segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dia de pagamento
sábado, 10 de julho de 2010
Bons Sonhos
Já era tarde da noite e eu não estava com a mínima vontade de sair. Resolvi ficar no meu apartamento, acertando algumas coisas no meu PC, ouvindo Miles Davis e tomando um whisky, como sempre. O relógio marcava onze horas e vinte e sete minutos quando a campainha tocou. Achei estranho, pois ninguém resolve me procurar a essa hora. Meio a contra gosto resolvi atender.domingo, 20 de junho de 2010
Um Tango em Paris
- Boa noite, Dyas! E a resposta é não! Já se esqueceu do que fez comigo no Brasil?
- Amélie... Está diferente... Parece estar um pouco mais arrumada! – E arqueei uma sobrancelha num tom de sarcasmo, combinado ao sorriso de deboche.
- Dyas! Não quero papo com você, nem aqui em Paris, nem no Brasil, nem na China, nem na puta que o pariu!
Falando isso ela, pisando firme ia passando por mim, quando a puxei por um braço a fazendo girar e parar com a boca muito próxima a minha:
- Calma lá, tigresa... Temos muito o que conversar...
E quando eu iria começar a falar, o quarteto anunciou tocar “por una cabeza” de Carlos Gardel. Meu tom de deboche mudou para um sorriso malicioso e pouco antes do primeiro acorde, a deixei ir, e ela ia passando por mim novamente quando a puxei com força e a coloquei em posição de dança. Ela arregalou os olhos, me olhando no olho, e tentava escapar como louca das minhas mãos, mas eu com firmeza a levava, como uma pequena marionete.
Suas mãos tentavam escapar das minhas, e quanto mais ela tentava escapar com o corpo, mais eu a trazia. Enquanto dançávamos:
- Ora Méli... Continuará com essa cara de brava ainda mais pra mim?
- Seu louco! Me faz chorar e acha que agora me fazendo essa cara de cachorro vou te perdoar fácil?
- E quem disse que estou em busca do seu perdão?
- Então o que você quer, seu puto?
- Olha! Puto não. Você já me tratou com mais carinho.
E num movimento joguei sua cabeça para trás e parei com a minha bem em seu decote volumoso:
- Você continua uma delícia...
- E você continua um safado!
Puxei-a novamente e ficamos boca a boca um ao outro:
- Você ainda me quer, Méli.
- Para! Estou com o Jean hoje! Ele é meu dono essa noite, seu louco!
- Ele nem está se preocupando com quem a sua posse está dançando.
- Eu não te quero Dyas!
E num empurrão forte, ela se desvencilhou de mim, foi em direção ao Jean e lhe deu um longo beijo na boca. Depois do beijo, me olhou nos olhos, como se me perguntasse se eu tinha visto o que ela tinha feito e saiu do salão. Eu avaliei aquilo como um desafio, e fui atrás dela. Passei pelo Jean com ele me perguntando se a sua nova namoradinha dançava bem, e eu respondi de forma cortês que sim, e sorrateiramente fui atrás dela.
Atravessei a grande porta do salão que dava para uma outra sala um pouco menor, com lareira e várias cabeças de animais empalhadas. Ouvi os passos de Amélie ecoando por outra porta. Continuei seguindo os passos e eles me levaram até uma grande escada com degraus de marfim e corrimão feito de ébano. Segui por um corredor enorme com quadros emoldurados e esculturas. Cheguei à frente de uma porta apenas com uma fresta aberta deixado vazar a meia luz que emanava. Empurrei de leve a porta, que fez um leve som de rangido e me deparei com Amélie, de costas, deixando cair seu vestido de seda que levemente chegou ao chão a deixando apenas em um corpete, uma cinta-liga e meias sete-oitavos. Sem falar nada cheguei por trás dela, pegando seus seios e lhe beijando a nuca. Ela, gemendo, disse:
Girei Amélie para que ficasse de frente para mim, e com um dedo em sua boca a calei, dizendo em uma voz tenra e ao mesmo tempo ameaçadora:
- Não é o Jean que você quer, mon chèr.
A respiração dela se tornou pesada, cheia. Notava o batimento cardíaco dela alterado, sua boca seca, suas pupilas dilatadas. Quando tirei o dedo da sua boca, ela automaticamente me beijou. Um beijo forte, cheio de vontade e tesão. Retribui na mesma moeda. Estava excitado desde o nosso tango no salão. Ela demonstrava o mesmo, me puxando pela nuca enquanto minhas mãos passeavam leves pelas suas costas, lhe puxando cada vez mais perto de mim.
Quanto mais nos beijávamos, mais forte eu a abraçava, fazendo-a sentir o quanto eu estava excitado, duro, quente. Ela se mexia de leve, sentindo meu corpo a tomando por completo, enquanto nossas línguas se acariciavam. Minhas mãos a pegavam com firmeza pela bunda, fazendo-a suspirar e me sugar a língua com vontade como se estivesse sugando a minha rola. Num momento, separei minha boca da dela e sussurrando perguntei:
- Dyas... Você é terrível! É aqui mesmo!
Ouvindo aquilo a joguei na cama com tanta força que ela quicou no colchão enorme encapado por um lençol vinho de seda.
- Pois então é aqui mesmo que eu vou te fuder, Amélie. Vai ser pra você aprender a nunca mais me dar um fora.
- Seu louco! Aqui não!
Ela ia se levantando quando deitei por cima dela, e a mantendo deitada, comecei a beijar-lhe as partes internas das coxas ignorando as suas advertências e suas tentativas de tirar a minha cabeça de lá. Minha boca passeava pelo pouco da sua pele nua até a sua virilha, o que a fazia gemer enquanto ainda advertia. Suas advertências pararam quando minha boca pousou na sua buceta por cima da sua pequena calcinha. Meus dentes acariciam sua pele apenas protegida pelo pequeno pano, e ela se desmanchava na cama como se estivesse gozando com aquelas primeiras carícias.
Não sei se minha boca, ou se seu próprio mel molhou-lhe a lingerie, mas a percebia completamente umedecida. Meu pau dentro da calça babava e parecia que iria estourar de tão duro. As pulsadas eram constantes, e sentia a cabeça inchada, quente. Minha boca continuava pela lingerie de Amélie a fazendo agarrar o lençol e gemer gostoso. Ela, querendo sentir minha boca, afastou a calcinha com seus dedos, que lambi enquanto ela me dava total acesso àquela cheirosa e deliciosa buceta.
Aquele cheiro, aquela pele lisa, aquela bucetinha toda depilada. Minha língua a invadia deliciosamente, enquanto ela me acariciava, gemia, mordia os dedos, e eu, sem parar um momento, lhe lambia o grelo. Minha língua circulava sua pele intumescida e pulsante, sempre seguida de gemidos e pedidos. Sua calcinha estava me atrapalhando, então a tirei ávido. Ela ajudou com o corpo, e voltei com a boca em sua buceta, agora com dois dedos mexendo gostoso lá no fundo. Ela praticamente berrava gostoso com aquele meu oral, mas eu queria mais. Queria aquela mulher me desejando como nunca tinha desejado.
A virei de bruços e ela aceitou. Beijei sua bunda a acariciando, apertando forte, dando tapas. Separei suas nádegas e comecei a lhe linguar o rego. Minha língua ia e voltava, com ela rebolando na minha cara e se segurando no lençol. Quando minha língua tocou o seu cuzinho ela estremeceu toda, e ali fiquei, lambendo seu rabo enquanto ela gemia e tremia. Depois que deixei aquele cuzinho bem melado de saliva, comecei a passear com um dedo por ele, com ela rebolando e gemendo baixinho. Comecei a enfiar bem devagar, e notei que ela se segurou toda, mordendo os lençóis. Meu dedo já tinha passado quase metade quando ela pediu pra tirar. Subi na cama e, bem perto de seu ouvido, disse:
- Não vai ser só o meu dedo que você vai sentir nele, vadia.
Ela mordeu forte os lábios, e continuei a enfiar o meu dedo, falando bem perto do seu ouvido o quanto ela era safada, tesuda, gostosa. Minha mão já alcançava a sua bunda, quando notei que ela tinha voltado a rebolar com meu dedo indo e voltando no seu rabo. A beijei novamente, e ela, ofegante, retribuiu. Senti na sua respiração que estava gozando novamente com meu dedo inteiro enfiado no seu rabo.
Aquilo estava delicioso, sentir aquele rabo quente e delicioso no meu dedo, mas eu queria mais. Tirei meu sapato e a meia e me deitei na cama. Ela veio por cima, com seu rabo na minha cara e me deu novamente sua buceta para chupar enquanto me desvencilhava das minhas calças e da minha cueca. Segurou firme a minha rola e começou a chupá-la com vontade, a mesma vontade com a qual chupava minha língua em seus beijos.
Minha boca permanecia cheia com a sua buceta deliciosa. Enquanto eu chupava, enfiava meus dedos em nela e em seu cuzinho apertado. Ela, apertando o meu cacete, gozava mais uma vez, gemendo forte e voltando a me chupar rápido e com tesão. Sua boca ia e voltava, ora me engolindo inteiro, ora deixando só lambendo a cabeça. Um boquete digno de Amélie. Minha língua não parava em seu grelinho latejante e delicioso, arrancando gemidos abafados e deliciosos.
Ela não agüentou em somente sentir a minha língua e meus dedos na sua buceta e, se virando, sentou fundo no meu pau, gemendo gostoso, enquanto eu me despia totalmente. Enquanto ela pulava, tirava seu corpete com fechos na frente, deixando seus seios desnudos, pulando no mesmo ritmo delicioso daquela cavalgada. Levantei-me e os chupei, enquanto sentia aquela buceta apertada molhando minha rola até as bolas.
Depois de muito sentir aquela buceta quente, a tirei de cima de mim. Ela deitou na cama, e fui por cima dela, colocando meu pau entre seus seios. Ela os apertava, só deixando a cabeça inchada do meu pau pra fora, que lambia a cada vez que meu pau chegava perto da sua boca. Às vezes me olhava nos olhos com uma cara de caçadora tarada. Que tesão de mulher. Ela sabe como satisfazer um homem totalmente.
Aquela espanhola deliciosa me fazia delirar, e a ela também. Tirei minha rola quente do meio de seus seios deliciosos depois de um tempo e, segurando suas pernas na altura dos meus ombros, pincelei do seu cuzinho a sua buceta, como se estivesse decidindo em qual daqueles buracos deliciosos eu iria meter. Comecei na sua buceta. Enfiei devagar até minha rola sumir por completo naquela gruta apertada, molhada e deliciosa. Ela gemia alto, se segurando nos lençóis. Eu não perdoava, e ia fundo, sentindo minhas bolas encostarem em seu corpo e vendo minha rola brilhante e molhada do seu mel indo e voltando exibindo suas veias bem definidas.
Ela me apertava os braços, me arranhava com as suas unas vermelho sangue deixando a mostra os vergões fortes a cada passada de unha. A vadia por um momento não deixou teus olhos longe dos meus. Fixos, cheios de desejo, me desafiava a fazer com que ela tenha mais um delicioso orgasmo. Segurei-a com força e meti ainda mais forte. Ela fechou os olhos e apertou mais meu braço. Senti suas unhas praticamente entrando nos músculos dos meus braços.
Ela gemendo de olhos fechados e aquelas unhas no meu braço me deram a enorme vontade de ir além. Tirei minha rola da sua buceta quente e pulsante e a coloquei para deslisar no seu cuzinho. Deixei a cabeça inchada dela na entrada daquele rabo apertado e comecei a forçar de leve, deixando com que a cabeça do meu pau entrasse sozinha naquele buraquinho fechado. Ela mordia os lábios, me apertava, tentava me tirar, mas ao mesmo tempo deixava transparecer que queria minha rola a invadindo em todos os buracos. Com o tempo meu pau ganhava espaço e aquele rabo se rendia aos meus desejos, deixando de estar tão apertado e ficando mais receptivo ao meu caralho duro e grosso.
Minha rola já entrava e saia sem dificuldade daquele rabo gostoso. Eu fazia questão de enfiar meu pau até o fim e voltar até quase a cabeça. Com os dedos, eu lhe masturbava rápido e intenso, querendo tirar mais e mais gozadas daquela mulher. Ela se contorcia, gemia, mordia os dedos. Estava completamente à minha mercê naquele momento, quando eu disse:
- Fica de quatro, puta! Agora, que é o teu macho de verdade quem ta mandando.
- Sim! Agora, delícia!
Ela se colocou de quatro na cama, com o rabo para o alto, rebolando, me olhando com cara de desejo e gemendo como louca me querendo. Fui atrás daquela cadela deliciosa, e com um tapa forte lhe agradeci aquela deliciosa posição. Ela gemeu alto e rebolou mais um pouco, querendo sentir ainda mais minha pica. Eu sentia minha rola como aço. Dura, tesa. As veias pulsavam forte. Posicionei-me atrás dela e pincelei do seu rabo até a sua buceta, segurando forte meu pau. Ela gemia gostoso, me pedindo inteiro, e eu, a chamando de vadia, puta, piranha, mandava-a calar a boca, pois quem mandava era eu, e seria eu quem escolheria onde iria meter.
Comecei na sua xota, meti fundo, com vontade, até as bolas, e ela gemia, se segurando nos lençóis. O encaixe era perfeito. Minha pica passava sem dificuldades até as bolas dentro daquela deliciosa buceta. Ela gemia gostoso, as vezes chegando a berrar, mas logo se lembrava de onde estava e se controlava um pouco, voltando aos seu gostosos gemidos. Eu sentia minha pica chegando perto do gozo, mas me segurava bem. Não queria acabar ali, daquele jeito.
- Vem, vadia! Vem que você vai beijar teu namoradinho com o gosto da minha porra na sua boca.
- Safado! Cachorro! Não consigo negar isso pra você, seu puto!
E me chupando forte, com vontade, foi me arrancando jorradas e mais jorradas de porra do meu pau quente e duro. Sentia minhas pernas bambeando com aquele boquete. Minha porra não escorria nem um pouco da sua boca, o que escorria, ela, carinhosamente com os dedos, colocava pra dentro, não desperdiçando nada.
Depois daquela deliciosa festa particular que tivemos na cama do Jean, nos vestimos. Eu desci primeiro para o salão, uns quinze minutos depois ela apareceu, e, abraçando o Jean, lhe deu um longo beijo, que terminou com ela olhando para mim, sorrindo e o abraçando. Retribui o sorriso e me encaminhei para a saída. Pra mim, aquele tango teve o seu desfecho mais que especial para a noite.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Na praia com Mikaela
domingo, 30 de maio de 2010
Me livrando da KGB
Totalmente séria ela entrou caminhando fazendo barulho com seus sapatos de salto alto, de seus cabelos bem amarrados, óculos na ponta do nariz, vestindo saia e blazer e sem olhar para a minha cara. Eu estava sentado, com uma cara de preocupado com aquilo. Arrumou os papéis, me deu um cigarro que eu coloquei na boca com as mãos algemadas e ela o acendeu para mim, se abaixando de uma forma que eu tinha uma visão privilegiada do seu decote que mostrava parte dos seus seios grandes e lindos. Eu estava na sala de interrogatório da KGB, onde aquela russa deu um jeito de me enfiar, e aquela era Bárbara, minha advogada. Ela ainda de pé, depois de me acender o cigarro, ajeitava os documentos e eu ficava a observando sem dizer uma só palavra. A silhueta dela naquela roupa, por pior que fosse aquela situação, sempre me deixava com vontades pra lá de quentes. Bunda grande, seios grandes, pele escura. Eu tinha escolhido muito bem a minha advogada. Mas pelo visto, aquele não era um bom momento para brincadeiras. Ela, sentando-se, começou a falar:domingo, 23 de maio de 2010
A groupie

A noite estava bombando no barzinho, mas desta vez eu não estava lá para assistir, e sim para fazê-la. Já há algum tempo, estava tocando em uma banda de blues com alguns conhecidos da faculdade e tínhamos sido chamados para tocar numa renomada casa da cidade. Sou do tipo de músico que praticamente transa com o instrumento. Eu o sinto por completo. Cada nota faz parte de uma dança voluptuosa e luxuriosa. Naquela noite não era diferente. Minhas mãos subiam e desciam como se eu estivesse me masturbando, e meus dedos apertando as cordas da guitarra como se estivesse acariciando um clitóris.
Não conseguia notar muita coisa das pessoas que assistiam ao nosso show aquela noite. Uma luz forte me tomava os olhos, me dando apenas visão da fila da frente, onde tinha uma mulher, que diferente das pessoas que dançavam com seus olhos fechados, dançava olhando para mim. Notei que a dança dela não era do tipo que simplesmente queria dançar com a música. Com as mãos ela passava pelo corpo todo, conforme as minhas passavam no instrumento. Lambia os dedos, passeava com as mãos pelos seios e as levantava para o alto, buscava de todas as formas, transformar cada música que tocávamos em algo muito mais quente que aparentava.
Eu, como nem gosto de uma safadeza, comecei a tocar como se estivesse tocando apenas para ela, e ela percebendo, mostrou ainda mais que dançava só pra mim. Meus solos começaram a sair cada vez mais quentes e insinuantes. Ela delirava a cada nota mais longa, a cada puxada de corda, a cada sequencia mais rápida. Eu a vi se apoiando no palco, jogando os cabelos, me olhando fixamente mordendo os lábios pintados de vermelho sangue, rebolava passeando com as mãos pelos quadris, seios, cabeça. Sem dúvidas estava transando comigo por pensamento. Eu olhava aquilo e me excitava como louco. Comecei a tocar voltado a ela, e apenas a ela. Ela correspondia com olhares e carícias completamente libidinosas.
Senti que o clima rolava ali naquelas trocas de olhares. Resolvi solar ajoelhado perto dela, e ela me passou a mão minhas coxas. Enquanto eu solava de olhos fechados, curtia suas carícias por cima da minha calça de couro. Ela passeava com as mãos pelas minhas coxas, me olhando sempre nos olhos. Acariciava-as por completo, até que subiu bem e começou a me acariciar a virilha de forma totalmente sexual. Suas mãos passavam pela minha coxa, enquanto seus polegares me acariciavam o saco levemente. Meu solo passou a ser mais rápido, minha testa foi tomada de suor, e meus olhos cerravam cada vez mais forte.
Eu estava sim à idéia louca de chamar aquela mulher para o palco, mas o bom senso acabou batendo mais forte e permaneci com a profissão em mente. Levantei, recompondo-me e continuei a noite com o repertório. Ela continuava com os olhos fixos em mim, e não parava de me olhar um só minuto. Eu admito que olhava para o púbico e de vez em outra, meu olhar se perdia no dela enquanto tocava, e confesso que algumas notas foram perdidas pelo fato dela vez ou outra acabar brincando com as mãos nos seios, ou passando seus dedos na sua boca.
Tocamos nossa última música e antes de irmos para o camarim, joguei a ela minha toalha. Ela a segurou e, colocando junto ao nariz e fechando os olhos, sentiu meu perfume almiscarado que tomava a toalha. Sem olhar para ela, fui ao camarim. Lá chegando, o pessoal todo afoito queria sair, beber e aproveitar a noite, noite essa que para mim foi extremamente cansativa. Fiquei estirado em uma poltrona e disse que se quisessem ir, que fossem, pois eu queria ficar sossegado. Fiquei por lá, jogado, bebendo uma boa dose de whisky. Percebi só que a porta tinha se fechado. Acendi um cigarro e baforava bem a cada gole que eu dava no copo.
Escutei a porta se abrindo novamente pouco tempo depois. Não me preocupei, pois poderia ser alguém que tivesse esquecido alguma coisa. Como a porta estava às costas da poltrona, nem vi quem tinha entrado e começado a me massagear os ombros. Como senti que a mão era feminina, poderia ser alguma das moças do mini fã clube que tínhamos ali me apertando. Nem me preocupei, fechei meus olhos e curti a massagem. Senti aquelas mãos pegando firme no meu ombro, me relaxando. Passavam pelo meu pescoço, desciam ao meu tórax, voltavam ao meu ombro, vez ou outra despretensiosamente com as unhas acabava me arranhando de leve. Desmanchei-me na poltrona com o copo de whisky em uma mão e o cigarro na outra. Com a nuca apoiada no encosto da poltrona, acabei por um momento abrindo os olhos e notei que era aquela mulher, a mesma do palco, que me providenciava aquela deliciosa massagem.
Simplesmente me rendi ao momento e deixei-me levar pelas carícias. Ela, agora já ciente que eu sabia da sua presença, foi se tornando bem mais ousada, e passeava com a mão pelo meu corpo, chegando a minha coxa, e voltava com as unhas. Eu continuava com o meu cigarro e minha bebida, como se ela não estivesse lá, mas excitado por lembrar que aquelas mãos estiveram acariciando minhas bolas minutos antes de estarmos ali sozinhos.
Ela não parava, e não dava sinais de parar. As mesmas mãos que passavam pelo meu corpo, agora já não mais saiam da minha calça, iam e voltavam com as unhas pelas minhas coxas, virilha, até chegar ao meu já completamente duro, pau. Ela me massageou por um tempo por cima da calça, me fazendo simplesmente delirar e largar o cigarro ainda pela metade no chão e o copo em uma mesa próxima. Ela continuava, enchendo a mão no meu pau duro e apertado por conta da calça, mas ela deu um jeito rápido de deixá-lo à vontade, abrindo minha calça.
A hora que ela abriu minha calça, meu pau praticamente saltou, ignorando completamente minha cueca, saltou para fora, batendo na minha barriga. Ela, carinhosa, segurou o meu pau e começou a me bater uma punheta leve, mas gostosa. Eu fechei os olhos e busquei seus seios, que estavam bem convidativos naquele decote. Ela continuou com a mão na minha rola e os peitos bem perto da minha cabeça, eu gemia baixo, gostoso, sentindo aquela mão no meu pau. Tentei em vão buscar sua buceta por baixo da sua micro saia, pois meus braços não a alcançavam. Ela, notando toda a minha vontade, resolveu me castigar, afastava mais suas pernas de mim.
Num momento ela saiu de trás de mim passando suas mãos no meu peito e veio para a minha frente. Olhando direto nos meus olhos se abaixou entre minhas pernas, e, segurando firme o meu pau, começou a lambê-lo. Eu simplesmente me deixei levar por aquela língua leve e gostosa. Ela passeava com a língua pelas minhas bolas, pela cabeça do meu pau, me olhava e chupava como um picolé. Ela mamava a cabeça da minha rola com vontade, segurando meu pau perto das bolas, me deixando louco. Conforme sugava, me batia uma punheta leve, com a ponta dos dedos.
Aquilo me fazia gemer baixinho. Tomei todo o whisky que estava no copo e resolvi brincar também. A peguei pelos cabelos, ainda jogado na poltrona, e a trouxe para a minha boca. Ainda com minhas mãos perdidas nos seus cabelos, eu a beijava intensamente, enquanto ela me masturbava devagar, subindo e descendo a mão usando apenas as pontas dos dedos. Eu sentia minhas veias inchadas a cada movimentação que ela fazia, enquanto sua língua degladiava com a minha entre nossas bocas.
Aquela brincadeira deliciosa durou, com direito a blusas sendo jogadas longe, bocas passeando pelos corpos, minha língua rápida envolvia seus mamilos, sentia seu cabelo arrastando em meus braços que lhe envolvia as costas. Seus lábios passavam lentamente nos meus enquanto minha rola, agora encostada na sua coxa, pulsava deliciosamente a cada carícia. Seu olhar trombava com o meu enquanto minhas mãos cheias em seus seios os massageavam de forma deliciosa.
Minha mente já viajava e eu estava pouco me preocupando com quem poderia aparecer por lá naquele momento. Tirei-a do meu colo e a levantei. Levantei-me junto e voltei a beijá-la. Ela não tirava a mão do meu pau, me batendo ainda uma punheta muito gostosa, enquanto meus dentes dominavam seu pescoço. Seus gemidos e suspiros me deixavam cada vez mais louco, me fazendo passar a mão por baixo da sua micro saia e buscar a sua buceta por baixo da calcinha. Com meus dedos enfiados até sentir a palma da minha mão encostar-se à sua carne quente e deliciosa, sentia suas pernas se mexendo, rebolando deliciosamente para que meus dedos entrassem e saíssem gostoso.
Aquela deliciosa brincadeira fez com que eu e aquela deliciosa invasora de camarins delirássemos ainda mais. Por um momento tirei meus dedos da sua buceta, e ela, deliciosamente, os trouxe para a sua boca e me beijou, com meus dedos com teu gosto entre nossas línguas ávidas de desejo. Aquilo me deixou com vontade de sentir aquele gosto direto da fonte, então a peguei pela bunda e a levei até a bancada onde estavam latas de cerveja vazia e copos, jogando tudo no chão. Ela se mantinha com a boca entre aberta de desejo querendo sentir meu desejo inteiro. Ela se colocou de pernas abertas lá, massageando os seios agora completamente nus e chupando os dedos, como se fosse a minha rola e se encostou na parede. Com as mãos retirei sua pequena calcinha, com ela me ajudando aos poucos. Quando a tirei, me abaixei e enchi minha boca. Ela gemia alto com a minha língua passando pra cima e pra baixo na sua carne lisa, toda depilada. Minha vontade era de realmente tentar arrancar aquele grelinho com a língua. De forma intensa a lambia e chupava, enquanto ela se contorcia na bancada e me acariciava querendo mais.
Nossa brincadeira durou, até que eu quis mais. Levantei-me, e olhando nos seus olhos, posicionei meu pau na sua buceta, que entrou como faca em manteiga. Aquela buceta quente me apertava, enquanto ela se apoiava com uma mão em volta da minha nuca e a outra na bancada. Ela estava lá, de olhos fechados e cabelos jogados na cara, pouco se preocupando com quem apareceria. Apenas queria gozar na rola do guitarrista que a fez se encher de desejo.
Meu pau quente ia e voltava completamente molhado por aquela buceta apertada. Pensei até que ela me faria gozar fácil, mas ainda dava tempo para senti-la em uma nova e boa posição. Tirando-a de cima da bancada, mandei que se apoiasse de costas para mim. Fui prontamente atendido da melhor forma o possível. Ela empinou a bunda e jogou a saia para a cintura, me deixando à mostra sua buceta inchada e completamente encharcada. A peguei pela cintura com vontade e comecei a meter fundo. Ela gemeu forte, praticamente gozando na minha rola. Segurava forte a bancada e tentava me olhar enquanto eu, despreocupado, a puxava e empurrava cada vez mais forte.
Estávamos completamente loucos ali, tão loucos que mal reparamos a entrada do baterista da banda, que não sabia se ficava no camarim, ou saia. Olhamos para a cara dele, e como se ele não estivesse ali, continuamos nossa dança deliciosa e quente. Reparei que ele não iria sair de lá, mas como eu estava ali, sendo servido por uma fã especial, resolvi ser egoísta, e continuei a fodê-la forte e com vontade, não dando chances para ele participar da brincadeira. Ele olhava e massageava o pau por cima da calça, como se quisesse também brincar. Ela, malvada e de forma safada, disse a ele:
- Por que não bate uma? Só quero esse negão tesudo aqui. Mas deixo você assistir. Senta e olha como teu guitarrista me come gostoso!
Ele me olhou e fiz uma cara de conformado com a situação. Ele se sentou e tirou o pau pra fora, e assistindo a cena se masturbava intensamente. Ela olhava para mim e para o baterista. Rebolava no meu cacete, ia e voltava devagar para mostrar meu pau todo melado entrando e saindo, jogava os cabelos dando um show particular naquele camarim quente. Ele queria pegá-la junto comigo. Tentou se aproximar para participar da brincadeira, e ela, energicamente, o mandou ficar sentado. Ser o único desejado da sala me fez ficar com mais vontade de vê-la gozando. A peguei forte e comecei a ir e voltar com mais vontade, fazendo nossos corpos se baterem e produzirem um som delicioso. Isso fez com que o baterista da minha banda se masturbasse mais intensamente. Ela gritava com meu pau entrando e saindo tão rápido e forte, massageava os próprios seios, chupava os dedos, queria gozar intensamente.
Não demorou para que eu sentisse seu corpo todo tremer e logo após suas pernas bambear mostrando que tinha gozado forte tanto pela minha rola, quanto pelo nosso vouyer assistindo e lhe prestando uma homenagem. Ela tirou meu pau de dentro da sua buceta e se ajoelhou na minha frente, e decidiu ser um pouco benevolente com o pobre rapaz que suava sentado na poltrona assistindo a cena e o chamou. Chupando-me intensamente resolveu aliviar as suas mãos, batendo uma forte e com vontade, para fazê-lo gozar gostoso, assim como estava tentando fazer comigo. Ela, como uma boa vadia, nos olhava nos olhos enquanto chupava minha rola e punhetava o baterista. Não demorou até que eu sentisse minha porra chegando gostosa. Ela, sentindo que minha pica pulsava mais forte na sua boca, me chupava mais forte, com mais vontade, e parecia que a porra do meu baterista também estava perto de chegar, pois ela também o punhetava mais rápido. Antes que eu gozasse, ele anunciou que iria jorrar, e ela, tirando por um pouco a minha rola da sua boca, voltou-se à dele, e o punhetando com a boca aberta, recebeu todos os seus jatos quentes. Depois de dar esse pouquinho de atenção a ele, voltou-se a mim e continuou forte e com vontade, querendo seu prato principal.
Não demorou nada para que eu jorrasse forte e com vontade. Não avisei nada, nem deu tempo. Ela, uma vadia deliciosa, recolhia todos os meus jatos usando da sua experiência e vontade. Não deixando uma gota sequer para fora da sua boca. Eu de olhos fechados apenas curtia sua boca me proporcionando aquele boquete delicioso pós gozada. Quando abri os olhos, para minha surpresa, o resto da banda estava lá, assistindo e querendo também aproveitar da minha fã especial. Ela simplesmente se levantou, se arrumou, olhou a todos e se despediu apenas de mim. Os caras da banda ficaram com inveja, me xingando enquanto eu me ajeitava e ela saia pela porta rindo malvadamente. Mas fazer o que se sou eu quem desperta um tesão incontrolável em nossas
terça-feira, 18 de maio de 2010
Caindo em boas armadilhas

Trabalhar em suporte técnico de computadores por muitas vezes te obriga a ir para a casa do cliente para resolver o problema lá. O local onde eu trabalhava exigia sempre uma boa vestimenta. Terno, gravata, ferramentas e notebook na maleta. Tudo extremamente voltado a quem queria e tinha como pagar um ótimo atendimento personalizado.
Meu dia estava completamente sossegado. Já tinha feito um atendimento pela manhã e realmente não estava com vontade de sair para atender mais. Foi quando o telefone tocou me chamando para resolver o problema do servidor de um banco. Fiquei puto da vida, pois queria ficar sossegado naquela tarde, mas, como era uma emergência, me encaminhei para lá.
Quando cheguei fui logo barrado na porta. Também pudera, com o enorme número de materiais contendo metal na minha maleta não era de se esperar nada diferente. Foi quando eu tentava dar um jeito de passar pela porta que minha amiga já de longa data apareceu e me tirou daquela enrascada:
- Pode deixar passar! Esse é o técnico que eu chamei!
- Juliana!?
- Dyas! Quanto tempo, hein? Venha! O servidor parou e precisamos de uma ajuda!
- Ta trabalhando aqui? Toda bonita, hein?
- Ah Dyas! Você sempre galante! Comecei esses dias. Ainda bem que guardei o teu cartão. Estou cuidando da área tecnológica. Agora venha! Precisamos dar um jeito nisso, senão minha cabeça vai pelos ares!
Seguimos por dentro do banco de forma rápida. Ela foi à minha frente toda imponente. Blazer, saia, salto alto, e eu garboso no terno preto com meu rosto parcialmente escondido pelos óculos com lentes escurecidas pela luz que encontrei antes de entrar no recinto. A sala do servidor era bem refrigerada, com um pequeno rack portando todos os gabinetes e um monitor que do qual se tinha controle de tudo. Por medidas de segurança, a Juliana tinha que se manter comigo lá dentro, e a porta fechada por dentro para que nenhum possível intruso conseguisse ter acesso.
Comecei a fazer a manutenção e começamos a falar da vida. Namoros, separações, mágoas, família, amigos, bebedeiras. O papo ia rolando enquanto eu abria um dos servidores para analisar. Não demorei muito para descobrir o problema e comecei a consertar. Enquanto batíamos papo acabamos entrando em um assunto delicado que foi a deixando cada vez mais triste. Eu percebi aquilo e tentei mudar de assunto, mas ela ignorava o fato e continuava falando. Sentada em uma cadeira continuava despejando seus problemas. E eu, tentando ser apenas amigo e manter a profissão acima de tudo, tentei acalentá-la.
Terminei meu serviço até que rápido, dado o fator do problema e continuamos a conversar, com ela sentada na cadeira e eu encostado à mesa onde estava o monitor. Eu tentava de todas as formas acalmá-la e ela parecia irredutível nisso. Despejava mais e mais, até que começou a chorar. Não tive outra opção a não ser ir em direção à ela e abraçá-la. Segui em direção à ela e ela automaticamente me abraçou como se fosse uma criança, com a cabeça na minha barriga. O assunto? Seu ex-namorado.
Eu não podia negar que sentia tesão naquela mulher. Logo quando a vi na entrada do banco vestida daquela forma foi como se um vento frio passasse por toda a minha espinha e me arrepiasse por completo. E com ela me abraçando ali, daquela forma, sentia que meu pau dentro da minha cueca reagia contra a minha vontade. Eu tentava sair, arrumar um jeito que ela não percebesse a minha excitação, mas ela chorava e me abraçava mais e mais. Arfei-lhe os cabelos, e ela chorando me abraçava mais forte, como que se não quisesse que eu me movesse um sentido.
Por um momento ela me olhou. Ficamos nos fitando por alguns instantes quando me abaixei e lhe dei um breve selinho, que do qual ela retribuiu me puxando pela nuca e me beijando. Senti o gosto da sua saliva misturado às lágrimas. Sua língua quente e trêmula passava pela a minha de forma leve, me acariciando, como se ela estivesse beijando seu ex-parceiro. Por um momento, seus beijos doces passaram a beijos voluptuosos, envolventes. O sentimento de carinho ia se perdendo a cada minuto e se tornando uma luxúria completamente ardente.
Eu sentia realmente meu pau já tomar a minha calça e avolumá-la. A minha cueca não conseguia mais manter a cabeça dele guardada, me fazendo sentir a cabeça inchada e macia roçar pela minha calça áspera. Eu queria libertá-lo, e ela parecia já que queria o mesmo, me arranhando a nuca e passando a mão pelo meu rosto. Por um momento sai daquela posição um pouco incômoda e me levantei um pouco. Isso a deixou com a minha calça bem de frente a ela. Juliana, já envolvida com os nossos beijos, possivelmente até mais que eu, começou a me massagear as pernas, olhando fixamente para a braguilha da minha calça. Aquilo me disse tudo, e me mantive de pé ao lado dela lhe acariciando os cabelos.
Ela me olhou nos olhos, já com um olhar diferente daquele triste e fundo, e começou a me massagear o pau por cima da calça. Eu fechei meus olhos e curti as carícias feitas por ela, que já com uma cara de safada, mordia os lábios à cada apertada que dava no meu pau.
- Desculpa Dyas por ter te enchido o saco com as minhas neuras. Agora preciso te recompensar de alguma forma.
- Aé? Me recompensar? Como?
- De um jeito que eu estou doida há muito tempo. Mas você não me dá chance.
Ela sensualmente abriu a braguilha da minha calça e foi liberando meu pau com carinho de dentro da fina calça. Só o toque leve dos dedos dela já me fez soltar um gemido de tesão. Ela me olhou com meu pau entre seus dedos e começou a passá-los por ele inteiro, brincando com o corpo e a cabeça. Eu continuava com a minha mão em seus cabelos apenas a olhando com meu pau grosso em sua posse.
- Sabia que você de terno me deixou com tesão?
- Você estava chorando até agora pouco, Ju!
- Só assim pra fazer você se aproximar de mim e fazer isso.
E deu uma lambida demorada desde perto das minhas bolas até a cabeça, me olhando direto nos olhos, passando com meu pau pela ponta do nariz. Eu olhava a cena e tentava entender a qual ponto ela chegou para estar com meu pau na sua boca. Bastava ter me falado? As perguntas e faltas de entendimento passaram no momento que ela segurou forte o meu cacete, e com dois dedos levantados começou a mamar o meu pau. Sugava com força, indo e voltando com a cabeça, de olhos fechados, passando com a língua pela cabeça, circulando, me fazendo perder o chão de tão bom aquele boquete.
Perdido em sua boca, me apoiava onde podia, e ela, sem parar um momento de me arrancar gemidos, ia e voltava com a sua cabeça, tentando me engolir todo. Sua boca aveludada me tomava o pau por completo, me enchendo de saliva e vontade. Aos poucos ela ia abrindo seu blazer e tirando da sua blusinha seus seios deliciosos e com mamilos já pontiagudos. Quando menos percebi, ela estava passeando com seus seios no meu pau. Com a boca o molhava, com os seios o secava.
Ela estava realmente me recompensando muito bem. Arrancava suspiros e gemidos fortes de mim. A sala ajudava com que pudéssemos ficar bem à vontade. Eu abri minha camisa e tirei minha gravata. Ela não largava o meu cacete em nenhum momento, o chupando, lambendo, beijando. Ela me deixou completamente louco de tesão com aquela chupada. Chupava gostoso, não deixava um centímetro do meu pau seco. Eu, já louco de vontade, a levantei e a empurrei para a mesa. Ela, obediente e tesuda, empinou bem a bunda me esperando. Dei uns tapas gostosos, sentindo sua bunda macia por baixo da saia social.
Ela rebolando olhava para trás, como se me chamasse para poder senti-la também. Comecei a subir sua saia, e ela foi me ajudando com as pernas. Acabou me revelando uma calcinha clara e pequena. Um fio dental me mostrando aquela buceta inchada e deliciosa toda molhada de vontade. Abaixei-me e afastei o fino pedaço de pano e comecei a chupar aquela deliciosa xota. Ela gemia com a minha cara na sua bunda enquanto rebolava gostoso com a minha língua a penetrando. Eu, como já não me importava mais com nada, resolvi dar umas lambidas no seu rabo, que foram muito bem recebidas, com gemidos, pedidos de mais e afirmações de assim. Minha língua, arisca, a preenchia, enquanto meus dedos, algozes, preenchiam a sua buceta. Que tesão de trabalho aquele!
Seu rebolado me fazia vontade de sentir mais, sentir tudo. Levantei-me e passei meu pau do seu rabo até a sua buceta. Ela tremeu ao sentir a cabeça grande do meu pau passar tão perto assim de seu apertadinho botão. Coloquei meu pau na entrada da sua xota e fui empurrando aos poucos. Depois de molhado meu caralho inteiro, ele passou fácil dentro daquela quente gruta. A peguei pela cintura, e ela colocou uma de suas mãos sobre a minha. Começamos a brincar devagar, indo e voltando, sentindo um ao outro a cada leve estocada. Minha pica pulsava na mesma sincronia da sua buceta pulsando. Aquilo estava muito gostoso, mas eu queria mais. Socando meu pau todo naquela buceta, resolvi pincelar seu cuzinho com um dedo. Ela rebolava ainda mais com meu dedo ali perto, e empurrava sua bunda para trás, me chamando. Como me chamava, não podia recusar. Comecei a enfiar a ponta de um dedo no seu rabo, que foi entrando devagarinho, fazendo-a morder os lábios de desejo.
Os dezessete graus da sala já não pareciam mais surtir efeito. Seminus, possuindo um ao outro, gemíamos dentro da sala, com aquela troca de sensações voluptuosas. E já com dois dedos dentro do seu cu a possuía pela frente e por trás. Ela gemia, xingava, cerrava os dentes. Queria mais e muito mais do que eu poderia oferecer. Ela mesma tirou meu pau da sua buceta e o colocou no rabo. Meu pau, todo empapado com teu mel, começou a passar fácil por seu buraco já previamente laciado pelos meus dedos. Seus gemidos me deixavam louco, me fazendo gemer ainda mais, perdido naquele cuzinho tão apertado e quente.
Ela se debruçava sobre a mesa, sentindo meu caralho entrando e saindo quente, com as minhas bolas batendo na entrada da sua xota. Éramos só gemidos dentro daquela gelada sala. Ela deixou seus seios sobre a mesa, totalmente entregue às sensações que meu pau dentro do seu rabo lhe proporcionava. Cuzinho apertado e quente, que piscava na minha pica a cada forte fincada. Cansados daquela posição, me sentei na cadeira e ela veio por cima, sentando como se já tivéssemos treinado aquilo antes. De costas, colocou sua buceta de volta no meu pau e engoli meu pau inteiro. Eu gemia, a pegava pelos seios, apertava sua bunda, batia, a fazia subir e descer mais.
Aquele vai e vem delicioso me fazia chegar cada vez mais próximo de jorrar minha porra quente. Apenas avisei que poderia gozar, e ela, safada, rebolava no meu cacete, sentava mais forte, apertava meus joelhos, gemia me pedindo porra na boca. Eu me segurava na cadeira. Prendia minha porra com uma força descomunal, enquanto aquela vadia pulava com gosto no meu cacete, totalmente entregue as delícias que aquela situação nos privilegiava.
Eu não agüentei àquela tensão toda e anunciei que gozaria dentro dela. Ela, rápida, saiu do meu cacete, e sem dobrar os joelhos, caiu de boca de novo no meu cacete. Aquele boquete me deixou louco. Ela subia e descia com a boca na mesma velocidade que sentava no meu caralho. Sua boca, tão quente quanto sua buceta, me sugava, me apertava, me lambia. Pouco demorei até o primeiro jato sair, e ela, diminuindo o ritmo, ia engolindo cada jato, sem deixar nenhuma gota escorrer. Depois que notou que conseguiu esvaziar toda minha porra, se levantou, jogando os cabelos, limpando a boca e se vestindo. Eu também me pus a vestir, e ela, seguindo os rituais da profissão, me perguntou se tudo estava nos conformes e se eles poderiam voltar a trabalhar.
Voltei ao escritório com meu pau doendo, mas uma dor de dever cumprido. E muito bem cumprido.

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