela buceta. Ela rebolava, gemia, gozava. Amélie sempre foi mulher de gozar muito e era isso que eu adorava nela. A cada gozada comprimia a buceta e me chupava mais forte a rola. Que boca deliciosa aquela. Sua boca aveludada passava pelo corpo do meu cacete de forma ímpar.

Querendo muito aquela buceta na minha rola, sai da sua boca e deitei por cima dela. Enfiei meu cacete inteiro sem nem pensar em nada. Nossos gemidos e gritos já tomavam aquele silencioso motel. Meu pau entrava e saia com vontade daquela buceta melada. Ela me abraçava e gemia no meu ouvido querendo mais, me chamando de gostoso, lindo e eu retrucando com puta, vadia, vagabunda. Aquilo tudo estava nos excitando. Sem parar de meter na sua buceta, joguei suas pernas nos meus ombros e continuei a meter, mas agora mais fundo, a pegando de frango assado. Aquilo fez com que ela delirasse, e eu também. Nossos corpos se batendo, ecoando pelo quarto, nossas vozes unidas, nossas mãos juntas, suas unhas me cravando na perna. No final da história éramos dois loucos buscando pela gozada mais gostosa o possível.

Tirei minha rola melada da buceta dela e a ordenei que ficasse de quatro. Ela, sempre obediente aos meus desejos, simplesmente ficou, e ficou esperando pelo meu pau. Comecei a chupá-la novamente, e ela rebolava na minha cara. Lambi da sua buceta ao cuzinho, que confesso, ainda sinto vontade de comer. Levantei-me e coloquei a minha rola, que passou quente, gostosa, a invadindo de quatro. Ela gemia gostoso, rebolando com a minha pica na sua xota. A puxava pelo cabelo, beijava a sua nuca, enchia sua bunda de tapas. Aquela bunda era uma maravilha de se bater. De branca ficava vermelhinha, e eu me deliciava com aquilo. Ela já não mais conseguia me chamar de nada. Apenas berrava “ais” e “uis”. Acredito que não só o pessoal do motel estava a ouvindo, como a vizinhança também devia estar.

Minha rola estava realmente dura, e eu realmente de vontade. A via vindo e voltando no meu pau e seu cuzinho apertadinho logo acima me enchia de vontade de arrombá-lo. Fui com a minha rola no rabo dela e tentei come-lo. Já tinha passado a cabeça, quando ela disse que não agüentava. Até mesmo as mais poderosas das mulheres acabam caindo quando o assunto é sentir o meu pau entrando no cu. Parei então de tentar comê-lo e fui deitando sobre ela, com a minha rola dentro da sua buceta. Ela gemia e rebolava. Com ela deitada de bruços, fechou a perna, e deixou meu pau apertadinho lá dentro da sua buceta. Que delícia de mulher. De longe aquela era a transa mais gostosa que eu estava tendo. Ela rebolava com o meu caralho dentro. Eu me deliciava sentindo aquela bunda deliciosa batendo no meu corpo. Ela gemia, jogando a cabeça de lado. Aqueles gemidos altos, agudos e deliciosos da Amélie estavam me deixando zonzo de tesão. Eu olhava para baixo e via minha rola brilhando com o mel dela, e a via rebolar, fazendo meu pau entrar e sair gostoso.

Não demorou muito e eu já estava indo para a primeira e intensa gozada. Ela, já tinha tido várias, a começar dentro do carro, dirigindo segurando meu pau. Tirei minha rola da sua buceta e ela se virou. Comecei a bater uma, e ela, se masturbando com uma mão e segurando o cabelo com a outra, esperou de boca aberta os jatos de porra, que vieram quentes e fortes. Ela, gulosa, engolia cada jato q ia em direção à sua boca, mas alguns insistiam em voar direção ao seu rosto.

Eu não me mostrava nem um pouco cansado com aquela gozada, mas ela insistiu em ir ao banheiro. Fiquei lá, deitado esperando e ela retorna depois de um tempo, tão ou mais tarada que antes, cheia de desejo também me atropelando. Beijou-me a boca com tanta vontade que parecia querer simplesmente me engolir. Aquilo me deixou com mais tesão ainda, e a devorei. A beijei como nunca antes tivesse beijado. Nossas línguas se cruzavam como cobras brigando. Amélie se acabava na minha boca. Ela adorava os meus lábios. E eu sabia que ela adorava. Por isso brincava, passando meus lábios lá e cá e sua boca, a deixando cada vez mais louca. Ofegante, passava a mão pelo meu corpo ainda com sinais de suor da última gozada e eu lhe massageava os seios a fazendo suspirar.

Meu pau em pouquíssimo tempo já se mostrava pronto para mais uma, e ela, como sempre deliciosamente safada, me batia uma punheta deliciosa. Sentei mais para perto do final da cama, onde tinha um espelho, e a chamei para me chupar. Ela veio do meu lado, e com as mãos nas minhas bolas começou um boquete maravilhoso. Olhei pra ela através do espelho e disse:

- Olha que gostoso você me chupando, Méli. Tá vendo como você me engole gostoso, vadia?

Ela sem falar nada, olhava para o espelho, para mim, voltava a se olhar e depois fechava os olhos para me chupar novamente. Ela lambia o meu pau inteiro. Sabia que eu estava a olhando pelo espelho e caprichou, deixava à mostra sua língua me lambendo inteiro, me chupava e acariciava as bolas, olhava para mim como se estivesse agradecendo por ter toda a minha rola à disposição dela.

Eu estava adorando aquela brincadeira com o espelho. A puxei e comecei a beija-la novamente. A chamei para sentar no meu pau, e ela veio, mas queria ela sentada de costas para mim. Ela se olhava no espelho com meu pau entrando e saindo e se sentia completamente poderosa. De pernas abertas e com a minha rola inteira dentro da buceta, ela se abria, me mostrava abrindo os lábios dela como o meu pau estava entrando por completo, me fazia cara de desejo, felina, puta, deusa. Gozava com as minhas mãos em seus seios. Pelo espelho se via o contraste de seus enorme seios com a minha mão negra.

Mais uma vez a tirei do meu pau e chamei de novo para ficar de quatro. Ela ficou contra o espelho. A chamei, e como dono dela no momento falei:

- Quero você virada de frente prô espelho, vadia!

Ela prontamente me atendeu, virando de quatro como uma cadelinha bem treinada. De frente para o espelho ela me olhava, aguardando aquilo que ela mais queria, minha rola inteira novamente na buceta dela a fazendo gozar novamente como louca. Comecei a meter e ela abaixava o rosto. Eu a puxava pelos cabelos e falava:

- Não, puta! Quero você olhando! Quero você vendo como estou te pegando por trás! Olha você! Olha que gostoso eu te comendo, olha!

Ela me olhava nos olhos, gemendo, perdida com aquele tesão todo, sentindo a minha pica na buceta, seus cabelos sendo puxados, tapas na sua bunda, meus olhos penetrando a sua alma. Ela tremia e gozava sem parar. Deve ter tido uns cinco orgasmos com a minha rola dentro da buceta dela. A cada orgasmo que tinha, apertava ainda mais o meu pau. Quanto mais me apertava, mais minha porra chegava perto. Continuei a fodendo e mostrando para ela. A cara de desejo dela me deixava muito louco. Ela rebolava retribuindo o coro de pica que eu dava na sua buceta. Ah! Aquelas reboladas! Meu pau chegou uma hora a pulsar e anunciei o gozo novamente. Mas dessa vez, queria gozar dentro daquela deliciosa vadia.

Ela pressionando meu pau em sua buceta conseguia trazer cada vez mais rápido meu gozo. Olhando-me pelo espelho, praticamente me pedia toda minha porra. Eu estava com saudades de sentir sua buceta me engolindo enquanto gozo, e ela estava com a feição de que queria e muito meu leite a invadindo. Comecei a meter forte. Larguei dos seus cabelos e grudei na sua cintura. A puxei forte, e ela, desesperada com a minha pica entrando e saindo rápido, ainda tentava me olhar sem sucesso. Eu já nem olhava pra espelhos. Apenas ou via meu pau entrando e saindo com a visão daquela bunda maravilhosa, ou estava de olhos fechados, curtindo ela me prender. Com bombadas intensas e rápidas meu pau começou a pulsar forte, e num berro a enchi de porra quente. Aquilo fez as pernas dela bambearem e ela caiu pro lado comigo junto.

Aquela noite foi realmente fenomenal. Depois disso Amélie sumiu, e nunca mais a encontrei. Fui encontrá-la só agora com o blog. Se haverão novas transas? Só o destino dirá!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Revendo velhas amigas

Acordei muito cedo essa manhã. Aproximadamente umas 6 e pouquinho. Acho q acabei perdendo o sono. Como trabalhava em casa, me levantei e fui às rotinas diárias antes de começar a trabalhar. O dia foi passando, e eu continuava sem ânimo prá trabalhar, quando me levantei da cadeira, e resolvi dar uma volta. Relaxar...Espairecer...
Imaginei que o dia não iria passar. Ainda eram 11:00 da manhã, quando decidi ir para o centro da cidade jogar fliperama e esquecer os males da semana. Fiquei lá dentro vendo aquelas luzes piscantes e sentindo aquele cheiro horrendo de office-boys que chegavam aos montes, todos suados para tirar disputas em jogos de corrida ou luta. Decidi sair de lá, já eram 2 da tarde. Com fome, decidi ir prá uma lanchonete que tinha lá perto. Sempre pensativo e distraído, nem me liguei que o semáforo estava fechado pra mim. Só fui reparar quando escutei um barulho de freada e vi um carro branco há quase 30cm de distância da minha perna. Não tive dúvidas. Soltei o verbo, sem ver quem descia. E a moça que estava dentro do carro saiu prá ver se estava tudo bem comigo, mas me xingando até! Foi qdo no meio da segunda frase que os dois falavam aos berros tudo se silenciou. E apenas uma palavra foi proferida por cada um.
-James!?
-Amélie!?
Eis que nem pensei e fui em direção a ela como uma bala, enquanto ela arregalava os olhos de puro pavor. E com uma das mãos lhe puxei os cabelos vermelho fogo e com a outra lhe dei um tapa na cara. "Isso é pra você aprender a nunca mais sumir de mim!!!". Quando ela pensou em reagir veio a minha segunda ação. Um beijo quente e duradouro puxando-lhe pelos cabelos e a trazendo prá perto de mim. Terminado o beijo, nos olhamos olho no olho não por muito tempo. Já havia se formado um pequeno congestionamento e um buzinaço atrás do carro dela.
Decidi entrar no carro, ouvindo ela me falar que eu era louco, que não poderia, que teria que visitar clientes, e eu lhe disse apenas uma frase: "Quietinha amor, entra no carro porque hoje é feriado pra você".
Começamos a rodar pela cidade, sem falar uma palavra nem olhares. Éramos como dois desconhecidos dentro daquele carro. Quando em um momento eu falei frio e calmo.
-Estacione o carro ali!
-Mas ali não é estacionamento!!! - Disse ela ainda com um pouco de medo.
-Eu sei que aquilo não é um estacionamento - Viro meu rosto e olho prá ela - Simplesmente estacione.
Quando entramos fomos recepcionados por uma moça dizendo:
- Motel Classe A, boa tarde.
- Quero um quarto por 4 horas. - Eu disse à recepcionista quase debruçando no colo no colo da Amélie
Foram tratadas todas as formalidades com a recepcionista e fomos ao quarto. Abri a porta e entrei, quando ela assustada e perplexa me disse:
- Mas James...Eu naum posso ficar aqui tanto...
Quando a calei com um beijo e comecei a passear com as minhas mãos pelo seu corpo. Fazia questão de colar o meu corpo junto ao dela prá ela poder sentir meu membro duro. Quase escapando pela minha calça. Foi quando comecei a sentir que os beijos dela iam se esquentando também, na medida que a apertava contra meu pau...
Comecei beijar-lhe o pescoço, lamber sua orelha, e só escutava a respiração ofegante dela perto de mim e sentia suas mãos me apertando o corpo inteiro. Puxei-lhe pelo cabelo e ela fechou os olhos e respirou fundo, qdo fiquei com minha boca a meio centímetro da dela e disse:
- Hoje vou descontar todo esse tempo, Améile.Vc não sabe quantas punhetas eu bati pensando na sua boca... Na sua buceta... No calor dos seus seios... Hoje vou fazer você gozar como você merece...
Nisso ela abriu os olhos e me fez uma cara de malvada e disse:
- Não é só você que sente falta disso. Eu também!!!
Quando ela tentou me puxar pelo cabelo, me esquivei e sorri. Um sorriso malvado, sacana. E a puxei com força pelos cabelos o q a fez ajoelhar na minha frente e disse:
- Tsc, tsc, tsc... - Balançando a cabeça - Hoje quem manda aqui, mocinha, sou eu!!!
A puxei pela cabeça, e a fiz ficar com o rosto no meu pau, encoberto pela minha roupa...Ela obediente como uma cadelinha, começou a beijar, apertar. Até que ela olhou prá cima, com uma carinha de escrava medrosa, e antes que ela dissesse algo, eu a interrompi falando:
- Chupa meu pau!!
Quando ela levantou a mão para abaixar a braguilha da minha calça, eu bati na mão dela e disse:
- Quero com os dentes!!!
Segurei minha calça prá facilitar e ela começou a abaixar a braguilha da minha calça com os dentes enquanto eu abria o botão da calça. E ainda com os dentes tirou minha cueca. Para espanto dela, meu pau saltou batendo em seu rosto. A vi suspirando de tesão ao sentir minha rola quente esbofeteando a sua cara.
Ela começou a lamber a cabeça do meu pau bem devagar. Eu sentia a língua dela quente passeando, acarinhando a cabeça do meu pau, que já estava completamente inchada e brilhante. Depois disso, ela começou a lamber o corpo do meu pau inteiro. Toda vez que ela levantava a mão pra poder tocar nele eu batia nela e dizia:
- Tsc, tsc...Quero vc de mãozinha prá trás, como se estivesse amarrada...Como se fosse minha escrava...
Ela atendia, de cabeça baixa, e continuava a lamber meu pau. Chupar a cabeça dele. Mordia a cabeça. Até que não mais suportando não tocá-lo, começou a me chupar forte, e colocando quase que ele inteiro naquela boca inesquecível.
Sentia ela me chupando rápido, e com isso eu delirava de tesão. Até que lhe peguei pela cabeça e comecei a fuder a sua boca. Ficava fazendo movimentos de vai e vem, enquanto ela me olhava nos olhos com uma carinha de quero mais, e com as mãozinhas pra trás. Até que eu pensei comigo mesmo:"Vou judiar dela um pouco..."
A segurei pela cabeça e fui colocando meu pau inteiro na boquinha dela. Fui metendo como se fosse na bucetinha dela, que a essa hora já estava completamente encharcada. Fui enfiando devagarinho, e ela engolindo tudo, sem parar. Até que minhas bolas chegaram no seu queixo. Delirei de tesão ao sentir a cabeça do meu pau lhe tocando a garganta. Foi tanto delírio que comecei a realmente fuder aquela boca como se fosse uma xota.
Metia cada vez mais forte na boca dela, quando ela também, não mais aguentando de tesão, começou a me arranhar a bunda, as pernas, e eu mesmo assim continuei metendo na boquinha dela. Foi qdo tirei a rola inteira, e um fiozinho ligou a minha pica de seus lábios. E ela com maestria, foi puxando esse fiozinho prá dentro e voltou a chupar meu pau.
Eu sentia que iria gozar em questão de minutos se continuasse com aquilo, e tirei o pau da sua boca, a puxei pelo cabelo novamente e disse:
- Hoje só vou gozar se for prá encher seu cuzinho de porra, fora isso, você não terá o prazer de me ver gozando.
Voltei a beijá-la com muito tesão, e a fui levando para a cama. A empurrei e ela mesma começou a tirar a calça. A deixei de calcinha e blusinha, quando falei a ela:
- Naum chupo sua buceta enquanto naum mamar nos seus peitos, minha putinha gostosa...
Ela estava cheia de tesão, completamente fora de si. Foi tirando a blusa rapidamente, e eu por minha vez não estava atrás, com o nariz na buceta dela, sentindo o cheiro do seu tesão.
Eu podia sentir, ela já tinha gozado umas duas ou três vezes naquela gulosa. Ela sempre foi safada, gostosa, deliciosa. E sabia transar como ninguém. E eu amo isso!!!E ela sabe muito bem!!!
Depois que ela tirou a blusa, subi em cima dela e comecei a chupar seus peitos. Ah!!Como eu adoro esses peitos, grandes, deliciosos. Sempre fui guloso, sempre quis engoli-los, mas eles são enormes, Não cabem na minha boca, mas mesmo assim, eu continuo tentando e tentando. Fiquei chupando seus peitos, com meu pau roçando pela buceta dela. A unica coisa que separava meu pau de entrar naquela gruta quentinha era uma fina camada de tecido. Era só afastar um pouquinho e minha rola estava lá dentro. Mas não! Naquele dia eu queria a matar de tesão.
Ela se contorcia toda com a minha boca engolindo seus seios. Mordendo os mamilos. Lambendo. Apertando com as mãos. E ouvia sua voz já meio rouca e quase sem forças de tanto gozar várias vezes seguidas:
- Mete em mim, amor... Mete em mim logo, seu safado... Não está notando que a minha bucetinha tá querendo seu pau???
Mais uma vez lhe dou um tapa, só que na cara e lhe digo:
- Já naum falei prá vc ficar quietinha, vadia??Hoje quem manda sou eu!!!
Foi quando ela, numa explosão de tesão e fúria, me tirou de cima dela com força, me jogou pro lado, tirou a calcinha e sentou no meu peito falando:
- Escuta aqui, seu cachorro... Eu naum sou qq uma dessas vaquinhas frígidas q vc come por aí não...Você sabe com quem vc está falando, seu cafajeste???
Nisso ela me dá um tapa servido na cara. Senti os cinco dedos pulsando na minha cara. E mesmo assim ela naum parou:
- Agora vc me deixou realmente furiosa...Vou te mostrar do que essa Amélie é capaz!!!
E sentou com a buceta na minha cara. Eu nunca chupei uma buceta como a dela estava! Quente. Pingando de tanto tesão. Fiquei me deliciando, com a buceta na minha cara, enquanto eu via ela delirando. Se tocando. Ora ou outra ela olhava prá minha cara com uma carinha de malvada satisfeita. Quando eu pensei comigo mesmo: "Quem essa putinha pensa que é???"
Comecei a dar tapas na bunda dela enquanto a chupava. E ela cada vez mais rebolava na minha cara. Os tapas começaram a ficar realmente fortes, e ela rebolava cada vez mais. Quando a peguei pela bunda com as duas mãos e a empurrei um pouquinho apenas prá ficar com o cuzinho dela na ponta da minha língua.
Quando eu toquei o rabinho dela, pode sentir ela o contorcendo. Isso me deu muito mais tesão, e comecei a lamber aquela frestinha como louco, com vontade, sentia que ela se contorcia cada vez mais.
Até que realmente não teve como mais resistir àquela tortura. A joguei de lado como ela fez, subi em cima dela e comecei a penetrá-la com a minha rola dura, com as veias todas à mostra. Não pensei duas vezes e enfiei fundo e forte, sem dó. Ela urrou e cravou as unhas nas minhas costas. Isso pra mim foi apenas mais um pequeno motivo prá eu poder meter mais e mais forte.
Ela gemia, gritava, não sabia o que fazer, e eu metia a rola cada vez mais fundo e cada vez mais forte. Ela estava tão molhada, que a minha rola passava sem dificuldades pela buceta dela. Ficava repetindo no ouvido dela, enquanto metia minha vara com força:"Tava com saudades da minha pica, né, cadela???", "Gosta da minha rola, né, vagabunda???"
Ela mal conseguia responder, naum sabia se respondia ou se gozava mais uma vez. Até que ergui as suas pernas e deixei aquele bucetão todo arreganhado prá mim. Meti fundo. Foi muito delicioso ver ela apertando com força os lençóis e o colchão. Mais delicioso foi ouvir os berros dela:
- Vai cachorro!!!Naum para!!!Me fode!!!!Seu pau é muito gostoso...Que caralho gostoso!!!Naum para de me fuder!!!!AAAAAAAAHHHHHHHH
E eu a atendia. Metia cada vez mais forte e sem parar. Foi quando parei e tirei meu pau de dentro e olhei pra cara dela. Ela entendeu bem o recado, e se pôs de 4 na minha frente. Ah q rabo!!!!Eu poderia ficar horas olhando práquele rabo!!!Grande, lindo, Delicioso...Não pensei duas vezes e enfiei minha cara naquela bunda.
Lambia, mordia, batia, e ela rebolava na minha cara. Como uma verdadeira vadia. Quando deixei escorregar minha língua pelo seu rego e caí direto no seu cuzinho. Fiquei lambendo ali por mais ou menos uns 15 minutos. Nos primeiros minutos ela mal conseguiu se mexer, só tremia. Não sei se de tesão ou de medo, mas depois ela mesma ia rebolando, fazendo minha língua passear pelo seu cuzinho. Aquilo me deixou com um tesão filho da puta. Minha rola estava quase pra estourar de tão dura.
Quando eu parei de lamber o cuzinho dela, ela me olhou com uma carinha de quero mais. Foi quando em me posicionei com a cabeça da minha pica naquele botãozinho. Ela mesma começou a jogar o corpo pra trás, mostrando que queria minha pica no rabinho apertadinho dela, qdo entrou a cabeça, eu a tirei e disse:
- Vou fuder a sua buceta...Vc sabe que adoro te fuder de 4!!!
Senti uma carinha de desaprovação dela. Mas mesmo assim, começei a meter minha rola na xotinha dela. E ela jogava seu corpo prá traz como se quisesse engolí-lo com ela. Eu dava tapas fortes, e ela me perguntava alto se era só isso que eu sabia fazer.
Foi qdo realmente me senti nervoso, tirei minha rola da buceta dela e começei a forçar o rabinho dela. Entrou a cabeça e fui metendo sem parar. Queria tudo naquele cuzinho. E queria alí!!!Naquela hora! Ela começou a parar de forçar, e tentava me afastar com uma das mãos. Eu dei um sorriso e comecei a fincar mais forte, até enterrar ele inteiro naquele rabinho...
Nós dois berramos aquela hora!!De dor e tesão!!!Mas mesmo assim continuamos. Comecei lento e fui aumentando a velocidade. Ah!!!Que rabo gostoso o dela!!!!Sentia minha pica pulsando no mesmo andamento que o cuzinho dela piscava.
Quando aquele rabo se acostumou com meu pau, eu metia fundo, com gosto. Já estava metendo forte, e ela jogando aquele rabo prá trás, me chamando de tesão, gostoso, cachorro, qdo anunciei o gozo!!!
Bem mais que aquela putinha começou a jogar aquele rabo contra a minha direção!!!Meu deus, q delícia!!!!Naum demorou muito, e minha porra esguichou forte!!!Como nunca tinha sentido!!! Minha porra esguichou e junto veio um urro dos dois!!!!Um orgasmo junto!!!Gozando ao mesmo tempo...
Nos deitamos e me virei para o lado prá beijá-la.
Quando abri o olho, eu estava no meu quarto. Eram 6 e pouco da manhã. Acho que esse sonho vai me fazer ficar acordado o dia todo!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O último romântico

Estava realmente difícil escolher as flores certas para poder surpreender minha namorada aquele dia. Não havia nada demais nele. Apenas queria levá-la de surpresa para um jantar romântico, e quem sabe até pedi-la em noivado. As alianças estavam no bolso, só me faltava mesmo era a coragem.
Fui à casa da minha namorada e abri a porta. Como já éramos bem afiliados, eu tinha as chaves da casa dela e vice e versa. Entrei sem fazer barulho, e fui me dirigindo ao quarto. Notei na sala que ela estava tomando vinho, mas acreditava ser com uma amiga. Caminhei até o quarto e ouvi alguns barulhos, eu não acreditava que era a cama dela. Ou melhor, não queria acreditar. Abri a porta com cuidado e ela estava lá. Galopando em um desconhecido, completamente nua. Ela estava gostando visivelmente. Cabelos soltos, de costas, com o cara a pegando pela cintura.
Respirei fundo aquela hora, baixei minha cabeça e me convenci do fato que ela não sentia realmente muito tesão por mim. Entristecido por ter perdido uma briga que nem ao menos teve teu início. Aquela cena me machucou o coração. Sem muitas reações, apenas voltei à porta, deixando o almíscar do meu perfume perdido no ar da casa dela.
Peguei um taxi logo quando sai. O cara me perguntou "Pra onde, patrão?", apenas pedi que dirigisse e fiquei observando as luzes da cidade. Meu celular tocou e olhei na tela para ver quem era. Uma antiga amiga de colégio. Resolvi atendê-la. Me perguntou se eu estava bem, o que eu tinha feito, e contei à ela o que tinha ocorrido.
Ela se mostrou muito chateada, me falando para levantar a cabeça, e que as coisas poderiam melhorar. Melhorar como? Tinha acabado de ver minha namorada transando com outro, como iria melhorar? Ela me prometeu ajudar, e me indicou um barzinho. Como eu estava próximo, apenas indiquei ao taxista onde ir e fui até lá.
Quando ela chegou eu já estava no final do meu whisky duplo. Ela estava num vestido comportado, porém provocante. Me deu um beijo no rosto bem de leve e me perguntou se eu estava bem. Contei à ela a história do que tinha ocorrido e ficamos bebendo. À uma certa altura, já estávamos altos, e eu já sorria com uma ou outra coisa que ela me dizia.
O que era tristeza já tinha se transformado em leves sorrisos. O que era uma atualidade, se transformou em lembranças longínquas, e a cada copo, uma verdade era dita. Até que ela me manda no ouvido "Eu sempre fui apaixonada por você desde o colégio". Aquilo me estremeceu de cima a baixo. As bebidas iam nos deixando cada vez mais soltos, e nos encarávamos cada vez mais.
Já estávamos tão soltos à uma certa hora que já não existiam mais problemas. O que existia era eu, ela, uma mesa, e o pé dela massageando minha virilha. Eu já estava bem excitado com aquilo, e ela estava realmente determinada a me fazer esquecer o que àquele momento com as carícias, já nem me lembrava.
Decidimos sair dali e ir para um lugar aconchegante. Fomos ao meu apartamento. Lá, começamos a nos beijar. Um beijo quente, demorado. com as minhas mãos por dentro do seu decote, e ela abrindo minha calça.ia buscando meu pau por dentro da cueca. Nos pegávamos como se não fizéssemos sexo a milênios.
Abaixei uma das alças do vestido dela e comecei a lhe lamber o mamilo do seu seio que ficou à mostra. Ela suspirava e gemia com seus peito na minha boca. Sua mão acariciava o meu pau levemente, Gemiamos de olhos fechados, bêbados e curtindo o momento. Ela me punhetava enquanto eu enchia a boca com seu peito. Quando abaixei a segunda alça do vestido, ele simplesmente caiu, ficando aos pés dela. Continuei a lhe chupar os seios enquanto ela me acariciava a cabeça, ali, de pé na minha sala. Meu pau já estava latejando enquanto eu mergulhava de boca naqueles seios deliciosos.
Ela gemia, e eu lhe tomava o corpo com a boca e os braços. A abraçava, beijava. Queria sentir aquele corpo todo junto ao meu. Ela era totalmente recíproca, me acariciando e me pedindo mais. Não aguantei aquela onda toda de tesão e lhe tirei a calcinha. Me abaixei, e ajoelhado sobre sua calcinha e seu vestido amassado ao chão, comecei a lamber aquela bucetinha toda cheirosa. Minha língua passava de baixo pra cima, devagar, sentindo os pelos ralos que ela tinha na minha boca. Ela gemia muito mais que quando eu engolia seus seios. Minha boca tomava aquela buceta quentinha, molhada, excitada. O sentia aquele grelo duro na minha boca e ficava cada vez mais excitado com aquilo.
Ela carinhosamente foi me empurrando até que eu deitasse no chão. Comigo deitado, continuou com a sua buceta na minha boca, e de quatro se colocou com a boca frente ao meu pau. Foi tirando o que me restava de calça e começou a me chupar. Um boquete realmente divino. completamente fora de série. Eu a sentia chupar com vontade, mas ao mesmo tempo me acariciava com jeitinho as minhas bolas. Enquanto eu não perdia nenhum centímetro daquela carne molhada e deliciosa. Queria lamber tudo. Desde a sua virílha até seu grelo duro e delicioso. Brincava com os lábios e com os dentes. E a cada tremida de tesão que ela dava, apertava mais o meu pau. Estávamos pegando fogo na sala, quando sai debaixo dela, a juntei no meu colo e a levei para o meu quarto.
Chegando lá, a joguei na minha cama e deitei por cima dela, beijando todo o corpo, lambendo mais um pouco aquela bucetinha linda. Comecei a lhe beijar a boca e fui colocando meu pau bem devagar naquela xota. Não consigo descrever a sensação de penetrá-la, mas posso dizer que eu estava perto do céu. Sentia aquela buceta quente envolvendo minha rola, enquanto gemia-mos gostoso. Sem nos preocupar com nada. Meu corpo sobre o dela, os dois suados, se querendo. O cheiro de almiscar combinado ao doce perfume dela. Meu pau entrava e saia gostoso. Sentia aquela bucetinha cada vez melhor, cada vez mais quente.
Ela pediu que eu deitasse, atendi. Com meu pau para o alto, ela de costas foi sentando, até meu pau sumir por completo. Ela ia se levantando e sentando, se empinando, fazendo questão com que eu visse meu pau brilhando saindo da buceta deliciosa dela. Ela rebolava, gemia, gozava. E eu olhando e dando tapas naquela bunda deliciosa.
Num dado momento ela se virou para mim. E me beijando a boca, me cavalgava. Aquela buceta parecia estar me fazendo um boquete. Me apertado, chupando. Delícia de mulher. Delícia de transa. me fez esquecer tudo melhor que uma garrafa de bebida. Ela me dizia:
- Vai amor... Me preenche... Goza em mim... Hoje sou tua!
- Quer minha porra, safada? Delícia! Gostosa!
- Quero! Dá pra mim, tarado! Me faz gozar sentindo teu leite dentro de mim, faz?
Eu ouvindo aquilo sentia mais e mais vontade de gozar. E ela rebolando muito! Se sentava com o corpo reto, pra sentir meu pau inteiro dentro, ajeitava os cabelos para que eu tivesse visão dos seus peitos. Vez ou outra se abaixava pra que eu pudesse chupá-los. E já não mais aguentando segurar, gozamos. Juntos. Nossos gemidos se uniram, o que era voracidade se transformava em calmaria. O que era tensão se transformava em pura calma. O que era tempestade se transformou em brisa. E, comigo latejando depois de gozar muito, ela se deitou sobre mim, e adormecemos.